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Mais Memória, Maior o Desempenho?

       
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O usuário comum percebe diferença no desempenho da máquina quando há mais memória instalada no micro?

Mais Memória, Maior o Desempenho?
Gabriel Torres Editor executivo do Clube do Hardware

Mais Memória, Maior o Desempenho?

Com o preço das memórias RAM tendo abaixado assustadoramente nos últimos meses, várias dúvidas ficam no ar para o usuário comum: vale a pena aproveitar o preço baixo e dar uma "turbinada" no micro instalando mais memória RAM? O micro com mais memória instalada fica realmente mais rápido? Qual é a configuração de memória ideal para o usuário comum hoje em dia?

Essas e várias outras perguntas nós respondemos no nosso Microteste de hoje, onde fizemos uma bateria de testes em nosso laboratório com 11 diferentes configurações de memória: 64 MB, 128 MB, 192 MB, 256 MB, 320 MB, 384 MB, 448 MB, 512 MB, 576 MB, 640 MB e 768 MB. Isso foi possível usando várias configurações com módulos de memória de 64 MB, 128 MB e 256 MB. Infelizmente é praticamente impossível encontrar no mercado módulos de 512 MB. Caso tivéssemos encontrado esse tipo de módulo, com certeza teríamos testado mais configurações de memória, chegando até 1,5 GB, que é o limite máximo da maioria das placas-mães existente no mercado.

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Comentários de usuários


@Gabriel Torres Gostaria muito de saber se as regras desse tempo ainda se aplicam (sendo adaptadas aos tempos atuais claro)

Não sei se seria o caso de refazer a análise para os tempos atuais, mas a duvida que tenho mesmo é... O sistema é mais otimizado se eu tiver maior frequência de memoria ou se eu tiver maior quantidade de memoria ?

(8GB de 3200Mhz OU 16 GB de 2666Mhz) qual é melhor?

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Lendo esta análise antiga me fez pensar num ponto muito importante, que é o sistema operacional. Pois nesse contexto nós temos um Windows 98 que aproveitava bem até 256MB de RAM, que já rodava muito bem com 128MB e que tinha performance aceitável com 64MB de RAM. Menos que isso eu sei que era um desastre, pois eu já tive um K6-II de 350MHz com apenas 32MB de RAM. Porém, no final desse mesmo ano (2001) saiu o Windows XP, então esse valor "máximo" de 256MB de RAM passou a ser o mínimo aceitável para rodar o novo sistema. E com o Windows XP mesmo usando esse valor máximo de 1,5GB de RAM que as placas da época aceitavam o PC tinha ganhos de desempenho (especialmente após instalar o SP3 de 2007), então quem investiu alto na memória RAM não jogou dinheiro fora, apenas não gastou dentro de um custo x benefício ideal. Claro que isso dependia muito das aplicações utilizadas, mas a questão é que esse PC com "muita" memória RAM teria uma longevidade maior que os que tinham uma quantidade "comum" da mesma.

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