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Home » Dúvidas » Processadores

Processadores Intel
Autor: Gabriel Torres Última Atualização: 20 de janeiro de 2012
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Tenho um Pentium 4 de 3 GHz e ele está chegando a 75º C, gostaria de saber o que eu faço para diminuir esta temperatura, sempre troco a pasta térmica mas não adianta.

Os processadores Pentium 4 e Pentium D realmente esquentam mais do que outros processadores. Para esses processadores você deve obrigatoriamente usar um gabinete com duto lateral. Em http://www.clubedohardware.com.br/artigos/1007 você encontra um tutorial sobre o assunto.

Devo comprar um Pentium D ou um Core 2 Duo para o meu próximo computador? Como um Core 2 Duo rodando a 2,14 GHz consegue ser mais rápido do que um Pentium D de 3,4 GHz? O Pentium D não tinha que ser mais rápido?

O Pentium D é um Pentium 4 com dois núcleos, enquanto que o Core 2 Duo, apesar de também ter dois núcleos, é baseado em uma nova arquitetura interna, chamada Core, que é baseada na arquitetura do Pentium M (que, por sua vez, é baseada na arquitetura do Pentium III). Clock maior só representa um maior desempenho quando comparamos dois processadores que usem a mesma arquitetura. O Core 2 Duo é mais eficiente, tanto que é mais rápido usando um clock menor, além de consumir menos energia e esquentar menos, sendo a nossa recomendação.

Os processadores da Intel já trabalham com tecnologia de 64 bits como os da AMD? O que isso pode implicar no futuro para um usuário comum?

Sim, os processadores Intel mais atuais já possuem esta tecnologia, chamada EM64T. Você pode ver se um determinado processador da Intel tem ou não este recurso visitando o site http://processorfinder.intel.com. Se nas especificações do processador aparecer “Intel EM64T” é porque ele tem esta tecnologia. A principal vantagem desta tecnologia é o PC poder acessar mais de 4 GB de memória, caso a sua placa-mãe permita a instalação de mais de 4 GB e caso você esteja usando um sistema operacional de 64 bits. Para aplicativos comuns, que são todos de 32 bits, não há ainda diferença de desempenho, mesmo usando um sistema operacional de 64 bits.

Quais são as verdadeiras diferenças de desempenho ente os processadores Pentium 4 LGA e Pentium 4 PPGA e gostaria de saber também se essas duas "marcas" de Pentium 4 são compatíveis (ou iguais) ao Pentium HT, pois o preço dos HT está despencando. Para um usuário médio, qual dos três você sugere?

LGA (também chamado soquete 775) e PPGA (também chamado soquete 478) dizem respeito ao conector físico que o processador usa para ser encaixado na placa-mãe. Como as placas-mãe soquete 478 já saíram de linha, sugerimos que você opte por um modelo LGA para caso, no futuro, queira fazer upgrade do micro trocando somente o processador. Já HT (HyperThreading) é uma tecnologia que aumenta o desempenho do processador e está disponível em processadores dos dois tipos, veja a lista de processadores com esta tecnologia em http://www.intel.com/products/processor/pentium4/specs.htm.

Comprei um processador Pentium 4 de 2,8 GHz com tecnologia HT que estou utilizando com placa-mãe ASUS P4V800-X. Quando instalei o Windows XP ele não reconheceu o processador como tendo a tecnologia HT, e só dá as características de um Pentium 4 2,8 GHz simples. Isto é normal? Como saber se esta tecnologia está ativada?

A tecnologia HT (HyperThreading) faz com que o sistema operacional trabalhe como se existissem dois processadores instalados na máquina. Para isto, três pré-requisitos têm de ser obedecidos: a placa-mãe tem que suportar esta tecnologia, o processador tem que suportar esta tecnologia e o sistema operacional tem que saber trabalhar com mais de um processador ao mesmo tempo (todos os sistemas com exceção do Windows ME, 98 e inferiores). No seu caso, todos estes requisitos estão sendo preenchidos. Para ver se o HyperThreading está ou não ativado, há duas formas. Pressione Control + Alt + Del e, na guia Desempenho, deverão aparecer em Histório do uso de CPU, dois gráficos e não apenas um. Outra forma é no Gerenciador de Dispositivos (ícone Sistema do Painel de Controle, na guia Hardware). Abra a chave "Processadores". Deverão aparecer listado dois processadores. Caso apareça listado somente um processador, significa que a tecnologia HT está desabilitada. Você deverá habilitá-la em uma função específica do setup da sua placa-mãe. Nós já publicamos uma coluna completa sobre este assunto, leia-a em http://www.clubedohardware.com.br/artigos/738

Gostaria de obter mais informações sobre a tecnologia HyperThreading.

A tecnologia HyperThreading presente nos processadores Pentium 4 mais recentes faz com que o sistema operacional reconheça o processador como se existissem dois processadores instalados na máquina, aumentando o desempenho da máquina. Isto é conseguido porque há horas em que partes do processador ficam ociosas. O que esta tecnologia faz é liberar para uso estas partes que normalmente ficariam ociosas. Para aproveitar esta tecnologia, você tem que obrigatoriamente usar um sistema operacional que reconheça mais de um processador, como o Windows NT/2000/XP e versões do Unix (Linux, FreeBSD, etc). O Windows 95/98/ME não reconhece mais de um processador e, portanto, usufrui desta tecnologia. Não é necessário fazer nenhuma configuração especial no sistema operacional: ele reconhece automaticamente que o sistema "possui" dois processadores.

Gostaria de saber qual é a diferença entre os processadores Duron, Athlon XP, Celeron e Pentium 4? Faço esta pergunta por causa da grande diferença de preço entre cada um deles com a mesma "potência" de processamento de dados.

O Duron tem 128 KB de memória cache L1, 64 KB de memória cache L2 e trabalha externamente a 100 MHz. O Athlon XP tem 128 KB de memória cache L1, memória cache L2 de 256 KB ou 512 KB (nos modelos 2500+, alguns 2800+, 3000+ e 3200+) e trabalha externamente a 133 MHz (até 2400+ e alguns modelos de 2600+), 166 MHz (2500+, 2600+, 2700+, 2800+ e 3000+) ou 200 MHz (3200+). Já o Celeron tem 128 KB de memória cache L2 e trabalha externamente a 100 MHz, enquanto o Pentium 4 trabalha externamente a 100 MHz (até 2,6 GHz), 133 MHz (2,2 GHz a 3,06 GHz) ou 200 MHz (2,4 GHz "C", 2,6 GHz "C", 2,8 GHz "C", 3 GHz "C" e 3,2 GHz) e tem 512 KB de memória cache L2.

Como você pode perceber, você não deve comparar somente o clock interno do processador, mas outras características, como a quantidade de memória cache e o clock externo do processador. Quanto maior estes valores, mais rápido o processador será. Além disto, os processadores Pentium 4 da série "C" e os modelos de 3,06 GHz e 3,2 GHz possuem uma tecnologia chamada HyperThreading ou simplesmente HT que simula a existência de dois processadores na máquina, aumentando o desempenho do PC (é necessário usar o Windows XP para usufruir desta tecnologia).

