O overclocking sempre foi uma espécie de tabu para a maioria dos usuários – seja por conta da anulação da garantia, do excesso de trabalho dos componentes (que pode danificá-los se feito incorretamente) ou simplesmente do ruído e do calor. Além disso, o overclocking também exige certa habilidade técnica; ajustar as frequências, as relações, as voltagens e os timings de memória do clock do processador e do processador gráfico é um processo demorado e, em alguns casos, entediante.
A prática já existe há quase 20 anos e, embora tenha havido um crescimento significativo no passado, uma grande quantidade de produtos de consumo atraentes ameaça tirá-la do caminho das novas gerações. Felizmente, os PCs desktop terão um futuro previsível e a bolha dos usuários de tecnologia proporciona continuamente material e produtos frescos para estimulá-los.
Agora, mais do que nunca, as placas-mãe e as placas gráficas têm se adaptado às necessidades dos usuários avançados, oferecido qualidade superior de projeto e aumentado os conjuntos de recursos para ajudar a obter o máximo dos sistemas.
Ainda assim, de que servem todas estas características se a curva de aprendizagem for muito íngreme?