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  • Comunicados

    • Gabriel Torres

      Seja um moderador do Clube do Hardware!   12-02-2016

      Prezados membros do Clube do Hardware, Está aberto o processo de seleção de novos moderadores para diversos setores ou áreas do Clube do Hardware. Os requisitos são:   Pelo menos 500 posts e um ano de cadastro; Boa frequência de participação; Ser respeitoso, cordial e educado com os demais membros; Ter bom nível de português; Ter razoável conhecimento da área em que pretende atuar; Saber trabalhar em equipe (com os moderadores, coordenadores e administradores).   Os interessados deverão enviar uma mensagem privada para o usuário @Equipe Clube do Hardware com o título "Candidato a moderador". A mensagem deverá conter respostas às perguntas abaixo:   Qual o seu nome completo? Qual sua data de nascimento? Qual sua formação/profissão? Já atuou como moderador em algo outro fórum, se sim, qual? De forma sucinta, explique o porquê de querer ser moderador do fórum e conte-nos um pouco sobre você.   OBS: Não se trata de função remunerada. Todos que fazem parte do staff são voluntários.

Andre Gordirro

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Sobre Andre Gordirro

  • Data de Nascimento 24-08-1972

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    Rio de Janeiro
  1. Teste do headset Blast ST da Ozone

    A versatilidade tem um preço. Assim como o pato é uma ave que nada, voa e anda, mas não realiza as três atividades com excelência, produtos all-in-one (tudo num só) tendem a ter limitações para cumprir várias funções. O Blast ST da Ozone, por exemplo, é um headset que pode ser usado no PC, PlayStation 4, smartfones e tablets; para tanto, porém, abriu mão do som surround (que dá outra vida aos jogos) para ficar apenas no estereofônico, capaz de atender a todos esses equipamentos. Quem escolhê-lo sabe que está fazendo uma opção consciente de não curtir o melhor da ambientação sonora em games de PC e PlayStation 4. Figura 1: Blast ST O headset tem o mesmo design muito estiloso do Blast Ocelote World que já testamos, só que sem os detalhes na cor laranja e o revestimento cromado da junção da alça com os auriculares. O Blast ST é um headset grande, com alto-falantes de 44 mm em conchas acolchoadas de courino, que encobrem toda a orelha. Essas conchas estão presas a bases móveis que se ajustam melhor na cabeça. Figura 2: Auriculares e alto-falantes Uma borracha negra e fosca reveste todo o Blast ST, à exceção de dois detalhes cromados nos auriculares para quebrar monotonia cromática. A sólida haste de metal tem acolchoamento interno bem macio, e o nome do produto vem gravado na parte externa. Figura 3: Haste O microfone, localizado na concha esquerda, é o mesmo modelo de toda a linha Blast, ou seja, não é destacável nem articulado. O usuário pode apenas subi-lo (para emudecê-lo) ou descê-lo. Um LED na ponta indica que o microfone está ligado. Figura 4: Microfone Da concha esqueda também sai o cabo de plástico de 1,3 metro de comprimento, que termina em um conector de 3,5 mm. Uma unidade de controle presa ao fio tem um botão para emudecer o microfone e uma rodinha para aumentar/diminuir o volume. Acompanha um adaptador para PC e notebook. Figura 5: Cabo, unidade de controle e adaptador Mesmo grande e com aspecto sólido, o Blast ST é dobrável. Figura 6: Headset dobrado A grande característica do Blast ST é ser um headset estéreo que o usuário pode ligar no PC, PS4, smartfones e tablets, seja para jogar, ouvir música ou realizar chamadas/videoconferências. Por ser meramente estéreo, não é necessário baixar programa algum para equalizar a ambientação sonora ou posicionar caixas virtuais de surround. Basta plugar o headset para ele funcionar instantaneamente. O visual futurista e os ângulos retos podem sugerir que o Blast ST não seja confortável, porém não se deixe enganar pela aparência: o headset conta com uma haste macia e conchas móveis que proporcionam uma experiência agradável de uso. Esse ajuste, aliás, permite que os ouvidos fiquem plenamente cobertos e isolados de sons exteriores. O revestimento das conchas é feito de courino; em nossa experiência, é um material que descama com o suor e o tempo de uso, porém é mais macio e esquenta menos que revestimento em tecido. Em termos de comprimento de cabo, o Blast ST teve que se adaptar à característica multiplataforma. O modelo Blast Ocelote World, também compativel com PlayStation 4, tem um cabo de três metros. Já no caso do Blast ST, que pode ser usado com smartphone e tablet, ficaria inviável ter um cabo tão comprido para usá-lo na rua; isso não chega a ser um problema para o PlayStation 4, já que o seu conector de áudio analógico é localizado no próprio controle e, portanto, próximo ao usuário. Sem a ambientação sonora que um headset surround proporciona, o Blast ST é basicamente um ótimo headset para ouvir músicas, fazer ligações e jogar sem compromisso (nem todo mundo faz questão de um som bombástico em 7.1 canais, e não há nada de errado nisso). Infelizmente, o microfone não pode ser dobrado e levado até a boca, o que faz o som ambiente vazar um pouco mais do que o esperado. A conexão e o uso nas várias plataformas ocorreu sem problemas, lembrando que ele usa conexão analógica (conector de 3,5 mm). Mesmo não tendo alto-falantes de 50 mm como outros modelos, ouvimos graves poderosos nos 44 mm do Blast ST. É importante entrar na configuração de cada jogo individualmente e selecionar opções do tipo “headset” ou “som estéreo” para não criar uma cacofonia. Canais de streaming de música e vídeos do YouTube foram ouvidos no máximo do desempenho de cada fonte. As principais especificações do headset Blast ST da Ozone incluem: Headset digital estéreo 2.0 Conector: 3,5 mm Peso: 295 g Cabo: 1,3 m Especificações dos fones: Alto-falantes de 44 mm Resposta de frequência: 20 Hz – 20 kHz Impedância: 50 Ω Sensibilidade: -119 dB +/-3 dB Especificações do microfone:  Omnidirecional Impedância: 2,2 Ω Resposta de frequência: 100 Hz – 10 kHz Sensibilidade: -42 dB +/-3 dB Mais informações: http://www.ozonegaming.com Preço sugerido no Brasil: R$ 345,90 O Blast ST é um headset versátil para jogadores que fazem questão de som surround e queiram apenas uma única solução de áudio pessoal que valha para vários aparelhos. É surpreendentemente leve e portátil. Lamentamos apenas o fato de o microfone não ser dobrável e direcionável à boca. Pontos fortes Design estiloso e confortável Dobrável e portátil Controle de volume de rodinha, que facilita o acionamento Uso versátil para PC, PlayStation 4, smartfones e tablets Pontos fracos  Som apenas estéreo Microfone não dobra na direção da boca Não vem com conchas extras em outro material Caro
  2. Teste do headset Blast Ocelote World da Ozone

    Quando testamos o headset Rage 7HX da Ozone, lamentamos o fato de o modelo não ser portátil. Pois agora, com o auxílio de Carlos “Ocelote” Santiago-Ramirez, famoso campeão de torneios de League of Legends, a empresa projetou um headset 7.1 que, mesmo grande, ao menos tem alto-falantes dobráveis para facilitar o transporte. Essa é apenas uma das características do Blast Ocelote World, produto que descreveremos agora para depois analisarmos o desempenho. Figura 1: Blast Ocelote World Com design muito estiloso, o Blast Ocelote World é um headset grande, com alto-falantes de 44 mm (alguns concorrentes do mesmo tamanho contam com alto-falantes de 50 mm). As conchas acolchoadas são de courino e encobrem toda a orelha; elas ficam em bases móveis na cor laranja para melhor ajuste na cabeça e e maior conforto. Figura 2: Auriculares e alto-falantes O corpo do headset é coberto por borracha negra fosca, com detalhes metálicos na junção da haste com os alto-falantes. A haste é de metal e acolchoada no interior com revestimento laranja. Figura 3: Haste Localizado na concha esquerda, o microfone não é destacável nem articulado. Ele simplesmente pode ser subido ou descido. Ao ser erguido, imediatamente o microfone fica mudo. Há um LED na ponta para indicar seu funcionamento. O microfone também tem o mesmo revestimento emborrachado e design anguloso dos alto-falantes. Figura 4: Microfone O cabo de plástico de 3 metros de comprimento sai da mesma concha esquerda do microfone. Ele tem uma unidade de controle com um botão para aumentar/diminuir o volume e outro para emudecer o microfone. Há um clipe atrás para prender a unidade na roupa. Figura 5: Cabo e unidade de controle Figura 6: Headset dobrado O Blast Ocelote World faz uma simulação de som surround 7.1 (o efeito “real” só ocorre em cinemas e home theaters, obviamente), que depende da mixagem individual de cada jogo. Felizmente, a maioria dos títulos mais recentes já vem com edição sonora em 7.1 canais para o usuário usufruir em headsets de ponta como esse. O produto funciona imediatamente ao ser plugado, mas é interessante baixar o driver do site do fabricante para instalar o programa de equalização, que é bem completo. Além das opções normais que o usuário teria usando o gerenciador de áudio do Windows, o programa da Ozone vem com ajustes para música (apenas estéreo, sem efeito surround) e voltados para gêneros específicos (MOBA, MMORPG, FPS), além de uma equalização pessoal do próprio Ocelote. O usuário também pode equalizar o som segundo as próprias preferências e salvá-las. O programa inclui ainda quatro perfis prontos (filmes, jogos, hi-fi e música). Figura 7: Equalização Para os mais gaiatos, o Blast Ocelote World permite efeitos de voz (monstro, desenho animado, homem, mulher) para quem gosta de provocar os parceiros de jogo durante a teleconferência. É um recurso bobo, mas que garante a diversão de quem curte esse tipo de bobeira. (Nós certamente curtimos.) Figura 8: Efeitos de voz O software também pode ser usado para ajustar o posicionamento das caixas virtuais de surround. Figura 9: Configuração do surround O visual arrojado e futurista pode não passar a impressão de ser confortável, mas o Blast Ocelote World tem uma haste macia e repousa suavamente na cabeça. As conchas acolchoadas são revestidas em courino, que pode descamar com o tempo de uso e suor (há usuários que preferem revestimento em tecido por ser um material mais respirável). O courino, a nosso ver, é mais macio e esquenta menos. Os ouvidos ficaram completamente envolvidos pela concha e isolados do mundo exterior. Como o headset é compatível com PlayStation 4, o cabo de três metros é fundamental para que ele cruze uma sala de estar e fique plugado ao console com folga. O clipe na unidade de controle é muito útil para que ela seja facilmente presa à roupa. Preferíamos que houvesse uma roda em vez de botões +/- para alterar o volume, por ser uma solução mais intuitiva e tátil. O microfone impressiona pelo design, e a capacidade de emudecê-lo ao ser erguido é uma boa ideia, mas infelizmente ele não pode ser dobrado e levado até a boca. Durante a teleconferência, os companheiros de partida ouviram mais do som ambiente do que era esperado. É possível equalizar o microfone para minimizar o fato, mas ainda preferíamos um microfone mais direcionado. Finda a análise dos aspectos físicos, vamos ao mais importante: o som do Blast Ocelote World. Jogos modernos como Titanfall e Battlefield 4 têm mixagens em sete canais que ganham vida em headsets como esse; a ambientação sonora é bem explorada no periférico da Ozone e ajuda o jogador a saber de onde vem o perigo. Tivemos que mexer na equalização e volume para não ficarmos surdos, tamanho o envolvimento sonoro e a potência do Blast Ocelote World. Mesmo não chegando aos 50 mm de outros alto-falantes, os 44 mm do headset produzem graves retumbantes, tanto nas explosões e demolição de cenários em jogos quanto na reprodução de música e filmes. Os ajustes pré-configurados são muito bons. As principais especificações do headset Blast Ocelote World da Ozone incluem: Headset digital surround 7.1 Conector: USB Peso: 306 g Cabo: 3 m Especificações dos fones: Alto-falantes de 44 mm Resposta de frequência: 20 Hz – 20 kHz Impedância: 50 Ω Sensibilidade: -119 dB +/-3 dB Especificações do microfone: Omnidirecional Impedância: 2,2 kΩ Resposta de frequência: 100 Hz – 10 kHz Sensibilidade: -42 dB +/-3 dB Mais informações: http://www.ozonegaming.com Produto ainda sem preço sugerido no Brasil O Blast Ocelote World é leve, mesmo com o design arrojado e aparência de trambolho, e surpreende por ser dobrável e portátil. O som surround é impressionante, especialmente quando bem equalizado graças ao programa da Ozone. A lamentar apenas o microfone não ser dobrável e direcionável à boca. Pontos fortes Som surround digital 7.1 Software com várias opções de equalização e gravação de perfis Design estiloso com detalhes metálicos no corpo preto e laranja Controle de volume e microfone com clipe para prender na roupa Cabo bem comprido Uso versátil para PC e PS4 Pontos fracos Microfone não dobra na direção da boca Não vem com conchas extras em outro material
  3. Teste do mouse Argon Ocelote World da Ozone

