Ir ao conteúdo
  • Comunicados

    • Gabriel Torres

      Seja um moderador do Clube do Hardware!   12-02-2016

      Prezados membros do Clube do Hardware, Está aberto o processo de seleção de novos moderadores para diversos setores ou áreas do Clube do Hardware. Os requisitos são:   Pelo menos 500 posts e um ano de cadastro; Boa frequência de participação; Ser respeitoso, cordial e educado com os demais membros; Ter bom nível de português; Ter razoável conhecimento da área em que pretende atuar; Saber trabalhar em equipe (com os moderadores, coordenadores e administradores).   Os interessados deverão enviar uma mensagem privada para o usuário @Equipe Clube do Hardware com o título "Candidato a moderador". A mensagem deverá conter respostas às perguntas abaixo:   Qual o seu nome completo? Qual sua data de nascimento? Qual sua formação/profissão? Já atuou como moderador em algo outro fórum, se sim, qual? De forma sucinta, explique o porquê de querer ser moderador do fórum e conte-nos um pouco sobre você.   OBS: Não se trata de função remunerada. Todos que fazem parte do staff são voluntários.

MOR

Membros Plenos
  • Total de itens

    1.432
  • Registro em

  • Última visita

  • Qualificações

    0%

Reputação

859

3 Seguidores

Sobre MOR

  • Data de Nascimento 23-06-1952

Informações gerais

  • Cidade e Estado
    Mangaratiba, RJ
  • Sexo
    Masculino
  1. Cálculo de frequência de oscilação

    Simulei o circuito, mas só oscilou quando incluí um resistor a mais na base de Q1 para terra. Esse circuito não é bom. Não tem limitação de corrente da junção EB de Q2 para CE de Q1. Depende apenas dos Hfes dos transistores, o que deixa muito a desejar. Note que a corrente no falante de 8 ohms é de 1A durante a condução. MOR_AL
  2. Qual será o MOSFET ?

    No datasheet consta TO-263AB, mas também consta Case: JEDEC TO-263 molded plastic body No fim da primeira página tem uma data: 5/1/01 MOR_AL
  3. Ficar descalço evita energia estatica?

    Hã! Ok! Não sabia deste detalhe, mas realmente, pensando bem, é óbvio. Valeu! MOR_AL
  4. Ficar descalço evita energia estatica?

    Ajuda sim, mas... Considere que o que você está manuseando esteja conectado à rede. Se você tomar um choque, a corrente vai percorrer um caminho de suas mãos até os seus pés. Vai passar por todo o seu corpo e isso pode ter graves consequências. Por outro lado, se você tiver usando aquelas pulseiras que se aterram, no caso de um choque elétrico, a corrente passará de suas mãos para o pulso. Se o choque ocorrer na mesma mão que possui o pulso com a pulseira, tudo bem. Mas se ocorrer na mão contrária à da pulseira, então ela cruzará o seu coração. Em suma. Certifique-se de que o equipamento esteja desenergizado e desconectado da rede elétrica, durante seu manuseio. MOR_AL
  5. Controle de cargas em AC

    Comprei este aqui. Já está funcionando há mais de um ano sem problemas. https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-917738281-thermo-banho-controle-eletrônico-de-temperatura-do-chuveiro-_JM MOR_AL
  6. Meu Projeto de Temporizador / Cronômetro

    Simplesmente fiz um furo com o diâmetro um pouco maior que o furo do buzzer e colei a entretela no perímetro. Vide logo abaixo da palavra Temporizador. Valeu! MOR_AL
  7. Meu Projeto de Temporizador / Cronômetro

