Placa-mãe Chaintech CT-7NJS Zenith
Por Gabriel Torres em 07 de março de 2003
Introdução
Após surpreender o mercado com a sua série Apogee (clique aqui par ler o teste da CT-7VJL Apogee), a Chaintech lançou recentemente a série Zenith, que inacreditavelmente consegue trazer um kit de opcionais ainda mais completo do que a série Apogee.
Nota: O modelo para soquete 478 dessa placa-mãe chama-se CT-9EJS1 e nós já testamos essa placa.
A CT-7NJS é o modelo soquete A da série Zenith, usando o chipset nForce 2 SPP da nVidia, que aceita memórias DDR400/PC3200 operando no esquema Dual Channel. Esse chipset permite que, se usarmos dois módulos de memória iguais, o desempenho no acesso a memória seja dobrado. Se usarmos dois módulos DDR400, o acesso pula de 3.200 MB para 6.400 MB/s. Realmente impressionante e estávamos realmente curiosos para saber qual é o impacto dessa configuração no desempenho do micro, na prática. Além disso, o barramento AGP é 8x.
O kit Zenith é realmente inacreditável. A caixa é extra grande, no mesmo estilo da Apogee, só que ainda mais bonita, pois tem uma letra Z gigante transparente que permite ver os detalhes da placa-mãe, como você pode conferir na Figura 1. As cores escolhidas para o modelo Zenith para a plataforma soquete A foram as mesmas escolhidas na série Apogee: dourado e amarelo.
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Figura 1: Caixa da placa-mãe Chaintech CT-7NJS Zenith.Antes de falarmos da placa-mãe CT-7NJS em si, vamos dar uma olhada no que vem no kit Zenith. Para começar, assim como na série Apogee, os cabos IDE e da unidade de disquete são redondos, na cor do kit, no caso amarelo, facilitando a circulação de ar dentro do gabinete. Além disso, a CT-7NJS tem duas portas Serial ATA e a placa vem com dois cabos desse tipo também.
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Figura 2: Cabos redondos da série Zenith.A série Zenith vem com um painel frontal para ser instalado em uma das baias de 3 1/2" do gabinete do micro, chamado Cbox2. Esse painel é bem diferente do que vem na série Apogee, e seu principal recurso é um display de diagnóstico POST. A colocação desse display do lado de fora do micro faz muito mais sentido, já que em placas-mãe que têm esse display soldado sobre a placa só é possível lê-lo quando o micro está aberto ou caso o gabinete seja transparente. Além do display, o Cbox2 tem quatro portas USB 2.0, uma porta FireWire, entrada para microfone e saída de áudio, além de um LED verde que indica que o micro está ligado.
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Figura 3: Cbox2 da série Zenith.O kit Zenith vem ainda com um cabo SPDIF óptico (clique aqui caso você não saiba o que é isso) e um pequeno extensor. É a primeira vez que vemos uma placa-mãe vindo de fábrica com esse cabo. Todas as placas-mãe com conexão SPDIF óptica que testamos até hoje não vêm com esse cabo.
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Figura 4: Cabo SPDIF óptico da série Zenith.A placa-mãe Chaintech CT-7NJS tem, portanto, entradas e saídas SPDIF óptica, e o adaptador nós vemos na Figura 5, à esquerda. Essa placa-mãe vem ainda com um adaptador para saídas independentes para os canais traseiros, central e subwoofer. Em placas-mãe que não têm esse recurso, essas saídas são compartilhadas com as entradas line in e mic in. Esse adaptador nós vemos à direita na Figura 5.
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Figura 5: Adaptador SPDIF óptico (esquerda) e saídas separadas para canais traseiro, central e subwoofer (direita) da série Zenith.A placa-mãe CT-7NJS vem ainda com dois CDs em um bonito estojo e um chaveiro (isto mesmo, um chaveiro para mostrar para todo mundo que você é um nerd de verdade). Nos CDs, utilitários da placa-mãe em um CD e programas diversos, como Norton Internet Security 2002, Norton AntiVirus 2002, entre outros, no outro CD.
