As duas placas-mãe utilizadas nos testes eram placas simples e por isso possuíam poucas opções de overclock. Mesmo assim foi possível ter uma idéia do potencial de overclock desses processadores.
Todos eles possuem o multiplicador de clock travado.
Com o nosso Sempron 3000+, que roda internamente a 1,8 GHz multiplicando seu clock base de 200 MHz por nove, conseguimos aumentar seu clock base para 250 MHz, o que fez com que ele passasse a rodar internamente a 2,25 GHz, um aumento de 25% sobre o clock padrão.
Com este overclock o processador da AMD cumpriu o teste do Super Pi em 42,765 segundos, tempo 24,18% menor que o processador operando na sua freqüência original. Um bom resultado.
 clique para ampliar Figura 7: Sempron 3000+ (1.800 MHz) rodando a 2.250 MHz (250 MHz x 9).
Já com o nosso Celeron D 331, que roda internamente a 2,66 GHz multiplicando seu clock externo de 133 MHz por 20, conseguimos aumentar seu clock externo para 165 MHz, o que fez com que ele passasse a rodar internamente a 3,30 GHz, um aumento de 23,78% sobre o clock padrão.
Rodando a 3.3 GHz o Celeron D cumpriu o teste do Super Pi em 64,8 segundos, tempo 14,84% menor que o processador operando na sua freqüência original.
 clique para ampliar Figura 8: Celeron D 331 (2.660 MHz) rodando a 3.300 MHz (165 MHz x 20).
O processador da AMD se beneficiou mais do aumento da freqüência, mesmo o processador da Intel tendo obtido um aumento maior em megahertz do que o processador da AMD (634 MHz vs. 450 MHz). |