    Conhecida pelos headsets, a Ozone está investindo em sua linha de mouses. Um dos destaques é o Argon Ocelote World, um mouse ambidestro com 8.200 dpi de resolução feito com a supervisão de Carlos “Ocelote” Santiago-Ramirez, famoso campeão de torneios de League of Legends. Estiloso, montado em um corpo preto emborrachado com detalhes e luzes laranjas, o Argon Ocelote World tem nove botões programáveis e todas as funções consagradas de mouses para jogos. Vamos descrevê-lo primeiro e depois colocá-lo à prova. Figura 1: mouse Argon Ocelote da Ozone O Argon Ocelote World tem um corpo médio para grande, mais largo na extremidade posterior para acomodar dois botões principais iguais, segundo o desenho ambidestro. O mouse tem uma cobertura emborrachada para proporcionar uma pegada melhor. As laterais rigorosamente iguais contam com mais dois botões e nichos emborrachados, além de um LED na borda. O símbolo da Ozone, na lombada inferior, também é iluminado no mesmo tom alaranjado. Figura 2: lateral esquerda A roda de navegação iluminada conta com uma faixa de borracha dentada que aumenta a precisão ao ser girada, logo acima de dois botões laranjas que controlam o nível de sensibilidade, como já é padrão de design. Figura 3: lateral direita Na parte inferior, vemos o sensor Avago que chega a 8.200 dpi de resolução e dois pés de Teflon na borda superior e inferior. Embaixo do sensor laser, o usuário pode abrir a câmara do sistema de ajuste de peso. São quatro pesos de 4,5 gramas cada um, inseridos em um disco de borracha que cabe no interior da câmara. Eles vêm armazenados em uma charmosa bolsinha com zíper que lembra um porta-moedas (aliás, um bom uso secundário para ela). Figura 4: visão inferior Figura 5: sistema de pesos e bolsinha O cabo de 1,80 metro é envolto em tecido e termina em um conector USB folheado a ouro. Figura 6: cabo e conector USB A principal característica do Argon Ocelote World é oferecer tudo que se procura em mouse top de linha para jogos em um corpo ambidestro, que atende às exigências de usuários canhotos. O software de configuração, baixável do site do fabricante, permite que o usuário mude as funções de nove botões e crie até cinco perfis (para diferentes jogos, ou até mesmo para funções de trabalho; o Argon Ocelote World já vem de fábrica com um perfil de navegação de internet). Há também opção de gravar macros (longa sequência de comandos que pode ser programada para entrar em ação a partir de uma única tecla). As modificações ficam gravadas na memória interna de 128 Kb, o que permite trocar o mouse de máquina sem que elas precisem ser feitas novamente. O programa também controla a iluminação (desligada, ligada, pulsante), mas não há seleção de cores como em outros modelos: o design do mouse é todo baseado na cor laranja. O Argon convencional (sem ser o modelo com a assinatura de Ocelote) tem 16,8 milhões de opções de cores. Figura 7: configuração de botões Figura 8: controle de cor e taxa de resposta A sensibilidade pode ser ajustada em quatro patamares, com valores de 100 a 8.200 dpi de resolução, à escolha do usuário. Um mouse ambidestro oferece uma experiência um pouco diferente dos mouses convencionais, voltados para destros. Para começo de conversa, o usuário precisaria ser mutante para conseguir acionar os botões laterais com o mindinho, ainda que seja possível acionar o botão posterior com o anular, após um pouco de treino. O formato também é mais indicado para quem controla o mouse com a palma da mão apoiada sobre o periférico; o controle na ponta dos dedos não ocorre tão facilmente. Quem tem mãos grandes vai apreciar mais o Argon Ocelote World. Figura 9: mouse iluminado Superada a adaptação com a movimentação (preferimos controlar mouses com a ponta dos dedos), o Argon Ocelote World mostrou ter excelente pegada e botões com acionamento rápido e preciso. Com dois nichos emborrachados, ele é confortável tanto no apoio do polegar quanto no apoio do mindinho. Mesmo ligeiramente maior do que outros modelos, o mouse deslizou agilmente; na verdade, ele nos pareceu extremamente leve. Foi necessário colocar os pesos para deixá-lo mais firme nos ajustes finos, como em tiros de precisão. Com um software completo para programação de macros e ajustes de botões, o Argon Ocelote oferece a libertade de ajustar a sensibilidade em níveis independentes, sem patamares definidos pelo fabricante.  As principais especificações do mouse Argon Ocelote World da Ozone incluem: Mouse laser para jogos Uso ambidestro Conexão: USB Botões ajustáveis: nove Memória interna: 128 Kb Resolução de rastreamento: até 8.200 dpi Taxa de resposta ajustável: 2/65/125/190/255 ms Dimensões: 124,6 x 66,9 x 40 milímetros Cabo: 180 centímetros Peso: 125 gramas (ajustável até 143 gramas) Mais informações: http://www.ozonegaming.com Produto ainda sem preço sugerido no Brasil O Argon Ocelote World se destaca pelo design ambidestro e corpo emborrachado, mas é um pouco leve demais. O ajuste de peso minimiza a leveza, e o formato agrada a usuários com mão grande. O software é de uso amigável e permite explorar toda a gama de sensibilidade do sensor que chega a 8.200 dpi. Pontos fortes Design ambidestro Revestimento e nichos emborrachados Prática bolsinha para armazenar os pesos Pontos fracos Leve demais, mesmo com ajuste de peso
  4. Teste do teclado GL-1000 da Newmen

    No cenário atual de teclados mecânicos para jogos, a Newmen promove uma viagem no tempo com o lançamento do GL-1000, um modelo de membrana cujas teclas são parte de um conjunto inteiriço sobre um chapa de circuitos. É um teclado à moda antiga, que pode servir como opção para quem não entrou na onda dos mecânicos, e conta com nove teclas programáveis e iluminação. Vamos começar por sua descrição, para depois observar como se saiu durante o uso. Figura 1: teclado GL-1000 da Newmen O GL-1000 é um teclado grande e bem leve, com apoio de pulso integrado ao corpo. Das nove teclas programáveis, seis (M1-M6) ficam na lateral esquerda, e três (M7-M9) são estrategicamente localizadas – e bem destacadas – embaixo da barra de espaço. Figura 2: teclas programáveis M1-M6 Figura 3: teclas programáveis M7-M9 Na borda superior esquerda, há três botões para acionar a gravação de macros (longa sequência de comandos que pode ser programada para entrar em ação a partir de uma única tecla), acionar o modo “game” e controlar a iluminação das teclas. Figura 4: teclas de funções especiais No topo do teclado, há um painel com símbolos luminosos para indicar o acionamento das teclas de gravação de macros, modo “game”', e as travas do teclado número, de caixa alta e rolagem. Figura 5: painel de indicadores luminosos Na borda superior esquerda, três botões servem para aumentar e diminuir o volume ou emudecer o som. Figura 6: botões de volume As teclas em si têm marcação bem sutil, que se destacam com a iluminação ligada. O conjunto WASD e as setas direcionais, ao lado esquerdo do teclado numérico, são cinzas para se distinguirem das demais. Figura 7: teclas em destaque A parte inferior é de plástico vermelho meio transparente e conta com dois pés para regular a altura, quatro apoios emborrachados e sulcos para organizar melhor o cabo, que é envolto em tecido e termina em uma conexão USB normal. Figura 8: visão inferior A principal característica do GL-1000 é ser uma opção de membrana na contramão da tecnologia em voga, os teclados mecânicos com uma variedade de teclas com propriedades diferentes. A Newmen tem um modelo mecânico, o GM100, mas ainda não está disponível no Brasil. A programação de macros não é feita por software, mas sim diretamente via teclado. É preciso seguir o manualzinho (basicamente uma pequena folha de papel com instruções em letra miúda que desafiam os jogadores que passaram dos 40 anos) à risca para não cometer erros. Para gravar uma macro, o usuário deve apertar o botão MR por alguns segundos até o indicador MR no painel se acender. Em seguida, é preciso apertar simultaneamente uma das teclas programáveis M1-M9, depois soltar o botão MR e aí entrar a sequência de comandos desejado. Para encerrar, basta apertar o botão MR novamente que a macro estará gravada na tecla escolhida. Não há espaço para erro (se a sequência for longa, é preciso digitá-la rapidamente), nem como programar um intervalo de tempo entre os comandos. Um aplicativo, mesmo que fosse canhestro, viria bem a calhar. Há três niveis de iluminação, além de um modo pulsante. Recomenda-se deixar a iluminação ao menos no mínimo, pois as teclas apagadas são difíceis de ler. Figura 9: GL-1000 iluminado Após passar pelo parto da programação de macros (jogamos a toalha nas sequências de comandos mais complexas), tivemos que passar pelo reaprendizado de jogar com um teclado de membrana. O GL-1000 é bem leve, e mesmo os apoios de borracha não resistem a movimentos muito brutos (especialmente quando se está frustrado ao perder uma disputa em uma partida). O acionamento das teclas foi macio, e as mãos repousam com conforto sobre o apoio de pulso. Mesmo difíceis de programar, as teclas extras são bem posicionadas. O conjunto à esquerda já é tradicional, mas as três embaixo da barra de espaço são um achado, pois muitas vezes o polegar está ocioso sem precisar pressionar a barra e pode dar conta de outras funções nas teclas M7-M9. Como é um produto voltado para jogos, não há um conjunto de botões multimídia tradicionais como reprodução/pausa/avanço/retrocesso etc, e sim apenas o controle de volume. A função “game” é apenas uma trava da tecla do Windows, para que ela não seja acidentalmente acionada e arruíne a partida. O botão também pode ser usado para apagar macros, em conjunto com a tecla MR. As principais especificações do teclado GL-1000 da Newmen incluem: Teclado de membrana para jogos Teclas programáveis: 9 Apoio para pulso integrado Dimensões: 50 x 22 x 2,5 cm Peso: 900 g Cabo: 1,8 metro Preço sugerido: R$ 229,00 Mais informações: http://newmenbrasil.com O GL-1000 é um teclado modesto para jogos, sem novidades atuais como “função anti-ghosting” e principalmente sem um aplicativo que ajude a configurar as teclas programáveis. Elas, aliás, são muito bem localizadas. É uma opção para quem não gosta da atual fixação com teclas mecânicas. Pontos fortes Localização das teclas programáveis Iluminação Teclas WASD e setas destacadas na cor cinza Sulcos para organizar o cabo Pontos fracos Sujeito a trancos por ser leve Ausência de aplicativo de configuração Sem porta USB auxiliar
  5. Teste do mouse G9 da Newmen