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Figura 6: CDs e chaveiro da série Zenith.Mais Recursos
O kit da CT-7NJS vem ainda com uma placa ACR contendo duas portas FireWire. O chip usado na placa, Realtek RTL8801, possui três portas FireWire. A terceira porta é redirecionada através de um plugue interno para a porta FireWire existente no painel frontal que vem com a placa-mãe (C-box2). É a primeira vez que vemos uma placa-mãe vindo de fábrica com uma placa desse tipo.
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Figura 7: Placa ACR com três portas FireWire que acompanha a CT-7NJS.Vamos agora falar da placa-mãe em si. Nós a vemos na Figura 7. Visualmente ela é praticamente idêntica à Chaintech CT-7VJL, só que com ainda mais recursos.
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Figura 8: Placa-mãe Chaintech CT-7NJS.Ela tem uma porta IDE ATA-133 RAID adicional (apenas uma) e duas portas Serial ATA controladas pelo chip Promise PDC20376. Note que a sua contraparte para soquete 478, CT-9EJS1, não tem as duas portas Serial ATA. Veja na Figura 9 o detalhe desses recursos.
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Figura 9: Detalhe da placa-mãe Chaintech CT-7NJS.Ela tem ainda seis portas USB 2.0 (duas soldadas na placa-mãe e quatro através do painel frontal Cbox2) e três portas FireWire, através de placa adicional, como explicamos antes.
Como está se tornando cada vez mais comum, essa placa tem rede on-board (controlada pelo chip ICS 1893Y) e som on-board de seis canais, gerado pelo chip C-Media CMI8738-6Ch-MX. Cá entre nós, a qualidade de som desse chip é inferior ao do seu principal concorrente, o Realtek ALC650, utitlizado por várias placas-mãe - muito embora somente audiófilos e profissionais da área de áudio irão perceber essa diferença na qualidade. O chip da C-Media tem uma resolução de 16 bits e uma relação sinal/ruído de 80 dB, enquanto que o chip da Realtek tem resolução de 20 bits para saída, resolução de 18 bits para entrada e relação sinal/ruído de 90 dB (a relação sinal/ruído mede o quanto de ruído branco - o famoso chiado - o chip injeta no som; quanto maior esse valor, melhor. Para o um dispositivo de áudio ser considerado profissional, ele deve ter uma relação sinal/ruído maior de 96 dB). Achamos uma pena, já que poderia ser usado um chip topo de linha para combinar com uma placa-mãe topo de linha.
O cooler do chipset foi trabalhado, e a Chaintech adicionou uma ventoinha transparente sobre ele. No modelo anterior, CT-7VJL, o cooler não tinha ventoinha. Repare ainda o símbolo dourado da série Zenith sobre a ventoinha
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Figura 10: Cooler do chipset da placa-mãe Chaintech CT-7NJS.Por fim, o detalhe do esmero da Chaintech: os conectores da parte traseira da placa-mãe são dourados, o que definitivamente evita a oxidação.
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Figura 11: Plugues da parte traseira da placa-mãe Chaintech CT-7NJS.Mas isso ainda não é tudo. Essa placa-mãe tem um recurso sensacional que vale à pena ser explicado em mais detalhes. No setup dela, há uma opção chamada "HDD Instant Recovery". Esse recurso foi criado pela empresa Lenten (http://www.lenten.com) e funciona como se você tivesse instalado no micro uma placa de recuperação de dados, como a Juzt-Reboot. Funciona da seguinte forma: com essa opção habilitada, qualquer alteração feita pelo usuário será desfeita no próximo reboot. Isso inclui a instalação de programas, contaminação por vírus, etc. Esse recurso é excelente para lugares onde muitas pessoas usam o mesmo micro, tais como cursos de informática, escolas, ciber cafés, LAN houses, etc. Nós escrevemos um artigo completo explicando o funcionamento desse tipo de recurso. Obviamente para que esse recurso funcione de forma correta em ambientes como os citados, você deve instalar uma senha para proteger o setup, ou algum engraçadinho pode ir lá e desabilitar esse recurso.