Repare que alguns modelos tem mais de uma versão. Por exemplo, o Athlon XP 2600+ pode ser encontrado tanto com o clock externo de 133 MHz quanto com o clock externo de 166 MHz. O mesmo ocorre com o Pentium 4 2,4 GHz, que pode ser encontrado tanto com o clock externo de 100 MHz quanto com o clock externo de 133 MHz.

Os processadores da AMD transferem dois dados por pulso de clock, com isto o clock externo destes processadores também é chamado de 200 MHz (100 MHz x 2), 266 MHz (133 MHz x 2), 333 MHz (166 MHz x 2) ou 400 MHz (200 MHz x 2). Já os processadores Intel transferem quatro dados por pulso de clock e com isto o clock externo destes processadores é também chamado de 400 MHz (100 MHz x 4), 533 MHz (133 MHz x 4) ou 800 MHz (200 MHz x 4).

Outra diferença é em relação à placa-mãe. Os processadores da AMD usam placas-mãe do tipo soquete 462, enquanto os processadores da Intel usam placas-mãe do tipo soquete 478.

Vale a pena lembrar que o número indicado nos processadores Athlon XP não é o seu clock mas sim uma unidade de desempenho. Por exemplo, o Athlon XP 2100+ roda a 1,7 GHz e o Athlon XP 3200+ roda a 2,2 GHz.

Estou procurando um computador para comprar, então fui nas lojas procurando por um Pentium 4 de 2,4 GHz. A atendente perguntou-me se era um processador 2,4 GHz normal ou 2,4 GHz HT. Ela me disse que este de 2,4 GHz HT é muito melhor que esse normal, pois se eu usá-lo com o Windows 2000 ou com o XP estes sistemas reconheceriam dois processadores na placa-mãe e, com isso, a máquina seria muito mais eficiente. Isso é realmente verdade?

Sim, isto é verdade. Os modelos de 2,4 GHz do Pentium 4 são encontrados em duas versãoes, a "normal" e a HT ou HyperThreading. Os modelos com HyperThreading são também chamados "C". Esta tecnologia faz com que o sistema operacional pense que há dois processadores instalados na máquina. Para tirar proveito desta tecnologia, você precisará necessariamente usar o Windows XP. Nós já publicamos uma coluna explicando detalhadamente sobre isso. Se você perdeu, leia em http://www.clubedohardware.com.br/artigos/738.

Meu micro é um Pentium II-400, mas desde o início do ano o processador é reconhecido como sendo um Pentium II-266. Além disso, ele tem três módulos de 128 MB de memória, mas o micro só está reconhecendo dois módulos. O que devo fazer?

O seu processador trabalha internamente a 400 MHz multiplicando o clock externo de 100 MHz por quatro. Ao que tudo indica, por algum motivo o clock externo do seu processador está configurado em 66 MHz (66 MHz x 4 = 266 MHz). Para resolver este problema, entre no setup da placa-mãe (pressionando Del durante a contagem de memória) e troque o clock externo de 66 MHz para 100 MHz em uma opção chamada "External Clock", "FSB Clock" ou similar. Se você fizer isso e o problema voltar a ocorrer no futuro, isso significa que você precisará trocar a bateria da sua placa-mãe. Quanto ao reconhecimento de memória RAM, o problema possivelmente está relacionado à densidade máxima de memória que a sua placa-mãe reconhece, isto é, a quantidade de chips por módulo de memória. Sua placa-mãe, como é antiga, só aceita módulos de 128 MB com, no mínimo, oito chips, e módulos de 256 MB com pelo menos 16 chips. Se você instalar um módulo de 128 MB com quatro chips nessa sua placa-mãe, por exemplo, este módulo não será reconhecido corretamente.

Eu gostaria de saber como poderei ativar o HyperThreading em minha placa mãe (Intel D845PEBT2). Uso um Pentium 4 de 2 GHz.

Essa sua placa-mãe suporta o HyperThreading. Para habilitá-lo, basta instalar um processador que tenha essa tecnologia. Seu processador atual não tem esse recurso. Após instalar um processador com a tecnologia HT, basta entrar no setup de sua placa-mãe (pressionando a tecla F2 após ligar o micro) e colocar a opção HyperThreading em Enable. Essa opção só aparece quando você tem um processador com essa tecnologia instalado na máquina.

Tenho uma placa mãe ASUS CUV4X-E (soquete 370) que aceita, segundo seu manual, processadores Pentium III "Coppermine". No mercado existem processadores Pentium III "Tualatin". Gostaria de saber qual a diferença entre os dois modelos de Pentium III e se eu comprar um Tualatin funciona na minha placa-mãe.

O Pentium III Coppermine tem 256 KB de memória cache, acessada no mesmo clock interno do processador, enquanto que o Pentium III Tualatin tem 512 KB de memória cache rodando no mesmo clock interno do processador. Por causa dessa diferença, o modelo Tualatin tem um desempenho superior se comparado a um modelo Coppermine. Segundo o site da ASUS (http://www.asus.com.tw/support/cpusupport/cpusupport.aspx) essa sua placa-mãe só suporta até o Pentium III de 1 GHz. Como o Pentium III Tualatin é vendido em versões a partir de 1,13 GHz, ao que tudo indica sua placa-mãe não é compatível com esse processador. 

Os softwares que fazem reconhecimento de hardware são realmente confiáveis? Se é feito overclock em um Pentium 4 de 1,5 para 1,6 GHz, ou em qualquer outro componente, o software de informações do sistema irá mostrar qual das duas velocidades?

Acreditamos que você esteja fazendo essa pergunta para saber se é possível alguém alterar o clock do micro e depois vender um micro com o clock alterado. Para os processadores Pentium 4 isso não é possível. Esses processadores têm proteção contra overclock. Assim, não há como você aumentar o fator de multiplicação do seu processador. Por exemplo, o Pentium 4 de 1,5 GHz trabalha externamente a 100 MHz e internamente a 1.500 MHz. Ele consegue esse clock multiplicando o seu clock externo por 15. Esse processador tem uma trava que impede que você mude sua multiplicação para 16x, o que o "transformaria" em um modelo de 1,6 GHz. O que é possível você fazer é aumentar o clock externo do processador. Se em um Pentium 4 de 1,5 GHz você aumentar o seu clock externo de 100 MHz para 110 MHz, por exemplo, o processador passará a trabalhar a 1.650 MHz (15 x 110 MHz). Mas usando qualquer programa de identificação de hardware (indicamos neste caso o Wcpuid, que pode ser baixado em http://www.clubedohardware.com.br/pagina/download_hardware), você facilmente detectará que o clock externo do processador está alterado de 100 MHz para 110 MHz. Respondendo à sua pergunta: o programa de identificação de hardware indicará a configuração atual de clock. Ou seja, se o seu processador estiver em overclock, mostrará o clock interno atual, que está acima do padrão. Por outro lado, o mesmo programa indicará o clock externo, que estará também acima do normal e você, assim, pode identificar que o micro está operando em overclock.

O que significa o termo "in-a-box" que costumamos ver nos anúncios de processadores? Por que temos processadores exatamente iguais, porém com o preço sempre mais alto para os que possuem a descrição "in-a-box? Não acredito que seja somente porque venham dentro de uma caixinha!