    A sopa de letrinhas e nomes esdrúxulos de periféricos para jogos é capaz de provocar um nó mental no consumidor e fazê-lo levar gato por lebre. A empresa chinesa Newmen acaba de lançar um mouse com o mesmo nome de um periférico que fez a fama da gigante Logitech, o G9. Esse G9 aqui tem pouco a ver com o primo mais rico e mais antigo (que testamos aqui). Vamos descrevê-lo e depois prosseguir avaliando seu desempenho. Figura 1: mouse G9 da Newmen O G9 é um mouse de corpo médio para pequeno, com design para destros e apoios para polegar (emborrachado) e mindinho (liso). Em cima do nicho para o polegar ficam dois botões tradicionais, com ajustes de fábrica para avanço/retrocesso de navegação, que podem ser alterados via software. Logo acima, na ponta esquerda do mouse, há mais dois botões, facilmente acessíveis pelo indicador. Eles vêm programados como controles de volume, mas também podem ser reconfigurados. Figura 2: lateral esquerda A roda de navegação tem uma faixa de borracha dentada e fica logo acima de dois botões que controlam o nível de sensibilidade. Na lombada inferior, listras luminosas decoram o G9 (a luz pode ser apagada ou ganhar novas cores através do programa de configuração.) Figura 3: lateral direita Na parte inferior, o usuário encontra o sensor Avago que chega a 6.000 dpi de resolução e quatro pés de Teflon para torná-lo mais preciso ao ser arrastado. Embaixo do sensor laser, há uma portinhola (acessível com o uso de uma moeda) para abrir o sistema de ajuste de peso. Figura 4: visão inferior O G9 da Newmen vem com uma latinha metálica redonda contendo nove pequenos pesos de 2,8 gramas. Basta pressionar o círculo em relevo na tampa que ela se abre como uma lata de molho de tomate. (Levamos um tempo para descobrir isso pois, ao contrário de uma tampa de lata de tomate, o círculo a ser pressionado não está destacado em outra cor; o conjunto é todo preto.) Figura 5: latinha com pesos extras O cabo de 1,80 metro é apenas emborrachado (não tem cobertura de tecido como na maioria dos mouses para jogos) e termina em um conector USB folheado a ouro. O G9 é um mouse para jogos com nove funções programáveis (oito botões mais a roda de navegação). Ele vem com um mini-CD e um manual de instruções (apenas em inglês) para operar o programa de configuração, que é bem intuitivo. O software já sugere várias funções para os botões (copiar/colar, controle de volume, imprimir etc), mas o usuário pode alterá-las a gosto e gravar em até cinco perfis diferentes (deixando uns para jogos, outros para trabalho tradicional). Não há um botão isolado escrito “macro” como insinua o manual; é preciso clicar em um botão configurável e selecionar a opção “advanced function” (função avançada) e aí sim abrir uma janela de gravação de uma macro (longa sequência de comandos que pode ser programada para entrar em ação a partir de uma única tecla). O aplicativo também permite controlar a luminosidade (apagada, pulsante, intensa) e selecionar a cor da luz. Outra aba do programa oferece ajustes básicos do mouse como a velocidade do ponteiro e da roda de navegação. Figura 6: configuração de botões Figura 7: gravação de macro Em relação à sensibilidade, o G9 pode ser ajustado em sete níveis pré-estabelecidos pelo aplicativo: 800, 1.600, 2.000, 2.400, 3.200, 5.000, 6.000 dpi. Os valores mais baixos são indicados para momentos de precisão nas partidas (para disparos como atirador de elite em jogos de tiro), e os mais altos para cenas de ação mais intensas. Figura 8: controle de iluminação Figura 9: mouse iluminado O design do G9 segue uma tendência interessante: de colocar botões na extremidade esquerda ao lado do botão principal, facilmente acessíveis pelo indicador. Com essa disposição, o G9 oferece muitas opções para quem quer distribuir funções como lançamento de granadas, feitiços de cura etc (dependendo do estilo de jogo). O corpo de tamanho médio para pequeno e seu design favorecem o usuário que gosta de controlar o mouse com a ponta dos dedos, na pegada conhecida como “claw grip.” O apoio para o mindinho, por exemplo, serve como excelente alavanca para que o dedo ajude na movimentação. O mouse em si funcionou muito bem em jogo, tanto pela mobilidade quanto pela excelente distribuição de botões. Só lamentamos os níveis fixos de sensibilidade. Por exemplo, quem gosta de manter um patamar de 4.000 a 4.500 dpi de resolução não encontra essa opção, uma vez que o G9 salta de 3.200 para 5.000 dpi. Se os valores não fossem arbitrários, o usuário poderia programá-los como bem quisesse. Chegamos a usar alguns dos pesos, pois o G9 realmente nos pareceu leve (e bem ágil por conta disso). As principais especificações do mouse G9 da Newmen incluem: Mouse laser para jogos Uso destro Conexão: USB Botões ajustáveis: nove Resolução de rastreamento: até 6.000 dpi Aceleração: 30 G Tempo de resposta: 1.000 Hz/1 ms Dimensões: 112 x 80 x 41 milímetros Cabo: 180 centímetros Peso: 145 gramas (ajustável até 170,2 gramas) Mais informações: http://www.newmen.com.cn/en Preço sugerido: R$ 169,00 O G9 é um bom mouse com disposição moderna de botões, indicado para quem curte periféricos menores e adeptos da pegada “claw grip”. É agil e preciso, mas os níveis arbitrários de sensibilidade limitam as opções do usuário. O software é básico e não complica as operações (mas poderia ter um caminho mais fácil para gravar macros). Pontos fortes Botões extras na extremidade esquerda, ao lado do indicador Aplicativo básico cumpre seu objetivo Sistema de controle de peso Pontos fracos Patamares definidos de resolução Função de gravação de macro escondida dentro do programa Cabo sem cobertura de tecido
  6. Teste do Headset Black Naja 7.1 da Dazz

    Depois do modelo portátil Blue Krait, a Dazz coloca no mercado um headset mais parrudo e estiloso, com aparência sólida e agressiva. O Black Naja apresenta um visual bem interessante, que descreveremos a seguir, antes de analisarmos seu desempenho. Figura 1: Black Naka 7.1 O Black Naja é um headset grande, porém com alto-falantes de apenas 40 mm (pelo mesmo tamanho, outros concorrentes contam com alto-falantes de 50 mm). As conchas acolchoadas são de courino e encobrem toda a orelha. Elas não giram sobre o próprio eixo, nem são dobráveis; só sobem e descem em relação à haste para ajustar a altura na cabeça do usuário. Figura 2: Auriculares e alto-falantes De plástico fosco no exterior, a haste é acolchoada no interior com almofadas de courino preto e debrum vermelho. O contraste rubro-negro dá o tom visual em todo o Black Naja. Há detalhes vermelhos também em cada concha, que acendem quando o headset está plugado, e no interior da malha que protege os alto-falantes. Para quem não gostar dessa combinação de cores em especial, há um modelo verde com os mesmos detalhes vermelhos. Figura 3: Haste Localizado na concha esquerda, o microfone não é destacável nem articulado. Ele simplesmente pode ser subido ou descido. Figura 4: Microfone Da mesma concha esquerda brota o longo cabo de 3 metros envolto em tecido, que também segue a padronagem rubro-negra do resto do Black Naja. Ele termina em um conector USB normal (sem ser folheado a ouro, como a maioria dos headsets). Figura 5: Cabo e unidade de controle No meio do cabo há uma unidade de controle com quatro botões para aumentar/diminuir o volume, emudecer o som e o microfone. No meio, um led vermelho fica aceso quando o headset está plugado. O design da unidade também é estiloso. O Black Naja é um headset que reproduz som surround 7.1, mas obviamente é uma mera simulação do efeito do mundo real, ouvido em cinemas e home theaters. Esse efeito em si depende da mixagem de cada jogo, mas a maioria dos títulos de ponta já conta com edição sonora em 7.1 canais. Figura 6: Configuração principal Apesar de vir com um mini-CD de instalação, o produto é plug-and-play, isto é, basta conectá-lo a uma porta USB que vai ser reconhecido e funcionar prontamente. Os efeitos e configuração oferecidos no mini-CD são basicamente os mesmos do próprio gerenciador de áudio do Windows. Ë uma perda de tempo instalá-lo, especialmente se o usuário usa o driver Realtek para gerenciar o áudio de seu PC. Figura 7: Mixer Nosso primeiro contato com um headset envolve o conforto. O Black Naja é grande e oferece apenas um conforto mediano; já vimos modelos do mesmo tamanho que conseguem ser mais leves e macios na cabeça e orelhas. Só há opção de revestimento em courino nas conchas acolchoadas; existem usuários que preferem o revestimento em tecido, com o argumento de que é um material mais respirável. Isso, obviamente, vai de cada pessoa, mas não há como fugir à única opção oferecida pelo produto. O cabo, algo que geralmente ninguém presta atenção a não ser que seja curto demais, é justamente bastante comprido para ninguém reclamar e facilmente identificável graças ao visual singular. A unidade de controle merece destaque também pelo estilo, embora nós preferíssemos que os botões +/- de volume fossem substituídos por uma roda, que é mais intuitiva para ser acionada sem tirar os olhos da tela. O microfone infelizmente não é ajustável; isto é, não pode ser dobrado e levado até a boca. Nem sempre a falha na comunicação é culpa do equipamento do usuário, e geralmente há aquele colega de partida que pede que falemos mais alto ou mais próximo do microfone, por isso é bom poder aproximar o microfone. Dito isso, a teleconferência com os parceiros de jogo aconteceu sem problemas. Quando ao som, já vimos headsets desse tamanho com alto-falantes com 50 mm; com seus 40 mm de alto-falantes, o Black Naja oferece um grave competente, mas que poderia ser mais possante. Médios e agudos se saíram bem nas partidas de Titanfall, um jogo que suporta mixagem em 7.1 canais e é perfeito para explorar a ambientação sonora do efeito surround, pois robôs gigantes caem do céu, trocam tiros e dão passadas treme-terra no cenário. Nesse quesito, ainda que preferíssemos um grave com mais pegada, o Black Naja foi fiel na reprodução do som multicanais. As principais especificações do headset Black Naja 7.1 da Dazz incluem: Headset digital surround 7.1 Conector: USB Cabo: 3 m Especificações dos fones: Alto-falantes de 40 mm Resposta de frequência: 20 Hz – 20 kHz Impedância: 32 Ω +/- 15% Sensibilidade: -111 dB +/- 3% Especificações do microfone: Impedância: 2,2 Ω Resposta de frequência: 50 Hz – 5 kHz Sensibilidade: -62 dB +/-3 dB Mais informações: http://www.dazz.net.br Preço sugerido: R$ 259,00 O Black Naja é um headset digital surround 7.1 bem estiloso, com conforto mediano, som honesto e graves que deveriam ser mais possantes e encorpados. O microfone poderia ser articulado. Pontos fortes Som surround digital 7.1 Visual estiloso, com destaque para a unidade de controle e o cabo Controle de volume e microfone Cabo bem comprido Pontos fracos Alto-falantes pequenos Som correto, mas sem pegada Conforto mediano Não vem com conchas extras Programa de configuração desnecessário  
  7. Teste do Headset Blue Krait 5.1 da Dazz

