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Teste da Fonte de Alimentação Mushkin Volta 600 W

       
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A Mushkin, um tradicional fabricante de memórias, também decidiu entrar no mercado de fontes de alimentação. Vamos testar o recém-lançado modelo Volta 600 W.

Teste da Fonte de Alimentação Mushkin Volta 600 W
Gabriel Torres Editor executivo do Clube do Hardware

Introdução

A Mushkin, um tradicional fabricante de memórias, também decidiu entrar no mercado de fontes de alimentação. O Volta 600 W é um modelo com um único barramento que está sendo lançado no mercado norte-americano nesta semana. Vejamos se ele sobreviverá aos nossos testes.

A fonte de alimentação Volta 600 é fabricada pela Topower.

Mushkin Volta 600 W
Figura 1: Fonte de alimentação Mushkin Volta 600 W.

Mushkin Volta 600 W
Figura 2: Fonte de alimentação Mushkin Volta 600 W.

A fonte de alimentação Mushkin Volta 600 W é relativamente longa (mede 17,5 cm de profundidade), tem uma ventoinha de 120 mm em sua parte inferior que brilha em azul, vermelho ou verde (uma chave seletora permite a você escolher a cor desejada) e circuito PFC ativo, é claro.

Um sistema de cabeamento modular com oito conectores (dois conectores azuis para placas de vídeo e seis conectores pretos para SATA/periféricos/EPS12V) está disponível, com o cabo principal da placa-mãe e um cabo contendo dois conectores ATX12V que juntos formam um conector EPS12V permanentemente instalados na fonte. Esses cabos utilizam uma proteção de nylon que sai de dentro da fonte. Os cabos inclusos com a Volta 600 W são:

  • Cabo principal da placa-mãe com um conector de 20/24 pinos (56 cm; permanentemente instalado na fonte de alimentação).
  • Um cabo com dois conectores ATX12V que juntos formam um conector EPS12V (70 cm; permanentemente instalado na fonte de alimentação).
  • Um cabo com um conector EPS12V (55 cm; sistema de cabeamento modular).
  • Dois cabos com um conector de seis/oito pinos para placas de vídeo cada (59 cm; sistema de cabeamento modular).
  • Um cabo com três conectores de alimentação SATA (58 cm até o primeiro conector, 15 cm entre os conectores; sistema de cabeamento modular).
  • Um cabo com dois conectores de alimentação SATA (58 cm até o primeiro conector, 15 cm entre os conectores; sistema de cabeamento modular).
  • Um cabo com três conectores de alimentação para periféricos (57 cm até o primeiro conector, 15 cm entre os conectores; sistema de cabeamento modular).
  • Um cabo com dois conectores de alimentação para periféricos e um conector de alimentação da unidade de disquete (57 cm até o primeiro conector, 15 cm entre os conectores; sistema de cabeamento modular).

Esta configuração é compatível com um produto de 600 W, mas nós gostaríamos que esta fonte tivesse um conector de alimentação SATA e um conector de alimentação para periféricos a mais.

Se você prestar atenção verá que o sistema de cabeamento modular desta fonte tem um total de oito conectores, mas ela vem com apenas sete cabos para este sistema.

Todos os cabos utilizam fios 18 AWG, que é a bitola mínima recomendada.

Mushkin Volta 600 W
Figura 3: Cabos.

Vamos agora dar uma olhada no interior desta fonte de alimentação.

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Comentários de usuários


Desligar ao invés de entregar a potência a que pretende é meio frustrante.

Eu não acho que deveria ser recomendada pelo mesmo argumento que tantas outras fontes, que também tinham boa eficiência em porcentagens de uso intermediárias, não o foram: simplesmente não entrega a potência prometida de maneira estável.

Poderia ter sido o caso de fazer testes a 550W ou menos pra ver se nesse parâmetro ela entregava direitinho, pra saber o real limite estável dela. Assim poderíamos comparar seu preço e sua eficiência com fontes equivalentes.

No mais, boa fonte.

