Mitos do hardware #09: overclock danifica o hardware?

       
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Mais um episódio da nossa série "Mitos do hardware", desta vez respondendo à pergunta, "overclock danifica o hardware"? Confira!

Gabriel Torres Editor executivo do Clube do Hardware

 

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Comentários de usuários


Parabéns pelo vídeo. Eu entendi de uma forma que ninguém antes havia explicado pra mim. Realmente adorei. Sucessos pra você ;)

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Eu acho legal, gosto de ver fazendo mas eu prefiro comprar um processador mais forte, que me atenda e trabalhar com ele em stock.

adicionado 4 minutos depois

Uma sugestão para próximos videos é "fabricantes de placas de vídeo reduzem via driver o desempenho de placas antigas". É recorrente em fóruns a pergunta se as empresas "capam" as VGA's antigas via driver.

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Eu já imaginava que apenas aumentar o clock sem mexer nas tensões fosse relativamente seguro, mas quanto seria perdido em vida útil fazendo isso? Eu perdi uma HD4670 semana passada aumentando o clock da memória no afterburner, sem alterar tensões. Claro que já era uma vga bem velha, mas quanto tempo será que ela ainda duraria com os clocks em stock?

 

3 horas atrás, Jcalvino disse:

Uma sugestão para próximos videos é "fabricantes de placas de vídeo reduzem via driver o desempenho de placas antigas". É recorrente em fóruns a pergunta se as empresas "capam" as VGA's antigas via driver.

 

Só se for Nvidia, todos sabem que placas AMD só melhoram com as atualizações de drivers.

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Nunca fiz overclocking em memórias,processadores ou placa de vídeo se bem que hoje em dia os fabricantes já fazem isso automaticamente dependendo da demanda do processador e da placa de video.

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@Gabriel Torres, parabéns pelos vídeos da série Mitos do Hardware!

Gostaria de aproveitar o tema e perguntar se vocês já publicaram algum artigo que fale sobre como é atribuído o clock de um componente durante o seu processo de fabricação - mais especificamente processadores. Sempre tive a curiosidade em saber se há algum item do componente que determina a sua velocidade de clock ou se os componentes são fisicamente idênticos, porém alguns conseguem atingir clocks mais elevados do que outros.

Isto leva - e talvez responda - a minha segunda pergunta: um processador com clock mais elevado tem um custo de fabricação maior que o mesmo processador com um clock menor?

Abraço!

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1 hora atrás, Darkmana disse:

@Gabriel Torres, parabéns pelos vídeos da série Mitos do Hardware!

Gostaria de aproveitar o tema e perguntar se vocês já publicaram algum artigo que fale sobre como é atribuído o clock de um componente durante o seu processo de fabricação - mais especificamente processadores. Sempre tive a curiosidade em saber se há algum item do componente que determina a sua velocidade de clock ou se os componentes são fisicamente idênticos, porém alguns conseguem atingir clocks mais elevados do que outros.

Isto leva - e talvez responda - a minha segunda pergunta: um processador com clock mais elevado tem um custo de fabricação maior que o mesmo processador com um clock menor?

Abraço!

Olá, Sr. @Darkmana! Respondendo a primeira pergunta: Quando fui convidado pela faculdade a apresentar uma palestra, falei sobre o processo de montagem de processadores e, segundo meus estudos, a frequência de operação de um processador é melhor definida pela área do wafer de silício que recebe uma melhor dopagem durante o processo, as áreas centrais do wafer tem melhores condições de trabalhar em frequências mais altas e quanto mais as pastilhas do wafer se aproximam das extremidades do mesmo, a dopagem das mesmas sofrem algumas 'imperfeições' que comprometem a frequência com que as mesmas podem operar. Assim, respondendo a sua segunda pergunta, o custo de produção de dois processadores de uma mesma linha, mas com frequências diferentes é o mesmo.

Agora não encontrei os artigos utilizados para minha apresentação, mas tem algo interessante no site abaixo:

https://www.infowester.com/processadores2.php

 

Espero ter ajudado. Um Abraço!  

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Pô, faltou explicar a questão do aquecimento. Também seria legal fazer um vídeo só para falar da vida útil dos componentes. Por exemplo, se com o passar dos anos de uso o componente vai perdendo eficiência, pois em todos os computadores que eu tive, com o passar dos anos, não importado se formatou ou não, o pc sempre vai ficando mais e mais lento.