Os processadores são comercializados basicamente em dois formatos: OEM (Original Equipment Manufacturer) e In-a-box. O primeiro é vendido exclusivamente para empresas integradoras, isto é, empresas que montam PCs. O preço desses processadores é mais barato porque eles não vêm na caixa e não vêm com nenhum tipo de manual e também costumam não vir com o cooler. Já o modelo in-a-box é destinado a usuários finais, por isso eles vêm em uma caixa bonitinha com manuais, certificado de garantia, pasta térmica e cooler.

Preciso urgente saber como identificar um processador Pentium III-933 sem abrir o gabinete, pois o mesmo está lacrado. Desconfio de não se tratar do processador Pentium III, uma vez que ao solicitar informações através do Painel de Controle do Windows 2000 (ícone Sistema) aparece a seguinte mensagem na guia geral: "RAM Memory: 128 MB, Family Intel X86 ou Intel genuine Pentium II".

Como o Windows 2000 foi lançado no mercado antes de o Pentium III existir, é possível que ele não identifique corretamente o processador instalado na máquina. Existem vários softwares que você pode usar para identificar corretamente o processador de sua máquina sem abri-la. O melhor é o Wcpuid, disponível para download em http://www.clubedohardware.com.br/pagina/download_hardware.

Eu comprei um computador com processador Pentium III, mas quando executei um programa de identificação de hardware, ele apontou que o processador só tinha 256 KB de memória cache. Eu queria saber se ele é falso ou não, já que me disseram que o normal do Pentium III é ele ter 512 KB de memória cache.

Existem dois modelos de Pentium III no mercado. Os modelos mais antigos possuem 512 KB de memória cache, trabalhando na metade da freqüência de operação do processador. Por exemplo, em um Pentium III-550, o cache é acessado a 275 MHz. Os novos Pentium III - chamados modelos "E" - possuem apenas 256 KB de memória cache, só que, em compensação, sendo acessada na mesma freqüência de operação do processador (por exemplo, em um Pentium III-550E, o cache é acessado a 550 MHz e não mais a 275 MHz). Por causa dessa diferença na velocidade de acesso, mesmo o processador tendo hoje menos cache, ele acaba sendo mais rápido.

Qual é a diferença entre o soquete 423 e o soquete 478? Sei que os dois usam o chipset 850 da Intel.

O soquete 423 é o formato do soquete usado pelo primeiro modelo de Pentium 4 lançado no mercado, nome-código Willamette. O soquete 478 será usado por futuros modelos de Pentium 4, ainda não lançados comercialmente. Esses processadores terão o circuito controlador de memória embutido dentro do próprio processador, daí a necessidade de mais pinos (atualmente esse circuito está presente dentro de um circuito da placa-mãe chamado Ponte Norte). Outros chipsets estão disponíveis para esses processadores além do Intel 850, como o Intel 845 e Intel 860.

Por acaso a Intel lançou algum Pentium II-400 sem a tampa de trás do processador, aquela que possui as travinhas?

Sim, existe um novo encapsulamento chamado SECC-2 que não possui a tampa traseira e é mostrado nas Figuras abaixo. Esse cartucho necessita de uma ventoinha diferente, parecida com a usada pelo Celeron, e possui travas metálicas cromadas.

frente

Figura 1: Cartucho SECC-2 visto de frente.

costas

Figura 2: Visão traseira do cartucho SECC-2.

cima

Figura 3: Visão superior.

lateral

Figura 4: Visão lateral.

Um cliente me pediu um regulador de tensão para um processador Pentium MMX-233 (módulo VRM). Você poderia me explicar o que é isso?

Esse módulo serve para pegar a tensão fornecida pela fonte de alimentação e reduzi-la para a tensão necessária para alimentar o processador da máquina. Antigamente, como os processadores não possuíam pinos para a identificação da tensão de alimentação, os fabricantes de placas-mãe não tinham como prever quais seriam as tensões usadas pelos futuros processadores. Com isso, eles fabricavam as placas-mãe com um soquete VRM (Voltage Regulator Module). Se a placa-mãe não fosse capaz de fornecer a tensão de alimentação de um novo processador, bastaria comprar e instalar um módulo regulador para que a placa fosse capaz de fornecer a tensão requerida pelo processador. Muito possivelmente o seu cliente possui uma placa-mãe que não é capaz de fornecer os 2,8 V necessários para alimentar o processador Pentium MMX e, com isso, ele não pode instalar este processar nessa placa-mãe. Uma das soluções possíveis é a instalação desse módulo, que reduz a tensão para 2,8 V e permite que você instale o Pentium MMX nela, mesmo que ela originalmente não tenha sido projetada para esse processador. Esse módulo custa cerca de R$ 20,00. Outra solução para o seu cliente é trocar a placa-mãe por outra que já forneça os 2,8 V requeridos pelo Pentium MMX.

Comprei um micro Pentium III-500, mas em Propriedades do Meu Computador aparece como Pentium II. Disseram-me que isso é um problema do Windows 98. Como saberei se não comprei gato por lebre?

Realmente é uma deficiência do Windows 98, que foi lançado antes de o Pentium III existir e, por isso, não detecta corretamente esse processador. De qualquer forma, você pode tirar a prova dos nove usando um programa para identificação de hardware. Recomendamos dois: WCPUID e HWInfo, ambos podem ser baixados em nossa área de download.

Fui informado que a partir dos processadores Pentium III-733 FC-PGA esses chips estariam preparados para uma evolução dos softwares de 32 bits para 64 bits. Estou orientando minha compra para tal chip, só que houve um problema: recebi uma proposta de adquirir uma placa ASUS P3C-E (Slot 1) com 128 MB RDRAM 800 MHz e Pentium III-733 FC-PGA. Para usar esta placa, tenho que usar um adaptador para o processador, certo? O que mais você pode me dizer a respeito dessa configuração?

Não sei de onde você tirou essa informação, mas ela está totalmente errada. Para rodar softwares de 64 bits, que na família Intel são chamados IA-64, o processador precisa possuir o conjunto de instruções IA-64. Somente os processadores Intel de 7ª geração possuirão essa tecnologia. O Pentium III é um processador Intel de 6ª geração, que usa a mesma tecnologia do Pentium Pro, Pentium II, Pentium II Xeon, Celeron e Pentium III Xeon e, com isso, utiliza o conjunto de instruções IA-32. O primeiro processador Intel de 7ª geração a ser lançado chama-se Itanium (nome-código Merced) e ainda não existe no mercado. Dessa forma, a sua afirmação não faz o menor sentido. Para rodar softwares de 64 bits, você deverá utilizar processadores de 64 bits, que ainda não existem comercialmente. Os processadores Intel existentes hoje são todos de 32 bits. No caso da sua configuração, você pode optar tanto pelo tradicional Pentium III usando o slot 1 quanto o Pentium III FC-PGA, já que sua preocupação não procede (sim, para instalar um Pentium III FC-PGA em uma placa-mãe Slot 1 você precisa de uma placa adaptadora, que você encontra facilmente em lojas especializadas em hardware). A memória RDRAM, também chamada Rambus, é a mais rápida existente atualmente e, com isso, você terá um computador de altíssimo desempenho. É claro que você pagará o preço por isso, já que essa memória é cara. Uma dica importante é que existem dois modelos básicos de Pentium III disponíveis no mercado: os que usam o barramento externo de 100 MHz e os que usam o barramento externo de 133 MHz. Esse segundo modelo é mais rápido e é também chamado de "modelo B" (o "B" vem especificado após a freqüência de operação do processador, como, por exemplo "Pentium III-600B"). A maior preocupação com esse modelo é com a memória RAM (que tem de ser capaz de operar a 133 MHz), mas como você decidiu comprar memórias Rambus, você não terá problemas.

