Ir ao conteúdo
  • Comunicados

    • Gabriel Torres

      Seja um moderador do Clube do Hardware!   12-02-2016

      Prezados membros do Clube do Hardware, Está aberto o processo de seleção de novos moderadores para diversos setores ou áreas do Clube do Hardware. Os requisitos são:   Pelo menos 500 posts e um ano de cadastro; Boa frequência de participação; Ser respeitoso, cordial e educado com os demais membros; Ter bom nível de português; Ter razoável conhecimento da área em que pretende atuar; Saber trabalhar em equipe (com os moderadores, coordenadores e administradores).   Os interessados deverão enviar uma mensagem privada para o usuário @Equipe Clube do Hardware com o título "Candidato a moderador". A mensagem deverá conter respostas às perguntas abaixo:   Qual o seu nome completo? Qual sua data de nascimento? Qual sua formação/profissão? Já atuou como moderador em algo outro fórum, se sim, qual? De forma sucinta, explique o porquê de querer ser moderador do fórum e conte-nos um pouco sobre você.   OBS: Não se trata de função remunerada. Todos que fazem parte do staff são voluntários.
Entre para seguir isso  
AndersonRJ

Processador: novo x usado

Recommended Posts

<font color='#000000'>Vale a pena comprar um processador que ainda esteja no mercado mas já tenha sido usado?</font>

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

<font color='#000F22'>Cara

 Isso é que nem comprar ou não carro usado. Se comprares um carro, ou um processador, de uma pessoa que não forçava muito ele, não fez over, tinha uma sistema de refrigeração bom, e o preço estiver em conta, então vale a pena.. senão conheces a procedencia então não te recomendo comprar um processador usado.. Pode ser uma roubada...</font>

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
Guest MagoNegro

<font color='#000000'>Se ele foi usado para overclocks extremos a vida útil dele pode ter caído muito se a pessoa não tomou os devidos cuidados, de repente é melhor comprar um novo.</font>

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

<font color='#000000'>Eu pessoalmente acho mais confiável comprar um processador usado do que um novo. É "testado".

Muita gente fala em vida útil, que já gastou, mas na real eu NUNCA vi um processador deixar de funcionar por ter terminado a tal "vida útil". Tenho clientes que usam um 386 há mais de 10 anos, ligando a máquina 365 dias por ano, e em alguns casos 24h por dia (motéis, por exemplo).

Além disso, eu tenho uma teoria de que o processador "amacia" e com algum uso ele passa a aceitar mais overclock, tipo o mesmo processador que quando novo dava 10% de overclock, depois de 2 anos de pau ele passa a aceitar bem mais do que isso.</font>

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

<font color='#000000'>eu não sei, meu primo tinha comprado um PIII 750 novo na caixa (BOX) montado numa P3B-F com adaptador e fazia um over nele a 840MHz, usava cooler de P4 a 5500RPM e Artic Silver, alguns meses de uso o processador começou a travar, ele baixou o clock ao estado original e resolveu o problema, desde então não aceitava mais overclock sendo que sua temperatura nunca passou dos 60°c, tô vendo que esse assunto vai dar um caldo legal hehehe, visto que o assunto é meio polêmico, vamos expor nossas experiências para chegarmos a uma conclusão disso pois agora fiquei curioso.  :-BEER</font>

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

<font color='#000000'>Caro Anderson, isso depende... pra compra usado é bom você saber de ele era usado em modo de over-clock! Isso num é bom, pois ele tem a vida útil reduzida, porque ela é forçado a trabalhar numa freqüência que não está preparado!

Bom,é isso aí! Pensa bem... :aranha:</font>

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
Postado Originalmente por coelho72@11 Oct. 2003,16:45

<font color='#000000'>Eu pessoalmente acho mais confiável comprar um processador usado do que um novo. É "testado".

Muita gente fala em vida útil, que já gastou, mas na real eu NUNCA vi um processador deixar de funcionar por ter terminado a tal "vida útil". Tenho clientes que usam um 386 há mais de 10 anos, ligando a máquina 365 dias por ano, e em alguns casos 24h por dia (motéis, por exemplo).

Além disso, eu tenho uma teoria de que o processador "amacia" e com algum uso ele passa a aceitar mais overclock, tipo o mesmo processador que quando novo dava 10% de overclock, depois de 2 anos de pau ele passa a aceitar bem mais do que isso.</font>

<font color='#000000'>Coelho, mas é bem diferente você comparar um 386, 486 ou até mesmo um Pentium mais antigo.

Os 386 eram fabricados no processo 1.5µm. Agora que estamos falando em 90nm (0.09µm), dá pra perceber bem a diferença de construção que existe (16,6x menor).

Não vou dizer que você poderia comparar como sendo a resitência de uma casa com paredes de 1m de espessura contra outra com paredes de apenas 6 cm, mas acho que dai você pode pensar o quão sensíveis são esses novos processadores.

Em 1nm cabem aproximadamente 10 átomos de Si enfileirados. Então seria uma parede de 900 átomos, contra uma com 15mil.

Mas só pra não confundir quem perguntou.

Apesar de os atuais processadores estarem bem menos duráveis, se não sofrem abusos, mesmo esses com mais de 1GHz duram 5 anos rodando 24hs por dia (no mínimo), quase todos os dias da semana (e as vezes sábados).

O que eles não aguentam muito é tensão alta, variações de tensão grande e temperatura muito alta por longos períodos(quando digo alta, é alta mesmo, beirando 100ºC).

O processador mais velho que vejo em funcionamento constante é um 486DX2, mas tem muitos Pentium (originais) ainda em funcionamento.</font>

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

<font color='#000000'>

ele tem a vida útil reduzida, porque ela é forçado a trabalhar numa freqüência que não está preparado

A freqüência de trabalho de um processador não interfere diretamente em sua durabilidade. O que faz um processador perder vida útil é trabalhar em temperatura muito alta (pois isso interfere na dopagem do silício, fazendo com que ocorram correntes de fuga) ou então (no caso dos atuais com tecnologias de menos de 0,24micrômetros) a tensão muito alta pode romper transístores a médio prazo, isso porque o campo elétrico nos isolantes CMOS torna-se absurdamente alta.

Então, é mais provável que tenha mais durabilidade um processador com um overclock radical, mas sem aumento de tensão e com boa refrigeração do que um que não teve overclock mas trabalhava quente.</font>

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisar ser um membro para fazer um comentário

Entre para seguir isso  





Sobre o Clube do Hardware

No ar desde 1996, o Clube do Hardware é uma das maiores, mais antigas e mais respeitadas publicações sobre tecnologia do Brasil. Leia mais

Direitos autorais

Não permitimos a cópia ou reprodução do conteúdo do nosso site, fórum, newsletters e redes sociais, mesmo citando-se a fonte. Leia mais

×