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Teste da Fonte de Alimentação Enermax Platimax 600 W

       
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A Enermax Platimax é uma das primeiras séries de fontes de alimentação do mercado com certificação 80 Plus Platinum. Vejamos como o modelo de 600 W se sai em nossos testes.

Teste da Fonte de Alimentação Enermax Platimax 600 W
Gabriel Torres Editor executivo do Clube do Hardware

Introdução

A certificação 80 Plus Platinum é atualmente o nível máximo de eficiência energética, prometendo eficiência mínima de 92% em carga típica (isto é, metade da potência rotulada da fonte). A Enermax Platimax é uma das primeiras séries de fontes de alimentação do mercado com esta certificação, que está disponível em modelos de 600 W, 750 W, 850 W, 1.000 W e 1.200 W. Vejamos se vale a pena comprar a versão de 600 W, que chegará ao mercado norte-americano em janeiro de 2012.

Enermax Platimax 600 W
Figura 1: Fonte de alimentação Enermax Platimax 600 W

Enermax Platimax 600 W
Figura 2: Fonte de alimentação Enermax Platimax 600 W

A Enermax Platimax 600 W mede 16 cm de profundidade e tem uma ventoinha de 140 mm com rolamento "tornado" ("twister", em inglês) em sua parte inferior (Enermax EA142512W-OAB).

Esta fonte tem sistema de cabeamento modular com sete conectores, dois para placas de vídeo (conectores vermelhos) e cinco para cabos de alimentação SATA e para periféricos (conectores pretos). É importante entender que cada conector vermelho tem pinos separados para dois cabos de alimentação, o que significa que cada conector age como se fosse dois conectores separados. Os cabos da placa-mãe estão permanentemente conectados na fonte, e eles são protegidos por acabamentos de nylon que saem de dentro da carcaça do produto. A Enermax Platimax 600 W vem com os seguintes cabos:

  • Cabo principal da placa-mãe com um conector de 24 pinos, 57 cm de comprimento, permanentemente instalado na fonte de alimentação
  • Um cabo com dois conectores ATX12V que juntos formam um conector EPS12V, 61 cm de comprimento, permanentemente instalado na fonte de alimentação
  • Quatro cabos com um conector de seis/oito pinos para placas de vídeo cada, 52 cm de comprimento, sistema de cabeamento modular (cada par de cabos usa um único conector vermelho da fonte de alimentação)
  • Um cabo com quatro conectores de alimentação SATA, 46 cm até o primeiro conector, 15 cm entre os conectores, sistema de cabeamento modular
  • Dois cabos com dois conectores de alimentação SATA e dois conectores de alimentação para periféricos cada, 46 cm até o primeiro conector, 15 cm entre os conectores, sistema de cabeamento modular
  • Um cabo com três conectores de alimentação para periféricos e um conector de alimentação para a unidade de disquete, 45 cm até o primeiro conector, 15 cm entre os conectores, sistema de cabeamento modular

Todos os fios são 18 AWG, que é o mínimo recomendado, exceto os fios do cabo principal da placa-mãe, que são mais grossos (16 AWG).

A configuração de cabos é sensacional para uma fonte de 600 W, permitindo ao usuário instalar duas placas de vídeo topo de linha que requeiram dois conectores de alimentação cada ao mesmo tempo sem a necessidade de adaptadores, e trazendo oito conectores de alimentação SATA.

Enermax Platimax 600 W
Figura 3: Cabos

Vamos agora dar uma olhada no interior desta fonte de alimentação.

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Comentários de usuários


Puxaram 500W da linha 12v em uma fonte de 600W.

Sabendo que o consumo nas linhas mais baixas de um computador atual gira entorno dos 50W, na verdade esse teste foi feito em um situação em que só se pode comprovar 550W "úteis" da fonte.

E vale observar que a etiqueta da própria fonte já prevê essa carga bem maior na linha 12v:

imageview.php?image=53380

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De fato considero inconclusivos os resultados, posto que dos 50A prometidos pela fonte foram testados somente 41,5A. Enermax é Enermax e certamente a fonte fornece com louvor os 600W que promete, mas a eficiência possivelmente não seria tão boa em sua potência máxima.