Estou querendo comprar um micro com processador Pentium III ou Athlon. Porém, fiquei sabendo que as duas empresas incrementaram essa geração de processadores. Li que tanto a AMD quanto a Intel inseriram seu cache L2 no núcleo do processador, fazendo com que o clock usado pelo processador seja o mesmo para se comunicar com a cache. É claro que isso faz o desempenho aumentar. Informações que peguei na Internet dizem que o desempenho aumenta em torno de 10%. Minha dúvida é: como identificar se o processador tem o cache L2 embutido no núcleo? Nem os distribuidores de PCs sabem informar isso! E os processadores que tem o cache L2 fora do núcleo, terão seus preços diminuídos? Onde posso encontrar mais detalhes?

Nos processadores Pentium III e Athlon, o cache L2 normalmente está soldado na mesma placa em que o processador se encontra, dentro de um cartucho. Esse circuito é acessado na metade da freqüência de operação interna do processador. Por exemplo, em um Pentium III-600, o cache L2 é acessado a 300 MHz. Existe uma nova versão do Pentium III, chamada "E", que tem a sua memória cache L2 integrada dentro do próprio processador, sendo acessada na mesma freqüência de operação. Ou seja, em um Pentium III-600E o cache de memória é acessado a 600 MHz. Identificar esse processador é fácil, pois ele possui a letra "E" em sua nomenclatura, após a marcação de sua freqüência de operação. A quantidade de memória cache do modelo "E" é menor: o Pentium III tradicional possui 512 KB de memória cache L2, enquanto o Pentium III modelo E possui apenas 256 KB. Por esse motivo, esse novo modelo de Pentium III é mais barato que o modelo tradicional. Além disso, a maioria dos modelos "E" são vendidos com um novo tipo de encapsulamento, chamado FC-PGA, que usa o mesmo padrão de pinagem do processador Celeron PPGA (Soquete 370), isto é, esse processador não usa um cartucho, mas sim um soquete igual aos processadores antigos. Em termos de desempenho, mesmo tendo uma quantidade de memória cache menor, o modelo E acaba sendo mais rápido. Existe ainda um outro modelo de Pentium III, chamado "B", que tem uma freqüência de operação externa de 133 MHz em vez de 100 MHz. Esse modelo é bem mais rápido e é um pouco mais caro. Existe ainda os modelos EB, que juntam simultaneamente as características do modelo E e do modelo B. Quanto aos processadores da AMD, o novo processador Duron é um Athlon com o cache L2 integrado. O Athlon continua tendo a sua memória cache fora do processador. Nós fizemos um teste comparando o desempenho do processador Athlon com o Pentium III modelo E na edição de 19 de abril de 2000, que pode ser lido em http://www.clubedohardware.com.br/artigos/687.

Gostaria de saber se já existe algum programa que reconheça qual modelo de Pentium III instalado e se oferece detalhes a respeito do Cache L2.

O programa Wcpuid é o mais completo do gênero. Identifica o processador instalado no micro, a sua quantidade de cache L2 e freqüência de operação. Ele pode ser baixado em nossa área de download.

Qual a diferença entre processadores Pentium III In-a-Box e OEM, além do fato do primeiro já vir com uma ventoinha acoplada ao corpo do processador?

Tecnicamente não há nenhuma diferença entre esses dois modelos de processador. A diferença é apenas comercial. Enquanto os processadores In-a-Box vêm em uma caixa colorida e com um certificado de garantia, além da ventoinha acoplada, os processadores OEM são vendidos "soltos", não vêm com certificado de garantia e necessitam da instalação de uma ventoinha. Com isso, os processadores In-a-box são mais caros do que os processadores OEM.

Li que o k6-3 é mais rápido do que alguns modelos de Pentium. Isso inclui o processamento matemático?

Não, mais rápido em processamento geral, isto é, em processamento de "números inteiros". Em aplicativos que exijam o uso extensivo de processamento matemático, os processadores Intel são os mais adequados.

Notei que você em geral faz a seguinte correlação: Pentium = AMD K5 = Cyrix 6x86 e Pentium MMX = AMD K6 = Cyrix 6x86MX. Baseado nisso eu lhe pergunto: onde entra o 5x86 (eu sempre achei que ele era o concorrente direto do Pentium) na história e que processadores seriam compatíveis ao Pentium II (certa vez li sobre a existência do K6-2) e Celeron?

O Celeron é um Pentium II sem cache de memória L2, enquanto o 5x86 é um 486 com quadruplicação de clock. Esse processador é, na verdade, um "486DX5" e não possui qualquer semelhança com um Pentium nem é concorrente direto deste. Usa um padrão de pinagem chamado soquete 3 - que é o mesmo padrão utilizado pelos 486s - e, portanto, utiliza placas-mãe desenvolvidas para o 486. A correlação que você pode não é tão fácil fazer. Os processadores de outros fabricantes - sobretudo AMD e Cyrix - possuem uma estrutura interna completamente diferente dos processadores da Intel. Por exemplo, o Pentium utiliza arquitetura CISC, enquanto todos os processadores da AMD e Cyrix utilizam uma arquitetura híbrida CISC/RISC. Na família Intel essa arquitetura só passou a existir a partir do Pentium Pro, estando presente também no Pentium II, no Celeron e no Xeon. O Pentium, o Pentium MMX, o K5, o K6, o K6-2, o 6x86, o 6x86MX e o MII utilizam o mesmo padrão de pinagem, chamado soquete 7 e, com isso, podem utilizar o mesmo tipo de placa-mãe. O grande problema da comparação está justamente aí: embora externamente o K6 se pareça com um Pentium, sua estrutura interna é muito mais parecida com a do Pentium II. O processador K6-2 trabalha externamente a 100 MHz (os demais operam a 66 MHz). Os únicos processadores da Intel que trabalham a 100 MHz são o Pentium II "Deschutes" (todo Pentium II a partir de 350 MHz) e o Xeon. Acredito que o Microteste de hoje lhe ajudará a entender o que ocorre no mercado de micros hoje.

Não sei se devo optar pelo processador Pentium II-450 ou pelo Pentium III- 450. Quais ganhos eu teria optando pelo Pentium III?

O Pentium III é um Pentium II com duas características novas: instruções Streaming SIMD ("MMX2") e número de série. Essas novas instruções aceleram aplicações multimídia que sejam escritas para esse processador. Já o número de série permite a identificação exata de qual é o processador instalado na máquina, permitindo que aplicações na Internet verifiquem qual é o micro que está conectado a um determinado. Isso pode ser útil futuramente em sites de compras on-line e similares, para identificar automaticamente o usuário que está acessando o site sem a necessidade de digitação de informações, mas está gerando uma série de polêmicas envolvendo a invasão de privacidade. Por isso, esse recurso pode ser desabilitado, tanto por hardware quanto por software. Tecnologicamente falando, o Pentium II e Pentium III são iguais e, portanto, você não sentirá diferença de desempenho entre um Pentium II-450 e um Pentium III-450. A não ser que você seja um daqueles usuários que gostam de encher a boca para dizer que tem um micro de última geração, nossa recomendação é que você escolha o Pentium II, pois é mais barato.

