X-Micro - Soluções 802.11b (Roteador, Placa USB e Placa PCMCIA)
Por Alberto Cozer em 08 de maio de 2004

Introdução

Produto Recomendado Clube do Hardware

Neste teste verificamos o desempenho do conjunto de soluções da X-Micro para compartilhamento de conexões banda larga usando o protocolo IEEE 802.11b, que permite uma taxa de transferência máxima teórica de 11 Mbps usando conexão sem fio. Nós testamos três equipamentos: um roteador (X-Micro 802.11b Broadband Router), uma placa de rede/antena USB (X-Micro 802.11b USB Adapter) e uma placa de rede/antena PCMCIA (X-Micro 802.11b PCMCIA LAN Card). Desta forma, em nosso teste de hoje estaremos testando o desempenho e as funcionalidades destes três equipamentos.

Importante notar que os equipamentos da X-Micro testados são vendidos separadamente, isto é, o fabricante não os disponibiliza em um kit, o que não cria nenhum problema nem tampouco torna os produtos da X-Micro testados pelo Clube do Hardware menos interessantes do que produtos de outros fabricantes que são disponibilizados em um kit único. Pelo contrário, o fato de não ser um kit possibilita ao usuário que planeja adquirir a solução wireless da X-Micro ter a liberdade de comprar apenas os equipamentos necessários e, assim, economizar dinheiro.

Além da antena wireless, o roteador 802.11b da X-Micro incorpora um switch 10/100 Mbps de 4 portas que permite o compartilhamento da conexão banda larga entre quatro micros ligados via cabo Ethernet padrão (CAT5).

Apenas com o roteador wireless da X-Micro já é possível compartilhar uma conexão Internet de banda larga em casa ou no escritório, entre micros ligados via cabo Ethernet ou até mesmo laptops com placas wireless de outros fabricantes.


Figura 1: Vista frontal do roteador X-Micro 802.11b.


Figura 2: Vista traseira do roteador X-Micro, com seu switch 10/100 Mbps integrado (quatro portas à direita) e a entrada Ethernet da conexão banda larga (porta à esquerda).


Figura 3: Placa wireless PCMCIA. Antena integrada.


Figura 4: Placa USB wireless 802.11b da X-Micro. Design compacto e portátil.

Ao contrário de outros roteadores wireless já testados aqui no Clube do Hardware, o equipamento da X-Micro já traz antena wireless integrada, como você pode conferir na Figura 2. Isso quer dizer que não é necessário inserir uma placa wireless PCMCIA no equipamento para que ele funcione. No nosso teste utilizamos a placa wireless PCMCIA em um laptop de testes a fim de medir o desempenho dos equipamentos.

O custo dos equipamentos testados é de aproximadamente US$ 142,00, nos EUA (US$ 69,00 para o roteador wireless, US$ 40,00 para a placa USB e US$ 33,00 para a placa PCMCIA).

Antes de irmos aos nossos testes, vamos dar uma olhada nas principais características desses equipamentos.

 

Principais Especificações

  • Switch 10/100 Mbps 4 portas
  • Wireless Access-Point 802.11b (11 Mbps)
  • Criptografia WEP 64/128 bits
  • Interface de gerência via web
  • Firewall
  • Network Address Translation (NAT)
  • Controle de acesso por endereço MAC
  • DMZ virtual
  • Suporte a PPPoE e PPTP
  • Servidor DHCP
  • Bom desempenho
  • Mais informações: http://www.xmicro.com
  • Preço médio nos EUA*: US$ 142,00

* Pesquisado em http://www.froogle.com no dia da publicação deste teste. Este preço é apenas uma referência para comparação com outras placas. O preço no Brasil será sempre maior, pois devemos adicionar o câmbio, o frete e os impostos, além da margem de lucro do distribuidor e do lojista.

 

Como Testamos

Nos testes de equipamentos de rede avaliamos sete critérios básicos: documentação, público-alvo, recursos disponíveis, desempenho, operação, estabilidade e segurança. Para cada um desses critérios será atribuída uma nota, de um a três, significando respectivamente insatisfatório, satisfatório e mais do que satisfatório.