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8 horas atrás, Jcalvino disse:

Uma sugestão para próximos videos é "fabricantes de placas de vídeo reduzem via driver o desempenho de placas antigas". É recorrente em fóruns a pergunta se as empresas "capam" as VGA's antigas via driver.

 

Sugestão anotada! Obrigado!

 

4 horas atrás, RobertoGB disse:

Eu perdi uma HD4670 semana passada aumentando o clock da memória no afterburner, sem alterar tensões. Claro que já era uma vga bem velha, mas quanto tempo será que ela ainda duraria com os clocks em stock?

 

Excelente exemplo prático do que eu falei no vídeo. É possível que em clock padrão esta placa estivesse funcionando até hoje. A Radeon HD 4670 foi lançada em 2008, então durou o que, 8-9 anos? Durou bastante, neste mundo onde gamers trocam placas de vídeo com muito mais frequencia... O problema é que, como expliquei no vídeo, é impossível quantificar quanto de vida útil perde-se com o overclock.

 

4 horas atrás, Darkmana disse:

Gostaria de aproveitar o tema e perguntar se vocês já publicaram algum artigo que fale sobre como é atribuído o clock de um componente durante o seu processo de fabricação - mais especificamente processadores. Sempre tive a curiosidade em saber se há algum item do componente que determina a sua velocidade de clock ou se os componentes são fisicamente idênticos, porém alguns conseguem atingir clocks mais elevados do que outros.

Isto leva - e talvez responda - a minha segunda pergunta: um processador com clock mais elevado tem um custo de fabricação maior que o mesmo processador com um clock menor?

Abraço!

 

Tínhamos um tutorial muito antigo sobre overclock onde explicávamos isso, mas acabei tirando do ar pois estava muito "caduco". Dá um excelente tema para um vídeo. Mas posso explicar isso de forma rápida.

 

Em um mesmo wafer, é possível ter chips que vão atingir clocks diferentes (o que o @André Ferreira da Silva falou acima sobre a posição do chip no wafer está 100% correto). Depois que o wafer é cortado e os chips montados, o fabricante testa e vê qual é o clock máximo suportado, com segurança (tradicionalmente a Intel dá uma margem maior que a AMD). Aí o chip tem seu clock rotulado. Então em uma mesma "fornada" saem chips com clocks diferentes, e o custo de produção é absolutamente o mesmo. É possível também o fabricante configurar um processador com um clock menor do que o máximo que ele suporta só para atender a demanda de mercado. Isso acontece com certa frequencia, e isto explica porque às vezes você pega um processador que tem maior capacidade de overclock do que outro "igual". Enfim, dê uma lida no artigo abaixo que deve te ajudar também a entender este assunto em maior profundidade:

 

 

1 hora atrás, Henrique Vieira Prata disse:

Também seria legal fazer um vídeo só para falar da vida útil dos componentes. Por exemplo, se com o passar dos anos de uso o componente vai perdendo eficiência, pois em todos os computadores que eu tive, com o passar dos anos, não importado se formatou ou não, o pc sempre vai ficando mais e mais lento.

 

A questão do computador ficar lento tem mais a ver com software do que com hardware. Já em relação a vida útil, há sim um fator que eu posso um dia abordar, que é a vida útil dos capacitores eletrolíticos da fonte de alimentação.

 

Abraços e obrigado a todos pelos comentários de altíssimo nível.

Gabriel.

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15 horas atrás, André Ferreira da Silva disse:

Olá, Sr. @Darkmana! Respondendo a primeira pergunta: Quando fui convidado pela faculdade a apresentar uma palestra, falei sobre o processo de montagem de processadores e, segundo meus estudos, a frequência de operação de um processador é melhor definida pela área do wafer de silício que recebe uma melhor dopagem durante o processo, as áreas centrais do wafer tem melhores condições de trabalhar em frequências mais altas e quanto mais as pastilhas do wafer se aproximam das extremidades do mesmo, a dopagem das mesmas sofrem algumas 'imperfeições' que comprometem a frequência com que as mesmas podem operar. Assim, respondendo a sua segunda pergunta, o custo de produção de dois processadores de uma mesma linha, mas com frequências diferentes é o mesmo.

Agora não encontrei os artigos utilizados para minha apresentação, mas tem algo interessante no site abaixo:

https://www.infowester.com/processadores2.php

 

Espero ter ajudado. Um Abraço!  

@André Ferreira da Silva e @Gabriel Torres, obrigado pelas explicações e pelos links! Respondidas as perguntas.