Para instalar o processador Pentium III em uma máquina que tem o Pentium II instalado, basta trocar o processador?

O Pentium III trabalha externamente a 100 MHz. Dessa forma, essa troca só é possível em máquinas com placas-mãe que suportem o barramento de 100 MHz, como, por exemplo, as que utilizam o chipset (circuito) Intel 440BX. Em outras palavras, em micros onde o processador instalado seja um Pentium II a partir de 350 MHz você poderá executar essa troca diretamente. Você não poderá instalar o Pentium III em placas-mãe de 66 MHz pois, apesar de funcionar, o desempenho será baixo. Ao efetuar a troca, pode ser que o micro não identifique corretamente o processador durante o boot. Se isso ocorrer, basta efetuar um upgrade de BIOS, executando os arquivos disponíveis para essa finalidade no site do fabricante da placa-mãe na Internet.

Pensamos em adquirir maquinas equipadas com Pentium MMX-233. A empresa que apresentou menor preço nos forneceu equipamentos com processadores K6-2-266, da AMD, argumentando que tal equipamento era mais veloz e que também possuía tecnologia MMX. O processador K6-2-266 da AMD realmente possui tal tecnologia ou similar?

A decisão tomada na compra dos equipamentos foi correta. O processador K6 da AMD possui tecnologia MMX e é realmente mais rápido que o Pentium MMX. Dessa forma, não há nada de irregular nessa operação, pelo contrário: vocês compraram computadores mais rápidos e por um preço inferior.

Qual a diferença entre os processadores Xeon e os demais da família Intel?

Existem atualmente dois modelos de Xeon: Pentium II Xeon e Pentium III Xeon. A diferença deles para o Pentium II e Pentium III é que o cache de memória L2 é acessado na mesma freqüência interna do processador, enquanto no Pentium II e no Pentium III o cache L2 é acessado na metade da freqüência de operação. Dessa forma, em um Pentium II-400 o cache L2 é acessado a 200 MHz, enquanto em um Pentium II Xeon esse circuito é acessado a 400 MHz, o que garante um desempenho superior para os processadores dessa família. São conectados à placa-mãe através de um conector chamado slot 2 (ou conector de 330 contatos) que é totalmente diferente do conector usado pelos Pentium II e Pentium III e, com isso, necessita de um modelo diferente de placa-mãe. No Pentium II e Pentium III o cache L2 é fixo em 512 KB; enquanto isso o Pentium II Xeon e Pentium III Xeon possuem modelos com 512 KB, 1 MB ou 2 MB de cache. A capacidade de multiprocessamento simétrico - isto é, a utilização de mais de um processador em uma mesma placa-mãe - é maior. Enquanto o Pentium II e o Pentium III permitem multiprocessamento direto com até 2 processadores, o Pentium II Xeon e o Pentium III Xeon permitem multiprocessamento com até 4 processadores (ou 8 processadores, no caso do modelo com 2 MB de cache L2). Como você pode perceber pelas suas características, essa família de processadores é destinada a servidores de rede. Essa família de processadores possui um desempenho altíssimo, mas é muito cara, ficando praticamente restrita ao mercado corporativo.

Estou recebendo em minhas mãos uma placa-mãe com soquete PGA 370. No manual fala para ser usada com o Processador Celeron PGA 370. Qual é a novidade neste processador? O fabricante da placa é a GigaByte e o modelo é GA-6LM7. Só muda o encapsulamento do processador? E o desempenho?

O Celeron, que é um Pentium II de baixo custo e com desempenho menor, é tradicionalmente vendido já soldado em uma placa, sendo instalado em placas-mãe slot 1, o mesmo tipo de placa-mãe utilizado pelo processador Pentium II e Pentium III. De forma a baratear o custo desse processador, a Intel lançou recentemente um novo modelo de Celeron que, em vez de ser soldado em uma placa, possui terminais (similar ao que ocorre com o Pentium e Pentium MMX), de forma a ser encaixado em um soquete na placa-mãe. Esse modelo de Celeron necessita obrigatoriamente de placas-mãe com esse novo modelo de soquete, chamado soquete 370. Esse tipo de placa-mãe é mais barato que placas-mãe slot 1. Note que, apesar de usar soquete, o padrão de pinagem é diferente do utilizado pelos processadores Pentium e Pentium MMX e, por isso, esse tipo de processador não pode ser instalado em placas-mãe para Pentium (placas-mãe soquete 7) e vice-versa. Ainda não testamos o desempenho desse processador, mas acreditamos que seja o mesmo do modelo tradicional.

Vi uma grande diferença de preço entre o K6-2 e o Pentium II equivalente. Existe alguma desvantagem na aquisição desse processador? Compensa comprá-lo?

Fizemos diversos testes comparativos entre esses processadores. Você poderá ler em http://www.clubedohardware.com.br/artigos/767. O K6-2 possui desempenho de processamento similar a um Pentium II de mesmo clock. A grande vantagem do K6-2 sobre o Pentium II é o seu preço. Já a grande desvantagem é o desempenho matemático. De acordo com os nossos testes, um K6-2-300 possui desempenho matemático 36,71% inferior a um Pentium II-300. O desempenho matemático influi em aplicações que utilizam muitos cálculos matemáticos como 3D Studio, Autocad e jogos 3D, como Quake e Duke Nuken.

Qual é o "encaixe" utilizado pelo Pentium III? Estou para comprar um Pentium II com placa mãe . Esta placa mãe suporta o Pentium III, no caso de um futuro "upgrade" de processador?

Sim. O Pentium III utiliza o mesmo sistema de encaixe do Pentium II, chamado slot 1 (ou slot de 242 conectores). Como ele trabalha externamente a 100 MHz, similarmente a todos os modelos de Pentium II a partir de 350 MHz, isso significa que qualquer placa-mãe originalmente projetada pelo Pentium II suporta o Pentium III, desde que ela consiga trabalhar a 100 MHz. Pode ocorrer de você instalar um Pentium III em uma placa-mãe de 100 MHz fabricada antes do Pentium III ter sido lançado e, por causa disso, o micro não ligar ou então não detectar corretamente o processador instalado. Nesse caso, basta executar um upgrade de BIOS na placa-mãe. Esse procedimento é feito através de software, que pode ser baixado no site do fabricante da placa-mãe na Internet.

Qual é a diferença do Pentium II para o Pentium III?

Tanto o Pentium II quanto o Pentium III são processadores Intel de sexta geração e usam a mesma arquitetura de processamento, genericamente chamada P6, que também é usada pelos processadores Pentium Pro, Celeron, Pentium II Xeon e Pentium III Xeon. O Pentium III é exatamente igual a um Pentium II, com três novidades básicas:

Tecnologia MMX2 (essa tecnologia também é conhecida por outros nomes, como Streaming SIMD, KNI e FPMMX), que trata-se de 70 novas instruções ao mesmo estilo da tecnologia 3Dnow! da AMD sendo, porém, incompatível com esta tecnologia. Assim como ocorre com o MMX, para usar essa tecnologia o programa precisa ser escrito para ela.