    Headsets portáteis são sempre bem-vindos. O modelo Blue Krait da Dazz pode não ter algumas características dos modelos mais badalados do mercado, mas conta com auriculares articulados para facilitar o transporte e armazenamento. Vamos falar desses e de outros detalhes do periférico antes de testá-lo. Figura 1: o headset Blue Krait 5.1 da Dazz O Blue Krait tem um desenho curioso: possui auriculares não tão grandes (abrigam alto-falantes de apenas 40 mm), mas apresenta uma haste muito larga em comparação com o conjunto. As conchas acolchoadas são de courino e encobrem toda a orelha (mas deixam uma pequena folga, que impede o “isolamento acústico” anunciado na embalagem). Figura 2: auriculares Há nove níveis de altura para ajustar a haste almofadada, que é acolchoada no interior e tem um enorme e nada discreto Blue Krait escrito em letras brancas na parte externa. Figura 3: haste Há um microfone destacável e ajustável no auricular esquerdo, com uma proteção de espuma na ponta. O cabo apresenta uma unidade de controle com uma roda para o volume e chaves para ligar/desligar o headset e emudecer o microfone, e termina em uma conexão USB folheada a ouro. Figura 4: microfone destacável Figura 5: unidade de controle O Blue Krait é um headset com som surround 5.1 que simula a ambientação sonora de uma sala de cinema (ou home theater) na cabeça. Como já explicamos, os auriculares são dobráveis e giram no próprio eixo. Também é possível retirar o microfone, o que o torna portátil. Figura 6: Blue Krait dobrado Ele é plug-and-play, isto é, basta conectá-lo a uma porta USB que vai ser reconhecido e funcionar prontamente. Cabe ao usuário usar o próprio gerenciador de áudio do Windows para regular a mixagem e os efeitos que o sistema operacional oferece, mas isso é puramente opcional. Com 3 metros de cabo, não há como reclamar que está difícil conectar o Blue Krait ao PC. Figura 7: Blue Krait girado O headset da Dazz não oferece acessórios tradicionais do gênero, como bolsa para transporte ou conchas extras com revestimento de tecido, por exemplo. Por ser dobrável, o Blue Krait é um headset prático de se deixar em um canto da mesa. É uma pena que não veio com uma bolsa de transporte. Na cabeça, ele oferece um conforto mediano, nada excepcional, mas também não incomoda. Por serem menores que os auriculares disponíveis no mercado, normalmente com alto-falantes de 50 mm, as conchas do periférico apenas encobrem, não vedam totalmente a orelha. A questão do tamanho dos alto-falantes de 40 mm também influencia no som em si: o grave não é tão possante, médios e agudos são apenas corretos, sem destaque. Como sempre, testamos o produto jogando Battlefield 4, um dos jogos com maior riqueza sonora do mercado, perfeito para testar as nuanças do efeito surround e a pegada do grave nas explosões e tiros. O microfone ajustável passou no teste de clareza quando fomos ouvidos perfeitamente pelos colegas de partida durante teleconferência. Por ser destacável, o usuário pode retirá-lo quando não for necessário, caso queira ouvir música e ver vídeos. As principais especificações do headset Blue Krait 5.1 da Dazz incluem: Headset digital surround 5.1 Conector: USB Cabo: 3 m Especificações dos fones: Alto-falantes de 40 mm Resposta de frequência: 20 Hz – 20 kHz Impedância: 32 Ω Sensibilidade: -111 dB Especificações do microfone: Impedância: 2,2 Ω Resposta de frequência: 50 Hz – 5 kHz Sensibilidade: -62 dB +/-3 dB Preço sugerido: R$ 189,00 Mais informações: http://www.dazz.net.br O Blue Krait é um headset digital surround 5.1 modesto, que tem como destaque o fato de ser portátil. As conchas poderiam vedar melhor as orelhas e conter alto-falantes maiores, para gerar um som mais encorpado e condizente com games. Pontos fortes Dobrável e portátil Som surround digital 5.1 Microfone destacável Controle de volume e microfone Cabo bem comprido Pontos fracos Alto-falantes pequenos Encobre as orelhas sem vedá-las Conforto mediano Som correto, mas sem pegada Não vem com bolsa de transporte ou conchas extras
  8. Entre 25 e 28 de setembro, São Paulo recebeu a segunda edição no mesmo ano da XMA – X5 Mega Arena, evento que reuniu equipes de jogos como League of Legends, Combat Arms, FIFA e Dota 2 para disputar mais de R$ 120 mil em prêmios. Enquanto 37 equipes se digladiavam em dois telões gigantes pela supremacia nacional em seus respectivos títulos, nós perambulamos pela feira à caça de novidades dos fabricantes de periféricos para jogos. Estiveram presentes a Avell, BenQ, Razer e SteelSeries. A maioria preferiu poupar munição para a vindoura Brasil Game Show, a BSG, que acontecerá em São Paulo entre os dias 8 e 12 de outubro, mas conseguimos ver algumas exclusividades e apurar o que os fabricantes têm na planilha de lançamentos. Figura 1: primeiro telão do XMA – X5 Mega Arena Entre uma partida acirrada e outra, o público pôde jogar em mais de 700 computadores e laptops espalhados pelos 12 mil metros quadrados do Centro de Exposições Imigrantes e conhecer equipamentos top de linha como teclados, mouses, headsets e máquinas montadas com configurações especiais para rodar qualquer título perfeitamente. Foi um prazer jogar o novo Wolfenstein: The New Order em um Full Range G1713 da Avell com uma GeForce GTX 870M de 6 GiB e sentar na cadeira DX Racer para games (falaremos já desses e outros produtos). Mas, como a diversão teve que dar espaço para a cobertura estritamente jornalística, acompanhe nosso passeio pelos estandes do evento. Figura 2: segundo telão do XMA – X5 Mega Arena A Avell esteve presente com três modelos novos de laptops para games da linha MAX, cuja configuração varia de acordo com a placa GeForce incluída e o tamanho da tela. Todos eles têm processadores Intel Core i5-4200M de 2,5 GHz. O Extreme G1410 vem com uma placa GeForce GTX 860M de 2 GiB e tela de 14 polegadas, ao preço sugerido de R$ 4.199,00. Modelo intermediário, o Titanium G1513 tem uma placa GeForce GTX 870M de 3 GiB e tela 15,6 polegadas, vendido ao preço sugerido de R$ 5.299,00. E a estrela do trio é o Full Range G1713 MAX (que nós já testamos), com uma GeForce GTX 880M de 6 GiB e tela de 17,3 polegadas, cujo preço sugerido é de R$ 5.549,00. Ele pode ir até 32 GiB de memória, tem subwoofer integrado, teclado retroiluminado e suporte para dois discos rígidos. Figura 3: Avell Extreme G1410 MAX Com apenas dois quilos, o Extreme G1410 é muito leve e portátil, indicado para quem viaja a trabalho, mas não quer deixar de participar das partidas do grupo de LOL, mesmo em um hotel. Já o Full Range G1713 em que passamos uma boa meia hora jogando Wolfenstein impressiona pela resolução e velocidade dos gráficos. Substitui muito bem um desktop, e quem precisar de um monitor maior sempre pode plugar um. O que nos leva a comentar o lançamento da BenQ, na próxima página. Figura 4: Avell Titanium G1513 MAX Figura 5: Avell Full Range G1713 MAX A BenQ apresentou um monitor que já traz embutido o módulo de sincronização Adaptive Vsync que a NVIDIA vende separadamente para ser instalado em outros monitores do mercado. O BenQ XL2420 G-Sync sincroniza o monitor com a saída da placa de vídeo (em vez do caminho contrário) para igualar os quadros por segundo com a taxa de atualização do monitor. Além de ajustes de altura, inclinação e orientação (a tela pode ser virada no formato tablóide, em pé), o monitor conta com três tecnologias novas: ZeroFlicker (um sistema de iluminação variável para reduzir o cansaço visual durante longos períodos de uso do monitor), Black eQualizer (que clareia sombras para aumentar a visibilidade), e o Low Blue Light (redutor do nível de emissão de luz azul dentro do monitor). O Black eQualizer pode ser desligado, pois tiraria a graça do novo Alien: Isolation, cujos cenários são mergulhados no breu, para assustar o jogador. O sistema, porém, é bom para localizar inimigos em jogos de tiro que ficam à espreita nas sombras do cenário. Com 24 polegadas e uma resolução nativa de 1920 x 1080 (1080p), o BenQ G-Sync ainda não está disponível no país e deve chegar ao mercado brasileiro com preço estimado de R$ 3.099,00. Figura 6: BenQ XL2420 G-Sync A SteelSeries não estava com novidades à disposição do público, mas anunciou lançamentos e tinha um ás na manga que vimos com exclusividade. Para começar, a conhecida linha Siberia de headsets ganhará a primeira grande reformulação depois de dez anos da estreia do primeiro modelo. A novidade Siberia RAW Prism se junta ao Siberia v3, v3 Prism e Elite Prism. Os modelos Prism terão 16,8 milhões de opções de iluminação. O Siberia v3 simples é a nova versão do famoso modelo analógico. Atendendo às plataformas PC, Mac, PlayStation, Android e iPhone, o Elite ganhou novo microfone e conchas auriculares. E o RAW, como indica o nome (“em estado bruto”, em tradução livre), é um modelo de entrada, sem muitos recursos e com design leve. O que vimos dentro do escritório da Steelseries, fora dos olhos do público, foi o mouse Sensei Wireless, que já está disponível no exterior mas só chegará em breve ao mercado brasileiro. É simplesmente a versão sem fio do principal mouse da empresa. Ele vai até 8.2000 dpi de resolução e tem uma bateria interna de 16 horas de duração. Figura 7: mouse Sensei Wireless Para completar a visita ao estande da Steelseries, conhecemos a cadeira para gamers DX Racer, que a empresa importará para venda no Brasil a um preço que deve girar em torno de R$ 1.000 reais. Ela tem duas almofadas ajustáveis para a região lombar e da nuca e foi usada por todas as equipes que competiram na XMA – X5 Mega Arena. Deu tremenda vontade de ter uma, acredite. Figura 8: cadeira DX Racer decorada Figura 9: estande da Steelseries No fim de nosso passeio pelos fabricantes, fomos ver o que a Razer trouxe para o público. De novidade concreta, apenas o mouse Abyssus, um modelo de entrada sem botões extras (apenas a roda de navegação e os dois principais são configuráveis) e 3.500 dpi de resolução. Pesando 80 gramas, o corpo ambidestro é bem leve. Figura 10: mouse Abyssus Vimos uma parede de headsets Kraken Pro Neon Series à venda, mas infelizmente não havia nenhum modelo do Kraken Chroma 7.1, que apenas foi anunciado como lançamento futuro. Assim como a linha Prism da Steelseries, o Chroma também terá 16,8 milhões de opções de cores para iluminação. Pelo visto, em um mercado já saturado de evoluções técnicas, o caminho é o apelo à estética. Figura 11: Kraken Pro Neon Terminando nosso giro pela feira, soubemos do vindouro lançamento do laptop para jogos Razer Blade 14, baseado no Core i7-4702HQ de 3,2 GHz com uma placa GeForce GTX 870M com 3 GiB de memória e tela de 14 polegadas de resolução nativa de 3200 x 1800, pesando apenas 2 kg. Pelas especificações, será uma super máquina portátil para jogos.
  9. Teste do Headset HyperX Cloud da Kingston

