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Empresa norte-americana cria o novo toca-discos inteligente TT8

       
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A "vitrola inteligente" tem conectividade Wi-Fi e Bluetooth.

Empresa norte-americana cria o novo toca-discos inteligente TT8
Flavia Dutra Editora de Notícias do Clube do Hardware

A empresa norte-americana Minfort desenvolveu o TT8, toca-discos inteligente com design retrô, compatível com serviços de streaming, como o Spotify.

A “vitrola inteligente” pesa 7,6 kg, mede 460 x 360 x 80 mm, tem acabamento em madeira, prato com acabamento em alumínio de 30 cm, braço que move a agulha automaticamente, cones dos alto-falantes feitos de fibra de papel e lã e com concavidade intermediária, subwoofer de 5,25 polegadas de polipropileno moldado com borracha, amplificador integrado com potência de 60 W, botões para equalizar o som, conversor digital-analógico (DAC), portas RCA, óptica e USB, além de conectividade Wi-Fi e Bluetooth.  

A Minfort está em campanha no site de financiamento coletivo Kickstarter até 3 de janeiro de 2018, com objetivo de arrecadar US$ 25 mil. Até o momento, foram angariados mais de US$ 36 mil.

A vitrola TT8 já está em pré-venda por US$ 659 (mais impostos), incluindo o valor do frete para o Brasil. As entregas devem começar a partir de fevereiro de 2018. O toca-discos tem três opções de madeira com 15 mm de espessura: Walnut, Teak e Oak. O fabricante oferece ainda caixas de som com o mesmo acabamento em madeira, que são vendidas separadamente.

 

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Comentários de usuários


Eu não consigo entender porque o vinil sendo relançado agora está mais caro que era, o por que desse preço absurdo em um aparelho para tocar discos de vinil? Não pago nunca!

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2 horas atrás, Scotta disse:

Eu não consigo entender porque o vinil sendo relançado agora está mais caro que era, o por que desse preço absurdo em um aparelho para tocar discos de vinil? Não pago nunca!

 

"Vintage", é o novo "gourmet".

 

E a escala também está menor do que quando o Vinil era o padrão.

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Não sei a qualidade deste TD...

 

O que posso dizer é que houve uma "gourmetização" de aparelhos vintage.

Em muitos casos, os aparelhos antigos são melhores que os atuais...caso dos CD players.

Não há no mercado um único player de mini system que seja melhor que players dos anos 80 e 90...

 

Além disso, o visual atual dos mini-systems atrapalha muito...a ideia atual é "quanto mais cara de nave espacial melhor"...é dureza!

 

Nessa onda, muitas pessoas que nada entendem de música ou de áudio, passaram a comprar aparelhos caríssimos para exibir salas para amigos e em redes sociais.

 

O vinil, quando tocado em um sistema caríssimo, oferece uma experiência sonora que, em muitos casos, é melhor que o CD. 

Áudio analógico, em um sistema valvulado, oferece sonoridade incomparável...

 

Mas, quando falo de caríssimo, falo de investimentos de muito mais do que 10 mil reais, para nossa realidade brasileira...

 

Caso não disponha dessa quantia para esse fim, vai no digital.

Compre boas caixas, um bom DAC e com 3, 4 mil reais, você montará um sistema com qualidade muito, mas muito acima mesmo, dos convencionais CD players de mini-system...e que não deverá em quase nada para um sistema que toque áudio analógico.

 

 

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@Fokas

 

O problema do som digital e do analógico também é que é um sonoridade eletrônica, artificial. Se for para ouvir instrumentos musicais eletrônicos acho que não faz tanta diferença.

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É a gourmetização do vinil também!!!

Alguns artistas lançando obras em vinil, o que ajuda a dar um fôlego para essa industria.

Acaba virando um produto de nicho para alguns poucos entendidos e outros poucos endinheirados!!!

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4 minutos atrás, luizmont disse:

É a gourmetização do vinil também!!!

Alguns artistas lançando obras em vinil, o que ajuda a dar um fôlego para essa industria.

Acaba virando um produto de nicho para alguns poucos entendidos e outros poucos endinheirados!!!

 

Quem quiser o de vinil não precisa ser endinheirado, basta procurar no mercado de usados.

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@luizmont

 

Tive um 3 em 1 da Sanyo muito bom.

 

Pena que não dei a importância devida na época ao aparelho iludido pelas novas máquinas que apareciam no mercado senão teria feito uma manutenção periódica nele não deixando que se deteriorasse ( o que me fez desistir foram as teclas do gravador cassete que emperraram talvez por oxidação ). O toca discos dele tocava até seis LPs ou compactos automaticamente.

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:o

6 LPs???

Que bacana!

 

Em casa tinha um 3 em 1 da Gradiente, mas também sem manutenção acabou indo embora!

Lembro que era um ótimo aparelho!

A cultura era outra naquela época e não existia muito o conceito de "entusiasta" como temos hoje...

 

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