Arquitetura do co-processador matemático superescalar, permitindo o uso simultâneo de instruções MMX e MMX2 e do co-processador matemático.

Número de série: Todos os processadores a partir do Pentium III possuirão um número de série único, que permite identificar o processador através de redes, especialmente da Internet. Isso permite a identificação imediata do usuário quando ele se conectar a um site em que ele esteja cadastrado, por exemplo. Muitos usuários estão com receio dessa nova versatilidade. Não é preciso se preocupar. O número de série do processador pode ser desabilitado tanto através de hardware quanto através de software, com o uso de um programa que pode ser baixado do site da Intel.

O Pentium III Xeon é um Pentium III onde o cache de memória L2 opera na mesma freqüência do processador. No Pentium II e no Pentium III, o cache trabalha na metade da freqüência de operação do processador.

Encontro-me confuso sobre a diferença de velocidade entre os processadores Celeron e os não-Celeron de mesma velocidade. Estou vendendo estas máquinas, porém, já li em muitos lugares que ele tem umo desempenho abaixo até mesmo dos modelos MMX! Gostaria de saber qual a principal diferença. Saber também sobre o desempenho. Posso vendê-lo como se fosse um Pentium II e ficar com a consciência limpa?

O erro mais comum é confundir velocidade com freqüência de operação. Por exemplo, um Pentium II-266 e um Celeron-266 possuem a mesma freqüência de operação interna, porém possuem velocidades (desempenhos) diferentes. Isso ocorre porque os processadores Celeron até 300 MHz não possuem cache de memória L2. Esse dispositivo é uma memória que serve de intermediária no acesso à memória RAM do micro, pois a memória RAM é mais lenta que o processador. Como em pelo menos 80% das vezes em que o processador busca dados da memória ele na verdade acessa o cache de memória, não ter esse dispositivo faz com que o desempenho caia drasticamente. Em testes que realizamos o Celeron-266 é mais lento que o Pentium MMX-233. Entretanto, existe um segundo modelo de Celeron, chamado Celeron-A, que possui um cache de memória L2 de 128 KB. Esse processador é bem mais rápido que os modelos sem cache, mas continuam mais lentos que o Pentium II. Outro erro que detectamos é definir o processador Pentium MMX como "modelo MMX". Todos os processadores a partir do Pentium II (incluindo o Celeron) possuem essa tecnologia, o que torna essa nomenclatura confusa. Vender Celeron como se fosse Pentium II é crime, pois são dois processadores diferentes.

As placas-mãe para Pentium II precisam ter algum jumper configurado para voltagem do processador?

O processador Pentium II possui pinos de identificação de voltagem. Dessa maneira, ele informa à placa-mãe qual a sua voltagem, não havendo a necessidade de se configurar jumpers na placa-mãe. Por esse motivo, placas-mãe para processadores Pentium II (e posteriores) não possuem jumpers para a configuração da tensão de alimentação do processador.

O Pentium MMX é de 32 bits e o Pentium II é de 64 bits?

Todos os processadores a partir do 386 são processadores de 32 bits, incluindo o Pentium II e o Pentium MMX. A partir do Pentium, os processadores possuem um barramento de dados de 64 bits, isto é, eles transferem dados para a memória RAM a 64 bits por vez.

Posso ter uma placa-mãe que suporte tanto o Pentium MMX quanto o Pentium II, para que no futuro venha a trocar somente o processador?

Cada placa-mãe é construída para ser usada com uma série de processadores. Os processadores Pentium, Pentium MMX, K6, K6-2, 6x86, 6x86MX e MII utilizam um padrão de pinagem chamado soquete 7. Já os processadores Pentium II e Celeron utilizam um padrão chamado slot 1. Isso significa que você não pode instalar um processador Pentium MMX em uma placa-mãe slot 1 nem um Pentium II em uma placa-mãe soquete 7, da mesma forma que não existem placas-mãe que suportem simultaneamente processadores soquete 7 e slot 1.

Existe alguma placa-mãe que comporte dois processadores Pentium MMX? Caso exista, o Windows 98 é capaz de controlar essa placa? O desempenho de um micro utilizando dois processadores aumenta?

Os processadores Pentium, Pentium MMX e Pentium II foram construídos pensando no multiprocessamento simétrico (SMP) no padrão APIC. Eles podem funcionar em uma placa-mãe com até dois processadores iguais instalados. Isto é, você pode comprar uma placa-mãe Dual Pentium e instalar dois processadores Pentium MMX-233, por exemplo. Entretanto, é obrigatório que o sistema operacional seja capaz de executar o multiprocessamento. O Windows 98, como foi desenvolvido para usuários caseiros, não permite esse recurso. O sistema operacional mais conhecido que permite o multiprocessamento simétrico é o Windows NT, além de diversas versões do Unix. Nesse modo de operação, o sistema operacional distribui tarefas entre os processadores da placa-mãe. Esse recurso é bastante utilizado em computadores servidores de redes locais, onde a carga de processamento pode exigir tanta "potência". Para uma única aplicação, como é utilizado para maioria dos usuários, não há o menor sentido utilizar computadores desse tipo, já que o desempenho global não aumentará.

Comprei um computador com processador Pentium II-300 com a garantia de que ele não tinha um processador Celeron. Usei o PC-Config que detectou o processador como um Celeron-300. Porém, reiniciando o computador em modo DOS, o programa detecta o processador com um Pentium II-300. Como posso descobrir se meu processador é realmente um Celeron para poder exigir explicação e substituição na loja onde comprei o meu micro?

Realmente há por aí profissionais inescrupulosos vendendo processadores Celeron como se fosse processadores Pentium II. O Celeron é um processador Pentium II com algumas diferenças na memória cache L2, tendo um custo bem inferior. A placa-mãe que o Celeron utiliza é a mesma do Pentium II, pois ambos são encaixados na placa-mãe através de um conector chamado slot 1. Algumas placas-mãe mais antigas detectam o Celeron como Pentium II, aí você já viu, né? Para você identificar corretamente o processador que está instalado em seu micro, a maneira correta é dando um boot na máquina em "somente prompt do modo de segurança". Para isso, pressione a tecla F8 ao ligar o micro, escolhendo a opção "somente prompt do modo de segurança" do menu que aparecerá. A seguir, execute o programa PC-Config que detectará corretamente o processador instalado. Caso ele detecte o processador como sendo um Celeron, procure a loja onde você comprou o micro para os procedimentos cabíveis e coloque-a no cadastro de maus fornecedores do Procon.

Qual a diferença entre o Pentium II e o Pentium II Xeon?

O Pentium II Xeon é um Pentium II destinado ao mercado de servidores e estações gráficas. As diferenças básicas são: Possibilidade de trabalhar com até 8 processadores (o Pentium II só possibilita 2), endereçamento de maior quantidade de memória (64 GB contra 512 MB do Pentium II), e cache L2 de até 2 MB (contra 512 KB do Pentium II) acessado na mesma freqüência de operação que o processador (no Pentium II, o cache L2 é acessado na metade da freqüência). O Xeon também utiliza um slot diferente do Pentium II e seu preço é bem maior. Não há grandes diferenças de desempenho para o usuário comum.