Ufa! Quanto recurso! Antes de irmos aos testes, vamos dar uma recapitulada em todos os recursos que essa placa-mãe possui.
Principais Características
As principais características da Chaintech CT-7NJS são:
- Soquete A.
- Chipset: nVidia nForce 2 SPP e MCP-T (AGP 8x, ATA-133, DDR400/PC3200)
- Gerador de clock: Attansic ATXP1.
- Super I/O: ITE IT8712F.
- IDE: Duas portas ATA-133, uma porta ATA-133 RAID extra e duas portas Serial ATA controladas pelo chip Promise PDC20376.
- USB: 6 portas USB 2.0 (duas soldadas sobre a placa-mãe e quatro através do painel frontal Cbox2).
- FireWire (IEEE 1394): Três portas controladas por placa ACR baseada no chip Realtek RTL8801 que acompanha a placa-mãe.
- Som on-board: Produzido pelo chip C-Media CMI8738-6Ch-MX (seis canais, resolução de 16 bits, relação sinal/ruído de 80 dB).
- Vídeo on-board: Não.
- Modem on-board: Não.
- Rede on-board: Sim, chip ICS 1893Y.
- Buzzer: Sim
- Fonte de alimentação: ATX.
- Slots: 1 slot AGP 8x, 5 slots PCI e 1 slot ACR.
- Memória: 3 soquetes DDR-DIMM (máximo de 3 GB até DDR400/PC3200), dois operando no esquema Dual Channel.
- Quantidade de CDs que acompanha a placa: 2 CDs
- Programas que acompanham a placa: Norton Antivirus 2002, Norton Internet Security 2002, entre outros.
- Recursos extras: Painel frontal Cbox2 (display de diagnóstico POST, 4 portas USB 2.0, 1 porta FireWire, mic in e speaker out), cabos IDE redondos, entradas e saídas SPDIF óptica, cabo óptico SPDIF, chaveiro de brinde.
- Mais informações: http://www.chaintech.com.tw.
- Preço médio nos EUA*: US$ 175.
* Pesquisado em http://www.pricewatch.com no dia da publicação deste teste. Este preço é apenas uma referência para comparação com outras placas. O preço no Brasil será sempre maior, pois devemos adicionar o câmbio, o frete e os impostos, além da margem de lucro do distribuidor e do lojista.
Como Testamos
Como a diferença de desempenho entre as placas-mãe de boa qualidade raramente passa de 4%, não vemos a necessidade de executarmos inúmeros testes de desempenho. Afinal, diante de uma placa-mãe desconhecida, o que queremos saber é se o desempenho dela está ou não dentro do "normal".
Utilizamos quatro programas para medir o desempenho das placas-mãe testadas: PCMark2002 (http://www.futuremark.com), 3DMark2001 SE (http://www.futuremark.com) em sua configuração padrão (1024x768), Quake III Arena (http://www.quake3arena.com) em sua configuração padrão (640x480) e Sandra (http://www.sisoftware.demon.co.uk/sandra/index.htm), em seu teste de taxa de transferência da memória RAM.
Em nossos testes de desempenho usamos um processador Athlon XP 1500+ (1.333 MHz) com cooler ADDA B53. O micro foi montado com dois módulos de 256 MB DDR-SDRAM DDR333/PC2700 Kingston, disco rígido Samsung SV2001H (20 GB ATA-100) e placa de vídeo Chaintech AGP-RI93 (GeForce 2 GTS Pro com 64 MB de memória de vídeo DDR-SDRAM). A resolução de vídeo usada foi 800 x 600 x 16 bits.