Editado por Kayke

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Pessoal,

Vou ficar de olho nisso para os próximos testes. Conforme já expliquei em outras ocasiões, mantemos os mesmos padrões em todos os testes de mesma potência para

que os resultados sejam comparáveis...

Note ainda que tenho incluído várias sugestões de vocês, espero que tenham reparado.

Abraços,

Gabriel.

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Pessoal,

Vou ficar de olho nisso para os próximos testes. Conforme já expliquei em outras ocasiões, mantemos os mesmos padrões em todos os testes de mesma potência para

que os resultados sejam comparáveis...

Note ainda que tenho incluído várias sugestões de vocês, espero que tenham reparado.

Abraços,

Gabriel.

Eu sugiro, caro Gabriel, que tendo em vista as novas necessidades dos PCs, onde o consumo nas voltagens de 3,3v e 5v não ultrapassa os 50w, em todos os testes (de 1 a 5) se puxe da fonte tão somente esta potencia, até porque em vários testes eu percebi que as vezes o nível de ruido ultrapassa o recomendado, mas cabe ressaltar que sempre num consumo a maior nestas voltagens, ou seja em vez de se medir estas voltagens com um máximo de 30w cada, acaba-se medindo com 50 ou 60w, o que evidentemente um PC atual jamais consumirá tal potência nestas voltagens, e as vezes não recebendo o selo porque ultrapassa ditos níveis. Aliás esta tem sido a dinâmica deste forum no sentido de que seus testes possam refletir a exatidão do que acontece na realidade com o PC. Tanto isto é verdade que os testes aqui realizados são feitos a uma temperatura mais elevada, para justamente se poder avaliar com dados mais reais. Assim sendo, como já dito e proposto pelo próprio Faller em comentário em teste da Corsair TX550M, há a necessidade de mudança, para continuar e avançar no sentido de apurar a dinãmica da fonte com o seu real potencial.

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Bom acrescentando no que já foi citado por mim e outros colegas, vejo que no teste de sobrecarga se conseguiu 54A(648W) na linha de 12v (4 a mais que o máximo indicado na etiqueta da fonte) porém a eficiência foi baixa para uma platinum (entendo que aqui temos o fator que ele foi testada para receber o celo na temperatura ambiente e esse teste foi na temperatura de quase 50º). Essa fonte como raras outras classifico como sendo a senhora fonte, por poder fornecer quase toda ou toda a potencia rotulada na(s) linha(s) de 12V. Para esses tipos de fonte acho que merecem um teste deferencial, e pelo que vi nos comentários do G.B. parece que tudo indica que teremos melhorias nos testes, o que sugiro para esse tipo de fonte seria um teste onde se exija o que a etiqueta promete como sendo teste de 100% na linha de 12V e um valor X (combinado) para 5V e 3.3V (entre 40~60W), pois o interessante é ver a eficiencia dela ao extrair o prometido (já vi que elas podem fornecer até mais potencia que o rotulado na linha de 12V, comprovados pelo teste de sobrecarga, porém se exigindo muito nas demais linhas o que pode ter sido a causa da baixa eficiencia).

Eu particularmente compraria essa fonte (após esse teste) como se fosse uma de 650W ou até mesmo sendo uma de 700W (mas me atentando que ela só conseguiria 54A na linha de 12V).

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Mas esta fonte se saiu muito bem no teste de sobrecarga. Isso significa que ela entrega sim os 600W e um pouco mais, apesar de terem sido demandados 500W da linha de +12V em testes normais.

Porém a condição de demandar no máximo 50W nas demais linhas seria algo muito bem vindo nos testes. É uma coisa que poucos sites com bons reviews de fontes se atentam.