Abraços!

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Gabriel, você falou que um overclock não vai prejudicar o hardware. Por exemplo, uma CPU. Não é recomendável fazer uma troca de cooler mais potente que o padrão. Digo isso porque tenho um FX 6300. Com o cooler da AMD está chegando a 70°. Com um cooler Microbom (mod. YG-5D) de base e heat pipes de cobre, hoje não passa dos 50° em games como Doom, Battlefiel 1, Call of Duty Infinity Warfare, etc.

Se eu usá-lo com o cooler padrão e fazer um overclock acima de 4.1 GHz ele não iria sofrer danos?

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19 horas atrás, Henrique Vieira Prata disse:

Pô, faltou explicar a questão do aquecimento. Também seria legal fazer um vídeo só para falar da vida útil dos componentes. Por exemplo, se com o passar dos anos de uso o componente vai perdendo eficiência, pois em todos os computadores que eu tive, com o passar dos anos, não importado se formatou ou não, o pc sempre vai ficando mais e mais lento.

 

Isso é muito legal de se comentar, Apesar do Gabriel já ter respondido. 

Um Celeron 2,6 GHz com 256 MB de ram que era bem comum de encontrar a uns 10 anos a venda nas lojas, supondo que capacitores e componentes de fonte não tenham se degradado, ainda vai ter exatamente o mesmo desempenho que teria a 10 anos atrás. Porém os requisitos de software aumentam. Mesmo se você instalasse o Windows XP e os programas desatualizados, uma página de internet como Facebook e Youtube consomiriam muito mais recursos que 10 anos atrás. Configurações que na época, "davam pro gasto", teriam pouca margem de sobra para que os programas engordem sem atingir seus limites.

Editado por mattaus
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7 horas atrás, Rex2016 disse:

Não é recomendável fazer uma troca de cooler mais potente que o padrão.

 

Sim, é recomendável. Não falei sobre isto pois o tema do vídeo não era ensinar sobre overclock mas sim responder à pergunta "Overclock danifica o hardware?". Atualmente tanto processadores têm proteção contra superaquecimento, por isso normalmente o superaquecimento não danificará o processador: o processador diminuirá o clock para diminuir a temperatura (o computador fica mais lento). É justamente por isto que deve-se ter um bom sistema de refrigeração (para o processador não ativar esta proteção e, com isso, você ter o maior desempenho possível). Espero ter esclarecido!

 

@mattaus Excelente explicação, é exatamente isto.

 

 

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Gabriel Torres, mandou bem no vídeo :thumbsup:

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13 horas atrás, Gabriel Torres disse:

 

Sim, é recomendável. Não falei sobre isto pois o tema do vídeo não era ensinar sobre overclock mas sim responder à pergunta "Overclock danifica o hardware?". Atualmente tanto processadores têm proteção contra superaquecimento, por isso normalmente o superaquecimento não danificará o processador: o processador diminuirá o clock para diminuir a temperatura (o computador fica mais lento). É justamente por isto que deve-se ter um bom sistema de refrigeração (para o processador não ativar esta proteção e, com isso, você ter o maior desempenho possível). Espero ter esclarecido!

 

@mattaus Excelente explicação, é exatamente isto.

 

 

Grato pela resposta, Gabriel Torres. A pergunta minha foi por exatamente eu usar o PC só para jogos. A maioria do tempo trabalha a 4.1 GHz (Quando ocioso 1.4 GHz) Seu site está cada dia melhor. Valeu!

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Em 26/04/2017 às 11:56, mattaus disse:

 

Isso é muito legal de se comentar, Apesar do Gabriel já ter respondido. 

Um Celeron 2,6 GHz com 256 MB de ram que era bem comum de encontrar a uns 10 anos a venda nas lojas, supondo que capacitores e componentes de fonte não tenham se degradado, ainda vai ter exatamente o mesmo desempenho que teria a 10 anos atrás. Porém os requisitos de software aumentam. Mesmo se você instalasse o Windows XP e os programas desatualizados, uma página de internet como Facebook e Youtube consomiriam muito mais recursos que 10 anos atrás. Configurações que na época, "davam pro gasto", teriam pouca margem de sobra para que os programas engordem sem atingir seus limites.

