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    • Gabriel Torres

      Seja um moderador do Clube do Hardware!   12-02-2016

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faborm

troca de componentes

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Pessoal sou iniciante na área de eletrônica. Já vi muitas apostilas ensinando a medir e trocar: capacitores, resistores, transistores; só que não encontrei nenhum relacionado a troca e teste de chips de placa mãe. Alguém sabe como testa com o multímetro e troca esses componentes? Se um chip estiver queimado como faço para encontrar um parecido; existe uma numeração assim como em resistores?

Tenho uma placa mãe socket 7 e quero usá-la de cobaia para meus testes já que ela está com problema :bandeira:

Testei alguns chips; não sei se fiz certo mas coloquei a escala de ohms em 200 no multimetro e com a pinça vermelha coloquei no pino 1 e com a pinça preta coloquei no ultimo pino do chip. Notei que quase todos oscilaram na escala do multimetro e em três não oscilou. Será que fiz certo? Será que esse que não oscilaram são os queimados?

A numeração dos que não oscilaram são:

2 chips - UT6164C320 / 2R32153.153C / 9743

1 chips - SMC FDC37C669QF P / H9706-AT447ASE / A017 TAIWAN (cada sequencia de números estão expostos um em baixo do outro)

Existe um lógica para entender essa numeração e se for preciso trocar esses chips é preciso que a númeração seja exatamente igual aos chips da placa? :aranha::ahh::cry::priv::muro::devil:

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Teste de cis desse nível não se faz com multímetro, você tem q montar um circuito para padrão de testes, mas é muito difícil porque esses cis são dedicados e ás vezes só servem pra um tipo de aplicação, então você teria q montar um circuito para cada ci a ser testado, ou arranje uma placa mãe igualzinha funcionando e substitua o ci bom pelo suspeito..mas muito coidado ao retirar o ci bem para não danificar a placa, pois essas placa tem vários layouts(camadas)...

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  • Autor do tópico
  • e essa ideia que tive de colocar o multímetro nas escala de 200 em ohms e testá-lo e compravar que uns oscilam na leitura no multímetro e os outros três não é valida? :(

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  • Autor do tópico
  • quem conseguir responder todas as minhas dúvidas, esse tópico poderia ser fix já que poucos sites falam sobre o assunto e talvez essa seja a dúvida de muitas pessoas :muro::help:

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    não, pois tem cis q tem impedância nas entradas de dezenas de MΩ q talvez seu multímetro nem consiga medir, porém é assim q funcionam...então se quer testar o Ci, arranje uma placa de testes específica pro tal ci..(cuidado q em alguns cis o q configura quantas entradas e saidas, clock e etc..é um firware gravado no próprio ci, então se não sabe no q está mexendo, não mexa!!!)

    Abraços...

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  • Autor do tópico
  • se eu suspeitar que um CI esteja queimado, a troca por outro precisa ser com uma numeraçao igual? as numerções em cima do CI tem alguma lógica de entendimento?

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    Sim, você deve trocar por outro CI EXATAMENTE igual, ou no máximo por algum modelo que você comprove com documentos emitido pela fábrica dele (do chip) que substitui o anterior com alguma vantagem, às vezes você tem um CI, por exemplo, (estou inventando o código para dar o exemplo), FP3a e FP3b, o de sufixo a faz o mesmo que o b, mas pode ter alguma capacidade a mais, como um clock mais rápido que pode ser configurado através de um jumper na placa-mãe, ou algo similar. As folhas das fábricas que trazem informações sobre os chips chamam-se "datasheets" , elas podem ser conseguidas direto com o fabricante por correspondência pelo correio, ou mesmo através da Internet. você não conseguirá testar um CI apenas com um multímetro, como comentou o colega acima, porque um CI não é um componente discreto como um resistor, um diodo, um capacitor ou um transistor. Ele é um circuito inteiro, de alta escala de integração, dentro dele existem milhares ou milhões de junções semicondutoras que funcionam como se fossem milhares ou milhões de transistores, capacitores e resistores, os pinos que saem do chip dão acesso apenas a alguns pontos do circuito, assim você não tem acesso nem condições de saber se está polarizando junções reversa ou diretamente, se está liberando um circuito para funcionar ou travando o circuito todo, ou mesmo expondo os componentes internos a esforços perigosos. O circuito é projetado para funcionar com um conjunto de tensões contínuas e alternadas e de impedâncias, resistências, reatâncias e outras grandezas de valores determinados e específicos para cada pino do CI, por isso, como disse o colega, você tem que montar o chip num circuito igual ao original para o qual ele foi projetado. Se você tiver a folha de especificações do chip, a datasheet como eu lhe falei, que tem as especificações elétricas do componente, bem como seu diagrama de conexões, e tiver muita informação e conhecimento a respeito de CIs e computadores, bem como equipamentos específicos de testes como um gerador de funções (pode produzir ondas eletromagnéticas determinadas, e em alguns deles até palavras de dados digitais que os computadores manipulam), um osciloscópio, um datascope e outros, você pode construir pequenos circuitos que simulem uns poucos testes, mas, o ideal é ter uma motherboard original de onde o chip saiu. Quanto aos códigos, sim, eles têm toda uma lógica, se você procurar junto ao fabricante, (pelo site da Internet por exemplo), fornecendo os códigos que estão escritos nos chips achará todas, ou a maioria das informações sobre eles. Qualquer fábrica de qualquer coisa faz questão de controlar todos os tipos de informações sobre seus produtos; o que acontece muitas vezes, é das fábricas não divulgarem certas informações porque consideram que a publicação delas prejudica seus interesses, como facilitar a concorrência de outros fabricantes por exemplo. Para você ter uma ideia, se você pesquisar junto às gravadoras de música por exemplo, verá que para CADA MÚSICA de um CD (que as fábricas antigamente chamavam de fonogramas, hoje deve ter outro nome, talvez), existe um código numérico específico, e mesmo cada CD tem um código também numérico que serve para catalogar e controlar toda a produção e venda do produto, isto é assim há muito tempo, desde o tempo das fitas cassete e discos de vinil por exemplo. Toda coisa produzida industrialmente funciona assim e os componentes eletrônicos não escapam à regra. As peças mecânicas de automóveis por exemplo, têm um número chamado de "part number" que é um para cada parafusinho do seu carro!

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