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Teste da Fonte de Alimentação Thermaltake TR2 700 W

       
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A TR2 Bronze é a mais nova série de fontes da Thermaltake, com certificação 80 Plus Bronze e disponível em versões de 380 W a 800 W. Vamos analisar o modelo de 700 W.

Gabriel Torres Editor executivo do Clube do Hardware

Introdução

A TR2 Bronze é a mais nova série de fontes de alimentação da Thermaltake, com certificação 80 Plus Bronze e disponível em modelos de 380 W, 450 W, 500 W, 600 W, 700 W e 800 W, embora nem todos os modelos estejam disponíveis em todos os países. É importante entender que a Thermaltake tem algumas fontes de alimentação mais simples usando o nome TR2, que apresentam eficiência menor. Não conseguimos entender porque o fabricante usa o mesmo nome para produtos diferentes. Nós estamos testando o modelo de 700 W da “nova” série TR2, também conhecida como TR2 Bronze.

A Thermaltake TR2 700 W é fabricada pela FSP, e é na verdade uma FSP700-80GHN(85) renomeada, que também é vendida como FSP Epsilon 85 Plus 700.

Thermaltake TR2 700 W
Figura 1: Fonte de alimentação Thermaltake TR2 700 W

Thermaltake TR2 700 W
Figura 2: Fonte de alimentação Thermaltake TR2 700 W

A Thermaltake TR2 700 W mede 14 cm de profundidade e tem uma ventoinha de 120 mm com rolamento de mancal em sua parte inferior (Thermaltake TT-1225, que é na verdade fabricada pela Yate Loon).

Esta fonte não tem sistema de cabeamento modular. Todos os cabos são protegidos por acabamentos de nylon, que partem de dentro da fonte. Esta fonte vem com os seguintes cabos:

  • Cabo principal da placa-mãe com um conector de 24 pinos, 56 cm de comprimento
  • Um cabo com dois conectores ATX12V que juntos formam um conector EPS12V, 55 de comprimento
  • Dois cabos com dois conectores de seis/oito pinos para placas de vídeo, 50 cm até o primeiro conector, 15 cm entre os conectores
  • Um cabo com quatro conectores de alimentação SATA, 50 cm até o primeiro conector, 15 cm entre os conectores
  • Um cabo com três conectores de alimentação SATA, 50 cm até o primeiro conector, 15 cm entre os conectores
  • Um cabo com quatro conectores de alimentação para periféricos, 50 cm até o primeiro conector, 15 cm entre os conectores
  • Um cabo com três conectores de alimentação para periféricos e um conector de alimentação para a unidade de disquete, 50 cm até o primeiro conector, 15 cm entre os conectores

Todos os fios são 18 AWG, que é o mínimo recomendado.

A configuração de cabos é adequada para uma fonte de 700 W intermediária (que é a proposta deste produto), com quatro conectores de alimentação para placas de vídeo e sete conectores de alimentação SATA.

Thermaltake TR2 700 W
Figura 3: Cabos

Vamos agora dar uma olhada no interior desta fonte de alimentação.

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Comentários de usuários


O teste de sobrecarga tem algo terrivelmente equivocado, pois apresenta como potência total extraida da fonte o valor de 740,9w, sendo que no somatório das potências ultrapassa os 900w, só nos 12v atinge quase 800w.

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Bom, o resultado foi dentro das minhas expectativas. A minha única dúvida seria se o capacitor do primário tem a capacitância adequada.

E botar essa fonte na infame série TR2 foi uma bola fora. Parece que a Thermaltake é incapaz de criar nomes novos para suas fontes. Agora só falta ver se os modelos de menor potência desta mesma série também são bons (como se trata de FSP, só vendo mesmo).

Editado por ignacho

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O teste de sobrecarga tem algo terrivelmente equivocado, pois apresenta como potência total extraida da fonte o valor de 740,9w, sendo que no somatório das potências ultrapassa os 900w, só nos 12v atinge quase 800w.

Amigo pelo visto teve um erro do autor do Teste, essa fonte só possue uma linha 12v , e nao duas como ta la no teste, entendeu, jajá devem corrigir isso.

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Amigo pelo visto teve um erro do autor do Teste, essa fonte só possue uma linha 12v , e nao duas como ta la no teste, entendeu, jajá devem corrigir isso.

Não está errado. Leia o quarto paragrafo da pagina 7 e você entenderá.

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O teste de sobrecarga tem algo terrivelmente equivocado, pois apresenta como potência total extraida da fonte o valor de 740,9w, sendo que no somatório das potências ultrapassa os 900w, só nos 12v atinge quase 800w.

Obviamente foi um erro de digitação em algum canto, vou verificar e retorno aqui.

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O teste de sobrecarga tem algo terrivelmente equivocado, pois apresenta como potência total extraida da fonte o valor de 740,9w, sendo que no somatório das potências ultrapassa os 900w, só nos 12v atinge quase 800w.

Opa, peço desculpas pela demora em resolver isso. Acabei de corrigir a tabela. O total que puxamos estava correto, o que estava errado era a lista de correntes e potências que puxamos de cada linha em particular.

Abraços,

Gabriel.

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Gostaria de ver o teste da tr2-500w w0379RU , pra checar se ela também se sairia bem já que é da mesma linha!

Com certeza o resultado seria outro. As fontes da linha TR2, se é que dá para chamar isso de linha, são bastante heterogêneas.Aqui tem de tudo: fonte boa a fonte péssima. Só nesta nesta linha são usados 3 OEMs diferentes: FSP, CWT e HEC.

A TR2 W0379RU é uma fonte bem diferente da do teste. A fonte do teste é fabricada pela FSP, enquantoo essa que você mencionou é fabricada pela HEC. Esta fonte que você mencionou não tem PFC, tem um projeto defasado e eficiência baixa (72%) e ainda por cima é vendida por uma verdadeira fortuna aqui no Brasil, mais de 200 reais. Provavelmente, assim como a maioria das fontes da HEC, deve ter níveis de oscilação e ruído altíssimos e regulação de tensão capenga. Ou seja, é bem provável que não passe de mais uma bomba, mas só por não ter PFC já pode ser considerada medíocre. É uma fonte que ende mesmo pela marca.

O interessante na linha TR2 mesmo são essas versões com PFC ativo. O restante é composto geralmente de bombas. Se tivesse lido o teste, já teria notado que o próprio Gabriel Torres já tinha colocado que não fazia o menor sentido nomear essas fontes como TR2, que ficou famosa por aí como sinônimo de fonte de péssima qualidade.

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