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convém ao caso notar que o produto deve entregar o que "oferece".

nesse caso acho que deveria se colocar nas outras saidas o que o fabricante diz que elas podem fornecer. não que outras saidas so precisem de apenas 30 ou 50 watts, claro que se espera "puxa' menos destas, mas tem que ver que varios perifericos são ligados ao USB que usa os 5 volts fonercidos pelo fonte. apesar de eu ter que admitir que nem um periferico puxe sozinho uns 20 watts.

o grande problema e conseguir tira uns 900 watts dos 12 volts numa fonte de 1000 watts taferada dada ao:

O coração do nossos testes é o testador de carga, também conhecido como ATE (Automatic Test Equipment ou, em português, Equipamento de Teste Automático), um SunMoon SM-268, que pode ser visto nas Figuras 1, 2 e 3. A função básica deste equipamento é extrair a potência máxima possível da fonte de alimentação testada, mas esta máquina faz muito mais do que isto, como explicaremos.

que so consegue:

Há um "problema" com o nosso testador de carga e que precisamos explicar. Cada uma de suas entradas de +12 V está limitada a 33 A, significando que o máximo que podemos puxar das saídas de +12 V com este testador de carga é 792 W (33 A x 2 x 12). Isto faz com que a nossa configuração não seja adequada para o teste de fontes acima de 900 W. Fontes entre 900 W e 1.000 W podem ser testadas, puxando mais potência das saídas de +5 V e +3,3 V, condição que não gostamos pois tentamos concentrar a potência sendo puxada na fonte nas saídas de +12 V, conforme explicado anteriormente.

esse problema e velho conhecido, e ai que o bicho realmente pega. so programamos para nos teste a carga max de 50 watts para as outros linhas que não a 12 volts...

ficamos sem review de fontes com mais de 792 watts nos 12 volts

se bem que devido a esse fator os atuias não são "precisos" para o padrões CdH. quem topa doar um Testador de carga SunMoon SM-268 (que fora comprado por US$ 2.500,00) para tornar os teste preciso e conformes o padrões de qualidade?

todavia, seria interresante estabelecer um consumo maximo para esta saidas, convem notar que os drives (tantos o HDD quantos os SSD e Drives Opticos usam outras saidas além de 12 volts no padrão SATA) influenciam no tanto consumido por essas tensões. sendo assim, sugiro uns pré-testes para ver o quanto watts precisa em alguns PCs nessas voltagens.

PS: desculpem minha ignorância no assunto, afinal de WATTS em pc so entendo mesmo custo na conta de luz.

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convém ao caso notar que o produto deve entregar o que "oferece".

nesse caso acho que deveria se colocar nas outras saidas o que o fabricante diz que elas podem fornecer. não que outras saidas so precisem de apenas 30 ou 50 watts, claro que se espera "puxa' menos destas, mas tem que ver que varios perifericos são ligados ao USB que usa os 5 volts fonercidos pelo fonte. apesar de eu ter que admitir que nem um periferico puxe sozinho uns 20 watts.

o grande problema e conseguir tira uns 900 watts dos 12 volts numa fonte de 1000 watts taferada dada ao:

que so consegue:

esse problema e velho conhecido, e ai que o bicho realmente pega. so programamos para nos teste a carga max de 50 watts para as outros linhas que não a 12 volts...

ficamos sem review de fontes com mais de 792 watts nos 12 volts

se bem que devido a esse fator os atuias não são "precisos" para o padrões CdH. quem topa doar um Testador de carga SunMoon SM-268 (que fora comprado por US$ 2.500,00) para tornar os teste preciso e conformes o padrões de qualidade?

todavia, seria interresante estabelecer um consumo maximo para esta saidas, convem notar que os drives (tantos o HDD quantos os SSD e Drives Opticos usam outras saidas além de 12 volts no padrão SATA) influenciam no tanto consumido por essas tensões. sendo assim, sugiro uns pré-testes para ver o quanto watts precisa em alguns PCs nessas voltagens.

PS: desculpem minha ignorância no assunto, afinal de WATTS em pc so entendo mesmo custo na conta de luz.

