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    • Gabriel Torres

      Seja um moderador do Clube do Hardware!   13-02-2016

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lukcruz

Surgiu uma tecnologia que promete dar fim ao pcs

6 posts neste tópico

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Em 2004, segundo o instituto de pesquisas International Data Corporation, o mercado mundial de PCs cresceu 14,7%. Foram vendidos 177 milhões de máquinas a mais que em 2003. Com esses índices de crescimento qualquer outra indústria estaria vibrando, mas isso não acontece no setor de tecnologia. Pelo contrário. O que se discute, neste exato momento, é se os fabricantes de PCs irão ou não sobreviver. Explicação: os especialistas sustentam que os grandes compradores de PCs estão na China e na Índia, os países mais populosos do planeta e tecnologicamente atrasados. Já nas economias centrais, sobretudo na área corporativa, os computadores pessoais como os conhecemos estão com os dias contados. As empresas, dizem esses técnicos, desistiram de seguir as tendências tecnológicas de ponta e passaram a se concentrar na rentabilidade daquilo que já existe. Há alguns anos, por exemplo, as companhias trocavam os equipamentos a cada dois anos. Hoje essa média supera cinco anos. Um estudo da própria IBM – que acaba de abandonar o mercado de PCs – mostra que as empresas usam apenas 5% da capacidade de seus computadores de mesa.

Para contrapor-se ao que é percebido como desperdício, cresce nas corporações uma tecnologia baseada na centralização da capacidade de processamento. Essa novidade chama-se Thin Clients. “As empresas se cansaram de pagar tão caro por tão pouco”, afirma Maurício Minas, presidente da brasileira CPM. A empresa desenvolveu um produto, batizado de FIT IX, que utiliza os recursos de Thin Clients. “Não é economicamente sustentável trocar equipamentos e programas a cada três anos”, explica Minas. Nesse modelo tecnológico não será necessário, por exemplo, atualizar programas ou investir em programas de combate a vírus. Tudo estará concentrado em um único computador central e as pessoas terão sobre a mesa terminais elegantes com pouca ou nenhuma capacidade de processamento. Uma pesquisa da IDC indica que, até 2007, o Thin Clients crescerá 23% ao ano nos EUA, número muito superior ao crescimento do mercado de PCs. No Brasil esse conceito ainda é novo e apenas algumas poucas empresas de tecnologia o exploram, entre elas a Sun Microsystems e a Samurai. Mas a Ambev, fabricante multinacional de bebidas, por exemplo, já economizou 50% de seu orçamento tecnologia investindo em 900 terminais e 30 servidores em lugar de comprar novos PCs. A tendência parece inexorável. Mas será que isso significa mesmo o fim dos PCs? Não necessariamente. Muitos outros produtos já tiveram sua morte anunciada – entre eles os grandes computadores da IBM, conhecidos como mainframes – e continuam por aí até hoje, zombando das cassandras da tecnologia. Os PCs podem perder terreno, mas não irão sumir tão cedo.

Istoe

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Essa tecnologia é na verdade o mesmo conceito do antigo Mainframe que eles falaram que estaria morrendo... Ou das redes diskless (usa o processamento dos clientes, mas só tem HD no servidor) ou terminais burros (tudo é feito pelo servidor, o computador cliente é utilizado somente para dar o boot através dos arquivos do servidor).

Um computador central com um monte de teclado, mouse e monitor ligados nele. O que deve mudar é que os mainframes antigos usavam somente monitor de fosforo e teclado e os novos possivelmente usaram monitor LCD, teclado e mouse...

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Vejam bem... até bem pouco tempo a tendencia era de se montar servidores para redes usando linux e terminais rodando o Windows, certo? pois bem, diante dessa questão dos Thin Clients, esse pensamento começa a mudar, pois estão sendo montados servidores mais robustos, todo licenciado e terminais com linux, usando o Terminal Service do Servidor windows para que os usuários possam rodar os aplicativos sem a necessidade de up nos terminais e de licenciamento...

