É a velha TV dos nossos pais e de nossa infância – e é aquela que você provavelmente quer substituir pelas novas tecnologias de plasma, LCD e afins. A sigla significa “tubo de raios catódicos” em inglês. São esses raios, disparados de um canhão de elétrons a partir de um cátodo (um tipo de eletrodo), que formam a pontos luminosos ao serem defletidos na parte interna da tela de vidro, que é revestida de fósforo. Há três feixes de elétrons para cada uma das cores primárias: verde, azul e vermelho Os pontos luminosos formam a imagem em 525 linhas individuais de varredura, das quais cerca de 480 são visíveis. O conceito, ao pé da letra, envolve retro-projeção, mas o termo em particular é usado em uma tecnologia concorrente. Todo o conjunto é grande, já que o canhão precisa de distância (daí o volume traseiro dos aparelhos) para operar, e como a tela é de vidro, o aparelho torna-se pesado. Com o tempo, a tela deixou de ser côncava e tornou-se plana, o que melhorou a visibilidade de elementos nas bordas. Hoje em dia, diante da concorrência com os finos aparelhos de plasma e LCD, a tecnologia evoluiu para diminuir o bojo traseiro dos modelos, como é o caso do televisor CRT Slim de 21 polegadas lançado pela LG no Brasil, que é 33% menos “popozudo” que os demais. A tecnologia CRT tem um tamanho de tela limitado em 42 polegadas e seu consumo de energia é similar ao das TVs de plasma, e superior às concorrentes de LCD e retro-projeção. 
Exemplo de modelos: Gradiente Stilus TF-2952 (tela plana, 29 polegadas); Samsung 21Z50MQ3X (tela plana, SlimFit, 21 polegadas).
Pontos fortes
- Imagens podem ser vistas em qualquer condição de claridade e de qualquer ângulo
- Cores muito vivas
- Longevidade dos componentes
- Preço caiu muito diante da concorrência com as tecnologias modernas
Pontos fracos
- Tamanho e peso exagerados
- Alto consumo de energia
- Dimensões da tela limitadas em 42 polegadas
- Pouco investimento em sua evolução