As notas de cada critério serão somadas e divididas por sete. Essa média representa a avaliação final geral do equipamento, mas não recomendamos que ela seja usada como único critério na hora de comparar dois ou mais equipamentos similares. Por exemplo, um equipamento pode oferecer melhor estabilidade e outro melhor documentação, mesmo assim ambos podem apresentar avaliação final geral rigorosamente iguais. Para decidir qual dos dois atende melhor a você ou ao seu cliente é preciso identificar qual critério é mais importante dentro da sua realidade.

O critério “documentação” refere-se à facilidade ou dificuldade de encontrar informações técnicas, guias de instalação e manuais de gerenciamento do equipamento, além de endereçar a facilidade ou dificuldade de colocar o equipamento testado em operação em um ambiente real. Todo equipamento testado deve dispor de pelo menos um guia de instalação simples de entender e fácil de ler, impresso ou em meio eletrônico (disquete ou cd-rom) acompanhando a caixa do produto. Dentro desse critério também serão avaliados os manuais técnicos fornecidos pelo fabricante, estejam eles em meio eletrônico (disquete, cd-rom ou Internet) ou impressos, acompanhando a caixa do equipamento ou não.

O critério “público-alvo” avalia se o equipamento é adequado ou não para o mercado ao qual se destina. Dentro desse critério é avaliado o preço final para o consumidor, a estratégia de marketing adotada pela fabricante e a compatibilidade da apresentação do equipamento com o público-alvo dele (por exemplo, equipamentos para usuários domésticos devem ter interface de gerenciamento simplificada).

O critério “recursos” descreve os principais recursos disponíveis no equipamento e qual a função de cada um eles. A nota desse critério baseia-se na avaliação do critério “público-alvo”, já que a quantidade e os recursos disponíveis podem ser suficientes ou insuficientes de acordo com o usuário ao qual se destina o equipamento.

O critério “desempenho” avalia a velocidade com que os dados passam pelo equipamento, determinando se a taxa real de transferência de dados suportada pelo equipamento é compatível com o que o fabricante afirma na documentação técnica. Características que, direta ou indiretamente, possam interferir no desempenho da rede quando o equipamento está em uso, como, por exemplo, baixo desempenho de um filtro de pacotes embutido também são avaliados dentro desse critério.

O critério “operação” avalia a facilidade ou dificuldade de gerenciar o equipamento quando ele estiver funcionando e em produção.

O critério “estabilidade” avalia a disponibilidade do equipamento quando submetido a testes de carga ou estresse de rede. Além disso, neste critério também são avaliadas as funcionalidades de redundância de conexão ou alta-disponibilidade e balanceamento de carga, nos equipamentos que têm essas funcionalidades.

O critério “segurança” avalia características gerais de segurança adequadas para uso ao qual o equipamento se destina, de acordo com o público-alvo. Detalhes técnicos dos recursos de segurança disponíveis são testados e avaliados dentro deste critério.

 

Documentação

Todos os três dispositivos testados acompanham documentação impressa e CD-ROM contendo documentação extra, além de drivers e guias de instalação.

O roteador X-Micro testado tem um excelente guia de instalação, ilustrado e fácil de compreender, de forma que mesmo usuários sem experiência com equipamentos wireless conseguiriam configurá-lo sem dificuldades.

Embora a instalação das placas de rede wireless testadas (PCMCIA e USB) dependam de drivers especiais, ou seja, o sistema operacional usado nos testes (Windows XP Professional) não as reconhece diretamente, o processo de instalação está bem documentado e também aqui usuários sem experiência com equipamentos wireless conseguiriam configurá-las sem dificuldades.

A documentação do produto é suficiente (nota 2).

 

Público-alvo

O produto destina-se a usuários de pequenos escritórios (SOHO). O preço do produto nos Estados Unidos é compatível com esse público-alvo e não deixa nada a desejar para a maioria dos concorrentes de qualidade.