Sim todos nós entendemos "o calcanhar de aquiles" do testador de carga do CDH, porém temos que assumir outro fato interessante que hoje as placas de vídeo precisam de conector externo e esse conector tem tensão de 12V para complementar o que é fornecido no pci-e, veja que o consumo de placa de vídeo varia muito entre os modelos, então se precisa de fonte de maior potencia devido a colocar uma placa de vídeo melhor, implica-se em maior consumo na linha de 12V (ex. sair de uma GT250 para uma GTX470, ou de um HD5770 para uma HD6950), outro ponto é o processador que hoje também sua tensão é gerada a partir dos 12V e pede também conector exclusivo para essa tensão (ATX12V ou EPS12V) desse modo podemos notar que o maior consumo do micro é em 12V.

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Puxaram 500W da linha 12v em uma fonte de 600W.

Sabendo que o consumo nas linhas mais baixas de um computador atual gira entorno dos 50W, na verdade esse teste foi feito em um situação em que só se pode comprovar 550W "úteis" da fonte.

E vale observar que a etiqueta da própria fonte já prevê essa carga bem maior na linha 12v:

imageview.php?image=53380

De fato considero inconclusivos os resultados, posto que dos 50A prometidos pela fonte foram testados somente 41,5A. Enermax é Enermax e certamente a fonte fornece com louvor os 600W que promete, mas a eficiência possivelmente não seria tão boa em sua potência máxima.

Com mil desculpas aos dois colegas que muito prezo e respeito, mas tenho uma pequena correção a fazer...

Eu, de longa data defendo uma melhor, mais adequada distribuição da exigência de potência extraida nos testes. Faço a defesa disso desde a época em que o pessoal sequer entendia essa necessidade e taxava essa minha reclamação como bronca gratuita, mas isso não vem ao caso...

Entretanto há que se entender de um lado a que se destina a fonte (a uma config moderna que pouco exige das linhas de 3,3 e 5 Volts se comparado a configs mais antigas) e também se deve levar em conta a topologia de construção da fonte..

Por exemplo, ao sacar somente 498 Watts da linha de 12 Volts foi dito que era exigido tão somente 498/12 = 41,5 Amperes da linha de 12 Volts. Correto na conta mas errado na concepção do resultado..

Fontes modernas que geram as tensões de 3,3 e 5 Volts, com conversores como essa dai faz, a partir da linha de 12 volts, nessa hora tiram sim esses 41,5 Amperes da linha de 12 Volts, pela tensão de 12 Volts. Tiram também o somatório das potências sacadas de 3,3 e 5 Volts, acrescido da ineficiência desse conversor..

Vejamos na prática..

Nessa hora, no teste de número 5 era sacado 498 Watts da linha de 12 Volts ou seja 41,5 Amperes.

Nesse mesmo instante eram sacados 83 Watts das linhas de 3,3 e 5 Volts combinadas. Esses 83 Watts eram derivados da linha de 12 Volts pelos conversores gerando as tensões de 3,3 e 5 Volts. Esse tipo de conversor tem eficiência elevada e atingem 90% com facilidade..

Portanto, para sacar 83 Watts das linhas de 3,3 e 5 Volts certamente era sacado da linha de 12 Volts 83/0,90 = 92,2 Watts. Esses 92,2 Watts da linha de 12 Volts dá uma corrente de 92,2/12 = 7,7 Amperes que somados aqueles 41,5 que eram extraidos diretamente dos 12 Volts atinge uma corrente total de 41,5 + 7,7 = 49,2 Amperes, dos 50 prometidos (na etiqueta).. Ou seja mais de 98% da corrente permitida..

Parar por ai no teste é uma sábia decisão...

Então, entendam mais uma vez a etiqueta e adaptem seu entendimento em função da topologia usada na fonte...

Fui dos primeiros a propalar que uma fonte, do ponto de vista de sua potência útil, poderia ser entendida como a potência disponível em 12 Volts acrescida de 40 a 50 Watts que é a exigência máxima das linhas de baixa tensão (já foi diferente e há poucos anos atrás era maior, mas a dependência dessas linhas vem baixando). Mas tomem cuidado especialmente nesse tipo de fonte que se vale de conversores para geração dos 3,3 e 5 Volts a partir dos 12 Volts... Ai essa regra não é aplicável..

O que realmente está errado, e continua a meu ver mas graças ao comentário do Gabriel numa sugestão minha, de revisão disso, é o carregamento de 83 Watts dessas linhas de 3,3 e 5 Volts em detrimento da linha dos 12 Volts.

