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Crianças, jogando cada vez mais cedo...

11 posts neste tópico

Informática - Jornal da Tarde - Quinta-feira, 23 de dezembro de 2004.

Crianças, jogando cada vez mais cedo

Segundo pesquisa,50% da garotada entre 4 e 6 anos nos Estados Unidos já jogam em computadores ou consoles portáteis, além dos videogames

Michel Marriott

The New York Times

A caixa laranja com bordas arredondadas sobre um pedestal cor de púrpura atraiu imediatamente a atenção de Alexander Nyiri, 4 anos, durante visita à loja de brinquedos Toys "R" US, em Nova York. Ele também não conseguiu resistir ao cartucho com o desenho de Simba, protagonista de O Rei Leão. Foi até a área de teste de games e começou a jogar.

"Ele pegou o jeito do game em menos de 15 minutos. E deu muita risada fazendo o Simba correr para dentro da água", disse o pai, Lou Nyiri. O objeto que atraiu a atenção de Alexander foi um console de videogame que custa US$ 60 e imita o design básico de consoles bestsellers como o PlayStation 2, da Sony, o Xbox, da Microsoft, e o GameCube, da Nintendo, dirigidos a um público mais velho. E isso não é uma coincidência.

"Dados mostram que os meninos estão começando a jogar em idade cada vez menor," disse Julia Fitzgerald, vice-presidente de marketing da VTech Electronics.

Não está claro se os videogames ajudam as crianças em idade pré-escolar a aprender sobre linguagem e resolução de problemas ou se simplesmente são um playground virtual.

Relatório divulgado pela Henry J. Kaiser Family Foundation, uma organização de pesquisa da área de políticas de saúde, revela que metade de todas as crianças norte-americanas entre 4 e 6 anos já jogou videogames em dispositivos portáteis, computadores ou consoles. Uma em cada quatro joga várias vezes por semana. Das crianças com 3 anos ou menos, 14% já jogaram videogames.

"As empresas descobriram que há um mercado inexplorado de garotos realmente novos," disse Vicky Rideout, vice-presidente da fundação. E, de fato, embora os títulos mais esperados do setor sejam do tipo Halo 2 e Metal Gear Solid 3: Snake Eater, desenvolvidos para crianças mais velhas ou mesmo adultos, um número crescente de fabricantes de brinquedos e videogames tem na mira crianças de apenas 3 anos.

Muitos dos novos consoles têm cores vivas e botões grandes e rodam jogos povoados por personagens como Mickey Mouse.

A Atari está vendendo uma linha de jogos para PC desenvolvidos para crianças de 3 a 6 anos. Eles vêm em caixas transparentes e, dentro, há brinquedos "de verdade" acompanhados de um videogame. Um exemplo: a pequena boneca Dora e o jogo Dora the Explorer.

Eric Levin, vice-presidente-executivo da Techno Source, criou o My First TV Play System (meu primeiro sistema de jogos na TV). Já nas lojas, o produto custa US$ 20 e traz 20 jogos e atividades estilo arcade.

Alguns analistas afirmam que as crianças estão envelhecendo mais depressa e desenvolvem interesse precoce por produtos eletrônicos como computadores, laptops, celulares e consoles de videogames.

* Noticia supra é fiel à íntegra publicada no jornal, com nome da Fonte, Autor Original e Link para acesso ao veículo inseridos no corpo do tópico.

ABS.,

ATT., :joia:

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Informática - Jornal da Tarde - Quinta-feira, 23 de dezembro de 2004.

No Brasil, games com personagens são os favoritos

Lucas Pretti

Nada de My First TV PlaySystem e outras sensações do mercado americano. Apesar de os fabricantes de videogames nos EUA apostarem alto no público infantil, as crianças brasileiras não têm acesso a essas novidades. Mas dá pra fazer uma boa farra com os games e acessórios disponíveis aqui.

A sensação para pequenos jogadores de GameCube, da Nintendo, é o jogo Donkey Konga, que algumas revendedoras de games trouxeram para o Brasil há pouco mais de um mês. O jogo traz um inusitado bongô eletrônico. O game é todo baseado no ritmo que a criança faz ao tocar o instrumento.

