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    • Gabriel Torres

      Seja um moderador do Clube do Hardware!   12-02-2016

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Theagleye

BitRate

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Sempre leio que a taxa ideal é entre os 7.000 Kbps.

Pergunta:

Essa taxa deve ser usada na geração do arquivo .m2v??

Essa taxa deve ser usada na hora em que vou queimar o DVD e criar os .VOB????

Tenho dúvidas quanto a isso pelo fato de alguns players de DVD não aceitarem meus DVD's criados. Outra coisa e mais intrigante é que quando assisto no monitor beleza, mas quando assisto na TV parece que há um problema com as linhas horizontais, a imagem fica tremendo em algumas partes do vídeo! Não toda a imagem mas alguns detalhes, algumas cores, algumas letras.

Será que isso pode ser problema de outras configurações??

Postem ai porque sei que essa dúvida não é só minha e isso vai ajudar muita gente.

Obrigado ;)

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Essa taxa Data Rate deve vir desde o momento da captura do video porque é ela que vai ditar a qualidade das suas imagens.

Li num post aqui mesmo alguém relatando problemas que alguns DVDs de mesa não conseguem ler taxas acima de 8000 kbps. Não sei até que ponto isto é verdade já que o padrão DVD vai até 10000 kbps (Talvez em aparelhos mais antigos).

Eu costumo capturar com o WinDVD creator 2 e ele captura numa taxa acho que 8300 kbps para o padrão HIGH.

Eu capturei alguns vhs com ele, editei no premiere e autorei no maestro e funciona perfeitamente no DVD de mesa. As imagens estão impecáveis como se fosse um dvd original, sem saltos, paradas bruscas, etc...

Na realidade o premiere encodou os M2V em VBR 2 pass com taxas:

mínima: 3.8250 kbps

Target: 6000 kbps

máxima: 8000 kbps

Numa cena de muita ação e objetos se movendo rapidamente, a taxa entre 6000 e 8000 kbps é suficiente, ja numa cena quase estática, uma taxa de 2000 a 3000 é satisfatória e usando o VBR os arquivos serão sempre menores do que se usasse CBR para o filme todo.

ps.: VBR significa Variable Bit Rate e CBR significa Constant Bit Rate.

Em CBR a taxa que definir vai ser usada para o filme todo independente da cena exigir ou não enquanto que VBR as cenas de ação recebem até a taxa máxima enquanto que as cenas de menos ação recebem taxas menores e consequentemente o arquivo fica menor.

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  • Autor do tópico
  • Mas você renderiza o que você editou no premiere para .m2v né?E que opções você coloca além das taxas de bitRate?

    E na hora de queimar o DVD que taxa você coloca?

    Muito obrigado pela atenção caro amigo Lauro A L Brito.

    Abraço,

    Theagleye.

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    Eu pego um preset já definido no premiere. Lá tem pra todas as finalidades. Eu so criei um porque os preset lá já incorporam as taxas pra audio e eu gosto de exportar separado, primeiro eu exporto somente o audio e depois exporto o filme sozinho.

    Quando monto o DVD no Maestro, a taxa que vai determinar é a que usei na geração do M2V no premiere.

    Bom uma vez montado o DVD, o Maestro gera os vobs numa pasta no HD e depois eu so gravo com o nero express ou seja, eu simplesmente abro o nero na opção DVD, pressiono Burn Image, o nero abre uma janela ja com as pasta AUDIO_TS e VIDEO_TS, seleciono o pasta VIDEO_TS e clico em ADD no canto direto da janela. Seleciono os VOBS, IFOS e BUPS criados pelo Maestro e mando o nero adicionar na pasta VIDEO_TS. Dou um finalizar na tela de ADD do nero e mando gravar a midia.

    O único cuidado que tenho é escolher no nero a menor taxa de velocidade de gravação pois algumas midias podem dar problemas depóis pra reproduzir quando gravadas na velocidade máxima.

    O Audio eu sempre exporto como AC3 com taxa de 224 porque não tô fazendo nada pra fora mas posso usar taxa até 600 e poucos kbps para o audio também.

    PS: Pode me chamar somente de Lauro também.

    Abraço.