    A Kingston foi inteligente ao entrar na seara dos headsets voltados para gamers: terceirizou o serviço para a Qpad, responsável pelo elogiado headset QH-90, que basicamente deu uma nova roupagem ao produto e batizou de HyperX Cloud. É um headset extremamente confortável e versátil – funciona em PCs, PS4, tablets, smartphones e até em aviões! –, vem com muitos acessórios e só peca pela limitação de ser apenas estéreo. Vamos descrevê-lo e depois analisar o desempenho. Figura 1: HyperX Cloud O HyperX Cloud é um modelo médio de headset, com auriculares que cobrem completamente a orelha e abrigam alto-falantes de 53 mm. A estrutura é composta por alumínio e plástico para torná-lo leve, com apenas 350 g de peso. Ele vem com conchas de couro legítimo, trocáveis por um conjunto de veludo. Figura 2: Auriculares Ajustável, a haste almofadada é forrada por couro na parte, com o nome HyperX bordado na parte externa. Figura 3: Interior da haste Figura 4: Exterior da haste Do alto-falante esquerdo brota um microfone destacável, para transformar o HyperX Cloud em um headphone tradicional. O microfone é ao estilo “boom”, aqueles usados no cinema e TV para captação de som em cenas externas. Caso o usuário retire o microfone, há uma tampinha para vedar o buraco da conexão. Figura 5: Microfone destacável Além do conforto da combinação couro e tecido do acolchoamento, a versatilidade é a outra característica marcante do HyperX Cloud. Para tanto, ele vem com um conjunto de acessórios que faz com que o usuário possa se sentar no sofá para jogar no PS4, bem distante da TV, ou use o produto dentro do espaço confinado de um avião. Ele inclui uma caixa de controle (com chaveamento para a opção mudo e uma roda vermelha para aumentar ou diminuir o volume) com um metro de cabo; um cabo de extensão de dois metros; um divisor de 10 cm para dispositivos móveis; e um adaptador para plugues de avião. Ainda que ele não seja dobrável, a Kingston incluiu uma bolsa de transporte para acondicionar o headset. Figura 6: Conjunto de acessórios Por ser estéreo, o HyperX Cloud conta apenas com duas conexões de 3,5 mm (para som e captação do microfone). Naturalmente, o headset não aproveita os efeitos sonoros de jogos com mixagem em vários canais de som surround, detalhe que abordaremos na avaliação do desempenho. Da mesma forma, ele é puramente plug-and-play; não vem com aplicativo para mixagem ou ajuste de efeitos. Qualquer coisa do gênero deve ser feita através do gerenciador de som do PC, console ou dispositivo móvel. Som e conforto são dois itens fundamentais para um headset para jogos, visto que é um produto que vai passar mais tempo na cabeça do usuário do que um fone comum para ouvir música. Neste quesito, o HyperX Cloud faz jus ao nome: deixa a cabeça leve nas nuvens. Poucas vezes testamos um headset tão confortável. O acolchoamento da haste é macio, e a opção de concha auricular de veludo ou couro atende a quem prefere um ou outro material, por questões de calor, suor na orelha, conforto no ajuste. Figura 7: HyperX Cloud na cabeça A versatilidade é outro trunfo. Quer ouvir música no celular enquanto cozinha, sem incomodar ninguém na casa, mas o aparelho fica longe do fogão (por justa medida de segurança)? O cabo de 200 cm permite isso, bem como plugar o headset no distante PS4 enquanto o usuário joga esparramado no sofá. Como o HyperX Cloud oferece um isolamento acústico razoável e é muito confortável, o produto é uma ótima opção ser levado em voos longos, graças ao adaptador para avião. O microfone ajustável pode ser posicionado da melhor maneira possível para captar a voz do jogador. Durante o teste, nossa voz foi ouvida com clareza pelos companheiros de partida via teleconferência. No áudio, o som foi muito bom em música e diálogos de séries e jogos. Os médios podiam ter mais vitalidade, mas o HyperX Cloud não é um headphone para audiófilos, especialmente em sua faixa de preço. Naturalmente, com alto-falantes de 53 mm, ouvimos um grave possante em músicas de pista de dança e efeitos de arranque de motor e explosões em jogos de corrida e ação. O único problema do HyperX Cloud é ser limitado ao som estéreo. É uma decisão consciente do usuário abrir mão da imersão promovida pelo som surround de determinados jogos, como Battlefield 4 e Titanfall. Com o som estéreo “chapado”, os tiros parecem vir todos de uma única direção, e a sensação de presença no campo de batalha cai drasticamente. Para jogos de luta, corrida e esporte, há pouquíssima diferença entre som estéreo e multicanais. Quem não curte jogos de tiro, pode escolher o HyperX Cloud sem problemas. As principais especificações do headset HyperX Cloud da Kingston incluem:  Especificações dos fones: Estéreo Alto-falantes de 53 mm Resposta de frequência: 15Hz – 25kHz Impedância: 60 Ω em 1kHz Cabo: extensível até 3,1 m (1 m + 2 m de extensão + 10 cm para celular) Peso: 350 g Conexão: 3,5 mm Especificações do microfone: Impedância: 2,2 Ω Resposta de frequência: 100Hz – 12kHz Sensibilidade:-39dB +/-3 dB Mais informações: http://www.kingston.com Preço sugerido no Brasil: R$ 399,00 O HyperX Cloud acerta em apostar na leveza, conforto e versatilidade. Em tempos que o usuário tem sempre muitos gadgets, é importante que um mesmo produto possa ser usado no console de videogame, no celular e no PC. Os alto-falantes possantes garantem uma experiência bombástica jogando ou ouvindo música. Para quem não se importa com som digital multicanais, o produto é uma ótima escolha. Pontos fortes Extremamente confortável no topo da cabeça e nos ouvidos Troca de conchas auriculares Controle de volume e microfone Microfone com ótima captação de voz Inclui bolsa de tranporte Extensão de cabos Ponto fraco Som estéreo não permite grande imersão sonora em jogos de tiro
  10. Teste do mouse Black Torment da X-Trike

    Nem sempre um jogador está disposto a empenhar a casa para comprar um mouse topo de linha, com vários balangandãs supérfluos. Mirando esse público, a X-Trike lança o Black Torment, um produto com quase tudo que um fã de games necessita – funções programáveis, gravação de perfis e macros –, a não ser pela baixa resolução máxima do mouse, que para nos 4.000 dpi de resolução. O preço sugerido é de R$ 89,00, bem abaixo dos modelos de ponta de marcas mais famosas. Vamos descrevê-lo para depois avaliar as características e o desempenho. Figura 1: mouse Black Torment O Black Torment é um mouse médio com corpo baixo, sem lombada acentuada, e design ambidestro. Há dois botões na lateral esquerda do periférico, e rodas fixas e iluminadas que tem função meramente estética em ambos os lados. O polegar e o mindinho ficam apoiados em um suporte de alumínio que brota de um detalhe metálico da parte inferior. Figura 2: lateral esquerda Figura 3: lateral direita O corpo é emborrachado, com vários detalhes iluminados. Na ponta, há a roda de navegação (também iluminada) e, logo abaixo, o tradicional botão para ajuste de sensibilidade. Figura 4: visão inferior e cabo azulado Na parte inferior estão localizados o sensor A5050 da Avago que chega a 4.000 dpi de resolução e quatro pés de Teflon para deslize preciso, instalados em uma borda metálica que forma os apoios laterais. O cabo de 1,80 metro é envolto em tecido azulado e termina em um conector USB folheado a ouro. Não há sistema de ajuste de peso. Com exceção do limite baixo de resolução, o Black Torment oferece o básico que um jogador precisa: um aplicativo simples para configuração do periférico e seis botões programáveis que o tornam versátil em jogos de tiro e MMORPG. O software vem em um mini-CD incluído com o mouse. Através dele, o usuário pode alterar as funções de cinco botões mais a roda de navegação e trocar a orientação do Black Torment, de destro para canhoto. Note que o usuário canhoto fica sem botões para acionar com o polegar, pois só há botões laterais no lado esquerdo. Ele terá que se virar com o mindinho para acioná-los. Figura 5: configuração de botões O aplicativo também possibilita uma descomplicada gravação de macros (longa sequência de comandos que pode ser programada para entrar em ação a partir de uma única tecla) e criar cinco perfis de usuário que ficam armazenados nos 64 kiB memória interna; caso o jogador plugue o Black Torment em outro PC, o mouse manterá suas preferências e configurações. Figura 6: gravação de macros O usuário pode selecionar quatro níveis de sensibilidade entre 400 e 4.000 dpi de resolução e entre seis cores (vermelho, laranja, verde, azul-claro, azul-escuro, rosa) para os LEDs, que podem ser apagados, mantidos pulsando ou simplesmente acesos em três níveis de intensidade de brilho. Figura 7: controle de iluminação Figura 8: mouse iluminado Ao contrário do nome em inglês do mouse, não foi um tormento jogar com ele. A questão é saber que se está comprando um mouse limitado, mas que realiza aquilo que a faixa de preço permite. Com um limite de 4.000 dpi de resolução, ele não atinge a sensibilidade dos modelos topo de linha (na casa dos 8.000 dpi, o dobro da sensibilidade); por outro lado, jogar com valores tão altos é praticamente impensável, a não ser em monitores gigantes. Se chegasse a 5.000 ou 6.000 dpi de resolução, seria melhor, pois o limite baixo não deixa muitas opções para se jogar bem. No caso, usamos apenas três configurações: 800 dpi para tiros precisos, 2.800 dpi para trabalhar e 4.000 para ações de jogo em geral. Como é aconselhável manter o botão de troca de resolução reservado para essa função, o Black Torment essencialmente só oferece a roda e os dois botões laterais como opções viáveis de programação em um jogo de tiro, por exemplo. O desenho do corpo é mais indicado para quem maneja o mouse com a palma da mão pousada sobre ele; com controla com a ponta dos dedos terá dificuldade em acionar os botões laterais com o polegar. É bom lembrar que, caso o usuário seja canhoto, ele não terá opções de botões para o polegar, e sim apenas para o mindinho, pois o Black Torment não tem botões na lateral direita. Portanto, ele é ambidestro, mas não tão amigável assim com o usuário canhoto. Mesmo com apenas seis cores contra as quase 17 milhões de opções de outros modelos, o mouse da X-Trike tem um efeito bonito para os que gostam desse detalhe. O corpo emborrachado é confortável e a base de alumínio serve para deixá-lo mais pesado e centrado, uma vez que não vem com sistema de ajuste de peso. As principais especificações do mouse Black Torment da X-Trike incluem: Mouse laser para jogos Uso ambidestro Conexão: USB Botões ajustáveis: seis Resolução de rastreamento: até 4.000 dpi Memória interna: 64 Kb Aceleração: 8 G Tempo de resposta: 1.000 Hz/1 ms Iluminação: seis milhões de cores Dimensões: 126 x 81 x 39 milímetros Cabo: 180 centímetros Peso: 157 gramas Mais informações: N/D Preço sugerido: R$ 89,00 O Black Torment é um mouse para jogos para quem quer economizar e, por isso, não oferece recursos de ponta, ainda que seja capaz de programar novas funções, gravar macros e perfis de usuário. Muito bonito, o cabo azulado é uma boa solução para destacar o periférico naquele cacho de fios pretos atrás do PC. Os apoios metálicos dão um diferencial de design e servem para dar mais peso à estrutura sem incluir um sistema de ajuste de peso, o que encareceria mais o produto. A lamentar a pouca opções de botões (especialmente na configuração “canhoto”) e o limite baixo de resolução. É um mouse mediano com resultados honestos dentro da faixa de preço. Pontos fortes Programa amigável realiza todas as funções de um mouse de jogos Apoios ambidestros de alumínio Cabo azulado para destacá-lo entre outros periféricos Preço justo para o que oferece Pontos fracos Baixo limite de sensibilidade, apenas 4.000 dpi de resolução de rastreamento Poucas opções de funções programáveis Usuário canhoto fica sem botões para o polegar
  11. Teste do Mouse 700M da Cougar

