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Acordo da IBM beneficia Dell e HP.

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Economia - O ESTADO DE S. PAULO - Sexta-feira, 10 de Dezembro de 2004.

Acordo da IBM beneficia Dell e HP. Por enquanto

Segundo analistas, concorrentes conseguirão alguns novos clientes, aproveitando-se do momento de incerteza criado pela transferência das operações de PCs para chineses

Dan Zehr

The New York Times

AUSTIN - A compra da divisão de computadores pessoais da IBM pela chinesa Lenovo resolve alguns problemas para as duas empresas, mas também deve beneficiar seus concorrentes, pelo menos no curto prazo. Analistas afirma que a Dell e a HP, as duas maiores fabricantes de PCs do mundo, conquistaram alguns clientes novos, ante as incertezas que um acordo deste tamanho acaba sempre criando. Ontem, a IBM anunciou a venda da divisão para os chineses por US$ 1,75 bilhão. A empresa americana ficou com 18,9% da Lenovo.

Mas o quanto a Dell e a HP vão ganhar de fato dependerá da capacidade de a Lenovo e a IBM tirarem vantagem da aliança recém-anunciada. A IBM é um nome de referência entre empresas ao redor do globo, enquanto a Lenovo domina a China, o mercado que cresce mais rápido no mundo. "Esta nova empresa não pode ser subestimada", afirmou o analista Tom Bittman, do Gartner.

Mas as fusões nunca são tão simples quanto somar um mais um. Normalmente, existe também um sinal de menos na equação. Quando a HP absorveu a Compaq, em 2002, tornou-se a segunda maior do mundo. Mas a Dell e a IBM também tiveram um incentivo de vendas, conquistando clientes das empresas em fusão. Grandes compradores de tecnologia preferem estabilidade, e qualquer mudança ou incerteza tende a torná-los nervosos, afirmou Chuck Jones, ex-vendedor da IBM que hoje ajuda a administrar US$ 18 bilhões na Stein Roe Investment Counsel, em São Francisco.

Segundo ele, apesar do fato que a maioria dos clientes deve continuar na IBM, eles pelo menos vão considerar se devem fazê-lo ou não. "Se pensarmos na fusão entre a HP e a Compaq, trata-se de um processo muito parecido", afirmou Jones. "A diferença é que este acordo é muito mais radical, com uma empresa chinesa, e não somente duas companhias americanas."

A HP já conversou com alguns clientes da IBM que estão avaliando mudar de fornecedor, de acordo com Deborah Nelson, vice-presidente de Marketing do Grupo de Sistemas Pessoais da HP. Eles estão agora promovendo a empresa com palavras como "comprometida" e "estável". "Somos conhecidos no mercado", afirmou Deborah. "A Lenovo é desconhecida."

Mesmo assim, a Lenovo conseguiu o direito de usar o nome IBM em seus produtos por mais cinco anos. "Daremos continuidade à nossa estratégia de inovação na nova Lenovo", afirmou Fran O'Sullivan, gerente-geral da divisão de PCs da IBM, que assumirá o posto de diretor de Operações da Lenovo hoje. Na Ásia, não haverá problema em atrair clientes com o nome Lenovo, líder de mercado na região. A HP e a Dell fazem progressos na região, mas ainda estão bem atrás da Lenovo, que domina 26,8% do mercado chinês.

* Noticia supra é fiel à íntegra publicada no jornal, com nome da Fonte, Autor Original e Link para acesso ao veículo inseridos no corpo do tópico.

ABS.,

ATT., :joia:

OFAJ.

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