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Teste da Fonte de Alimentação WiseCase WSCW-300WA-P42S

       
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Testamos esta fonte de 300 W da marca nacional WiseCase. Confira.

Teste da Fonte de Alimentação WiseCase WSCW-300WA-P42S
Gabriel Torres Editor executivo do Clube do Hardware

Introdução

Testamos mais uma fonte de marca nacional de baixo custo, desta vez o modelo WSCW-300WA-P42S da WiseCase, que é rotulado como sendo de 300 W. Confira.

Esta fonte de alimentação é fabricada pela CWT, usando a mesma plataforma da Coletek DSE-200P, que é rotulada como sendo de 200 W. As diferenças entre as duas incluem, no modelo da WiseCase, a presença de um circuito de chaveamento automático de tensão, uma ponte de retificação mais “forte” e um retificador mais “forte” na saída de +12 V. Os demais componentes são os mesmos.

WiseCase WSCW-300WA-P42S
Figura 1: Fonte de alimentação WiseCase WSCW-300WA-P42S

WiseCase WSCW-300WA-P42S
Figura 2: Fonte de alimentação WiseCase WSCW-300WA-P42S

A WiseCase WSCW-300WA-P42S segue o projeto das antigas fontes ATX, com 14 cm de profundidade e ventoinha de 80 mm em sua parte traseira.

Ela obviamente não tem nenhum sistema de cabeamento modular e também não traz proteção de nylon em nenhum de seus cabos. Todos os fios são 20 AWG, isto é, são mais finos do que o mínimo recomendado (18 AWG). Os cabos inclusos são:

  • Cabo principal da placa-mãe com conector de 20/24 pinos, 32 cm de comprimento
  • Um cabo com um conector ATX12V, 32 cm de comprimento
  • Um cabo com um conector de alimentação de seis/oito pinos para placas de vídeo, 32 cm de comprimento
  • Dois cabos com um conector de alimentação SATA e um conector de alimentação para periféricos, 32 cm até o primeiro conector e 10 cm entre os conectores
  • Um cabo com um conector de alimentação para periféricos e um conector de alimentação para unidades de disquete, 32 cm até o primeiro conector, 10 cm entre conectores

A configuração de cabos desta fonte mostra que ela definitivamente é um produto de baixo custo, com cabos extremamente curtos.

WiseCase WSCW-300WA-P42S
Figura 3: Cabos

Vamos agora dar uma olhada no interior desta fonte de alimentação.

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Comentários de usuários


Eu sempre reclamei que o Clube do Hardware não dava atenção à etiqueta da fonte,desconsiderando os limites que ela impõe em várias situações. E este teste mais uma vez prova que eu tenho razão.

Dá para notar que foi apenas um erro de digitação, mas não dá para deixar passar... Como é que declara que o limite de corrente em +12 V é de 18 A, e a potência ali fica sendo de 116 W????? Oras...

P = V * i

P = 12 * 16 = 216

Curiooso esse circuito de chaveamento automático de tensão. Pelo menos não vai ter caso dela explodindo por causa de erro na chave seletora.. Mas seria muito melhor ter as bobinas do secundário e o estágio de filtragem de transientes do que ter esse chaveamento automático.

Outro ponto é o itme de opscilação e ruído em +5 V... Os níveis mostrados ali estão mais para 60 mV do que 70 mV...

Editado por ignacho

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Eu sempre reclamei que o Clube do Hardware não dava atenção à etiqueta da fonte,desconsiderando os limites que ela impõe em várias situações. E este teste mais uma vez prova que eu tenho razão.

Não perdemos tempo com isso, já que essas etiquetas de fontes de baixo custo são todas falsas.

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A Wisecase 220W testada anteriormente era melhor que essa de "300W". A unica coisa que essa de 300W tem um pouquinho melhor é o cabeamento e olha lá. Pelo menos a de 220W oferecia a potencia rotulada e tinha menos ruido (140mV no ultimo teste, se não me engano). Sem falar que ela tinha os lugares para instalar capacitores e bobinas que faltavam no secundário (eu instalei numa que ta aqui no meu toca-cd caseiro).

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Não perdemos tempo com isso, já que essas etiquetas de fontes de baixo custo são todas falsas.