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Esse selo é meio contraditório! pois ela não forneceu a potencia maxima rotulada de maneira correta! O fabricante foi desonesto em rotular um produto de 500~550W como sendo 600W! Claro, o que mudaria seria que o consumidor estaria ciente de que ela não teria obrigação nenhuma de fornecer 600W! esta fonte provavelmente foi rotulada à 25ºC por isso este resultado!

Pelo o que custa e oferece, é uma boa fonte, mas começaram errado em não fazer um produto que forneça potencia rotulada e eficiencia minima em temperaturas "reais"

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Alguns errinhos bobos de digitação:

- Na primeira página está escrito que essa fonte é fabricada pela "Topower", sendo o nome correto "Topopower".

- Na página 5 apareceu um "de" a mais em: "As saídas são monitoradas por um circuito de integrado PS113,"

Apenas alguns detalhes para não mancharem mais um belo teste do CDH.

Confesso que ri um pouco quando li o nome dessa fonte pela 1ª vez, "Mushkin Volta ", hehe.

Quanto ao selo, não vou nem comentar para não ser repetitivo....

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Esse selo é meio contraditório! pois ela não forneceu a potencia maxima rotulada de maneira correta! O fabricante foi desonesto em rotular um produto de 500~550W como sendo 600W! Claro, o que mudaria seria que o consumidor estaria ciente de que ela não teria obrigação nenhuma de fornecer 600W! esta fonte provavelmente foi rotulada à 25ºC por isso este resultado!

Pelo o que custa e oferece, é uma boa fonte, mas começaram errado em não fazer um produto que forneça potencia rotulada e eficiencia minima em temperaturas "reais"

insane, não vejo como desonestidade porque provavelmente deve estar escrito em algum lugar que a fonte foi rotulada a 25º C. Pelas altas temperaturas que vi no teste, ela provavelmente desligava por causa de calor.

Mas como o CdH sempre fez questão de testar as fontes nessas condições mais "reais" e outras fontes já sofreram por isso, inclusive não tendo o selo de recomendação como consequência, acho injusto que esta tenha.

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- Na primeira página está escrito que essa fonte é fabricada pela "Topower", sendo o nome correto "Topopower".

Negativo: http://www.topower.com/

- Na página 5 apareceu um "de" a mais em: "As saídas são monitoradas por um circuito de integrado PS113,"

Corrigido, obrigado!

Confesso que ri um pouco quando li o nome dessa fonte pela 1ª vez, "Mushkin Volta ", hehe.

O nome é em homenagem a Alessandro Volta:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Alessandro_volta

A outra série lançada pela Mushkin neste semana chama-se Joule, em homenagem a James Prescott Joule:

http://pt.wikipedia.org/wiki/James_Prescott_Joule

Quanto ao selo:

Pelo preço e pelo desempenho, ela é similar a outras fontes que testamos, em especial a OCZ StealthXStream 600 W. Quanto a ela desligar quando entregando 600 W, isso é bom (pelo menos não queima). O que ocorre e que não deixei muito claro no teste é que essa coisa de desligar ocorreu por causa da alta temperatura que testamos fontes. Em temperatura menor ela não desliga. Como vocês sabem, nós colocamos fontes "no limite"... ;)

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Realmente, me enganei.

Em temperatura menor ela não desliga. Como vocês sabem, nós colocamos fontes "no limite"... ;)

Mas quantas outras fontes que tiveram o mesmo comportamento desta nas temperaturas testadas (45ºC ~ 55ºC), se saíram mal e foram "rejeitadas" poderiam ter uma imagem diferente caso as temperaturas em teste fossem menores? Nada mais justo do que ter a mesma conclusão para tais fontes e não apenas esta.

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Eu entendo sua posição, mas pelo desempenho e preço dela nos EUA, acredito que seja uma compra razoável. Por favor cite quais fontes em nossos testes que foram "rejeitadas" por desligarem durante o teste de carga máxima, pois não estou recordando (são muitos testes e realmente não consigo me lembrar de todos os resultados).

Abraços,

Gabriel.

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Eu entendo sua posição, mas pelo desempenho e preço dela nos EUA, acredito que seja uma compra razoável. Por favor cite quais fontes em nossos testes que foram "rejeitadas" por desligarem durante o teste de carga máxima, pois não estou recordando (são muitos testes e realmente não consigo me lembrar de todos os resultados).