O marketing, a documentação e o suporte técnico, além da apresentação do kit estão totalmente de acordo com o público ao qual ele se destina. O produto é mais do que suficiente (nota 3) para seu “público-alvo”.

 

Recursos

O kit vem com todos os recursos que seu público alvo pode precisar e mais um pouco. Os mais interessantes são os de redirecionamento de porta e DMZ virtual, que possibilitam que o usuário hospede servidores públicos com bom nível de segurança atrás do roteador, possibilitando que esses servidores sejam acessados por usuários na Internet.

O roteador do kit dispõe de um switch de quatro portas 10/100 Mbps full-duplex, uma antena wireless flexível (possibilita movimentar a antena para obter maior ganho e alcance) e uma porta Ethernet para a conexão de banda larga, por meio de um cabo cross-over, como você conferiu na Figura 2.

No que diz respeito às funcionalidades de software, o kit é excelente. Traz firewall, redirecionamento de porta (para hospedagem de servidores públicos na rede interna no escritório do usuário) e cliente e servidor de DHCP para as máquinas da rede interna.

Entre os recursos wireless devemos destacar a criptografia de conexões wireless por meio de WEP 64 bits ou 128 bits e a disponibilidade do equipamento para atuar como repetidor wireless em vez de ponto de acesso, aumentando o alcance de uma rede wireless já existente no escritório e permitindo que usuários de uma rede wireless já instalada e em operação consigam compartilhar o acesso de banda larga sem fazer alterações em suas estações de trabalho.

O kit traz recursos adequados para o seu público-alvo. Os recursos disponíveis são suficientes (nota 2).

 

Desempenho

O desempenho de uma rede Ethernet quase nunca atinge a taxa máxima (100 Mbps para fast Ethernet ou 11 Mbps para wireless 802.11b). Há inúmeras razões para que isso aconteça: interferência eletromagnética, placas mal configuradas, excesso de tráfego inútil na rede e até mesmo o projeto do equipamento (problemas de hardware ou software), entre outras razões. Além disto, temos que nos lembrar que a taxa de transferência máxima teórica inclui a transmissão de dados de controle (tais como cabeçalhos), ou seja, a banda disponível é tanto usada para transmitir dados quanto informações de controle.

Usamos o programa Qcheck ( http://www.ixiacom.com/products/performance_applications/pa_display.php?skey=pa_q_check) para fazer a medição da taxa de transferência máxima suportada pelo equipamento da X-Micro. Passamos a empregar o Qcheck para realizar os testes de desempenho de rede devido à sua simplicidade de operação, sem que haja alterações no método empregado na medição de desempenho, o que impossibilitaria comparações com nossos testes antigos.

Em nossos testes de transmissão sem fio o equipamento atingiu uma taxa de transferência de 635 KB/s com a criptografia WEP 128 bits habilitada. As taxas médias obtidas foram rigorosamente iguais em todos os três equipamentos da X-Micro testados (roteador wireless, placa PCMCIA e placa USB). O desempenho do roteador foi o mais alto obtido em todos os equipamentos wireless 802.11b já testados pelo Clube do Hardware e realmente nos impressionou bastante, sendo ligeiramente superior (2,09%) ao do roteador Compex SK811 e 42,70% superior ao do roteador Soyo SWKR 1401U1 (Aerielink). No gráfico nós incluimos também os resultados dos equipamentos 802.11g (54 Mbps) apenas como referência. Uma comparação de desempenho entre o equipamento testado em um equipamento 802.11g é injusta.

Desempenho wireless (em MB/s)

Testamos também o switch integrado ao roteador wireless e tivemos mais uma agradável surpresa. O taxa de transferência obtida foi de 11,71 MB/s, ou seja, 93,68 Mbps (o teto da medição é 100 Mbps). Este desempenho foi similar ao do roteador SWKR 1401U1 (Aerielink) da Soyo e ao do roteador 802.11g da própria X-Micro, e 33,83% maior do que o roteador SKW811 da Compex.

