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    • Gabriel Torres

      Seja um moderador do Clube do Hardware!   13-02-2016

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Especialista pede Recursos para Guerra Eletrônica

3 posts neste tópico

Nacional - O ESTADO DE S. PAULO - Terça-feira, 30 de Novembro de 2004.

Especialista pede recursos para guerra eletrônica

Simone Menocchi

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - Nos próximos anos o Brasil vai precisar investir bilhões de dólares se quiser ter seu sistema de comunicação tecnológica protegido. Esta é uma das conclusões de um grupo sessenta especialistas em guerra eletrônica e tecnologia de ponta que está reunido até amanhã no Instituto Tecnológico Aeroespacial (ITA), em São José dos Campos, para discutir como o País está se desenvolvendo neste assunto. O encontro, que acontece há seis anos, traz como novidade neste ano, segundo o coordenador do simpósio, José Edimar Barbosa de Oliveira, a grande participação de outras universidades públicas como especialistas da USP, Unesp e Universidade Federal da Bahia. "Isso prova que o assunto não é de interesse somente do ITA e do CTA. Mostra que outras universidades despertaram para a importância de se formar profissionais especializados para este setor". De acordo com Oliveira, a exemplo do Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam), que precisou de um investimento de US$1,4 bilhão e gerou 2.100 empregos para profissionais da área de tecnologia, a guerra eletrônica segue o mesmo caminho.

"Vamos precisar de bilhões e bilhões de dólares para criar um sistema de proteção robusto que garanta ao Brasil a redução na dependência externa em relação a sistemas de segurança, equipamentos e serviços vinculados à guerra eletrônica". O professor diz que o grupo de especialistas não sabe precisar o valor exato dos futuros investimentos. "Mas teremos que fazer o que todo país como Canadá e Estados Unidos fazem". O grupo acredita que hoje existe, por parte do governo federal, uma consciência da necessidade de se investir e sempre se atualizar. "Podemos dizer que o Brasil está bem, está avançando, mas não pode parar, pois cada dia surge um novo sistema que pode ser mais eficiente que o que já existe". Guerra eletrônica é um conjunto de ações que tem por principal objetivo proteger os sistemas de comunicação do país, seja na área de telefonia, de tecnologia, de controle aéreo, entre outras. "O termo guerra é usado porque há competição e não porque queremos destruir alguém", explica o professor do ITA.

Do encontro participam também cinco empresas multinacionais e nacionais. Para Oliveira, o interesse das universidades e do governo federal em guerra eletrônica, além de proteger os sistemas de comunicação do país, vai ainda criar profissionais e gerar empregos. "O Brasil tem oito milhões de quilômetros quadrados para ser protegido e temos que criar mecanismos pra isso, que vão gerar um novo mercado, por isso o interesse das universidades".

* Noticia supra é fiel à íntegra publicada no jornal, com nome da Fonte, Autor Original e Link para acesso ao veículo inseridos no corpo do tópico.

ABS.,

ATT., :joia:

OFAJ.

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Estou vendo que o governo brasileiro gosta realmente muito de elefantes brancos. :devil:

Notícias destas deixam realmente perceber o chico-espertismo que há com a história do custo dos medicamentos e as patentes...

Já agora, porque é que será que o Brasil anda sempre atrasado e em contra-ciclo? Há uns anos eram nos EUA que as tretas da guerra eletrónica tinham pegado e se tornado uma máquina de sacar dinheiro dos cofres do estado para muitas empresas de TI e "investigadores" e "consultores de segurança". Agora que esses inútes estão desacreditados nos EUA (foram substituídos por outros ladrões e outras paranóias) chegou a moda ao Brasil.

Se a coisa é mesmo só militar, então devem estar loucos se pensam que podem competir com a industria de armamento americana, ou mesmo a europeia ou a russa. Não têm dimensão para isso, mas vale esquecerem a quimera da auto-suficiência. Se fossem espertos estavam a formar consórcios com os países vizinhos, como os europeus fizeram quando perceberam que só podiam ter peso no mundo juntos...

Outra coisa engraçada é precisamente a paranóia do governo brasileiro, da "redução da dependência externa". Quando é que ele vai perceber que somos um país grande, mas somos pequenos quando comparados com o mundo? Que não é boa estratégia querer fazer tudo? Com a estratégia que ele têm tido o que se passa é que o governo copia tudo o que pode para produção interna mas não consegue competir no comércio mundial em quase nada.

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Concordo plenamente!

Se o governo tivesse realmente preocupado com isso, faria diferentemente.

Isso parece desculpa para doar mais alguns milhares de dólares pra alguma firma...

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