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  • Autor do tópico
  • Entendi seu processo Lauro ;)

    Meu processo é bem diferente do seu, eu capturo na Liquid Edition e ela cria os vídeos em .AVI (não consegui descobrir qual bitrate)

    Bom, tendo os vídeos eu edito eles no Adobe After Effects, coloco efeitos, outros arquivos, enfim, faço toda a edição.

    Após toda a edição vou gerar 2 arquivos, um .m2v e outro .wav, pois depois crio o DVD usando o software DVDit!

    Eu acredito que o problema de meus vídeos tremerem em certos lugares seja porque eu estou gerando o arquivo .m2v com as seguintes configurações:

    Video Summary:

    Codec: MainConcept MPEG Video

    Quality: 5.0 (high quality)

    TV Standard: NTSC

    Frame Rate [fps]: 29.97 drop frame

    Field Order: None (Progressive)

    Aspect Ratio: 4:3

    Bitrate Encoding: CBR

    Bitrate [Mbps]: 7.0000 (high quality)

    M Frames: 3

    N Frames: 15

    Note que o Bitrate está em 7000.

    Em field order estou usando progressive, acredito que devo mudar para lower. O problema é que não entendo muito bem isso, vou pegando informações de vários lugares mas na verdade não sei nunca qual é a certa!!

    Qual é a configuração exata para assistir o vídeo em uma Tv comum com uma ótima qualidade?? E o que seria esse Field Order ?

    Quem souber poste ai, pois não sou o único com essa dúvida.

    Obrigado Lauro pela atenção, suas informações com certeza são muito úteis.

    Abraço,

    Theagleye.

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  • Autor do tópico
  • E outra coisa, note na configuração Bitrate Encoding: CBR, isso porque como meu vídeo final tem pouca duração acho que é melhor do que usar o VBR, pois então conforme eslcarecido ele fica com uma taxa constante de 7000 mbps.

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    Theagley

    No Premierie eu exporto usando Lower.

    voce pode dar uma no tópico Captura e Edição de Video/Glossário do Fantasma.

    Lá ele explica sobre cada item ou termo utilizado no mundo da edição não linear como: Bit Rate, Data Rate, Field Order e por ai vai. Vale a pena você dar uma conferida lá.

    Pelo que sei, video vindo de fontes tipo vcr tem ou field order UPPER ou LOWER. o Progressive Scan acho que somente os video vindo já de DVDs comerciais e essa informação provavelmente deve alterar o resultado final do seu M2V.

    Ai o trecho na íntegra:

    Field order (field dominance ) - As imagens de vídeo do tipo interlaced são compostas por dois campos, um somente com linhas ímpares e outro somente com linhas pares, exibidos de modo alternado na tela do monitor ou TV. Quando se edita um vídeo, é importante saber qual campo é montado primeiro, se o par ou o ímpar. Isto porque não existe um padrão para montagem do quadro de uma imagem de vídeo: em alguns sinais, o campo par é desenhado primeiro, depois o campo ímpar, formando assim um determinado quadro de imagem. O quadro seguinte continuará com a alternância, ou seja, par-ímpar-par... e assim por diante.

    programas de edição-não-linear possuem uma opção para indicar de que tipo é o vídeo em que se está trabalhando, se é um vídeo upper field ou um vídeo lower field. Se o ajuste estiver incorreto, será montada uma imagem com as linhas trocadas de posição, o que afeta principalmente imagens com perfis inclinados e imagens em movimento, através de um efeito denominado combing.

    Em um dado exemplo a posição correta é a da esquerda; onde, as linhas ímpares são montadas primeiro (upper field) e as pares em seguida, para formar a imagem de uma barra inclinada.

    Algumas placas de captura de vídeo geram vídeo com field dominance do tipo upper, outras com field dominance do tipo lower. Os formatos de vídeo DV (MiniDV, DVCAM, DVCPRO e Digital-8) possuem field dominance do tipo lower field. Não é possível saber, ao assistir um determinado vídeo que apresenta problemas de combing, se ele é do tipo upper ou lower; o que se faz geralmente é alterar a opção upper/lower no software e observar a imagem verificando se o problema foi corrigido. Esta tese foi defendida por mim no fórum quando se aventou a possibilidade de fluxos de vídeo originados da TV Broadcasting usarem um determinado field order (x) e arquivos oriundos de VCR utilizarem foutro field order(y).