Para os adeptos do Playstation 2, o acessório EyeToy (www.eyetoy.com) é o avanço tecnológico do momento. Consiste em uma câmera colocada sobre o monitor da TV e que capta e transfere para o jogo imagens dos jogadores. Literalmente, é possível defender pênaltis, rebater bolas de beisebol ou apenas estourar bolhas de sabão. Tudo com movimentos do corpo.

Quem preferir monitor, teclado e mouse pode se divertir com Os Incríveis, lançamento recente da Disney Interactive para crianças. No mercado desde o começo do mês, o game baseado no filme da Pixar surpreendeu os revendedores e deve bater o recorde de vendas no País, hoje liderado por Procurando Nemo, também da Pixar.

"As crianças brasileiras gostam de games com personagens", avalia a gerente de Varejo de Software da Positivo Informática, Ilana Kriger. Tanto que, em todas as plataformas, o que agrada são enredos originais das telas, como Harry Potter, Pokemon, Homem-Aranha, etc.

Não há planos, no entanto, para trazer dos EUA as últimas novidades em games infantis. "A língua é o grande empecilho", diz o gerente de Produtos da NC Games, Vinicius Marques. Além de perder a função educativa, Marques alerta que os jogos podem frustrar as crianças. "Elas não terão como jogar games de associação de palavras nem de instruções por meio de voz."

* Noticia supra é fiel à íntegra publicada no jornal, com nome da Fonte, Autor Original e Link para acesso ao veículo inseridos no corpo do tópico. Ressalva: A matéria inserida neste post faz parte do conjunto de uma reportagem, cujo título da matéria principal é "Crianças, jogando cada vez mais cedo."

ABS.,

ATT., :joia:

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Eu por exemplo comecei a jogar Atari quando tinha 6-7 anos, hoje sou uma game compulsivo :P , mas vejo que a coisa está piorando passei na frente da lan house aqui na cidade e só tinha "PIÁ" galerinha abaixo dos 12 anos, tudo viciado. Acho que deveria ter alguma lei ou coisa assim que proibisse mais de 4 horas de game para essa gurizada.

Cadê a bolinha de gude?

Futebolzinho ?

Brincar de pega-pega e assim por diante? Eu jogava atari mas era controlado , tudo com o seu horário assim como é hoje.

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Mesmo adorando o atari eu nunca deixei de ter outras atividades,como jogar futebol,sair,e brincar ate de futebol de botao e bilocas(bolas de gude).naquela época,brincar com essas atividades manuais parecia tão interessante como os jogos eletronicos.claro que era mais fácil na época,mas tambem penso que o problema hoje é

mais de mentalidade.estamos criando uma cultura doentia para nós e nossos filhos.há alguns dias,em viagem pelo interior de Goiás,acabei encontrando cidadezinhas com condominios fechados!!!! :ahh: em lugares onde se pode dormir tranquilamente até com a janela aberta!com essas atitudes,não chega a ser novidade ver tantos guris parecendo ate automatos em lanhouses ou diante da televisão.quer dizer,algumas horas

se divertindo chega a ser compreensivel.mas sendo a unica ou a mais importante alternativa de lazer??realmente,a coisa esta bem pior.

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Postado Originalmente por CLAITOK@01 jan 2005, 10:23

Acho que deveria ter alguma lei ou coisa assim que proibisse mais de 4 horas de game para essa gurizada.

Cadê a bolinha de gude?

Futebolzinho ?

Brincar de pega-pega  e assim por diante? Eu jogava atari mas era controlado , tudo com o seu horário assim como é hoje.

Acho que já tentaram colocar uma lei patética como essa, mas não deu certo, VOCê decide o que quer não o governo, se eu quero jogar 4 horas eu jogo, mas quando eu estou a fim de fazer outra coisa como ler, ou ficar de bobeira com os amigos eu também faço, tudo depende do que você quer, obrigar uma pessoa a fazer ua coisa que ela não quer é um erro.

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Mas o problema é o excesso a galerinha faz até matiné de 10 horas jogando CS , por exemplo, acho que é demais e o pior é ver que muitas vezes os pais deixam.