Desempenho do switch (em MB/s)

O desempenho do kit da X-Micro é mais do que suficiente (nota 3).

 

Operação

Depois de configurados, os dispositivos testados praticamente não precisaram de gerenciamento. A interface de configuração web é simples, e bastante intuitiva. É uma interface muito fácil de usar, que ainda conta com um modo “assistente” para facilitar ainda mais a administração e/ou configuração inicial.

Em nossos testes configuramos o equipamento para funcionar com conexão à Internet banda larga da Telemar: Velox (ADSL, 256 Kbps). A configuração foi bastante simples e bastou conectar o cabo de rede que sai do modem ADSL do Velox no equipamento. Depois foi só configurar o usuário e senha de acesso com ajuda do assistente de configuração. Apesar de dessa vez só termos testado com o Velox não há nada que impeça o funcionamento desse equipamento com outras conexões banda larga, ADSL ou não. Basta que a conexão banda larga disponibilize um cabo Ethernet para conexão com o equipamento da X-Micro.

Na conexão testada as máquinas da rede interna (2 PCs por cabo, 1 laptop em wireless USB e 1 laptop em wireless PCMCIA) estavam configuradas para obter endereços IP e DNS por DHCP.

A operação do equipamento é simples e mais do que satisfatória (nota 3).

 

Estabilidade

Os equipamentos testados passaram por rigorosa avaliação de disponibilidade que objetivou não só determinar a manutenção da conexão Internet em caso de quedas de link ou problemas com o provedor ou a rede mas também determinar se o próprio equipamento estava preparado para funcionar por vários dias seguidos, sem ser desligado, sob diferentes condições climáticas, desde o frio de um ambiente com ar condicionado até o calor de um escritório sem ar condicionado ou ventilador no verão carioca.

Em nenhum momento em que o equipamento esteve em testes foi necessário reiniciá-lo por causa de travamentos ou mesmo superaquecimento. Durante um mês sem desligar os equipamentos submetemos o roteador wireless e as placas testadas às diferenças de temperatura causadas por longos períodos de funcionamento em ambiente com ar condicionado seguido de períodos menores de funcionamento em ambiente sem ar condicionado, normalmente encontradas em um pequeno escritório.

Entretanto, por várias vezes depois de um longo período de operação ininterrupta (24 horas) o equipamento deixou de responder adequadamente à tentativas de acesso para gerência via interface web. O acesso a Internet não foi interrompido nem tampouco a rede tornou-se indisponível, mas para obter novamente acesso à interface web de gerência fomos obrigados a reiniciar o equipamento e o problema repetiu-se 4 vezes. É possível que seja um problema específico do equipamento de amostra para testes que recebemos, mas nos deixou com uma pulga atrás da orelha, especialmente dado o histórico de que tivemos problemas com um primeiro equipamento enviado para testes que foi trocado prontamente pela X-Micro.

Como tivemos problemas elétricos com um primeiro modelo do equipamento enviado para avaliação, submetemos o equipamento a testes de ligá-lo e desligá-lo colocando-o e retirando-o da tomada seguidas vezes (43 vezes) em intervalos de tempo que variavam de 1 segundo a 10 segundos. Mesmo depois desse “estresse” todo o equipamento continuou a operar sem apresentar nenhum defeito nem degradação de desempenho.

Infelizmente o equipamento não traz recursos que garantam disponibilidade em caso de queda da conexão com a Internet. A ausência de uma porta RS-232 para conexão com um modem externo fará falta a usuários que trabalham em casa (home office), mas é um problema contornável.

A estabilidade e disponibilidade do equipamento são suficientes (nota 2).

 

Segurança

Todo equipamento wireless deve possuir, no mínimo, recursos que permitam criptografar o tráfego transmitido entre as estações wireless e o access-point. Esse recurso é fundamental porque conexões wireless não limitam a propagação dos dados às dimensões físicas da sala onde o acess-point está instalado. É possível detectar uma rede wireless a partir da rua e com pouco investimento de tempo e dinheiro começar a capturar os dados que estão sendo transmitidos. Em casos mais graves pode ser possível até mesmo estabelecer uma conexão com a rede wireless exatamente como um usuário autorizado faria.