Assim as empresas, além de ressuscitar seus velhos k6II, não precisam ficar investindo em licenciamento de inumeros programas, ainda mais que já existem, ao menos no Brasil, jurisprudencias que deram ganho de causa a empresas que rodavam os aplicativos da M$ dessa forma, por Terminal Service, em que você adquire somente a licença do servidor, as de acesso dos clientes e as do TS e compra um Servidor mais robusto, já que é ele quem irá processar toda a informação.

Apenas como exemplo, estou estudando esse a aplicação desse conceito de Thin Clients no local em que trabalho... para que eu pudesse rodar um aplicativo de automação do escritório de contabilidade, teria de trocar 7 máquinas, algo que ficaria na faixa dos R$ 14.000,00 + licenças de uso do Windows XP OEM, uns R$ 600,00 por máquina (R$ 14.000,00 no total, pois são 20 máquinas) + licenças de uso do Office 2003, cerca de R$ 1.200,00 por máquina (R$ 24.000,00, 20 maquinas) + licença do servidor win2003, cerca de R$ 3.000,00 + 20 licenças de acesso para clientes, cerca de R$ 200,00 por máquina (R$ 4.000,00), isso resultaria em algo próximo dos R$ 59.000,00... Passando a usar a estrutura de Thin clients eu elimino a aquisição de novos equipamentos, menos R$ 14.000,00, elimino a aquisição de licenças do Office em 19 unidades, menos R$ 22.800,00, elimino a aquisição de licenças do winXP, menos R$ 14.000,00 e adquiro um servidor melhor, cerca de uns R$ 5.000,00... Resumindo, nessa estrutura ao invés de gastar quase R$ 60.000,00, estarei gastando apenas R$ 28.000,00, aproximadamente...

Isso porque somos uma pequena empresa, um escritório de contabilidade com 20 equipamentos ligados em rede... tente imaginar uma empresa com mais de 50 equipamentos????

Era só uma questão de tempo até que as empresas procurassem algum meio de reduzir seus custos com a aquisição de novos equipamentos por conta de suas necessidades tecnologicas... A cada dia os programas desenvolvidos pedem máquinas mais robustas e uma empresa ter de trocar seus equipamentos a cada 3 anos sem utilizar nem 10% de sua capacidade total é algo totalmente absurdo, mas são obrigadas pelos requisitos que os programas exigem de seus equipamentos... com a estrutura de Thin clients, elas fazem o UP apenas de seus servidores, que convenhamos, sai bem mais barato que trocar todos os equipamentos de uma rede.

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Uma dúvida?

Quer dizer que na sua empresa Jose, vocês trocaram os windows de todas as maquinas por Linux, ou os Thin Clients já vem com SO, ou ele não precisa de SO.

Como funciona isso?

Valeu!!

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Thin Clients é apenas uma terminologia, ou seja, um termo usado para definir terminais pequenos em poder de processamento, como os 486, os pentium MMX e os K6II e K6III e os Celerons mais antigos, você pode optar por manter o windows instalado ou não... pode deixá-las com seus HDs ou não, isso é você quem irá definir.

Como o Carvalhoso citou acima o velhos Terminais Burros, muito usados em redes do tipo NOVELL, são um exemplo de Thin Clients, mas esse conceito é novo, por isso poucos ainda o conhecem. Nesse novo conceito, as empresas deixam de gastar com upgrades de estações de trabalho, aquisição de inumeras licenças de uso, que custam horrores, elas mantêm seus velhos terminais em uso por muito mais tempo, praticamente só os trocando quando realmente se tornarem sucata, uma vez que todo o processamento será feito em seus servidores.

No exemplo em que citei, que ainda está em fase de estudos, estamos pensando sériamente na possibilidade de retirar as instalações do Windows usadas hoje e passar a usar o Linux, com isso já reduz, em muito, a nossa necessidade de legalizar programas e reduz a possibilidade de levarmos uma bela multa e de responder por um processo crime movido pela ABES por uso de programas sem licença, o qual tem multas de até 12X o valor de cada software...

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Só um adendo... Thin Clients não é TECNOLOGIA é CONCEITO.

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