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Economia dos EUA é uma bolha pior que a daInternet

11 posts neste tópico

Economia dos EUA em bolha pior que a da internet

Magnet

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O jornal Boston Herald conseguiu alguns dados da apresentação, bem como declarações de analistas presentes que não quiseram se identificar. Um deles afirmou que o discurso de Roach "bateu forte de tão extremo que foi". O analista da Morgan Stanley teria dito que os EUA têm 30% de chance de enfrentar graves problemas em breve e 60% de chance de ficar estagnados por um tempo e conseguir adiar o tal apocalipse.

O déficit recorde do país, segundo Roach, significa que o dólar vai continuar caindo. O Federal Reserve será então forçado a aumentar as taxas de juros mais rápido do que gostaria para manter os estrangeiros comprando bônus do Tesouro. O problema dessa prática é que os americanos endividados levarão um duro golpe. Para sair do déficit com o resto do mundo, o país tem que importar US$ 2.6 bilhões (R$ 7.2 bilhões) diariamente, o que é insustentável.

A dívida interna americana alcançou níveis recordes: há 20 anos ela respondia por cerca de 50% da economia. Hoje esses gastos ocupam a faixa de 85%. Metade dos empréstimos para compra de imóveis têm taxas variáveis, o que deixa as pessoas às altas, sendo que os juros nem subiram demais ainda - e os americanos já gastam boa parte de seu orçamento com elas.

O dólar atingiu patamares historicamente baixos nesses últimos quatro anos (sendo caindo 20% desde 2002), principalmente em comparação ao Euro, e pode ainda cair mais (de 20 a 40%) frente a moedas asiáticas como o Yen.

O encontro dos ministros da Fazenda das 20 maiores potências no último fim de semana em Berlim não trouxe o alívio à moeda americana em forma de intervenções na economia - como esperado - o que pode levar a "uma onda de falências," segundo a fonte misteriosa ouvida pelo Herald.

Por outro lado sempre há os interessados na desvalorização da moeda. Stephen Collins, presidente do Conselho da Política de Comércio Automotivo, fez lobby para a que a moeda enfraquecesse e mais carros americanos pudessem ser exportados.

Multinacionais em geral também lucraram com essa baixa: seus negócios subiram 15% em 2002, 30% em 2003 e 38% este ano, de acordo com análise de Joseph Quinlan, chefe de estratégia de mercado do Bank of America.

Nesta quarta-feira (24/11) a World Trade Organization anunciou que manterá as sanções feitas a várias exportações americanas por conta da não-retirada da Emenda Byrd de 2000, segundo a qual uma empresa que vende abaixo do preço de mercado é multada e o valor distribuído entre as concorrentes americanas que fizeram a denúncia. A emenda rende centenas de milhões ao mercado americano e encarece as exportações de outros países.

A situação pode ficar muito parecida com a enfrentada nos anos 70, quando a economia atingiu os níveis mais baixos desde a Segunda Guerra. O crescimento foi mínimo, o orçamento - como as dívidas - era alto, o preço do petróleo foi às alturas, junto com os gastos militares.

Ao final da década o país tinha pela frente juros de dois dígitos, uma onda hipotecas executadas e desemprego. A dívida orçamentária recente de US$ 412.28 bilhões (R$ 1.14 trilhões) obrigou o país a pedir empréstimos para Japão e China. A incapacidade do governo Bush em segurar os gastos fez muitos investidores espernear.

"Nesse momento, todo o nosso país está respirando por aparelhos graças à ajuda de Pequin e Tóquio," disse Peter Schiff, cabeça do Euro Pacific Capital, em referência aos dois maiores compradores de bônus dos EUA. "Quanto mais nos emprestam enquanto o dólar cai, mais dinheiro vão perder. Os ativos mais arriscados atualmente são os da América. Não posso falar para ninguém fazer investimento de longo prazo em dólar, da mesma forma que mantive meus clientes longe das empresas ponto-com no final dos anos 90. É ainda mais importante sair do dólar agora do que sair da Nasdaq em 1999".