Concordo com você quanto a liberdade, mas veja bem estou falando de crianças, 4,5,6 anos, crianças que nem aprenderam a ler ou mal entraram na escola e já sabem , por exemplo, mexer nos menus em japonês do Winning Elevel.

Quanto a mim eu sei os meus horários, trabalho , jogo, estudo e assim por diante. O que me preocupa é a geração dos meus filhos e por conseqüência dos meus netos :unsure: .

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Galera realmente, eu tenho um sobrinho de 4 anos e o guri joga o dia inteiro, ele tem um ps 1 e quando ele não ta no ps 1 ele ta aqui no meu pc, agora eu realmente acho que essa lei seria um absurdo, quem tem que controlar os guri sao os pais.

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Companheiros Foristas,

Aos membros que tiveram interesse e participação frente ao conteúdo disposto neste tópico, informo que constam informações correlacionadas nos seguintes tópicos e/ou posts: "Pais devem checar conteúdo dos jogos" e "Professor combate uso precoce do computador"

ABS.,

ATT., :joia:

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4 anos de idade eu acho muito pouco para alguém começar a usar computadores. Mas existem jogos para todas as idades. Eu jogava aquele da cobrinha quando tinha 6 anos.

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Postado Originalmente por SeuJoelzio@02 jan 2005, 20:56

4 anos de idade eu acho muito pouco para alguém começar a usar computadores. Mas existem jogos para todas as idades. Eu jogava aquele da cobrinha quando tinha 6 anos.

Pois é , hoje no mínimo CS a galerinha já joga.

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Olá,

Como alguns dos que postaram aqui, sinto coisas contraditórias:

Alguém disse que não há mal em uma criança brincar durante uma

hora no computador, mas 5 já é problemático. E 3 horas é o que?

O que faria determinar se 1, 2, 5 ou 10 seriam uma diversão problemática?

E televisão? entra no mesmo saco? Como saber quanto tempo pode?

Eu não entendo de criança, nem muito de informática pra dizer a verdade...

Já dizia um grande poeta que a bebida e o ópio traziam inspiração e possibilitava

que ele fizesse grandes poemas. Esse mesmo cara disse uma vez que não bastava

tomar drogas para ter grandes idéias: anterior ao fato de beber, a pessoa deve ser

inteligente e esclarecida. Pensando assim, o cara criou uma frase famosa:

"um poeta beberá e produzira ótimos poemas;

mas um ***** beberá e fará grandes idiotices."

A internet é como a bebida.

Nas mãos de alguém sem disciplina e concentração

mental (quer dizer, bocó, *****, panaca, etc.) servirá apenas para produzir

e assistir idiotices no mundo inteiro. Ou seja:

moleque bobo sem internet vê as besteiras da rua dele.

moleque bobo com internet vê as besteiras do mundo inteiro.

Acho que a eduação não é tão simples como proibir isso e permitir

aquilo. Senão na família classe média, fica um negócio meio assim:

"Internet não pode mas humilhar e xingar a empregada pode".

Não existe bitolação na educação, tudo depende da formação dos pais.

Pais que estão acostumados a ler darão livros aos filhos desde cedo.

Pais acostumados com televisão acharão mais confortável dar televisão

e internet pros filhos.

A boa formação não está na coisa que se usa mas no uso que se faz das coisas!

Agora, se Internet faz mal pro desenvolvimento da criança, é importante

saber. Pode ser que exista algum tipo de comprometimento

neurológico - desenvolve demais as faculdades "binárias" e de menos

as "ternárias".

Será que as indústrias de informática, games, etc. permitiriam

a divulgação de pesquisas (em neurologia ou sei lá o que)

que comprovem isso? Creio que não. Por isso, nem tudo que é permitido

pelo sistema capitalista é saudável. Esse ponto é muito importante.

Resumindo, pra mim é isso:

se os pais dão formação ***** para os filhos,

não adianta ficar tirando internet e o escambau.

E se os pais forem minimamente inteligentes

vão propor coisas mais bacanas pros moleques

do que joguinhos "x" horas por dia.

abraços a todos,

JocGon

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