Abraços,

Gabriel.

Não digo apenas as fontes que desligaram durante o teste de carga máxima, mas de diversos outros comportamentos causados pelas altas temperaturas de teste, sempre acima de 50ºC.

Algumas fontes poderiam ter resultados bem diferentes em temperaturas de testes menores, tais como:

- A Satellite SATA 545K8 400W poderia não ter queimado entregando 397W após 2 minutos se as temperaturas fossem um pouco menores. Talvez não levasse o selo de Produto Bomba.

- A Thermaltalke TR2 RX 750W poderia ter fornecido mais que 584W e se aproximando mais de seu rótulo a 750W se as temperaturas fossem menores. Talvez não levasse o selo de Produto Bomba

- A Zalman ZM-500 RS de 500W poderia ter conseguido ser sobrecarregada e obter níveis de ripple/ruído menores se a temperatura fosse menor que os massacrantes 57,8ºC. Neste caso essa fonte poderia ter levado o selo de produto recomendado.

- A C3Tech PUF-4050S de 500W poderia ter conseguido fornecer mais que 400W se estivesse mais fria. Talvez não fosse considerada uma fonte Bomba.

- A C3Tech DSA-5060V de 600W quem sabe ela poderia fornecer os 600W rotulados se a temperatura da fonte não atingisse 56,4ºC. Talvez não levasse o selo de Produto Bomba.

Enfim, são tantos casos que não dá pra relatar todos neste post. A dúvida fica por conta do por quê para essa fonte Mushkin Volta 600 W houve uma consideração dessas com respeito às temperaturas da fonte no teste e para várias outras não houve a mesma "colher de chá".

Não estou dizendo que se as fontes anteriormente referidas fossem testadas em temperaturas menores elas realmente poderiam cumprir com o rotulado, mas são apenas hipóteses que poderiam se confirmar.

Entendo o sentido da criação do Selo de Produto Recomendado do Clube do Hardware, mas ele se mostra no mínimo confuso em determinados testes.

Sinceramente, é apenas minha opinião; Os testes realizados pelo CDH não deveriam adicionar nenhum tipo de opinião pessoal nos produtos testados. Cabe ao consumidor/leitor analisar e retirar as próprias conclusões se aquele determinado produto é adequado ao seu uso ou não. Opiniões divergem entre si, e podem causar confusão como este caso. No mais, temos mais um excelente teste de fonte do CDH.

Abraços

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Adicionando ao que o Root postou, creio que não seja uma simples questão de fontes que não foram recomendadas diretamente por causa de temperatura, mas tudo o que estamos acostumados a ler durante os testes.

3 rápidos exemplos (obs importante: não estou dizendo que as frases transcritas aqui foram os principais motivos de rejeição das fontes, mas sim que estão escritas nos testes das mesmas e por isso acho que a crítica deve valer para todas. Como eu disse, se trata daquilo que nos acostumamos a ler e que nos ajudou a criar uma expectativa de comportamento do site em relação a determinadas situações, tal como a situação do teste da munchkin que nos surpreendeu por ter sido desconsiderado ao dar o selo)

eXtream FEX-55T28 de 550 W:

A eXtream FEX-55T28 infelizmente não consegue entregar sua potência máxima rotulada a uma temperatura ambiente acima de 37º C, sendo uma típica fonte rotulada a 25º C. Nossa metodologia é baseada em uma temperatura ambiente entre 45º C e 50º C e por isso esta fonte foi reprovada em nossos testes.

O texto é claro. Como a eXtream FEX-55T28 não entregou a potência prometida na temperatura que o site julga ser a correta para os testes, o teste 5 dela tem um belo "reprovada" escrito, mesmo entregando a potência na temperatura que dizia entregar. No teste 5 da munchkin, embora ela tenha "desligado várias vezes", consta "aprovada".

eXtream FEX-65T28 de 650 W:

A eXtream FEX-65T28 de 650 W tem exatamente o mesmo problema da sua irmã FEX-55T28 de 550 W: trata-se de uma fonte rotulada a 25º C. Quando a temperatura da nossa câmara térmica atingia 33º C com a fonte entregando 650 W, a fonte desligava. Com a temperatura dentro da câmara térmica alta, a fonte só funcionava por alguns segundos. Mas o lado bom é que as proteções da fonte entraram em ação, e a fonte não queimou. Tecnicamente falando o fabricante pode dizer que a fonte é de “potência real”, pois ela realmente consegue entregar 650 W a 25º C, apesar de não concordarmos, afinal dentro de um computador a temperatura nunca será tão baixa, e por isso sempre testamos fontes a uma temperatura de pelo menos 45º C.

