É interessante ressaltar que um aplicativo ou device-driver não precisa proceder a qualquer tarefa extra além de obter os recursos alocados de serviços residentes da BIOS ou sistema operacional.
Apesar da complexidade do hardware extra exigido (cerca de 4 mil portas lógicas), é incontestável a versatilidade resultante da opção por um projeto plug and play. Como o poder de mercado fala mais alto, e o mercado é praticamente dominado por um público que tem dificuldades em interpretar conceitos de hardware ou literaturas técnicas, placas configuradas por software são bem mais cômodas de serem instaladas e manuseadas.
Contudo, o desenvolvedor não deve descartar a hipótese de projetar protótipos muito específicos, cujo manuseio estará restrito a pessoas especializadas, com recursos estáticos (determinados por jumpers ou chaves). Neste caso, a simplicidade e rapidez do projeto tornam seus custos reduzidos.