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Foto Digital, do Micro ao Papel

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Economia - O ESTADO DE S. PAULO - Segunda-feira, 20 de Dezembro de 2004.

Foto digital, do micro ao papel

Empresas investem no mercado de impressão de fotos, que acompanha a alta das vendas de câmeras

Renato Cruz

Com a câmera digital, as pessoas tiram muito mais fotos. O tempo vai passando, os arquivos acumulam-se no disco rígido do computador e muitos se perguntam o que fazer com elas. Como mostrá-las aos conhecidos? De olho nesta oportunidade, crescem os investimentos em impressão de fotos digitais. Marco Perlman, ex-GP Investimentos, fundou a Digipix, atacadista de serviços de fotografia digital, que iniciou suas atividades no mês passado. O serviço de impressão de fotos do Submarino é operado pela Digipix.

"Quem compra câmera digital pela internet também compra revelação pela internet", acredita Perlman. Devem ser vendidas 600 mil câmeras digitais no País este ano, de acordo com as estimativas mais conservadoras. Como a empresa é atacadista, a marca Digipix não aparece para o cliente final. Ela fornece para terceiros o software para negócios eletrônicos, a impressão das fotos, a entrega e os meios de pagamento.

A partir desta semana, passa a atender também à Americanas.com, que irá oferecer impressões grátis de fotos para quem comprar câmeras digitais pelo site. A parceria permitirá aos clientes da Americanas.com enviar fotos pela internet, para serem impressas, escolhendo tamanho, bordas, cor e tipo de papel. Também poderão retocar e corrigir as imagens através do site, fazendo ajustes de brilho, contraste e saturação.

A Digipix também negocia contratos com lojas fora da internet, que poderão receber as fotos por meio de um computador com acesso de banda larga. A empresa tem duas máquinas para impressão, com capacidade de 3 mil fotos por hora. "Estamos superdimensionados", afirma Perlman, que espera, com otimismo, que a atual capacidade instalada não seja suficiente para atender à demanda até o fim do próximo ano.

A Kodak também aposta nos serviços de impressão de fotos digitais. "É um mercado em franca expansão", diz o diretor de Fotografia da empresa, Flávio Gomes. Ele informa que a venda de impressão de fotos pela internet para a Kodak do Brasil tem crescido de 25% a 30% ao mês. Nos Estados Unidos, a expectativa é que o mercado, muito mais maduro, cresça 93% entre 2005 e 2007.

No ano passado, a empresa lançou o site Kodak Online, que, entre outras coisas, vende o serviço de impressão de fotos digitais. Até agosto, havia cinco lojas parceiras conectadas, responsáveis pela prestação do serviço. A expectativa é chegar ao fim do mês com 30. "Para o ano que vem, esperamos chegar a 100 lojas."

A rede de parceiros da Kodak soma hoje 1,8 mil lojas, sendo que 200 têm laboratório digital. Mais de 1 mil oferecem o serviço de impressão de fotos digitais, com laboratório próprio, quiosques de impressão ou serviços de terceiros. "Estamos vendendo tantos laboratórios e quiosques que nem damos conta", diz Gomes, que estima haver menos de 200 quiosques em operação no País.

"O mercado que menos cresce é o de impressão em casa", afirma o diretor da Kodak, que também tem soluções para esse mercado. De acordo com ele, normalmente sai mais barato pagar pela impressão do que gastar tinta da impressora com fotos. No mercado local, uma impressão de qualidade costuma sair numa faixa entre R$ 1,00 e R$ 1,50. A empresa oferece 20 impressões grátis com suas máquinas digitais. O Ponto Frio, com quem fechou um acordo, também dá 20 fotos impressas para cada máquina digital que vende, de qualquer marca.

* Noticia supra é fiel à íntegra publicada no jornal, com nome da Fonte, Autor Original e Link para acesso ao veículo inseridos no corpo do tópico.

ABS.,

ATT., :joia:

OFAJ.

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