Qual a diferença entre Pentium II e Celeron? Qual o verdadeiro desempenho do Celeron?

Um Celeron é basicamente um Pentium II com algumas diferenças na memória cache L2. As primeiras versões do Celeron (266 e 300 MHz) não tinham cache L2, fazendo com que este processador tivesse um péssimo desempenho. As novas versões do Celeron (300A, 333, 366 e 400 MHz) possuem um cache L2 de 128 KB (o Pentium II tem um cache L2 de 512 KB) que é acessado na mesma freqüência de operação do processador (no Pentium II, o cache L2 é acessado na metade da freqüência). A maior freqüência de opereção do cache L2 parece compensar seu menor tamanho, já que um Celeron com cache tem o mesmo ou maior desempenho que um Pentium II da mesma freqüência. Além disso, o preço do Celeron é quase a metado do preço do Pentium II.

Qual a diferença do Pentium II e Pentium Pro, já que ambos possuem o cache integrado ao processador?

Há duas diferenças básicas. No Pentium Pro, tanto o cache L1 (de 16 KB, dividido em dois de 8 KB, um para dados e outro para instruções) quanto o cache L2 (de 256 KB, 512 KB ou 1 MB) estão integrados dentro do próprio processador. No caso do Pentium II, somente o cache L1 (de 32 KB, dividido em dois de 16 KB) está integrado ao processador. O cache L2 (de 512 KB) não está dentro do processador, mas sim no substrato do cartucho SEC onde o Pentium II é montado. No Pentium Pro o cache L2 trabalha na mesma freqüência de operação interna do processador, enquanto no Pentium II o cache L2 trabalha na metade da freqüência de operação interna. A segunda grande diferença é a existência, no Pentium II, do registrador de segmento, inexistente no Pentium Pro. Esta modificação faz com que o Pentium II seja excelente tanto para sistemas operacionais de 16 bits quanto de 32 bits, enquanto o Pentium Pro apresenta baixo desempenho em sistemas operacionais de 16 bits e no Windows 95 - por ser um sistema operacional híbrido.

Em uma de suas dicas, você revela que é possível usar o processador AMD K6 de 233 MHz em placas-mãe que suportam somente até 200 MHz. Posso fazer o mesmo com um Pentium MMX? Tenho uma placa com o chipset Intel 430VX que suporta Pentium de 75 a 200 MHz posso usar o Pentium MMX-233 ou o AMD K6-233? Neste caso alguma parte da placa-mãe fica com clock acima do normal? Uma vez você falou sobre overclock nesta seção. Gostaria de saber se posso configurar meu Pentium-133 para funcionar em 166 MHz sem que o mesmo aqueça e pife. Quem multiplica o clock interno do processador, é ele mesmo ou é a placa-mãe? A freqüência interna do processador está presente em algum ponto externo da placa-mãe?

Vamos por partes! Quando um processador é fabricado, o fabricante não tem como saber de antemão qual será a freqüência de operação em que ele será capaz de trabalhar. Quando a pastilha do processador sai do forno, ela é testada e só então o fabricante define sua freqüência de operação. Por este motivo, há a necessidade de configuração de jumpers na placa-mãe, pois o processador não sabe qual é a sua freqüência de operação! Ele é alimentado externamente por uma freqüência de operação de 66 MHz (no caso do Pentium, Pentium MMX e K6 que você cita) e, internamente, multiplica o clock conforme a configuração indicada pelos jumpers da placa-mãe. Ou seja, nenhuma placa-mãe trabalha a 200 MHz ou a 233 MHz, somente a 66 MHz! Quando um processador de 200 MHz ou de 233 MHz é instalado, a placa-mãe continua trabalhando a apenas 66 MHz! Por este motivo é possível instalar qualquer processador de qualquer freqüência de operação interna em uma placa-mãe desenvolvida para Pentium - como é o caso do K6-233 e do Pentium MMX-233. A única diferença é do fator de multiplicação do processador. Como o clock quem multiplica é o próprio processador, não há com o que se preocupar. A sua frase "placas-mãe que suportam somente até 200 MHz" está errada, já que na realidade deveria ser "placas-mãe que suportam somente até 66 MHz". Em relação ao overclock, pode funcionar, mas é bem mais provável que não funcione. Você configurando o seu processador a trabalhar a 166 MHz fará com que ele trabalhe a uma freqüência de operação acima da aprovada pelo fabricante. Nenhum fabricante é bobo de colocar no mercado um processador de 166 MHz marcado como 133 MHz - afinal o Pentium-166 é mais caro! Apesar disto, algumas vezes funciona. O único ponto importante é você configurar a tensão de alimentação do processador com 3,2 V para que ele não se superaqueça.

Porque a Intel passou a dar nomes a seus processadores? Porque o Pentium não se chama "80586"?

O que aconteceu foi o seguinte: na época do 486, a Intel adotava a nomenclatura numérica para a sua linha de processadores. Porém, de uma união da Texas Instruments, Cyrix e IBM saiu o projeto de um processador chamado 486DLC. Este processador, na verdade não é um 486. Ele é um 386 com o mesmo conjunto de instruções do 486 (isto é mole de ser feito, pois só há 6 novas instruções no 486) e com um cache de memória interno de 1 KB. Porém utiliza a mesma pinagem e placa-mãe do 386. Também não possui co-processador matemático embutido. Precisa de um 387DX... DLC significaria DX Low Cost. Caso pior foi o do 486SLC (SX Low Cost), que na verdade era um 386SX (pasmem!). A Intel ficou tiririca da vida: imagine só um fabricante lançando um processador porcaria (como o 486SLC) que na verdade era um 386, porém utilizava a moderna nomenclatura "486". O que teve de leigo comprando gato por lebre por aí não foi fácil... A Intel nada podia fazer: números não podem ser patenteados. Você não pode patentear "100W" e querer processar os fabricantes de lâmpadas incandescentes... Para resolver esta situação, a Intel passou a adotar nomes. Nomes podem ser registrados, patenteados. E ninguém pode copiá-los. Mas o mercado continua cheio de "picaretagens tecno-marketeiras". É o caso do "5x86" da Cyrix ou da AMD que na verdade é um "486DX5", utilizando placa-mãe de 486. Mas o que tem de gente por aí achando que estes 5x86 são equivalentes a Pentium não está no mapa...

As primeiras reportagens sobre o Pentium MMX (antes de seu lançamento) diziam que não haveria necessidade de se usar uma placa de som, já que o processador se encarregaria dessa função também. Isso é verdade? Caso contrário, qual é a melhora que o sistema MMX traz, além dos trabalhos com gráficos?

Toda essa história que o Pentium MMX não precisa de placa de vídeo ou som é pura mentira e foi veiculada por pessoas sem o conhecimento técnico adequado. O MMX é um novo conjunto de instruções do processador e que afeta somente o software. Para tirar proveito do MMX você precisará de programas específicos para este processador - como, por exemplo, novas versões de jogos 3D e a última versão do Photoshop. Caso contrário, o seu Pentium MMX será utilizado como um Pentium normal.

