Observa-se claramente que os grandes computadores caminham para o processamento paralelo. Basicamente, o poder está vindo, não dos megahertz do processador, mas da quantidade de processadores que em conjunto resolvem um determinado problema. Isto significa que o tamanho do grão de processamento será cada vez menor e os processos cada vez mais acoplados. Vê-se também o uso intenso da arquitetura que Flynn (página anterior) classificada como MIMD. Como substituição para o atual modelo de processamento e esperança para os novos computadores, surge o processador quântico. No próximo número veremos alguns computadores Cray e estudaremos dois processadores simples, porém inovadores.