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Telemar defende Universalização da Banda Larga

7 posts neste tópico

Internet - Valor Econômico Online - Segunda-feira, 20 de Dezembro de 2004.

Telemar defende modelo de PPP para universalizar banda larga

Talita Moreira De São Paulo

A Telemar discute com o governo federal um modelo de parceria público-privada (PPP) para universalizar o acesso à internet no país.

A operadora já apresentou informalmente ao Ministério das Comunicações e à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) uma proposta para oferecer banda larga em escolas públicas.

Em vez de metas para disseminar o serviço - como sugeriu a Telefônica -, a Telemar defende a atuação conjunta com o governo. Conforme a empresa, em seis anos é possível levar internet a 50 mil escolas públicas (30% do total no país), onde estudam 30 milhões de crianças (70% dos alunos).

Numa etapa inicial, o projeto atenderia 20 mil escolas, a um custo de R$ 1,5 bilhão. Desse total, de R$ 100 milhões a R$ 300 milhões seriam gastos pelas teles para levar a rede às escolas. Para isso, as empresas poderiam utilizar recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) - hoje travados por falta de regulamentação. O restante seria referente à aquisição de computadores, a cargo do governo.

"Temos de começar pelas áreas onde já existe infra-estrutura de banda larga. É mais realista", diz o diretor de estratégia corporativa da Telemar, André Bianchi. Numa segunda fase, o acesso chegaria a áreas mais remotas.

O modelo segue um projeto de inclusão digital que a operadora já desenvolve, mas hoje é feito em parceria com prefeituras e tem alcance pequeno. A área de concessão da Telemar concentra 70% das escolas públicas do país.

Bianchi afirma que a universalização da internet não deveria ser estipulada como meta nos contratos de concessão das operadoras.

Na semana passada, o vice-presidente de planejamento estratégico da Telefônica, Eduardo Navarro, sugeriu que o governo definisse metas de universalização da internet. Segundo ele, os investimentos poderiam ser financiados com as tarifas de interconexão (cobradas quando uma tele usa a rede de outra para completar chamadas).

"Até poderia haver metas, mas fora dos contratos", afirma Bianchi. "Os desafios não são os mesmos nas diferentes regiões. Não é assim tão fácil."

A Telemar - que atende 16 Estados do Sudeste, Nordeste e Norte - atua nas regiões mais pobres do país. A operadora já questionou diversas vezes a eficácia das metas para universalizar o serviço de voz, que alega causarem prejuízos.

A Telefônica atua em São Paulo, Estado mais rico do país. A área concentra metade do tráfego telefônico do Brasil, o que leva a operadora a pagar e receber grande volume de tarifas de interconexão.

As operadoras estão de acordo em pelo menos um ponto: defendem que o governo federal estabeleça uma política integrada para banda larga. O serviço é a maior aposta para o futuro das empresas de telefonia fixa, que estão perdendo tráfego de voz para os celulares.

Os programas de inclusão digital do governo estão dispersos em vários ministérios. O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação, Luiz Gushiken, disse na semana passada que a ideia é unificá-los.

As teles consideram inadequado o Serviço de Comunicações Digitais (SCD), que está sendo elaborado pela Anatel para levar internet a escolas, bibliotecas e hospitais. O modelo prevê a licitação de áreas para a exploração do serviço.

A pedido das empresas, o Executivo trabalha num programa para financiar a venda de computadores - cujo preço é um entrave à expansão da internet. O governo deve investir R$ 200 milhões para financiar a venda de 1 milhão de computadores em um ano.

* Noticia supra é fiel à íntegra publicada no jornal, com nome da Fonte, Autor Original e Link para acesso ao veículo inseridos no corpo do tópico.

ABS.,

ATT., :joia:

OFAJ.

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afinal, isso só vai servir pros funcionários das escolas consultar holerite, horóscopo, fofocas, etc; as crianças ficam na escola no máximo 4h 30 min mal dá pra aprender o que é ensinado, além do mais, muitas são depredadas; afinal nem as quadras de esportes usam......esse governo está mal orientado, algum aluno usa a antena parabólica das escolas.? passe por elas todas têm.

eu acho que difundir a internet é torná-la acessível a partir da casa do usuário, adianta financiar computador se nem telefone fixo o pobre pode ter? ou pagar a conta.....

esse plano é coisa de burocrata!!!