Da mesma forma, esta fonte ganhou um "reprovada" em seu teste 5.

C3Tech DSA-5060V:

A DS-5060V funciona extremamente bem em um PC típico, o problema é que esta fonte é vendida como sendo um produto de 600 W e temos de testá-la como tal. É mais ou menos você comprar um carro esporte e descobrir que ele não chega aos 250 Km/h prometidos pelo fabricante e o fabricante se justificar dizendo que a velocidade máxima das estradas brasileiras é de 120 Km/h e por isso você não tem com o que se preocupar. Se fosse vendida como sendo uma fonte de 400 W poderíamos recomendá-la, mas como uma fonte de 600 W a recomendação torna-se impossível.

Essa fonte falha ao entregar sua potência máxima, mas se fosse rotulada a 2/3 de sua aludida capacidade, se tornaria imediatamente uma fonte recomendada! A diferença entre a recomendação e o selo de produto bomba foi, explosões à parte, o fato de que ela não funciona como deveria na potência que promete. A Munchkin também não funciona como deveria na potência que promete, pela metodologia que este site mais de uma vez já afirmou acreditar fortemente ser a correta, a ponto de tecer as críticas nos dois casos anteriores quanto a fontes que são rotuladas em temperaturas menores.

Por estas idéias alardeadas e valorizadas em outros testes, e não só por situações perfeitamente idênticas, é que nos causou espanto o selo de produto recomendado.

[]'s

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Oi Root,

Você está sendo injusto, pois as fontes que você listou foram casos diferentes. Das cinco fontes que você listou, tirando a Zalman ZM-500-RS, as demais queimaram ou explodiram no teste de carga máxima, o que não ocorreu com a Mushkin Volta 600 W. No caso da Zalman ZM-500-RS há outros motivos de ela não ter recebido o selo de produto recomendado, entre eles o preço.

Jacypr,

Você acertou em comentar o caso das fontes eXtream, porém no caso das fontes eXtream elas não apresentam eficiência acima de 80% nunca, enquanto que essa fonte Mushkin Volta de 600 W consegue atingir uma eficiência de quase 84%...

O caso da C3Tech mencionada é diferente pois ela explodiu/queimou, o que não ocorreu com a fonte testada.

Esclarecendo que há vários fatores que levamos em consideração, tais como preço e eficiência acima de 80% em pelo menos até 80% de carga.

Espero ter esclarecido.

Abraços,

Gabriel Torres

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Gabriel,

Se existem outros fatores que levam a recomendação ou a desgraça de um produto, estes argumentos têm de ser apresentados de forma mais clara. O que percebi pelos comentários é que muitas vezes é dado um argumento na conclusão como sendo o fator determinante da classificação mas na verdade vocês utilizaram outros critérios. Se vocês utilizam algum sistema de avaliação quantificada por notas em tais e tais critérios sugiro apresentar estas notas como uma tabela. Se não utilizam, vão ter de melhorar a argumentação da conclusão pois diversas vezes já fui surpreendido. Ultimamente houveram algumas fontes da Zalman, esta da Mushkin e outras que receberam selo de "Produto Recomendado" sendo que não estão dentro das regras que vocês mesmo utilizaram como argumento de conclusão em outras fontes. Outra coisa que percebi é que no caso das fontes citadas acima elas desligaram ou queimaram em temperaturas mais baixas do que 45°. Se esta é a temperatura limite e não 55° ou 57° como em alguns casos apresentados, então realizem os testes a 45° e acabem com esta novela. A verdade é que no momento que um frequentador do site quer comprar uma nova peça, ele vai olhar o que está entre "produtos recomendados" e "produtos bomba" e não vai se ater aos detalhes dos testes e tem expectativas de que seu componente funcione em condições reais. Precisamos de critérios confiáveis para que os testes tenham credibilidade.