Então para que colocam aquelas tabelas todas? Etiqueta não é enfeite, e se fosse, com certeza não teria na fonte, só para economizar alguns trocados.

Isso que você está dizendo é julgar o todo pela parte. Você só pode afirmar que uma etiqueta de fonte é falsa se você fizer testes que sigam os padrões da etiqueta e mesmo assim a fonte não opere dentro dos padrões esperados. O fato de você testar 10 fontes de baixo custo que não entregavam a potẽncia combinada rotulada não significa que todas as fontes de baixo custo usam etiquetas falsificadas.

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O mais engraçado de tudo nessa fonte, é que o fabricante teve a CARA DE PAU de colocar um conector PCI-E para VGA. Uma Vergonha!

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Então para que colocam aquelas tabelas todas? Etiqueta não é enfeite, e se fosse, com certeza não teria na fonte, só para economizar alguns trocados.

Isso que você está dizendo é julgar o todo pela parte. Você só pode afirmar que uma etiqueta de fonte é falsa se você fizer testes que sigam os padrões da etiqueta e mesmo assim a fonte não opere dentro dos padrões esperados. O fato de você testar 10 fontes de baixo custo que não entregavam a potẽncia combinada rotulada não significa que todas as fontes de baixo custo usam etiquetas falsificadas.

Fazer testes seguindo o que está na etiqueta não é o nosso procedimento por um motivo simples. Como você sabe, essas fontes de baixo custo têm especificações mais altas nas linhas +5 V e +3,3 V, que não é como um computador moderno consome. Desta forma, testar fontes seguindo o que está na etiqueta é contra-produtivo, visto que não simularemos a distribuição como ela é em um computador moderno. Do que adianta a fonte "passar" em um teste feito seguindo as especificações da etiqueta se ela não for nunca usada como escrito na etiqueta?

Atenciosamente,

Gabriel Torres

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Fazer testes seguindo o que está na etiqueta não é o nosso procedimento por um motivo simples. Como você sabe, essas fontes de baixo custo têm especificações mais altas nas linhas +5 V e +3,3 V, que não é como um computador moderno consome. Desta forma, testar fontes seguindo o que está na etiqueta é contra-produtivo, visto que não simularemos a distribuição como ela é em um computador moderno. Do que adianta a fonte "passar" em um teste feito seguindo as especificações da etiqueta se ela não for nunca usada como escrito na etiqueta?

Atenciosamente,

Gabriel Torres

Realmente Gabriel, esse post esclareceu algumas de minhas dúvidas sobre o teste.

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Fazer testes seguindo o que está na etiqueta não é o nosso procedimento por um motivo simples. Como você sabe, essas fontes de baixo custo têm especificações mais altas nas linhas +5 V e +3,3 V, que não é como um computador moderno consome. Desta forma, testar fontes seguindo o que está na etiqueta é contra-produtivo, visto que não simularemos a distribuição como ela é em um computador moderno. Do que adianta a fonte "passar" em um teste feito seguindo as especificações da etiqueta se ela não for nunca usada como escrito na etiqueta?

Atenciosamente,

Gabriel Torres

Aí é que está: esperar que o pessoal utilize de modo diferente ao que está escrito na etiqueta. Independentemente disso fazer a fonte sair ou não dos níveis de regulação de tensão e oscilação / ruído, é um erro utilizar a fonte dessa maneira. Seja ela uma fonte nacional, seja importada, enfim...

Um exemplo prático: você não pode pegar uma Enermax NAXN80+ 600W para colocar em um PC que demande 42 A na linha de +12 V, ainda que no total ele só demande 550 W. O limite combinado paa as linhas de +12 V desta fonte é de 40 A.

O mesmo deve valer para as fontes nacionais... Errado está quem coloca um PC que demanda mais na linha de +12 V (ou em qualquer outra linha) do que a etiqueta da fonte permite.

Preocupa-me também o fato de que algumas das fontes testadas, como é o caso da Pacific Network e da Link do Brasil, não se tenha cobrado em carga cheia extamente o que ela permite na etiqueta. Muito provavelmente se testasse de acordo com a etiqueta elas teriam saído das especificações.