    Esta opção geralmente possui uma terceira, além de upper/lower: a opção off. Neste caso, o software não toma nenhuma decisão de montagem de um campo ou outro em primeiro lugar. Esta opção deve ser selecionada se o arquivo de vídeo for utilizado exclusivamente em microcomputadores, onde as imagens são sempre exibidas no modo progressive scan ao invés do interlaced, quando as linhas são montadas na sequência, uma após outra, como web-streaming ou aplicações em CD-ROM por exemplo.

    Escolhida uma opção (upper ou lower), a mesma deve ser mantida durante todo o processamento do arquivo de imagem.

    MUITA ATENÇÃO: Se outros arquivos de diferentes fontes forem acrescentados durante a edição, também deverão ter o mesmo tipo de dominância.

    Fonte: Fazendo vídeo/Mr. Walker

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  • Autor do tópico
  • Postado Originalmente por Lauro A L Brito@17 de julho de 2005, 21:12

    Escolhida uma opção (upper ou lower), a mesma deve ser mantida durante todo o processamento do arquivo de imagem.

    MUITA ATENÇÃO: Se outros arquivos de diferentes fontes forem acrescentados durante a edição, também deverão ter o mesmo tipo de dominância.

    Fonte: Fazendo vídeo/Mr. Walker

    Bom, o vídeo que capturo é em upper field first. Daí pego o arquivo e importo para o After Effects. Na edição coloco imagens .jpg, arquivos .ai, etc. Notei que a tremedeira (combing) acontece na hora em que aparece justamente uma foto .jpg com um efeito, e não na hora em que aparece um video.

    Para testar troquei o field order de progressive para lower first na hora em que gero o arquivo .m2v no After e não notei diferença nenhuma. Vou tentar trocar para upper first e ver o que acontece.

    Na verdade, não entendi muito essa história de campos e tal na TV. :goff:

    Quanto a alguns DVD's que crio travarem em alguns players acredito que seja por causa do Bitrate, reparei que a própria Liquid quando você passa o mouse em cima do lugar para alterar o Bitrate aparece uma mensagem dizendo que o indicado para players é até 7000.

    Mas o que fiquei confuso é que depois de gerar o arquivo .m2v com bitrate 7000, quando vou criar os arquivos .VOB no programa DVDit! lá consta uma opção de bitrate também :tantan:

    Estou meio confuso, terei que ler mais sobre isso, se alguém souber poste ai.

    :rolleyes:

    Mais uma vez, obrigado pelas informações Lauro. :bye:

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    A grosso modo seria:

    Monitor progressive scan ou seja, o quadro 1 é o quadro 1, o quadro 2 é quadro 2 e assim sucessivamente.

    Na TV é diferente (não me pergunte porque) mas ela pega o quadro 1 que seria upper ou lower field (sei la) mas seriam somente as linhas impares ou as linhas pares do quadro e exibe em seguida ela troca aquele quadro pelas linhas pares ou seja ela precisa de 2 quadros pra formar uma imagem enquanto que no monitor não só uma já forma a imagem.

    Tipo:

    Monitor monta as linhas horizontais da imagem na sequencia

    linha 1

    linha 2

    linha 3

    linha 4

    .....

    linha x (par ou impar sei la)

    Na TV não

    ela monta primeiro

    linha 1

    linha 3

    linha 5

    linha 7

    linha n (impar)

    Isso por uma fração de segundos

    em seguida e substitui esse quadro pelas

    linha 2

    linha 4

    linha 6

    linha 8

    .....

    linha n (par)

    É tão rápido que não conseguimo perceber daí vem a diferença do progressive scan e do upper ou lower field. Aqui mesmo no forum tem um topico sobre isso.

    claro isso seria a grosso modo como te falei, claro que la no topico explica em detalhes como isso acontece e as consequencias disso tudo.

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  • Autor do tópico
  • beleza.. vou procurar o tópico e tentar achar mais explicações sobre isso.

    Muito obrigado pela atenção Lauro, suas informações me ajudaram bastante

    :-BEER

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