O nosso colaborador Armando Wanderley após ler este artigo nos mandou as explicações abaixo, que acreditamos serem complementares ao artigo original.
Só as baterias de NiCd possuem o tal efeito memória. O carregamento rápido da bateria evita esse efeito. Exemplo: meus carregadores de 1 hora jamais provocaram tal efeito, em compensação os "lentos" de 19 horas apresentaram. Eu recupero baterias dando uma porrada com uma fonte de 20A (corrente controlada) enquanto seguro a dita cuja para sentir a temperatura. Segundo o Handbook da ARRL e minha experiência, em hipótese alguma a bateria de NiCd deve ter sua tensão "zerada". Isso provoca curto circuito e só com a porrada descrita acima ela se recupera (às vezes). Esse assunto é controverso, mas em minha experiência de mais de 12 anos com sistemas alimentados por bateria, nunca encontrei nenhuma que não gostasse de carga rápida. O "problema" é que um carregador rápido custa mais e aí....
Informação enviada pelo leitor Thiago Domingues:
Olá, sou técnico em eletrônica e gostaria de comentar alguns itens da explicação dada sobre o "efeito memória" das bateias NiCd que ao meu ver estão equivocados. Na realidade se as baterias forem "zeradas" elas perdem a capacidade de recarga, o que ocorre é que as baterias possuem uma tensão mínima que é determinada pelo fabricante, onde podem ser recarregadas sem danos a estrutura química interna. Em relação ao "efeito memória", ocorre que se a bateria for recarregada enquanto ainda possui uma tensão acima da determinada pelo fabricante, podem ocorrer danos a estrutura química interna da bateria, fazendo assim que esta perca parte de sua capacidade de armezenamento de carga.
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