O principal recurso de criptografia presente em equipamentos wireless chama-se WEP, sigla para “Wired Equivalent Privacy” (privacidade equivalente a rede cabeada).

Como a própria sigla diz, o WEP não nasceu para garantir confidencialidade das informações trafegadas (garantir que apenas as duas máquinas envolvidas numa comunicação conheçam o conteúdo das mensagens trocadas). O WEP foi criado com o objetivo de impedir que usuários externos tenham facilidade para conectar-se a uma rede sem fio, pelo menos fornecer um nível de dificuldade equivalente ao que um usuário não autorizado teria para conectar-se na rede cabeada padrão. Mas exatamente como numa rede cabeada padrão, embora seja complicado para quem não faz parte da rede capturar os dados que trafegam, isso é extremamente fácil para quem está conectado na rede, possibilitando ataques internos.

Pudemos perceber que a X-Micro está comprometida com a segurança. O equipamento testado, além do suporte ao protocolo WEP (128 bits e 64 bits, à escolha do usuário), também traz um bom firewall e recursos de controle de acesso baseados no endereço MAC das placas de redes das estações-cliente.

Na avaliação de segurança do equipamento sentimos falta de mecanismos de autenticação das estações (padrão IEEE 802.1x). Recursos de autenticação como esse podem dar ao administrador da rede a certeza de que uma estação realmente pertence a um determinado usuário e com base nessa certeza garantir ou negar acessos. Entretanto, como esse recurso normalmente só é utilizado em grandes empresas e o público-alvo do kit testado é SOHO (Small Office Home Office), desconsideramos a falta dessa funcionalidade.

Embora tenhamos desconsiderado a falta de recursos de autenticação de estações, não pudemos desconsiderar a ausência de SSL na comunicação HTTP utilizada para configuração e gerência do roteador. Sem SSL nessa comunicação é possível que usuários da rede conectada ao roteador capturem a senha de gerência por meio da qual é possível alterar as configurações do equipamento.

Os recursos de segurança oferecidos pelo equipamento e a segurança do equipamento em si são suficientes (nota 2) para as necessidades do público-alvo.

 

Avaliação Final e Conclusões

O equipamento testado atingiu a nota 7,1 (a nota máxima é 10) no nosso quadro de testes (15 pontos em 21 possíveis). Durante os testes ficamos bastante impressionados com o desempenho da rede wireless X-Micro, do switch integrado ao equipamento e com a facilidade de gerência e operação. Além disso, o roteador wireless já vem pronto para compartilhar e gerenciar as conexões de acesso banda larga utilizadas no Brasil, especialmente conexões ADSL, e ainda dá a segurança necessária para usuários domésticos ou de pequenos escritórios, a um preço convidativo. O design simplificado e portátil da placa wireless USB também nos agradou bastante e certamente agradará à maioria dos usuários que podem até mesma usá-la no laptop em substituição à placa PCMCIA que é um pouco maior.

Se você possui um pequeno escritório, está pensando em compartilhar o acesso de banda larga que você tem em casa ou planeja melhorar o ambiente do seu home office mas não quer comprar um kit que trará itens que não fazem parte de suas necessidades, a solução wireless 802.11b da X-Micro é uma excelente opção, com boa relação de custo/benefício. Os equipamentos são simples de configurar e gerenciar, trazem os recursos necessários e o roteador wireless X-Micro aumenta consideravelmente a segurança de sua rede, especialmente para usuários de acesso banda larga, ajudando inclusive a prevenir a contaminação por vírus que venham de outras máquinas na Internet.

 

Originalmente em http://www.clubedohardware.com.br/artigos/X-Micro-Solucoes-80211b-Roteador-Placa-USB-e-Placa-PCMCIA/779

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