Nós decidimos desmontar esta fonte de alimentação para vermos o que a difere de uma fonte de alimentação genérica. Leia nosso tutorial Anatomia das Fonte de Alimentação Chaveadas para entender como uma fonte de alimentação trabalha internamente e para comparar esta fonte de alimentação a uma genérica.
Nesta página teremos uma visão geral, enquanto que na página seguinte discutiremos em detalhes a qualidade e as características dos componentes usados.
Nós podemos apontar várias diferenças entre esta fonte de alimentação e uma fonte genérica: a qualidade da construção da placa de circuito impresso; o uso de mais componentes no estágio de filtragem de transientes; o circuito de PFC ativo; o uso de um sensor térmico no dissipador de calor dos diodos de potência para controlar a velocidade da ventoinha e para desligar a fonte de alimentação em caso de superaquecimento; a potência de todos os componentes; o projeto; etc.
Na Figura 6 você tem uma visão geral do interior desta fonte de alimentação.
 clique para ampliar Figura 6: Por dentro da Cooler Master iGreen Power 430 W.
A primeira coisa que gostamos de ver quando abrimos uma fonte de alimentação para termos uma idéia da sua qualidade é o estágio de filtragem de transientes. Em fontes de alimentação genéricas este estágio tem apenas uma bobina, dois capacitores cerâmicos, um ou dois capacitores de poliéster metalizados e, se tivermos sorte, um varistor (MOV). Esta fonte de alimentação da Cooler Master usa quatro capacitores cerâmicos, um varistor, três capacitores de poliéster metalizados e duas bobinas de ferrite, além de um núcleo de ferrite no cabo de alimentação principal.
Uma outra característica muito interessante desta fonte de alimentação é que seu fusível está acondicionado dentro de uma proteção de borracha à prova de fogo. Portanto, esta proteção evitará que a faísca produzida na hora que o fusível estoura de provocar um incêndio.
 clique para ampliar Figura 7: Estágio de filtragem de transientes (parte 1).
 clique para ampliar Figura 8: Estágio de filtragem de transientes (parte 2).
Na Figura 9 você pode ver melhor a ventoinha de 120 mm usada nesta fonte de alimentação, e na Figura 10 o circuito usado para controlá-la. Como mencionamos, a velocidade da ventoinha é controlada de acordo com a carga de trabalho e a temperatura da fonte de alimentação.
 clique para ampliar Figura 9: Ventoinha.
 clique para ampliar Figura 10: Circuito de controle da ventoinha.
Na Figura 11 você pode ver o circuito PFC, que está localizado no primário da fonte de alimentação no circuito dobrador de tensão.
 clique para ampliar Figura 11: Circuito PFC ativo.
Agora falaremos em mais profundidade sobre os componentes usados na iGreen Power 430 W. |