Alguns poderiam dizer que como tudo deriva da linha de 12 Volts, dá na mesma mas na verdade não dá não.. Um carregamento a maior nas linhas de 3,3 e 5 Volts vai, nesse tipo de fonte, baixar a eficiência geral da mesma, uma vez que toda a energia debitada nas linhas de 3,3 e 5 Volts é acrescida de um cálculo extra de eficiência em função de seus conversores.. Ou seja, existe a perda para gerar 12 volts e no caso de 3,3 e 5 Volts, em toda potência ai entregue, se acresce a perda dos conversores...

Me desculpe mais uma vez colegas Jorno e Kayke, que embora corretíssimos na demanda, que é mesma que faço a mais de ano, tem esse pequeno detalhe.. Não é só extrair mais das linhas de 12 mas também exigir menos das linhas de 3,3 e 5 Volts e, muito cuidado ai nas especificações.. Não exigir de uma fonte desse tipo, com essa topologia, capaz de entregar até 50 Amperes em 12 Volts, toda ou quase toda essa corrente dai, dessas linhas..

Suponhamos que se queira extrair digamos 40 Watts das linhas de 3,3 e 5 Volts, combinados. Isso vai significar extrair 40/0,90 = 44,5 Watts da linha de 12 Volts, para alimentar os conversores. 44,5/12 = 3,70 Amperes..

Desse modo, essa fonte poderá ser exigida, em 12 Volts, de 50A - 3,7A = 46,3 Amperes somente.

Grande abraço para os amigos, que tenho certeza cientes estão de que não é crítica essa observação que faço e sim um resgate de como isso deve ser entendido.

Obrigado...

Editado por faller

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Alguns poderiam dizer que como tudo deriva da linha de 12 Volts, dá na mesma mas na verdade não dá não.. Um carregamento a maior nas linhas de 3,3 e 5 Volts vai, nesse tipo de fonte, baixar a eficiência geral da mesma, uma vez que toda a energia debitada nas linhas de 3,3 e 5 Volts é acrescida de um cálculo extra de eficiência em função de seus conversores.. Ou seja, existe a perda para gerar 12 volts e no caso de 3,3 e 5 Volts, em toda potência ai entregue, se acresce a perda dos conversores...

Só agora atentei que a fonte promete 600W nas linhas +12V e 600W total de potência, o que lhe dá razão nesse caso aí da Enermax, com projeto DC-DC . Obviamente que os 100W disponíveis para as linhas baixas não iriam se somar aos 600W, o que levaria a fonte a 700W... Mas num caso desse aí, Faller, entra a meu ver a necessidade de se fazer também um crossload teste, como feito nos demais sites especializados, onde se verificaria o máximo prometido para +12V com as linhas baixas zeradas. E também o oposto, linhas baixas levadas aos 100W prometidos e linha +12V reduzida ao mínimo. É de onde se vê o quão boa realmente é a regulação de tensão de uma fonte.

Nas fontes com regulação tradicional (basicamente só as entrada de linha atualmente), sou de opinião que se deve colocar a potência total prometida, inclusive as da linha +3.3V e +5V, mesmo sabendo-se que o computador consumirá 20 ou 30 apenas ou no máximo 40W. E também deve-se colocar o máximo prometido para +12V.

Se o Gabriel tiver interesse em sofisticar os testes (e ter mais trabalho), poderia adotar o método utilizado em todos os outros sites especializados, com a realização de dois testes Crossload no final.

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Kayke,

Você disse tudo... "ter mais trabalho"... he he he Vocês não têm ideia da trabalheira que é já no formato que usamos... Mas com certeza a sugestão está anotadíssima...

Abração,

Gabriel.

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Grande abraço para os amigos, que tenho certeza cientes estão de que não é crítica essa observação que faço e sim um resgate de como isso deve ser entendido.

Obrigado...

Eu que agradeço pela explicação, sempre é bom mais conhecimento.

Agora ficarei mais atento a este detalhe sobre a fonte ser DC-DC ou "tradicional".

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