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Crescem os ataques a Sites Empresariais

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Economia - O ESTADO DE S. PAULO - Domingo, 19 de Dezembro de 2004.

Crescem os ataques a sites empresariais

Apesar dos investimentos em segurança, invasões pela internet aumentaram 22% nos últimos 2 anos

Daniel Hessel Teich

Os crescentes investimentos em segurança de sistemas não têm conseguido barrar os ataques feitos a empresas que se valem da internet para realizar seus negócios. Pesquisa realizada pela consultoria internacional KPMG com grandes corporações brasileiras demonstra que a ocorrência de ataques a sites empresariais na rede aumentou 22% nos últimos 2 anos. Em 2002, quando foi realizada a primeira pesquisa, 9% das empresas entrevistadas declaravam ter sofrido alguma violação de seus sistemas. Este ano, 11% das entrevistadas declararam ter sofrido alguma fraude eletrônica.

Para as empresas que responderam ao questionário, as falhas na aplicação de políticas de segurança e os "hackers" são as maiores ameaças aos negócios eletrônicos. Para 58% delas, as falhas são o que mais assusta, enquanto os "hackers" foram citados por 49%. "A internet criou uma situação em que uma pessoa com um computador, linha telefônica, conexão discada e um programa pirata consegue provocar prejuízos monumentais a uma grande empresa", diz Frank Meylan, especialista em informática da KPMG e um dos coordenadores do estudo.

Segundo Meylan, um bom exemplo são as notícias recentes envolvendo golpes com um programa chamado Cavalo de Tróia. O programa se instala no computador por meio de um e-mail com aparência inocente e abre as portas para estragos gigantescos. No Brasil, esse tipo de fraude originou uma operação da Polícia Federal batizada de Cavalo de Tróia 2 há pouco mais de um mês. Na operação, 64 pessoas foram presas no Pará, Tocantins, Maranhão e Ceará. Os criminosos roubavam dados de clientes de bancos que faziam operações pela internet e depois esvaziavam as contas. Ao todo foram desviados R$ 240 milhões de contas em bancos públicos.

"Da mesma forma que os mecanismos de segurança se sofisticam, esses invasores acompanham a evolução da tecnologia e conseguem vencer as barreiras com novos golpes", afirma o coordenador do estudo, Werner Scharrer, sócio da KPMG no Brasil.

Mas Scharrer alerta também para a ameaça que está do lado de dentro das empresas. "É comum as corporações instalarem sistemas extremamente seguros e falharem em situações básicas como a parametrização do acesso às informações", diz. "Muitas vezes, funcionários são transferidos de áreas sem que seu acesso aos dados da área anterior seja bloqueado, por puro descuido do administrador do sistema. Isso facilita fraudes. Outras empresas têm áreas que deveriam ser restritas, mas são acessadas indiscriminadamente."

A situação é tão séria que parte dos entrevistados aponta funcionários atuais e ex-funcionários entre as principais ameaças aos negócios pela internet. Para 13% das empresas que responderam o questionário, os ex-funcionários são uma grande ameaça aos negócios eletrônicos, enquanto para 11% delas os funcionários atuais cumprem esse papel.

A preocupação com fraudes de origem interna é tamanha que hoje está em curso uma pequena revolução na forma como as redes de computadores são vistas em grandes empresas e bancos. "Quando a internet começou, todos buscavam a conectividade máxima, com o maior número de pessoas possível integradas aos sistemas", explica Meylan. "Isso virou uma dor de cabeça, com pessoas acessando áreas que não deviam." Segundo ele, as empresas já começam a reverter esse processo e criar áreas isoladas, de acesso cada vez mais restrito. "Esse é um fenômeno que acontece muito nos bancos."

Fraudes eletrônicas são uma espécie de tabu para os bancos. Nenhuma instituição fala com naturalidade sobre esse assunto, uma vez que pode comprometer segmentos de negócios que crescem cada vez mais. Os bancos brasileiros investiram, em 2003, R$ 4,2 bilhões em novas tecnologias de informação, boa parte delas relacionada à segurança das operações.

* Noticia supra é fiel à íntegra publicada no jornal, com nome da Fonte, Autor Original e Link para acesso ao veículo inseridos no corpo do tópico.

ABS.,

ATT., :joia:

OFAJ.

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