Ainda que vários analistas de Wall Street concordem que os EUA vivam atualmente em uma perigosa bolha, também acreditam que o cenário tenebroso pintado por Roach pode ser evitado. O cabeça do Fed, Alan Greenspan, pode ter propositalmente deixado o preço do dólar cair e a inflação subir para que o impacto nas dívidas do consumidor americano aconteça em fases.

Com a inflação do país em 7% ao ano pode levar uma década para os EUA saírem do buraco, o que de qualquer forma vai afetar credores que emprestam a juros fixos.

Fonte - CAD NOTÍCIAS

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É galera...isso é uma péssima notícia...problemas na américa, problemas no mundo...e o preço dos PCs pode subir nas alturas... :ahh::ahh:

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Eu fico com meu p3 e com meu A64, até eles ficarem obsoletos, mais vou ficar muito feliz em ver os americanos com o fucin no chão. :bandeira:

Viva el EURO :bandeira:

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A principio eu tb ficaria, mas é complicado...com os EUA combalidos, infelizmente, o mundo fica combalido...a miséria no geral vai aumentar... os EUA ja sao protecionistas agora, imagine em crise então! Os caras vão fazer de tudo pra proteger ao máximo a economia deles, provavelmente diminuindo as importações que eles fazem dos outros países...ruim pro brasil :'(

Mas eu tb sou pró-europa :P

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Tá certo que os Eua tem a grana do mundo nas mãos ( atualmente ) , mas será que isso já não é o sinal que as coisas estão mudando? :goff:

Inicialmente teriamos graves problemas financeiros, sobe e desce de moeda, informática com preço lá em cima , mas e a longo prazo?

É algo de se pensar... :ZZZ:

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Postado Originalmente por CLAITOK@25 nov 2004, 21:15

Tá certo que os Eua tem a grana do mundo nas mãos ( atualmente ) , mas será que isso já não é o sinal que as coisas estão mudando? :goff:

Inicialmente teriamos graves problemas financeiros, sobe e desce de moeda, informática com preço lá em cima , mas e a longo prazo?

É algo de se pensar... :ZZZ:

Mas a dúvida é justamente esta: Vai haver longo prazo ?!?!

Pode ser que tudo se exploda antes disso...

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A situação pode ficar muito parecida com a enfrentada nos anos 70, quando a economia atingiu os níveis mais baixos desde a Segunda Guerra.
Postado Originalmente por miguel_akira@25 nov 2004, 16:47

[...] A incapacidade do governo Bush em segurar os gastos fez muitos investidores espernear. [...]

Os gastos de dezenas de milhões de dólares, senão bilhões, foram para "Guerra contra o Terrorismo", que aliás terá que ter recursos programados para esse fim o resto da vida, tamanha vontade e número de grupos afim de ensanguentar aquela terra e bandeira cheia de ostentações. O fato é que serão mais quatro anos com esse sujeito mandando no globo, e isso não vai ser fácil...

ABS.,

ATT., :joia:

OFAJ.

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Na verdade a questão é simples, se os estados unidos tiverem problemas, a gente ta ferrado, se com o final de ano o petroleo foi la pra cima, basta os estados unidos falarem em recessão e ele vai pra 70 paus, tá em 50 hoje (aproximadamente).

Parece simples a gente torcer pros estados unidos se ferrarem, mas o mais importante é que se eles se ferrarem um pouco a gente se ferra muito, e se eles se ferrarem muito, a gente vai descobrir que o fundo do poço tem subsolo.

E se a incapacidade do governo Bush em segurar os gastos fez muitos investidores espernear, eles tão fugindo do brasil (baixo risco) justamente pros states (0 risco) e pra variar, a gente se ferra.

Mas não confiem no boston herald, é furada, os analistas economicos deles não tem acertado muito não, o que vai acontecer é um desaquecimento lento da economia, caindo o padrão de crescimento atual, mas longe de recessão, por enquanto.

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:devil:

O tal apocalipse, conforme análise da reportagem anexa, está apenas adiado, restando aos seres que sabem desta realidade - que muitos ignoram - o aguardo dos próximos capítulos, com acontecimentos previsíveis em determinadas áreas, mas de futuro obscuro frente muitas outras.

ABS.,

ATT., :joia:

OFAJ.

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