Se isso não lhe convence, pelo menos saiba que seria mais justo para com o leitor alertar sobre a relação entre limite da linha de +12 V e potência total combinada da fonte, e avisando de que a partir do teste X a fonte estará sendo exigida acima do que a etiqueta permite. Aliás, incluir os testes de sobrecarga de potência junto com os testes regulares acaba confundindo ainda mais... O texto utilizado atualmente não deixa isso claro.

Cabe alertar entretanto, que existe uma certa utilidade em manter uma carga baixa nas linhas de baixa tensão, sobretudo na linha de +5 V nesse tipo de fonte. Uma carga mais baixa nesta linha (com este tipo de fonte) por si só costuma gerar valores de tensões mais baixos em +12 V, e como a carga de um PC sobre esta linha é baixa, seria bom ver os valores de +12 V não desceriam para níveis críticos, antes de testar apenas com cargas mais altas nas linha de +3,3 V e +5 V.

Eu acho que a solução ideal passaria por múltiplos testes de cargas cruzadas. O problema é o tempo que eles podem demandar, além de não serem testes simples de se interpretarem.

Editado por ignacho

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tche. A questão não é essa. Esses testes do clubedohardware deveriam ser divulgados em rede nacional durante o jn da grobo. Por que cabe alertar que existe uma mafia chinesa ou koreana ( sabe eu ) por tras de tudo isso, contaminando todo o mercado. Disseminam esses lixos, muitas vezes fontes remanufaturadas de descarte de outros fabricantes, e então colocam uma carcaça bonitinha pra tapiar a grande maioria dos consumidores. Por essas e outras q esse país não vai pra frente, nem no tranco.

Aí é que está: esperar que o pessoal utilize de modo diferente ao que está escrito na etiqueta. Independentemente disso fazer a fonte sair ou não dos níveis de regulação de tensão e oscilação / ruído, é um erro utilizar a fonte dessa maneira. Seja ela uma fonte nacional, seja importada, enfim...

Um exemplo prático: você não pode pegar uma Enermax NAXN80+ 600W para colocar em um PC que demande 42 A na linha de +12 V, ainda que no total ele só demande 550 W. O limite combinado paa as linhas de +12 V desta fonte é de 40 A.

O mesmo deve valer para as fontes nacionais... Errado está quem coloca um PC que demanda mais na linha de +12 V (ou em qualquer outra linha) do que a etiqueta da fonte permite.

Preocupa-me também o fato de que algumas das fontes testadas, como é o caso da Pacific Network e da Link do Brasil, não se tenha cobrado em carga cheia extamente o que ela permite na etiqueta. Muito provavelmente se testasse de acordo com a etiqueta elas teriam saído das especificações.

Se isso não lhe convence, pelo menos saiba que seria mais justo para com o leitor alertar sobre a relação entre limite da linha de +12 V e potência total combinada da fonte, e avisando de que a partir do teste X a fonte estará sendo exigida acima do que a etiqueta permite. Aliás, incluir os testes de sobrecarga de potência junto com os testes regulares acaba confundindo ainda mais... O texto utilizado atualmente não deixa isso claro.

Cabe alertar entretanto, que existe uma certa utilidade em manter uma carga baixa nas linhas de baixa tensão, sobretudo na linha de +5 V nesse tipo de fonte. Uma carga mais baixa nesta linha (com este tipo de fonte) por si só costuma gerar valores de tensões mais baixos em +12 V, e como a carga de um PC sobre esta linha é baixa, seria bom ver os valores de +12 V não desceriam para níveis críticos, antes de testar apenas com cargas mais altas nas linha de +3,3 V e +5 V.

Eu acho que a solução ideal passaria por múltiplos testes de cargas cruzadas. O problema é o tempo que eles podem demandar, além de não serem testes simples de se interpretarem.

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tche. A questão não é essa. Esses testes do clubedohardware deveriam ser divulgados em rede nacional durante o jn da grobo. Por que cabe alertar que existe uma mafia chinesa ou koreana ( sabe eu ) por tras de tudo isso, contaminando todo o mercado. Disseminam esses lixos, muitas vezes fontes remanufaturadas de descarte de outros fabricantes, e então colocam uma carcaça bonitinha pra tapiar a grande maioria dos consumidores. Por essas e outras q esse país não vai pra frente, nem no tranco.