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Por outro lado, acho também que as pessoas se apegam muito a esses selos. É melhor analisar individualmente o desempenho de cada fonte, pois os testes do CDH possuem informações de sobra para isso. Se cada um olhasse atentamente os pontos positivos e negativos de uma fonte de acordo com sua própria necessidade, acabariam essas "brigas" à respeito dos selos "Bomba" e "Recomendado".

Um exemplo disso é a eficiência. No caso de uma pessoa que vai usar um PC no ar-condicionado o tempo todo (por exemplo num escritório), será mesmo que seria necessário pegar uma fonte cara só porque tem eficiência na faixa de 85~88% ? Se esse usuário pegar uma fonte que no teste do CDH conseguiu só uns 75% de eficiência a 50ºC, com certeza numa temperatura típica de 20ºC em um ambiente refrigerado essa fonte passaria de 80% de eficiência fácil.

Enfim, cada caso é um caso e é preciso analisar individualmente as características de cada fonte. Se o não é oferecido risco ao equipamento, não vejo o porque de não adquirir um determinado produto.

Editado por RooT

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Concordo em parte RooT. O que acontece é o seguinte, a grande maioria das pessoas não tem conhecimento, nem interesse, e muitas vezes não tem tempo de se ater a todos os detalhes dos testes. A grande maioria dos compradores vai pela marca, pela recomendação do vendedor e etc. A pessoa que se interessa um pouco mais acaba encontrando sites como este, e assim como eu por exemplo, começam a aprender aos poucos. Mas no momento de comprar, se for analisar todos os testes, a indecisão toma conta a não ser que você leia todos os dias, todos os detalhes de cada teste, o que eu acho inviável. Aí entra a função dos produtos recomendados, que acabam servino como um guia para este comprador para pelo menos filtrar a grande quantidade de componentes testados e apresentados aqui e no mercado. Acho um papel importante e inclusive é um dos maiores atrativos de um site que faz testes. Óbvio que quanto mais cuidado e conhecimento a pessoa tiver, mais ela deve e vai se aprofundar nos detalhes de cada componente, mas o primeiro filtro é essencial.

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Concordo em parte RooT. O que acontece é o seguinte, a grande maioria das pessoas não tem conhecimento, nem interesse, e muitas vezes não tem tempo de se ater a todos os detalhes dos testes. A grande maioria dos compradores vai pela marca, pela recomendação do vendedor e etc. A pessoa que se interessa um pouco mais acaba encontrando sites como este, e assim como eu por exemplo, começam a aprender aos poucos. Mas no momento de comprar, se for analisar todos os testes, a indecisão toma conta a não ser que você leia todos os dias, todos os detalhes de cada teste, o que eu acho inviável. Aí entra a função dos produtos recomendados, que acabam servino como um guia para este comprador para pelo menos filtrar a grande quantidade de componentes testados e apresentados aqui e no mercado. Acho um papel importante e inclusive é um dos maiores atrativos de um site que faz testes. Óbvio que quanto mais cuidado e conhecimento a pessoa tiver, mais ela deve e vai se aprofundar nos detalhes de cada componente, mas o primeiro filtro é essencial.

Pra isso existe o fórum, para pedir opiniões de pessoas mais entendidas dos detalhes de uma fonte. ;)

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Pra isso existe o fórum, para pedir opiniões de pessoas mais entendidas dos detalhes de uma fonte. ;)

Sim... Concordo que existe o forum, por isso eu disse que concordo em parte com o que foi dito antes. A pessoa que tiver mais interesse e tempo vai se aprofundar e perguntar e esperar respostas.

Mas não é todo mundo que tem tempo pra isso e o forum nem sempre é confiável além de muitas vezes não ter retorno. Eu já criei mais de 4 tópicos que não receberam resposta alguma. E muitas vezes alguem que responde não sabe do que está falando mas se faz de entendida, dando respostas enganosas. Seria mais lógico poder confiar nos representantes do site e em suas avaliações dos testes.

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