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Companheiros Foristas,

Aqui em São Paulo tem um pequeno punhado de Escolas Estaduais, onde a "Sala de Informática" é uma ala importante da escola e que faz parte do dia-a-dia dos alunos. O Governo Estadual firmou um acordo com a empresa de telefônia do estado (Telesp e/ou Telefonica) e 20 computadores em cada uma destas escolas contam com Banda Larga, além do pacote Office e/ou Windows instalados em bons computadores. O Local em questão não é uma escola técnica, e sim para estudantes do colegial. Impressora, tinta e papel inclusos no pacote de benefícios. Tudo é monitorado e coordenado pessoalmente por um professor ou técnico de informática. Numerosos alunos, meninos e meninas das mais diversas idades, chegam antes do horário de abertura das aulas para realizarem trabalhos e pesquisas pela internet. Não tenha dúvida que o tempo é escasso. Se há alunos que se furtam ao objetivo que é buscar informações currículares, quando identificados são advertidos, mas estes não eram maioria na Escola Estadual onde estudei até 2002. É uma minoria de escolas públicas que contam com toda essa infra-estrutura, tanto que o tal colégio é considerado e premiado como modelo pela Secretária de Educação de SP, portanto, não há alunos que usem ou pais que conheçam essa tecnologia, que não considere tal iniciativa um trabalho louvável e digno de considerações, reconhecimento vindo principalmente por parte daqueles que dão o devido valor aos benefícios que lhe são proporcionados.

ABS.,

ATT., :joia:

OFAJ.

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Seria uma ótima ideia se antes de universalizar a internet em banda larga nas escolas, eles pensassem em melhorar a infr-estrutura das escolas. Eu já estudei em escolas públicas de Brasília e posso garantir que essa estrutura não é das melhores.... cadeiras quebradas, quadras de esporte inutilizadas, falta do transporte escolar... Aqui onde moror, conheço algumas escolas opnde nem sequer água tem para os alunos e professores bebrem, enfim... muito ruim, isso sem falar nos professores que ganham uma salário de fazer vergonha... É interessante sim essa ideia, mas acho que antes deveríamos pegar esse dinheiro e, pelo menos, amenizar essa situação, já que resolver 100% é praticamente impossível.

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operadora já apresentou informalmente ao Ministério das Comunicações e à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) uma proposta para oferecer banda larga em escolas públicas.

maravilhoso! em vez do nosso governo,eleito constitucional e legalmente chamar as operadoras para sugerir que elas acabem com o preço criminoso que cobram pela banda larga e possibilitar a universalização,nããão. é a telemar que apresenta o seu projeto para ter um bom filão nas nossas escolas . é obvio que quando chegarem na anatel

ou outro orgão reclamações sobre aumentos de tarifas telefonicas acima da inflação ou custos,quando chegar um relatorio dizendo que as teles não investiram em infra estrutura e modernizaçao o que estão obrigadas por contrato, a Telemar já tera na suas mãos o seu "plano filantropico para ajudar os menos favorecidos a ter banda larga" para mostrar. e tb vai ter varias autoridades conhecidas da parceria que poderá ligar pra explicar os aumentos.

se acabar com o preço abusivo e

ter um dispositivo legal que permita a instituiçoes publicas compartilharem banda larga

usando uma so linha(não sei se tem...),é obvio que mesmo as escolas publicas poderao elas mesmas,segundo suas necessidades,implantar a banda larga.

Numa etapa inicial, o projeto atenderia 20 mil escolas, a um custo de R$ 1,5 bilhão. Desse total, de R$ 100 milhões a R$ 300 milhões seriam gastos pelas teles para levar a rede às escolas.

sera que com essa quantia da parte do governo investir em tecnologia tipo wi fi e expandir um pouquinho o acesso via radio pras instituiçoes publicas? o governo tem a Embratel,tem a faca e o queijo na mao pra fazer a universalizaçao sem colocar mais dinheiro nas operadoras

As teles consideram inadequado o Serviço de Comunicações Digitais (SCD), que está sendo elaborado pela Anatel para levar internet a escolas, bibliotecas e hospitais. O modelo prevê a licitação de áreas para a exploração do serviço.

quando uma empreiteira , empresa ou concessionaria não quer licitaçao,e porque a coisa esta errada mesmo... :naonao:

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Postado Originalmente por JOHN STEWART+26 dez 2004, 19:08QUOTE (JOHN STEWART @ 26 dez 2004, 19:08)

As teles consideram inadequado o Serviço de Comunicações Digitais (SCD), que está sendo elaborado pela Anatel para levar internet a escolas, bibliotecas e hospitais. O modelo prevê a licitação de áreas para a exploração do serviço.

Quando uma empreiteira , empresa ou concessionaria não quer licitaçao,e porque a coisa esta errada mesmo... :naonao:

Postado Originalmente por OFAJ@21 dez 2004, 02:54

[...] Bianchi afirma que a universalização da internet não deveria ser estipulada como meta nos contratos de concessão das operadoras. [...]

OFAJ@21 dez 2004, 02:54

[...]"Até poderia haver metas, mas fora dos contratos", afirma Bianchi.[...]

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