Entre as sessões de teste, o único periférico diferente era a placa-mãe testada e reformatamos o disco rígido e reinstalamos todos os softwares, em seguida desfragmentamos o disco rígido. Os drivers utilizados foram os seguintes: driver de vídeo nVidia 4.13.01.3082 e driver nForce 2.8.8. O sistema operacional utilizado foi o Windows 98 SE em português com o Direct X 8.1 em português instalado (no momento de publicação deste teste o DirectX 9 já estava disponível, mas como os resultados antigos já tinham sido obtidos com o DirectX 8.1 e como não tínhamos mais a maioria das placas-mãe testadas no passado, preferimos manter o uso do Direct X 8.1).
Serial ATA
Infelizmente não conseguimos colocar a porta Serial ATA para funcionar. Quando instalávamos os drivers, o micro travava. Esse problema pode ter sido ocasionado pelo fato de não termos um disco rígido Serial ATA, e estávamos instalando o nosso disco Samsung na porta Serial ATA através de um dispositivo conversor que veio junto com a placa-mãe ABIT AT-7-MAX2. Ficamos devendo este teste.
DDR Dual Channel
Nós montamos o micro com duas memórias DDR333/PC2700 da Kingston para podermos ver qual é o impacto no uso da configuração Dual Channel. Sinceramente, não houve qualquer diferença no desempenho do micro usando um módulo para dois módulos de memória. Não sabemos se isso ocorreu por conta do processador que usamos (Athlon XP 1500+) ou ainda do sistema operacional que usamos (Windows 98), mas, pelo menos conosco, essa história de DDR Dual Channel mostrou ser somente uma estratégia de marketing.
Os resultados a seguir referem-se à placa-mãe com os dois módulos instalados em esquema Dual Channel.
Desempenho de processamento
A Chaintech CT-7NJS foi uma das placas-mãe com melhor desempenho de processamento entre todas as placas-mãe soquete A que testamos até hoje, estando no mesmo nível da Gigabyte GA-7VAXP Ultra e da ASUS A7N8X, que utiliza o mesmo chipset (nForce 2 SPP). A Soyo KT333 Dragon Ultra Platinum e a EPoX 8K3A+ obtiveram desempenho similar ao da Chaintech CT-7NJS, visto que a diferença de desempenho entre essas placas-mãe é de menos de 2%. A Chaintech CT-7NJS foi 2,57% mais rápida do que a PCChips M847 Game Demonio, 2,75% mais rápida do que a DFI AD76, 2,99% mais rápida do que a ABIT AT7-MAX2, 3,48% mais rápida do que a MSI KT3 Ultra e 4,64% mais rápida do que a DFI AD77 Infinity.
Desempenho de vídeo 3D
Como falamos várias vezes, hoje em dia a melhor forma de se realmente testar o desempenho de uma máquina é através de seu desempenho 3D, já que este tipo de teste exige o máximo de processamento, processamento matemático, vídeo e disco. Usamos dois programas para testar o desempenho 3D: o 3DMark2001SE e o Quake III, sendo que o primeiro usa a API DirectX e o segundo, OpenGL.
3DMark2001 SE
No 3DMark2001 SE a Chaintech CT-7NJS também mostrou ser uma excelente placa, obtendo desempenho no mesmo nível da Gigabyte GA-7VAXP Ultra, da EPoX 8K3A+ e da Soyo KT333 Dragon Ultra Platinum (a diferença de desempenho da placa da Chaintech para essas três foi de menos de 1%). A placa-mãe testada foi 1,52% mais rápida do que a DFI AD76, 2,58% mais rápida do que a ABIT AT7-MAX2, 3,18% mais rápida do que a MSI KT3 Ultra e incríveis 9,29% mais rápida do que a DFI AD77 Infinity.
Quake III
No Quake III a placa-mãe testada obteve um excelente desempenho, na faixa de 212 quadros por segundo, ficando no mesmo nível das placas Gigabyte GA-7VAXP Ultra, EPoX 8K3A+ e Soyo KT333 Dragon Ultra Platinum. A placa-mãe da Chaintech foi 4,13% mais rápida do que a DFI AD76, 7,78% mais rápida do que a ABIT AT7-MAX2, 8,05% mais rápida do que a MSI KT3 Ultra e incríveis 21,63% mais rápida do que a DFI AD77 Infinity.