    A Cougar entrou forte no mercado de periféricos para jogos com o teclado 700K, premiado pelo design e já testado por nós, e agora ele ganha a companhia do mouse 700M, que segue o mesmo desenho baseado em alumínio. O produto foge dos traços convencionais e parece um mouse biônico, com traseira vazada, ângulos retos e estrutura metálica aparente. Vamos analisar esse visual diferente para depois partir para o desempenho nos jogos. Figura 1: mouse Cougar 700M O 700M é um mouse médio para destros com corpo de plástico preto na parte superior sobre um chassi de alumínio. Ele é seccionado e vazado para que se note as partes metálicas. A roda de alumínio tem um “pneu” de borracha. Embaixo dela fica o botão de troca de resolução. Na ponta esquerda surge um botão projetado, ao alcance do indicador. Figura 2: detalhes do mouse Cougar 700M O nicho emborrachado do polegar, como de costume, abriga dois botões tradicionais, mas há também um dedicado à função “sniper” (explicaremos na análise das características do 700M). Atrás da dupla de botões há quatro LEDs que indicam o nível de sensibilidade. Do lado direito, há um pequeno apoio emborrachado para o mindinho, em botões extras. Figura 3: lateral esquerda Figura 4: lateral direita A parte traseira é o grande diferencial estilístico do 700M. Ali ficam o sistema de ajuste de peso e a lombada inferior que é ajustável e trocável. O cartucho plástico onde entram quatro pesinhos de 4,5 gramas cada um é encaixado na estrutura aparente de alumínio logo abaixo do botão de troca de resolução. O cartucho é extraído sendo erguido por baixo (há um espaço para enfiar um dedo). Figura 5: estojo com pesos sendo retirado Basta girar um parafuso dourado para ajustar a altura da lombada traseira. Ela pode ser trocada por outra, menor e emborrachada, através de um simples mecanismo de encaixe. Assim o usuário ajusta perfeitamente o mouse ao tamanho da palma da mão ou estilo de pegada. Figura 6: detalhe do sistema de elevação da lombada Figura 7: lombada traseira trocada Na parte de baixo estão localizados o sensor ADNS-9800 da Avago que chega a 8.200 dpi de resolução e cinco pés de Teflon para deslize preciso (um deles no apoio para o polegar). Figura 8: visão inferior O cabo de 1,80 metro é envolto em tecido e brota de uma ponta metálica que imita o quebra-chamas de um fuzil de assalto. Esse detalhe, aliado à estrutura de metal protuberante, faz o 700M parecer uma espécie de tanque futurista visto de frente. Figura 9: visão frontal O 700M da Cougar conta com oito botões programáveis, mas o grande destaque vai para o botão “sniper” no apoio do polegar. Quando pressionado, ele baixa a resolução ao nível selecionado pelo usuário, para dar mais precisão em jogos de tiro como Battlefield e Call of Duty. Para configurar as funções, é preciso instalar o software UIX System, disponível no site do fabricante. O aplicativo gerencia as funções tanto do mouse 700M como do teclado 700K. Figura 10: configuração dos botões A interface do programa é futurista, mas não deixa de ser intuitiva. Para programar os botões, basta clicar neles, selecionar as funções disponíveis e arrastá-las para cada botão. Por exemplo, ao selecionar “Launch (aplicativo X)”, simplesmente arraste esse comando para um dos botões e pronto: ao ser acionado, ele abre o aplicativo X. O mesmo vale para associação com letras (como G, para lançar uma granada em jogo de tiro) ou macros (longa sequência de comandos que pode ser programada para entrar em ação a partir de uma única tecla), graváveis em outro menu. É uma operação muito fácil. Figura 11: configuração de resolução Além de ter um processador de 32 bits para realizar operações, o 700M conta com 512 kiB de memória interna para armazenar as preferências do usuário mesmo que ele plugue o mouse em outro PC. É possível criar três perfis e associar imagens a eles (a logomarca de um jogo, a captura de uma tela, uma foto, o que o usuário desejar) para reconhecê-los rapidamente. O usuário também pode determinar quatro níveis de resolução que melhor se apliquem ao estilo de jogo (e até de trabalho). Figura 12: mouse iluminado À primeira vista, um mouse com aspecto mecanizado como o 700M passa a impressão de desconforto, especialmente por causa da estrutura de alumínio onde se encaixa o cartucho de pesos, que poderia roçar na mão com o uso. Porém, o periférico é confortável, e a palma da mão não toca naquela parte metálica específica. Na verdade, como a lombada traseira é ajustável e trocável, o 700M pode ser configurado para quem gosta de controlar o mouse com a mão totalmente pousada sobre ele ou apenas com a ponta dos dedos. Testamos várias pegadas, até mesmo fugindo à nossa preferência, e o resultado foi ótimo. O posicionamento dos botões também é excelente. Aquele botão pronunciado à esquerda, acionado pelo indicador, é estrategicamente letal para funções urgentes, como, por exemplo, a facada e o contra-ataque de faca no Battlefield 4. Já o botão “sniper” é comprido para acomodar qualquer tamanho de polegar, seguindo a filosofia de ajuste do 700M. É realmente utilíssimo para partidas em que o jogador assume o papel de um atirador de elite. Mesmo assim, ele pode ser reprogramado para outra função qualquer. Mesmo com uma interface mais estilosa, não foi difícil dominar o aplicativo, e a iconografia tornou simples a configuração de novas funções. Quanto ao peso, o 700M é um mouse surpreendentemente leve para um modelo com base e chassi de alumínio, mas ainda assim, obviamente, não se compara a um mouse todo de plástico. Por isso, não vimos necessidade de aumentar seu peso ao jogar com ele. As principais especificações do mouse 700M da Cougar incluem: Mouse laser para jogos Uso para destros Conexão: USB Botões ajustáveis: oito Resolução de rastreamento: até 8.200 dpi Memória interna: 512 kiB Aceleração: 30 G Tempo de varredura: 1.000 Hz Tempo de resposta: 1 ms Iluminação: 16,8 milhões de cores Dimensões: 127 x 83 x 38 milímetros Cabo: 1,80 m Peso: 130 gramas (ajustável até 148 gramas com quatro pesos de 4,5 gramas) Mais informações: http://www.cougar-world.com Preço médio: produto analisado antes do lançamento oficial Além do visual impressionante, o 700M tem três grandes destaques que valem o investimento: o botão “sniper”, o botão estratégico ao lado do indicador e a lombada trocável e ajustável. São os diferenciais, aliado ao bom software, de um mouse que junta inovações vistas em outros modelos de vanguarda em um só pacote. A roda é ótima, apesar de não realizar navegação horizontal. O 700M faz um belo par com o teclado 700K, mas é uma grande opção mesmo isoladamente. Pontos fortes Botão “sniper” exclusivo para tiros precisos Botão estrategicamente localizado ao lado do indicador Lombada traseira trocável e com altura ajustável Visual futurista e elegante Boa roda, apesar de não realizar navegação horizontal Leve, mesmo tendo estrutura de alumínio Pontos fracos Não encontramos pontos fracos
  12. Teste do Teclado 700K da Cougar

    O burburinho chegou ao fim. Depois da premiação do iF Design (espécie de Oscar de design para o mundo dos PCs), o cenário gamer ficou ansioso pelo lançamento do teclado 700K da Cougar, que está para chegar às prateleiras. Recebemos um exemplar para testar antes do lançamento oficial. Realmente o aspecto visual do periférico é impressionante, mas como beleza não põe mesa, é bom saber que ele tem teclas mecânicas Cherry MX, grava macros e pode ser iluminado a gosto. Veremos essas características assim que descrevermos o 700K fisicamente. Figura 1: teclado Cougar 700K O 700K é um teclado grande e sólido, pois as teclas são montadas em uma estrutura aparente de alumínio. Na borda esquerda há cinco teclas G1-G5 programáveis, e na borda superior esquerda, ficam os botões M1-M3 para macros (longa seqüência de comandos que pode ser resumida a um apertar de botão). Depois seguem-se indicadores luminosos de funções, e controles multimídia na ponta direita. A tecla programável G6 é na verdade a barra de espaço dividida. Figura 2: conjunto de botões programáveis Figura 3: teclas multimídia Por trás das teclas multimídia, exatamente na lombada traseira, encontram-se uma porta USB e conexão para microfone e saída de som. Figura 4: porta USB e conexões de áudio Virando o 700K de cabeça para baixo, o usuário vê dois pés retráteis para regular a altura e dois apoios de borracha para estabilizar o teclado. Figura 5: visão inferior Do meio do lombada superior brota o cabo envolto em tecido, que se desmembra em dois cabos de aúdio (som e microfone) e dois cabos USB (para alimentar a porta traseira do teclado e ligá-lo ao PC). Os plugues USB têm o mesmo design anguloso e arrojado das laterais do 700K e contam com símbolos para indicar suas funções (um teclado para a conexão dessa função e uma seta para indicar a alimentação da porta USB). Figura 6: cabos O teclado vem com um apoio de pulso destacável, com uma área emborrachada especial para a mão esquerda, que controla os movimentos nas partidas via conjunto WASD (o mais usado em jogos de ação). Essa parte pode ser retirada e se prende magneticamente ao apoio de pulso. Figura 7: apoio de pulso Figura 8: apoio destacável para FPS O design premiado do 700K remonta à tecnologia “stealth” de aviões militares invisíveis a radar. As teclas mecânicas são da tecnologia Cherry MX, padrão do mercado. Como já explicamos em outros testes, as cores das Cherry MX indicam as diferenças entre a força e o tipo de ativação, e se a tecla é silenciosa ou não. Recebemos a tecla Cherry MX marrom, que é silenciosa e tem uma resposta tátil suave; isto é, o usuário sente o “calombo” do acionamento da tecla. A reação, no então, é leve, pois a tecla necessita de pouca força para ser apertada. Há opções de modelos com teclas Cherry MX marrom, vermelha, azul e preta; a informação vem na caixa do produto. O 700K dispensa um adaptador PS2 para ativar a função NKRO (N-Key Rollover), que permite que o usuário aperte várias teclas simultaneamente sem que o teclado perca algum registro de comando. A função NKRO é realizada diretamente via conexão USB. Figura 9: configuração das teclas Para poder programar o 700K, é preciso instalar o software de configuração, disponível no site do fabricante www.cougar-world.com. Além das teclas G1-G6, o usuário pode escolher quaisquer outras dez para personalizar a gosto. É possível gravar três perfis na memória de 32 Kb do periférico para manter as preferências do usuário mesmo que se troque de máquina. A iluminação pode ser desligada, mantida pulsando ou ser deixada ligada com 33, 66 ou cem por cento de intensidade. Figura 10: configuração da iluminação Algumas funções, como a própria regulagem da iluminação e a taxa de repetição, também podem ser alteradas através de combinação de teclas, sem necessidade de rodar o software. O manual, incluso no pacote, ensina como operar cada uma configuração no próprio teclado, como, por exemplo, o combo tecla Fn + MR + qualquer tecla para deixá-la individualmente iluminada. Assim é possível destacar o conjunto WASD (usado em jogos de ação) e outras teclas em que o usuário tenha programado funções importantes de jogo. Macros também podem ser gravadas assim, através da tecla MR. Uma vez apertada, basta escolher uma tecla qualquer e depois entrar a sequência de comandos (inclusive com intervalo de tempo) e encerrar a gravação apertando MR novamente. Nunca foi tão fácil. As teclas Cherry MX Brown dão uma resposta tátil que deixa o jogador seguro de que acionou determinada tecla. É mais difícil errar um clique, pois os dedos sentem a confirmação da digitação. A divisão da barra de espaço, que na verdade é uma tecla de espaço propriamente dita com a tecla programável G6 ao lado, mostrou ser útil ao jogar, porque é exatamente o polegar esquerdo que aciona aquele botão para executar pulos, por exemplo (a maioria dos jogos usa a barra de espaço para que o personagem pule). Já na digitação tradicional, porém, só quem tem o treinamento de datilógrafo de acionar a barra de espaço com o polegar esquerdo não sentirá falta da barra completa; como nós digitamos no estilo “cata milho” (como foi redigido este teste), usando basicamente os dedos indicadores e médios, a barra curta foi problemática, e quase todas as vezes acabamos apertando a tecla G6 quando queríamos dar um espaço no texto. Figura 11: Barra de espaço dividida De resto, a localização do conjunto G1-G5 é excelente: exatamente ao lado da mão esquerda, que está controlando a ação nos jogos no conjunto WASD, o que permite que um gesto rápido do mindinho ou anular aperte uma delas, enquanto a mão permanece pousada e atenta na área de movimentação. A facilidade de programar qualquer outra tecla deixa o controle literalmente na ponta dos dedos. Outro acerto do 700K é a iluminação seletiva, que permite destacar as programações do usuário a gosto. Por ter um chassi de alumínio, o teclado é sólido e fica firme em cima da mesa, mesmo nos combates mais agitados. As configurações independentes de software são úteis para quem se atrapalha com aplicativos de mouses e teclados, nem sempre muito amigáveis (o próprio programa da Cougar exige um pouco de atenção para se familiarizar). A adição de conexões de áudio e uma porta USB torna prática a ligação de um mouse e um headset, sem que o usuário precise se esgueirar atrás do gabinete do PC toda vez que quiser trocar esses periféricos por outros modelos. As principais especificações do teclado 700K da Cougar incluem: Teclado mecânico para jogos Iluminação laranja Taxa de resposta: 1.000 Hz/1 ms Teclas Cherry MX Brown Teclas programáveis: Dezesseis Perfis de usuário: Três Entrada de som e microfone de 3,5 mm Hub USB: 2.0 Dimensões: 487 x 230 x 40 mm Peso: 1,2 kg Mais informações: http://www.cougar-world.com Preço médio: produto analisado antes do lançamento oficial O Cougar mereceu toda a expectativa causada pelo design premiado e não fez feio no quesito desempenho e funções. Os botões extras são bem localizados, é possível programar outros dez à escolha, o jogo de iluminação pode realçar as teclas mais importantes em uma partida, e a adição de um apoio de pulso com uma parte emborrachada dedicada a jogos FPS é um grande destaque. O fato de ele ser configurável manualmente ou via software liberta os jogadores mais avessos à programas nem sempre amistosos. E é sempre um conforto ter uma porta USB e conexões de áudio no próprio teclado. A lamentar a barra de espaço dividida, que é uma ótima ideia para jogos, mas inviabiliza o 700K para digitação – pelo menos para usuários que não têm treino em datilografia profissional. Pontos fortes Ótima localização das teclas extras Iluminação plena e personalizável Pesado e muito estável Conexões de áudio e USB Pode ser programado manualmente, independente do software Apoio de pulso destacável com área emborrachada Pontos fracos Barra de espaço dividida induz a erros na digitação
  13. Teste do Mouse Gila da GX Gaming