Quero instalar um Pentium MMX-233 MHz mas minha placa-mãe não tem a a multiplicação de clock 3.5x. A placa tem a tensão de 2.8V. É possivél instalar o 233 nessa placa?

O processador Pentium MMX-233 MHz trabalha externamente a 66 MHz, multiplicando o clock por 3,5 x, obtendo internamente 233 MHz, além de sua tensão de alimentação ser de 2,8 V. Os jumpers da placa-mãe, entretanto, deverão ser configurados como se a multiplicação de clock fosse de 1,5 x (igual ao Pentium-100). Isto faz com que o processador, internamente, multiplique o clock por 3,5 x. A explicação é simples: no Pentium MMX, a posição dos jumpers que corresponde à multiplicação por 1,5 x foi substituída pela multiplicação de clock por 3,5 x. O processador, portanto, entende que o clock deve ser multiplicado por 3,5 x e não 1,5 x.

O processador Pentium OverDrive de 83MHz é compatível com o micro IBM Aptiva 486SX33 (aceita até DX2-66)?

Provavelmente, não. O Pentium Overdrive (também conhecido como P24T) utiliza um soquete um pouco maior que o 486DX2, pois possui mais terminais. Se no manual técnico de seu Aptiva fizer referência ao P24T, isto significa que você pode instalá-lo. O Pentium Overdrive MMX existe e já está à venda. No Brasil você encontra tanto o Pentium Overdrive quanto o Pentium Overdrive MMX nos seguintes distribuidores: SND (011-230-8333), Hitech (011-882-4130), Alcatéia (011-222-9133) e Itautec/Philco (011-873-3530).

Qual a tensão correta para processadores Pentium?

Existem dois tipos de processador Pentium: os que utilizam a tensão de alimentação de 3,3 V (a maioria) e os que utilizam a tensão de alimentação de 3,5 V. A correta tensão de alimentação que o seu processador deverá utilizar está estampada em sua parte inferior, através de um código. Na última linha existe um código no formato "xxxxx/abc". A letra que estiver no lugar de "a" indica a tensão de alimentação do processador: "S" significa 3,3 V e "V" significa 3,5 V. No caso do Pentium MMX, sua tensão de alimentação é de 2,8 V.

Os processadores Pentium MMX precisam de uma placa-mãe diferente da Pentium comum?

Os processadores Pentium clássico são alimentados com 3,3 V, enquanto os processadores Pentium MMX são alimentados com 2,8 V. Para uma placa-mãe aceitar o Pentium MMX, basta ela ter a opção de alimentar o processador com 2,8 V. Qualquer placa-mãe capaz de fornecer esta tensão de alimentação é capaz de trabalhar com o Pentium MMX. Essa é a única configuração diferente na placa-mãe. As demais configurações devem ser executadas como se o processador fosse um Pentium clássico.

Ao executar o MSD do MS-DOS meu processador Pentium é mostrado como um 486DX. Por que isto acontece?

Simples. Um programa escrito antes de um novo periférico ou processador ter sido inventado nunca poderá detectá-lo, simplesmente por desconhecê-lo! Não se trata de nenhum defeito, é apenas uma limitação do programa de diagnóstico que está sendo utilizado, que é muito antigo. Por este motivo, o MSD reconhece um Pentium como 486DX, já que o MSD foi escrito antes do Pentium ter sido inventado.

Testei meu Pentium II de 300 MHz com o programa ctp2info.exe e o resultado foi: "GenuineIntel - L2 ECC: not present and not enable - Detect: PII 301 MHz without ECC". É falso ? Todos os Pentium II de 300 MHz possuem ECC? No processador há a seguinte inscrição: "80522PX300512EC".

Ao que tudo indica, o seu processador é falsificado, sendo na verdade um Pentium II- 266 ou 233 remarcado. Todo Pentium II a partir de 300 MHz possui memória cache ECC. Você pode reparar isso em sua nomenclatura: "80522PX" é o código da Intel para Pentium II, "300" indica a freqüência de operação (300 MHz), "512" indica o tamanho do cache de memória L2 (512 KB) e, por fim, "EC" indica a existência do modo ECC. Como o programa indica que o modo ECC não está presente nem habilitado, só nos resta a concluir que o seu processador é falso. Aconselho a você trocá-lo com o vendedor.

Quais são os Pentium II que suportam barramento de 100MHz (Deschutes)?

O Pentium II assim como todos os demais processadores atuais trabalham externamente a 66 MHz. A freqüência de operação estampada (300 MHz, por exemplo) é atingida somente dentro do processador. Externamente (ou seja, na placa-mãe), o processador continua trabalhando a 66 MHz. Este é um grande problema encontrado para aumentar a velocidade do micro. Basta pensar que tanto um Pentium-66 quanto um Pentium II-333 trabalham externamente a apenas 66 MHz, acessando a memória RAM à mesma velocidade. Tanto que você pode reparar que não há tanta diferença de performance entre um Pentium-166 e um Pentium-200 ou entre um Pentium II-300 e um Pentium II-333. O "Deschutes" é um Pentium II que trabalha externamente a 100 MHz, conseguindo, finalmente, romper a barreira dos 66 MHz e realmente ser mais rápido. Ele está sendo comercializado no mundo todo, inclusive no Brasil. Na verdade, todo Pentium II a partir de 350 MHz é "Deschutes" (barramento de 100 MHz), enquanto os Pentium II até 333 MHz são Pentium II "normais" (barramento de 66 MHz). Assim, os Pentium II-300 e 333 trabalham externamente a 66 MHz, enquanto os Pentium II-350 e 400 trabalham externamente a 100 MHz. A diferença de performance é muito grande. A grande dica é comprar uma placa-mãe de boa qualidade, que consiga trabalhar a 100 MHz. Para o Deschutes, atualmente as melhores placas-mãe são as que possuem o chipset Intel 440BX. As marcas recomendadas são as mesmas de sempre: ASUS, Soyo, QDI, Tyan, ABIT, etc.

Que programa utilizar para fazer testes de perfomance de processadores?

Um excelente programa para esse fim é o Winbench, que pode ser encontrado em http://www.zdbop.com

Em uma placa-mãe Pentium 100,o jumper do "cpu clock speed option" está configurando para 50 MHz, não deveria estar para 66 MHz?

Sim, você está correto! O Pentium 100 MHz trabalha externamente a 66 MHz e com fator de multiplicação 1,5.

Posso substituir meu Pentium MMX por um K6-2 sem trocar minha placa-mãe?

Somente se você optar pelo K6-2 AFR66, que é um modelo de K6-2 que trabalha externamente a 66 MHz. Obviamente esse modelo de K6-2 tem um desempenho inferior aos demais modelos de K6-2 que trabalham a 100 MHz (ou 95 MHz, no caso do K6-2-333). Caso você opte por usar um processador de 95 ou 100 MHz, você precisará trocar também a placa-mãe (por uma Super7) e a memória (por modelo PC-100). O Pentium e o Pentium MMX trabalham externamente a 66 MHz, enquanto o K6-2 trabalha externamente a 100 MHz. Desta forma, para fazer o "upgrade" em sua máquina, você precisará trocar também a placa-mãe por uma nova, que consiga trabalhar a 100 MHz. De preferência utilize placas-mãe com o chipset MVP3 da VIA Technologies, que é o melhor chipset para esse processador.

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