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Teste do Headfone Fly da Gigabyte

       
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Empresa lança um estiloso e levíssimo headfone que tem graves possantes. Confira nossa avaliação.


Introdução

Headfones que tapam o ouvido viraram moda nas ruas das cidades, e neste segmento de mercado, estilo e praticidade são até mais importantes do que desempenho. Pois estilo e praticidade são exatamente os destaques do Fly da Gigabyte, que marca a entrada da empresa nesse nicho. Levíssimo (são apenas 79 g), o headfone apresenta uma alça muito fina e elegante, que sustenta dois alto-falantes de plástico responsáveis pela reprodução de um grave muito forte. Vamos começar pela descrição do produto e depois falaremos do desempenho.

Fly
Figura 1: Headfone Fly

O design chama logo a atenção: a alça não tem acolchoamento e é composta por uma fina tira de metal de 0,5 cm de largura. Ela é ajustável e parece sumir dentro dos alto-falantes de plástico que imitam metal.

Fly
Figura 2: Alça fina

Os alto-falantes têm uma listra azul decorativa no meio e indicadores, também em azul, de lado direito e esquerdo perto da saída do cabo, embaixo. Meio escondido, um aro azul une o corpo dos alto-falantes em si com os fones acolchoados, muito macios.

Fly
Figura 3: Detalhes azuis dos alto-falantes

Fly
Figura 4: Fone acolchoado

Para manter a identidade visual, o cabo também é azul e vem com uma fita de velcro para prendê-lo e ajudar a organizá-lo. O conector em L é bem resistente e termina em um plugue de 3,5 mm banhado a ouro.

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Comentários de usuários


"Headfones que tapam o ouvido viraram moda nas ruas das cidades, e neste segmento de mercado, estilo e praticidade são até mais importantes do que desempenho."

Com essa citação acima, abro o tópico para fazer não uma sugestão, mas uma crítica e uma bem, bem pesada.

Confesso que fiquei surpreso com o "Clube do Hardware", que prima por um editor-chefe engenheiro eletrônico aprovar esse teste.

O que eu tenho a dizer é que a principal função de um headfone é reproduzir áudio e de preferência com a melhor qualidade possível.

Com certeza, um headfone que reproduz um áudio fidedigno que tenha estilo e praticidade é um produto diferenciado e ESSE sim, digno de recomendação.

Desempenho de áudio é medido em relação sinal/ruído e, como você analizou, esse produto não reproduz adequadamente as frequências médias.

A partir do momento que você escreve que desempenho é de menor importância, este teste passa a ser uma "crítica de moda" e não um teste técnico.

Eu já "trollei" (tá na moda, não?) o Rafael Otto Coelho, pelo mesmo motivo: metodologia.

Não, eu não sou contra ninguém, sou a favor de testes que tragam a forma como o item foi avaliado e parâmetros sobre os quais vocês decidem recomendar um produto ou não.

A recomendação de um site como o "Clube do Hardware" é uma honraria que deve ser levada muito a sério, é o prestígio de vocês e a qualidade dos testes que você fazem. Eu mesmo, consulto as recomendações do "Clube do Hardware" antes de alguma compra. Quero poder continuar contando com o site como fonte de consulta TÉCNICA nestas horas.

Só para exemplificar: os testes de fontes do Gabriel Torres (O editor-chefe) mostra a estrutura interna das fontes, comentários sobre a retificação, filtragem de transientes (se é completa ou não) e gráficos em osciloscópio para ilustrar o comportamento da fonte quando alimentada. No final, ele tem PARÂMETROS para avliar: 1) tolerância de até 5% nas tensões de 12V, 5V e 3V (como ele mesmo diz, de acordo com as normas) e o ideal menor que 3%, faixa essa recomendada por ele; 2) Filtragem completa ou incompleta de transientes; 3) Qualidade dos capacitores, etc, etc... É isso! Quando os PARÂMETROS da fonte estão acima da média, está lá o selo de fonte recomendada pelo "Clube do Hardware".

Por favor, isso, é de coração, vocês podem fazer muito melhor e por isso eu escrevo. Caso não pudessem, eu trocaria de site, como parei de consultar um site que fazia testes de placas de vídeo e toda placa nova ganhava selo recomendado. Simples, troquei de site. Aqui, estou tentando colaborar.

Saudações,

Nomade_rj.

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"Headfones que tapam o ouvido viraram moda nas ruas das cidades, e neste segmento de mercado, estilo e praticidade são até mais importantes do que desempenho."

O que eu tenho a dizer é que a principal função de um headfone é reproduzir áudio e de preferência com a melhor qualidade possível.

Desempenho de áudio é medido em relação sinal/ruído e, como você analizou, esse produto não reproduz adequadamente as frequências médias.

Só alguns comentários:

-Realmente eu concordo que qualidade é o primordial em um headfone. Mas infelizmente o visual acaba sendo o mais importante para o público em geral, que não é la muito entendido do assunto. Talvez seja o que o autor do teste quis dizer nesse trecho.

- Eu estou iniciando agora nesse mundo de "fones de alto desempenho", então posso estar enganado, mas é meio comum fones que priorizem alguma faixa de frequência, muitas vezes em detrimento de outra (nesse caso priorizaram os graves). O meu fone atual por exemplo (Superlux HD681) tem graves meio "fracos" mais em compensação os médios e agudos são bons. Ai fica ao critério do "ouvinte" na hora de escolher o fone.

Agora quanta a recomendação, é algo meio relativo: Pra quem quer graves pode ser uma boa, ou ainda um fone bonito (que também é relativo, particularmente gostei não :D). Só não sei se ele seria um concorrente para outros fones nessa faixa de preço.

Editado por xPOD

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Concordo com o Nomade_rj, mas também não discordo da equipe do CDH rsrs

Vou explicar porque:

Depende de quem está lendo esse teste: se a pessoa tem uma utilização mais técnica e precisa de áudio de qualidade, essa pessoa vai analisar esse ponto, o estilo vai ser um algo a mais para ele. Para os leigos em áudio que estão lendo o ponto a ser analisado é o conforto / praticidade / estilo, não que a qualidade não seja importante, mas essa pessoa não vai se preocupar tanto com ela, um fone com qualidade razoável será suficiente para ela. São necessidades diferentes.

Eu particularmente acho injusto esse selo de produto recomendado, já falei minha opinião em outro tópico sobre fontes: A avaliação de um produto deveria ter notas, numa escala de 0 – 10 por exemplo, onde teriam questões técnicas, praticidade, Custo x Beneficio e por ai vai... Dessa forma o produto teria uma nota média no final. Haveriam produtos campeões tecnicamente (porém muito caros) e outros campeões no custo X beneficio, quem está observando os testes iria ter mais facilidade para escolher algum pra comprar. Se pessoa precisa do melhor equipamento tecnicamente falando sem importar o preço, a opção para ele seria muito clara, da mesma forma de que para o usuário que quer fazer uma compra de um produto com boa qualidade porém com preço acessível.

O selo faz uma divisão entre os produtos, pode ter certeza que existem muitos produtos bons que não receberam o selo por algum detalhe (que poderia não fazer falta nenhuma para algum possível comprador).

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