    O antigo DeathTaker, o mouse da GX Gaming (marca da Genius para o segmento “gamer”) voltado para jogos no estilo MMORPG/RTS, ganha um sucessor na figura do Gila, um modelo muito mais preciso e com mais funções reguláveis. Agora são 8.200 dpi de resolução e quatorze funções que o usuário pode configurar, além de 72 macros (longa sequência de comandos que pode ser resumida a um apertar de botão). O Gila não só é mais possante, como mais estiloso: o corpo tem um design arrojado com três seções iluminadas por até dezesseis milhões de cores diferentes. Analisaremos todas essas características e desempenho após a descrição física do produto. Figura 1: mouse Gila O Gila é um mouse de tamanho médio, com uma lombada alta e ângulos retos nas laterais. O corpo é meio ambidestro, digamos assim, porque as linhas são simétricas, mas há dois botões laterais acessíveis apenas pelo polegar de um destro. Aliás, botões não faltam: além dos já citados e dos dois principais, há duas bordas elevadas nas pontas direita e esquerda onde ficam dois botões extras de cada lado, rapidamente acessíveis pelos dedos indicador e médio. Figura 2: detalhe dos botões da ponta A roda de rolagem tem uma faixa iluminada no meio e fica acima do botão de troca de resolução. Abaixo dele, ficam mais dois botões extras. No total, são onze botões individualmente programáveis e mais três funções programáveis na roda. Há vários detalhes iluminados: a faixa na roda; a logomarca da GX Gaming em cima do emblema do escorpião (símbolo da linha); duas pequenas faixas nas laterais da borda inferior, de cada lado do escorpião; e bem na frente, no que seria a “grade” do mouse se ele fosse um carro, com dois LEDs que imitam olhos separados pelo cabo. Figura 3: frente do mouse Os nichos laterais são angulosos. Apenas no esquerdo há dois botões laterais; o nicho direito serve como apoio para o dedo mindinho de destros. Ambos os espaços são emborrachados, para dar maior aderência e melhorar a pegada. Figura 4: lateral esquerda Figura 5: lateral direita Na parte inferior do Gila ficam o sensor laser Avago ADNS-9800, que atinge 8.200 dpi de resolução, e três pés de Teflon (nas laterais e na borda superior) para um deslize mais controlado e preciso. Ao contrário do DeathTaker, cujo compartimento de controle de peso ficava na lombada superior (uma solução inusitada), no Gila ele fica na parte inferior, como é de praxe em mouses para jogos. Um botão na traseira libera a tampa e revela uma peça triangular de silicone com os seis espaços para pesos de 4,5 gramas, que são acondicionados em um estojo separado. Figura 6: parte inferior Figura 7: detalhes da traseira e acessórios de regulagem de peso O cabo do Gila brota de uma protuberância para mantê-lo mais firme. Assim como o cabo do DeathTaker, ele conta com uma presilha de velcro para mantê-lo enrolado, tem 1,8 metro de comprimento e é envolto em tecido. Na ponta, há um plugue USB banhado a ouro. O Gila é vendido como indicado para jogadores de MMORPG/RTS (jogos de RPG ou estratégia), por causa do número de funções e macros programáveis, mas ele também se sai bem na seara de jogos FPS (de tiro), especialmente pela excelente localização dos botões, que agilizam tanto o lançamento de feitiços quanto de granadas, não importa o título jogado. Falaremos mais desse desempenho adiante. Para aproveitar esses recursos, o usuário precisa instalar o programa de configuração da GX Gaming. Figura 8: configuração de botões O software é bem simples de usar. Através dele, são configuráveis onze botões mais três funções na roda de rolagem. Seis perfis de usuário, para diferentes jogos e aplicativos, podem ser criados e armazenados na memória interna de 32 kiB, sem a necessidade de instalar o software em outros computadores caso o usuário troque de máquina. O programa oferece outros ajustes herdados do Windows, como controlar a velocidade do ponteiro, da rolagem e do duplo clique. Jogadores de MMORPG/RTS precisam lançar poderosos combos de habilidades e ataques com rapidez para sobrepujar os adversários – e são as macros que cuidam disso. A gravação é simples e poderosa: cada macro pode conter até vinte teclas em sequência (com o devido intervalo de tempo, caso, por exemplo, o usuário programe um poder que precise de um ciclo de renovação, como uma cura). É possível associar até doze macros por perfil, em um total de 76 macros graváveis no Gila. Figura 9: configuração de macros Como efeito decorativo, o usuário pode escolher entre dezesseis milhões de tons RGB para iluminar três seções distintas do corpo do Gils. É praticamente o festival de cores da iluminação do Maracanã na final da Copa do Mundo. Figura 10: o Gila iluminado A primeira avaliação de um mouse é a pegada. Com um corpo médio e uma lombada alta, o Gila pode não ser adequado para quem prefere pousar a palma inteira no periférico (pegada conhecida como “palm grip”). Já levando em conta os nichos laterais angulosos, ele é muito ágil para ser controlado pela ponta dos dedos (“claw grip”), deslizando rapidamente com a ajuda do polegar e mindinho, que têm ótimos pontos de apoio no corpo do Gila. A distribuição de botões e a fartura na oferta permitem que o usuário escolha aqueles que mais facilmente consegue alcançar com os dedos para configurar a gosto. É melhor sobrar opções do que faltar. Aqueles que consideramos mais bem localizados foram os botões das bordas elevadas ao lado dos botões principais; dos vários mouses que já testamos, essa é sem dúvida uma das melhores soluções. Ali deixamos funções emergenciais pertinentes ao estilo de jogo, como feitiços de cura e proteção (em MMORPG) e lançamento de granada e deitar no chão (em FPS). Outras funções menos urgentes, como invocar montaria ou acionar um drone tático, ficaram em botões menos acessíveis (tipicamente os embaixo da roda). Toda essa programação é feita pelo ótimo software da GX Gaming, que ainda oferece soluções interessantes como a configuração de um botão para rajadas rápidas. Outra programação útil é o botão Sniper, que abaixa a resolução para um tiro mais preciso. Com 8.200 dpi, não há como reclamar de precisão. Na verdade, o valor é bem alto. É bom para monitores grandes, pois qualquer movimento brusco e o ponteiro cruza de ponta a ponta. Com cinco níveis de resolução, é possível mesclar configurações entre os seis perfis de usuário que atendam às necessidades de cada estilo de jogo e partida. O sistema de ajuste de peso do Gila é muito bem bolado, e desta vez a GX Gaming providenciou um estojo para armazenar os pesos, o que não aconteceu com o antigo mouse DeathTaker. As principais especificações do mouse Gila da GX Gaming são: Mouse laser para jogos Uso semi-ambidestro Conexão: USB banhada a ouro Funções ajustáveis: quatorze (onze botões mais três funções na roda de navegação) Resolução de rastreamento: Até 8.200 dpi (em cinco níveis) Tempo de resposta: 250, 500 e 1.000 Hz Velocidade máxima: 3,8m/s 150 IPS Aceleração: 30 G Memória interna: 32 kiB Perfis de usuário: seis Cores: 16 milhões (RGB) Dimensões: 120 x 70 x 40 milímetros Peso: 170 g Ajuste de peso: seis pesos de 4,5 g Cabo: 1,8 m Mais informações: http://www.gx-gaming.com Preço médio nos EUA*: USD 70,90 *Pesquisado na Newegg.com no dia em que publicamos este teste. O Gila é uma clara evolução em relação ao DeathTaker: na pegada, no posicionamento dos botões (especialmente os botões das bordas elevadas na ponta), na resolução e número de funções. Para quem controla um mouse com a ponta dos dedos, o Gila tem um manuseio fantástico. O software é muito bom e oferece opções interessantes. Para quem gosta de um periférico carnavalesco, o Gila vira um show de luzes à mesa. A solução de ajuste de peso é perfeita. Um mouse realmente nota dez. Pontos fortes Inovação na borda elevada com botões Grande número de macros Roda de rolagem armazena três funções Pegada confortável Ótimo programa de configuração Pontos fracos Não é exatamente ambidestro pois faltam botões na outra lateral Roda não executa rolagem horizontal
  14. Teste do Headset Cavimanus da GX Gaming

