Em 1990, as coisas já não eram as mesmas. O Macintosh ainda era uma máquina que fazia coisas que as outras não faziam, mas a Apple estava longe de ser a empresa revolucionara e inovadora dos anos 80. Um ano antes, a Apple lançou um Laptop, o Macintosh Portable. O engenheiro de projetos era tão obsesivo pela qualidade do produto que acabou criando um monstro. Era tão grande e tão pesado que necessitava de um carrinho para ser carregado. Como novidade foi bom, como produto, um fracasso.
O verdadeiro notebook Macinstosh veio em outubro de 1991. O PowerBook 100 era bem projetado: robusto, leve e elegante. Ganhou vários premios de design. Por dentro, ainda era bem parecido com o partable. Vinha com o já ultrapassado processador 68000. Não tinha drive de disketes. Este era conectado externamente ao equipmento. Entre os conceitos que introduziu estava o trackball embutido e descanso para os pulsos.
As novas séries de PowerBooks foram alterando o que era necessário: Mais velocidade, mais expansibilidade, cores na tela. A grande novidade em materia de portáteis veio somente em outubro de 1992. O PowerBook Duo/Dock tenha um conceito muito interessante. O equipamento era composto de duas partes: o PowerBook Duo, simples, sem comunicação ou expansão (apenas um slot na parte trazeira) e o Dock, chassi onde se encaixava o PowerBook. Quando isto era feito, ele se tranformava num micro de mesa, com monitor, teclado, impressora e demais periféricos. As expanssões eram possíveis no Dock, e assim, o usuário poderia sair para apresentar um trabalho com o Duo e processar tarefas pesadas com o Dock.
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