 

As aplicações web têm evoluído, no mínimo, de forma linear, mas há setores que talvez tenham uma evolução quase exponencial. Antes as aplicações, devido o baixo desempenho dos micros dos clientes, davam prioridade a processos que rodavam no servidor e entregavam somente o código HTML puro, como é o caso do PHP. Ao mesmo tempo sempre houve o javascript, o qual utiliza o processamento do cliente para fazer a mesma coisa. Atualmente há múltiplas variações do javascript e elas são mais usadas que antes, transformando o que é a web hoje. Isso só vem complementar o que disse Mattaus.

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<-- FX6100 4.4Ghz @ 1.465mv desde 2011 em uma mobo que nem deveria servir para OC rodando tranquilamente :v

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Usava um intel Q9550 em 4.0, mas com o passar do tempo foi dando tela azul direto e tive que baixar os clocks, o mesmo aconteceu com as nvídia gtx 460, usava um clock absurdo pra época, acho que era 850 no core, o clock padrão era 675, mas com o passar do tempo também não foi mais aceitando os clocks altos.

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@Sambaquy Excelente testemunho que só corrobora o que eu falei no vídeo! Legal mesmo, obrigado por compartilhar sua experiência!

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Overclock hoje se tornou algo "fake". Antigamente o overclock era um forma para se tentar extrair mais desempenho dos componentes, como nas palavras que li do Gabriel "fazer mais com menos". Quem se lembra, por exemplo, da técnica de lixar e polir o encapsulamento do processador para diminuir a temperatura?

Overclock não era para os fracos e as empresas não gostavam e desaconselhavam a prática com sutis ameaças, não por que estivessem preocupadas com o dano ao processador do consumidor, mas sim com o fato de alguém pegar um componente mais barato e extrair dele quase o mesmo potencial de um topo de linha. Tanto que, no princípio da brincadeira, todos os processadores tinham multiplicador destravado e praticamente qualquer placa-mãe estaria apta ao overclock; quando os conhecimentos foram passados de usuários mais experientes para outros principiantes e a prática do overclock relativamente se popularizou, as empresas começaram a travar o multiplicador de clock dos processadores e a limitar a possibilidade de over em placas mães de determinados segmentos. Era um embate entre o usuário avançado e as empresas, até que estas perceberem que poderiam extrair lucro dessa prática.

Com o tempo o overclock se tornou parte do marketing e a restrição passou a ser apenas uma forma de se lucrar mais; teoricamente, qualquer processador pode ter o multiplicador de clock destravado, mas esse recurso é restrito somente para que se possa cobrar mais em um modelo sobre outro praticamente igual; além disso existe a exigência de se combinar com uma placa-mãe com chipset compatível: e entre as placas mãe também, modelos de segmentos diferentes mas praticamente iguais têm recursos capados por conta do chipset. Técnicas de polir o processador e outras "gambiarras" foram ao longo do tempo sendo substituídas pelo uso de soluções de resfriamento cada vez mais sofisticadas; até gabinetes são pensados com esse fim. Quero dizer, o overclock se tornou uma indústria, com direito a campeonato de overclock e tudo. Só lembrando o que a maioria já sabe, os overclockers profissionais querem atingir os maiores níveis de desempenho pelo tempo necessário da disputa e pouco importa se cinco minutos depois de encerrado o torneio o equipamento inteiro pifar, diferente de quem faz o overclock para melhorar o desempenho do seu PC esperando ter um sistema estável por bem mais do que meia hora.

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Lembrando que a Nvidia também capou suas placas de vídeo de entrada da possibilidade de fazer SLI para não concorrer com as mid e tops de linha, uma baita sacanagem comercial.

 

Sobre o postado anteriormente da possibilidade da Nvidia estar diminuindo a performance de placas antigas via driver, é muito possível sim, temos um problema latente no grupo que participa do Folding@Home, os drivers atuais não utilizam todo potencial do GPU no processamento das WU - unidades de trabalho que processamos, um drive tipo o 372.90 foi o último que faz um trabalho rápido gerando maior pontuação, então é comprovado algum problema nessa questão, em jogos estou mais por fora que não estou com tempo pra jogar, mas onde tem fumaça pode ter fogo.

Editado por Sambaquy
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9 horas atrás, Sambaquy disse:

 

Lembrando que a Nvidia também capou suas placas de vídeo de entrada da possibilidade de fazer SLI para não concorrer com as mid e tops de linha, uma baita sacanagem comercial.

 

 

Isso dá um bom tema para vídeo também, obrigado.

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Parabéns, esclarecedor obrigado.

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