Memória
Como usamos dois módulos DDR333/PC2700 e essa placa-mãe oferece o recurso DDR Dual Channel, a taxa de transferência da memória deveria ser de 5.400 MB/s. Só que, na prática, não é bem assim que a banda tem tocado. A taxa de transferência medida pelo Sandra foi de 2.022 MB/s, uma comparável à memória DDR266/PC2100! O mesmo ocorreu com a placa-mãe ASUS A7N8X, que também usa o chipset nForce 2 SPP. Como falamos, não sabemos se isso ocorreu por conta do processador que usamos (Athlon XP 1500+) ou ainda do sistema operacional que usamos (Windows 98), mas, pelo menos conosco, essa história de DDR Dual Channel mostrou ser somente uma estratégia de marketing.
A Chaintech CT-7NJS usou 74,89% da banda proporcionada pela memória DDR333/PC2700 usada e apenas 37,44% da taxa de transferência máxima teórica que seria proporcionada pelo sistema Dual Channel.
Overclock
Essa placa-mãe tem vários ajustes para o overclock e o fato dela ser topo de linha realmente prometia muito. Nela você pode regular o clock externo de um em um MHz até 200 MHz, além da tensão de alimentação do processador (de 1,4 V a 2,150 V, sendo que até 1,850 V em incrementos de 0,025 V e acima desse valor em incrementos de 0,050 V), da tensão de alimentação da memória (2,6 V a 3,2 V em incrementos de 0,1 V) e da tensão do barramento AGP (1,5 V a 2,0 V, em incrementos de 0,1 V), além de configuração da multiplicação de clock, caso você tenha destravado o seu processador.
Nós conseguimos quebrar todos os nossos records anteriores, colocando o nosso Athlon XP 1500+ rodando externamente a 171 MHz (internamente a 1.710 MHz). Ou seja, essa é a melhor placa-mãe para overclock de processadores AMD que já testamos até hoje. Detalhe: conseguimos colocar o processador rodando até mais rápido, só que o micro travava.
Devemos lembrar que nós não forçamos a barra (não mudamos as configurações de tensão de alimentação) e você, com mais paciência, com certeza obterá resultados ainda melhores do que os nossos.
Conclusões
A Chaintech está cada vez mais inovando. Sua nova série Zenith consegue ser ainda melhor que a sua série antecessora, a Apogee. A CT-7NJS é a melhor placa-mãe para processadores AMD que o seu dinheiro pode comprar.
Seu desempenho é excelente, sua capacidade de overclock é animal (a melhor placa-mãe para overclock de processadores AMD que já testamos até hoje) e o seu pacote de recursos extras é um indiscutível valor agregado. Duas seis portas USB 2.0, suas três portas FireWire e suas duas portas Serial ATA farão com que você não precise fazer um upgrade durante muitos anos, fazendo com que o investimento nessa placa-mãe valha à pena.
Os recursos extras dessa placa são o seu principal atrativo. Para quem gosta de áudio digital, essa é a primeira placa-mãe que vimos vindo de fábrica com cabo SPDIF óptico. E a colocação do display de diagnóstico do POST no painel frontal do gabinete (Cbox2) foi uma jogada de mestre.
O recurso de recuperação de dados do HD permite que donos de cursos e LAN houses possam usar uma placa-mãe de alto desempenho em suas máquinas que dá a opção de desfazer todas as alterações efetuadas pelo o usuário anterior. Fantástico.
Mesmo a gente tendo ficado decepcionado com o desempenho no acesso à memória do chipset nForce 2, isso é apenas um detalhe que passa despercebido diante do desempenho geral dessa placa-mãe, da sua qualidade, da sua capacidade de overclock e do seu excepcional desempenho.
Originalmente em http://www.clubedohardware.com.br/artigos/420
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