    Em um mercado saturado de modelos similares, a saída para se destacar é apresentar alguma novidade. A GX Gaming, marca de produtos “gamer” da Genius, resolveu apostar na função vibratória e na instalação de controles no próprio alto-falante esquerdo para diferenciar seu novo headset 7.1 (simulado), Cavimanus, dos rivais nas prateleiras. É um modelo grande, ajustável, com cabo comprido e muito confortável. Vamos analisá-lo a seguir, após a descrição dos detalhes físicos. Figura 1: Headset Cavimanus O Cavimanus é um headset grande, porém leve, graças ao corpo de plástico. Os fones de 40 mm encobrem todo o ouvido. O acabamento nos alto-falantes é lustroso, com uma elegante faixa vermelha em volta dos fones em si, que são revestidos de courino. Já a alça tem acabamento fosco e conta com um interior acolchoado e revestido de tecido. Figura 2: Fone revestido em courino Figura 3: Alça acolchoada em tecido O fone esquerdo concentra o microfone unidirecional retrátil e o controle de volume e da função vibratória. Dele também brota o cabo emborrachado que termina em um conector USB folheado a ouro. Uma luz azul fica acesa durante o funcionamento do Cavimanus. Figura 4: Controles e microfone no alto-falante esquerdo A característica mais marcante do Cavimanus é a função vibratória, atrelada aos sons graves do subwoofer interno. O headset treme sempre que há explosões e tiroteios intensos. Se o usuário não quiser o efeito, basta cancelar no botão localizado acima do volume, no alto-falante esquerdo. O som surround simulado de 7.1 canais também pode ser ajustado (via software incluído em CD) para 5.1 ou mesmo estéreo. O aplicativo também conta com um equalizador para vários estilos musicais. Ele tem uma interface bem básica, feia até, mas é descomplicado e abrangente. Além do número de canais, o usuário pode selecionar o volume individual de cada um e calibrar o efeito simulado de surround como preferir. É possível também brincar com o “posicionamento” das caixas de som virtuais, como se estivesse montando um home theater de verdade (e o melhor: sem suor e esforço). Figura 5: Configuração principal Uma vez que equalizar o headset com uma partida rolando é praticamente impossível, existem sites que oferecem boas ferramentas para calibrar o efeito surround – depois é só fazer um ajuste fino ao jogar. Sempre indicamos o Lynne Music e o Stealth Settings. Outra dica é colocar um filme de ação com trilha 5.1 e 7.1 para rodar e deixar o Cavimanus no ponto para jogos de tiro, corrida e explosões. Figura 6: Configuração do mixer O headset é muito confortável e leve na cabeça, mesmo sendo grande. Há quem goste de revestimento em tecido, mas o courino deixa os fones mais macios e menos quentes (apesar de descascar com o tempo, por causa do suor). Já que estamos comentando sobre os alto-falantes, a ideia de colocar os controles no fone esquerdo foi brilhante: em vez de uma unidade de controle pendurada no fio ou apoiada em cima de um tampo de mesa já cheio de coisas, os controles estão instintivamente à mão. O volume é um dial, a função vibratória é ligada e desligada por um botão, e o microfone fica mudo ao ser erguido. Não há como confundir. Figura 7: Microfone recolhido É inegável que o grande atrativo do Cavimanus é a função vibratória. Com alto-falantes de 40 mm, o Cavimanus torna bem possantes os sons graves de jogos de ação, portanto é preciso cuidado com o volume do jogo para a partida não ficar ensurdecedora, especialmente em combinação com a função vibratória. Aí, em mapas do Battlefield 4 em que prédios desabam, o usuário corre o risco de abandonar o próprio edifício achando que está tudo vindo abaixo. Brincadeira à parte, não recomendamos deixar a mixagem de graves no máximo nem o volume muito alto, pois pode ser prejudicial à saúde. Juntamente com a vibração, a mixagem em 7.1 canais colabora na imersão do jogador, que sente um aeronave passando por cima e um tanque irrompendo por um muro por trás, à esquerda. Durante os testes, o som saiu perfeito. E o efeito vibratório remete à novidade dos primeiros controles de videogame que faziam isso. Figura 8: Cavimanus na cabeça A nota dissonante no headset é o microfone. Ele não é flexível como a maioria dos concorrentes; seu formato rígido o deixa afastado da boca do usuário. Isso é bom para quem quer comer ou beber durante a partida, porém, nos modelos flexíveis, para fazer isso basta chegá-lo para o lado. Aqui, contudo, é impossível aproximar o microfone da boca, e a captação do som ambiente aumenta; para compensar essa opção de design, o microfone do Cavimanus é unidirecional, ou seja, só capta o som à frente (no caso, os furos estão apontados para a boca). Mesmo assim, os companheiros de partida notaram que a invasão do som ambiente foi um pouco mais acentuada. As principais especificações do headset Cavimanus da GX Gaming são:   Headset com som surround simulado de 7.1 canais Função vibratória Microfone retrátil Conexão: USB Cabo: 2,5 m Especificações dos fones:   Alto-falante: 40 mm Impedância: 32 Ω Sensibilidade: 95 dB Resposta de frequência: 20 Hz – 20 kHz Especificações do microfone:   Microfone unidirecional Sensibilidade: -39 dB ±3 dB Resposta de frequência: 100 Hz – 10 kHz   Mais informações: http://www.gx-gaming.com Preço médio nos EUA: USD 59.90*   *Pesquisado na Newegg.com no dia em que publicamos este teste. O Cavimanus é um headset confortável com dois excelentes diferenciais: a função vibratória e os controles agregados ao alto-falante esquerdo. Os graves são possantes e o usuário pode calibrar o som surround simulado à vontade através do aplicativo (que é feio, porém funciona bem). O conjunto é bonito e elegante. Só o fato de o microfone ser rígido, sem poder ser direcionado para a boca, nos decepcionou. Pontos fortes Modelo bem leve para o tamanho Extremamente confortável Graves fortes Controles no alto-falante esquerdo: ótima solução Simulação de surround funciona perfeitamente Microfone retrátil emudece ao ser recolhido Aplicativo simples e abrangente Cabo bem comprido Pontos fracos Alto-falantes cobertos em courino podem não agradar quem prefere tecido Microfone não é flexível e fica afastado demais da boca Headset pouco portátil, pois os alto-falantes não giram
  15. Teste do Sensor de Movimentos Xtion da ASUS

    Jogadores de PC, não é mais preciso ficar com inveja dos amigos que brincam com sensor de movimento nos consoles; a ASUS lançou o Xtion, o primeiro periférico do gênero para computadores, que tomou doses cavalares de inspiração no Kinect do Xbox 360, tanto no visual quanto no funcionamento (não à toa, o fabricante é a mesma empresa israelense PrimeSense). Ele conta com um mercado próprio de jogos, vem com três títulos grátis e é capaz de controlar aplicativos do PC (Facebook, YouTube, Flickr e Picasa) sem o mouse, apenas com movimentos das mãos no ar, em uma versão primitiva do que vimos no filme Minority Report – A Nova Lei. Antes de explorarmos as capacidades do Xtion, vamos primeiro descrevê-lo. Figura 1: Xtion Apesar da caixa grande e pesada (por conta dos manuais em várias línguas), o Xtion em si é bem leve e pequeno, com 18 centímetros de comprimento. O design realmente lembra o Kinect, lançado pela Microsoft. O sensor infravermelho fica na esquerda, e há uma câmera no lado direito. O Xtion se apoia em uma base móvel, podendo ser ajustado para frente ou para trás (não para os lados). Da parte traseira, sai o cabo USB para conectar o aparelho a um desktop ou notebook. Figura 2: Visão lateral Figura 3: Visão de costas O Xtion pode funcionar tanto como sensor para jogos quanto como substituto do mouse em determinados aplicativos. Para ambos os usos, é preciso calibrar o periférico e aprender o gestual que realiza funções como clique duplo, avançar/retroceder e golpes de luta para jogos do gênero. Uma vez plugado ao PC, o usuário instala o programa de configuração e segue os passos do tutorial. Figura 4: Função de mouse É preciso tomar uns 2 metros de distância para que o Xtion capte o corpo do usuário e responda aos movimentos. Os gestos aparecem na tela e a interação homem-máquina é feita passo a passo. O usuário aprende a mímica para operar o Xtion como um mouse e os golpes associados a jogos de luta e tênis. Figura 5: Comandos para jogos A calibragem vai depender do posicionamento do usuário, ou seja, se ele fizer o processo em pé e se sentar no sofá, o Xtion vai perder a configuração e vice-versa, obviamente. Isso é fundamental para o uso que se quer fazer do periférico. Por exemplo, os dois jogos e o programa de ginástica virtual incluídos no pacote exigem que o usuário esteja de pé e tenha bastante espaço para executar movimentos amplos. Caso ele queira usar o Xtion como mouse, para exibir fotos de viagem, por exemplo, o usuário pode tanto ficar de pé quanto sentado, mas, se trocar de posição, será necessário recalibrar o sensor. Figura 6: Tela do tutorial Como sozinho o Xtion não serviria para muita coisa, é preciso alimentar o computador com aplicativos a fim de aproveitar plenamente sua capacidade. Ele vem com os jogos Beat Booster (um clone de Mario Kart) e Dance Wall (de dança, como indica o nome), além de um programa de malhação, o Maya Fitness. O Xtion também é compatível com outros títulos (Angry Birds, Fruit Ninja), mas a principal fonte de entretenimento são os jogos da Xtion Store. Mesmo que o usuário queira apenas baixar demos, é preciso não apenas se registrar, como também vincular a conta ao Paypal, que exige um pagamento pré-aprovado de mil dólares (!). A oferta de jogos e aplicativos não chega a vinte títulos, porém. Figura 7: Xtion Store A versão do Xtion que está sendo lançada no Brasil é a simples; lá fora há também o Xtion Pro, com mais recursos (captação e controle por aúdio; sensor RGB) e uma suíte de aplicativos para desenvolvedores criarem os próprios programas com uso de sensor de movimento. Figura 8: Maya Fitness Como já comentamos, há dois usos para o Xtion: como substituto do mouse para determinados aplicativos (Facebook, YouTube, Flickr e Picasa) e jogos. No primeiro caso, ele funciona bem para coisas simples (abrir pastas de música, exibir fotos), desde que o usuário se acostume com o complicado gestual que simula avançar, retroceder, clique duplo; outra consideração é a questão do posicionamento. Como falamos, a calibragem tem que ser feita em determinada posição. Se a pessoa se sentar, por exemplo, o processo tem que ser refeito. É um uso divertido em uma reunião ou festa em casa, para mostrar fotos e trocar de música tirando onda com os amigos. Já mexer no Facebook ou no Youtube exige muita paciência, que nem sempre é recompensada com êxito. Figura 9: Dance Wall Ao contrário dos aplicativos, que sofreram adaptações para serem controlados pelo sensor de movimento, os jogos foram feitos para Xtion, e isso é uma tremenda vantagem. Cada um tem sua dinâmica própria, mas os títulos seguem a linha de diversão casual e/ou infantil de jogos similares do Kinect (ou mesmo do Nintendo Wii). O Dance Wall exige que o jogador colecione gemas com toques no ar e faça poses para passar em silhuetas na parede virtual, ao som de música; já no Beat Booster, ele controla uma nave em um jogo de corrida apenas com movimentos do corpo, desviando de obstáculos e oponentes. O Maya Fitness é um personal trainer virtual que exige repetições de exercícios, de levantamento de pequenos pesos a polichinelos. Nesse quesito, o Xtion não deveu nada aos periféricos similares dos consoles e ganha destaque por ser o pioneiro do gênero no PC. O entrave maior é a biblioteca de títulos próprios (ainda pequena) e a incompatibilidade com a grande maioria dos jogos de PC do mercado, que não foram concebidos para o controle desta maneira. Fica a questão “Tostines”: o Xtion tem poucos jogos porque ainda não decolou ou ainda não decolou porque tem poucos jogos? As principais especificações do sensor de movimento Xtion da ASUS são: Sensor infravermelho e câmera Distância de uso: entre 0,8 e 3,5 m Campo de visão: 58° horizontal, 45° vertical, 70° diagonal Conexão: USB 2.0 Dimensões: 180 x 35 x 50 mm Mais informações: http://www.asus.com.br Preço sugerido no Brasil: R$ 599,00 É difícil recomendar um produto que é bom, mas que ainda tem pouco uso (a oferta de jogos é pequena) e custa tão caro pelo que oferece. A R$ 600 (perdão, “R$ 599,00”), o Xtion é uma brincadeira cara por si só; por outro lado, usuários que não pretendem investir em um console, mas querem agradar as crianças com jogos de movimento e animar uma roda de amigos com o PC, podem considerar esse investimento mais barato do que um Xbox 360 com Kinect (cerca de R$ 1.100,00 no mercado). O modelo de negócios da loja Xtion Store, atrelado ao Paypal, não é bom e dificulta o acesso àquele que é o pé de barro do produto, a biblioteca de aplicativos. A função mouse é difícil de controlar e o usuário tem que alterar a calibragem toda vez que mudar de posição. Pontos Fortes Pequeno e discreto Bom para controle de jogos específicos Pontos Fracos Preço alto demais para a pouca oferta de títulos Loja virtual exige pagamento pré-aprovado de mil dólares Navegação difícil no modo mouse

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