Mesmo que passe no fantástico 90% das pessoas ia continuar pensando "uso a 5 anos e meu pc está inteiro"

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tche. A questão não é essa. Esses testes do clubedohardware deveriam ser divulgados em rede nacional durante o jn da grobo. Por que cabe alertar que existe uma mafia chinesa ou koreana ( sabe eu ) por tras de tudo isso, contaminando todo o mercado. Disseminam esses lixos, muitas vezes fontes remanufaturadas de descarte de outros fabricantes, e então colocam uma carcaça bonitinha pra tapiar a grande maioria dos consumidores. Por essas e outras q esse país não vai pra frente, nem no tranco.

Pra que? Pra chamar o Inmetro? Ruim sem o Inmetro, pior com ele...

Eu acho que a gente não deve fazer muito além do que a gente já faz nos fóruns.

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ignacho,

São pontos de vista diferentes, eu tenho o meu, você tem o seu, e não vamos chegar a um acordo, portanto a discussão é infrutífera. Quando você abrir o seu próprio site, você poderá testar as fontes do jeito que você bem entender.

Atenciosamente,

Gabriel Torres

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Foi força de expressão. Só que demonstrar a importância desses testes, que são os únicos nacionalmente que testam realmente as fontes. E há pessoas no fórum que ainda desqualificam os mesmos. Se fossemos um país sério, com certeza não haveria isso.

Mesmo que passe no fantástico 90% das pessoas ia continuar pensando "uso a 5 anos e meu pc está inteiro"

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Foi força de expressão. Só que demonstrar a importância desses testes, que são os únicos nacionalmente que testam realmente as fontes.

Mas os resultados não são nenhuma novidade. Até as pedras sabiam que uma fote como essa não tinha como prestar.

E há pessoas no fórum que ainda desqualificam os mesmos.

Eu não vi ninguém desqualificar os testes por aqui... Eu acho que você nem se deu ao trabalho de ler direito o que foi escrito. A única discussão que tebve aqui foi em relação a manter ou não os padrões de carga dentro do que a etiqueta da fonte estabelece. Aliás, a questão que eu queria levantar não era nem essa (visto que até o teste 8 os padrões de carga estavam dentro do que a etiqueta permitia), mas apenas chamar a atenção para um erro de digitação na etiqueta que acabou passando batido.

Se fossemos um país sério, com certeza não haveria isso.

A lógica é muito smples: vende mais a fonte que é mais barata.... Se ela prestasse com certeza não iria custar 40 reais. Só para lembrete, as boas fontes nos Estados Unidos custam a partir de 40 dólares...

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"...Eu sempre reclamei que o Clube do Hardware não dava atenção à etiqueta da fonte,desconsiderando os limites que ela impõe em várias situações. E este teste mais uma vez prova que eu tenho razão"

Isso é uma desqualificação. você está criticando negativamente o teste proposto. Ora prestar atenção na etiqueta, ela é tão falsa e fraudulenta quanto a fonte.

Mas os resultados não são nenhuma novidade. Até as pedras sabiam que uma fote como essa não tinha como prestar.

Eu não vi ninguém desqualificar os testes por aqui... Eu acho que você nem se deu ao trabalho de ler direito o que foi escrito. A única discussão que tebve aqui foi em relação a manter ou não os padrões de carga dentro do que a etiqueta da fonte estabelece. Aliás, a questão que eu queria levantar não era nem essa (visto que até o teste 8 os padrões de carga estavam dentro do que a etiqueta permitia), mas apenas chamar a atenção para um erro de digitação na etiqueta que acabou passando batido.

A lógica é muito smples: vende mais a fonte que é mais barata.... Se ela prestasse com certeza não iria custar 40 reais. Só para lembrete, as boas fontes nos Estados Unidos custam a partir de 40 dólares...

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"...Eu sempre reclamei que o Clube do Hardware não dava atenção à etiqueta da fonte,desconsiderando os limites que ela impõe em várias situações. E este teste mais uma vez prova que eu tenho razão"

Isso é uma desqualificação. você está criticando negativamente o teste proposto. Ora prestar atenção na etiqueta, ela é tão falsa e fraudulenta quanto a fonte.

Tem alguma prova de que todas essas etiquetas são falsas?

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