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Rambus: Aumentando o Desempenho

       
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 4 comentários

A memória Rambus é a solução para PCs de alto desempenho?

Gabriel Torres Editor executivo do Clube do Hardware

Semana passada falamos do K7, o próximo processador da AMD. É claro que a Intel também tem planos para novos processadores de alto desempenho. Os próximos processadores da Intel utilizarão barramento externo de 133 MHz.

O.k., mas cá entre nós: há hardware hoje no mercado para aproveitar os 133 MHz de barramento externo dos próximos processadores da Intel ou os 200 MHz do K7?

A Intel está apostando no novo padrão de memórias SDRAM, chamado PC-133, que serão capazes de trabalhar a 133 MHz. E a 200 MHz, como fica a coisa?

A memória RAM já enfrenta problemas de saturação há anos. Mesmo as memórias SDRAM, que são síncronas e conseguem operar na mesma freqüencia externa do processador, têm um problema de latência, isto é, o tempo que demoram para começar a entregar um dado solicitado ("tempo de acesso").

A solução mais interessante até agora é o uso de uma nova tecnologia desenvolivda pela empresa Rambus: a memória Rambus (RDRAM, Rambus DRAM). Esse tipo de memória aumenta o desempenho de micros com freqüência de barramento de 66 MHz ou 100 MHz, bem como é o único tipo de memória atualmente disponível que consegue trabalhar a 200 MHz.

Esse tipo de memória consegue atingir taxas de até 3,2 GB/s com o seu controlador (chipset), enquanto o barramento operando a 100 MHz trabalha a 800 MB/s, a 133 MHz, 1 GB/s e a 200 MHz, 1,6 GB/s. Essas seriam as taxas utilizadas por memórias SDRAM. Ou seja, em um barramento de 100 MHz, a memória Rambus pode oferecer um desempenho 4 vezes maior que as atuais memórias SDRAM.

Esse tipo de memória será vendido em um módulo chamado RIMM, que é bem parecido com o atual DIMM, porém com um número diferente de terminais.

Podemos afirmar com certeza: Rambus (e módulos RIMM) é o tipo de memória que será mais usado no futuro próximo.

Para mais informações, visite http://www.rambus.com.

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Comentários de usuários


De 1999 para 2006... A Rambus não rendeu o que queria.

Algumas placas mães de Pentium 3 usaram essa memoria (com o chipset i820, se não me engano), e as placas de Pentium 4 (as iniciais) além de terem processador caro, placa mãe cara, memória RDRAM caríssima, gabinete com fonte ATX para P4 (muito cara no início), o usuário não tinha aquele desempenho brutal.

Quem sabe no futuro, a empresa Rambus, faça uma excelente placa e a um preço menor.

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Podemos afirmar com certeza: Rambus (e módulos RIMM) é o tipo de memória que será mais usado no futuro próximo.

Hoje vemos que essa previsão foi uma grande furada :P

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