    @Isadora Ferraz É por aí mesmo. Uso o comparador e a referência do PIC. Cada tecla possui uma tensão analógica. Faço a varredura e identifico a tecla. @Mestre88 Bom. 1 - Comprei uma caixa 4x4, fechada pelas 4 travas nos vértices. Tentei colocar tudo dentro, mas não dava em apenas um "andar". Tive que incluir uma segunda PCI sobre a primeira. 2 - Fora da caixa, o bip era alto, mas quando fechei, quase não se ouvia. Então decidi colocar na face da tampa. Colei com superbonder. Para tudo não ficar cheio de fios da PCI para a tampa, medi a altura de todos os componentes e coloquei alguns em pé e outros deitados. A referência de altura foram os mostradores 7 segmentos. Fiz com que eles coincidissem com a face interna da tampa. Abri um retângulo na tampa para os mostradores. Como observei em um vídeo do YouTube, o mostrador de 7 segmentos não fica totalmente limpo. Os elementos apagados não ficam invisíveis. Tinha um pedaço de acrílico vermelho e com isso resolvi dois problemas. Apenas os elementos acesos passaram a ficar visíveis e a placa vermelha também escondeu alguma imperfeição do corte da tampa. 3 - As teclas ficaram baixas em relação ao mostrador. Tentei deixar com os lides maiores para coincidir com o mostrador, mas as teclas não ficavam firmes e logo, logo dariam problema. Pensei em colocar algo na parte superior das teclas e assim acessá-las pela face superior. Tentei diversos materiais, mas teria que ser algum material que não fosse rígido para acabar descolando ou quebrando o contato e nem fosse mole demais para não transmitir a pressão para as teclas. No final tive que fazer as "elevações" com borracha dura. Usei aqueles furadores de cinto. Com aquele diâmetro as peças ficaram com a rigidez ótima. Usei o layout da PCI superior para marcar os furos. Claro que nunca coincidem integralmente, mas isso ocorreu com apenas uma tecla, que foi prontamente resolvido. O passo seguinte foi cortar as elevações para apenas sobressair o suficiente para não haver muita pressão, quando usar força demais. Colar as "elevações" de borracha nas teclas também foi um parto. Tinha que colar apenas na tecla e não deixar a cola encostar na tampa da caixa. Coloquei um pequeno pingo em um plástico e apenas toquei com a face inferior das "elevações". Assim garanti que não haveria excesso de cola e não colaria na tampa. 4 - Como as quinas da caixa estavam ocupadas pelas travas da caixa e a tomada fêmea para a carga não era pequena, tive que fazer um malabarismo. A segunda PCI é menor que a que fica junto da tampa. Ela permitiu incluir uma fonte de 5V/1A, para alimentar o circuito, que consome no máximo 100mA. Essa fonte eu comprei no Ebay e medi toda ela com a minha Carga Eletrônica. Acabou dando tudo dentro da caixa. 5 - Quanto às letras. Imprimi a laser uma lista das palavras que iriam na face frontal da caixa. Imprimi com diversos tamanhos de letras e testei até que desse tudo certo. Cortei as palavras e apliquei cola branca tanto entre as letras e a tampa como sobre as letras. Claro que só coloquei cola branca sobre as letras depois que elas ficaram coladas na tampa. É como uma plastificação. Realmente dá muito trabalho entre o circuito na PCI pronto e ele na caixa. @Ricardo Elias Vou anexar o link do diagrama e o arquivo .hex. https://drive.google.com/open?id=1H8-CeSxtYd09Q-i46zpvgL662XAl6oab https://drive.google.com/open?id=1Wit-pguUHDEUtpC3qGCetrja1UL-dhDh MOR_AL
  8. Meu Projeto de Temporizador / Cronômetro

    @Isadora Ferraz Olá Isadora! Sim. A linguagem foi assembler, mas nós (eu e ela) nos damos muito bem. Foram apenas 771 instruções e nem cheguei à metade da capacidade do PIC. O que deu mais trabalho não dependeu da linguagem de programação, não. O que deu mais trabalho foi controlar os danados dos cerca de 11 bits de controle e alguns bytes de controle. Na verdade dois bytes me deram muito trabalho. Eles tinham que inicializar com 200 e 2. Devo ter repassado umas dez vezes todo o programa, tanto em fluxograma como conferindo o assembler. Devo ter investido umas 40 horas ou mais para descobrir este pequeno detalhe. Foi um problema de lógica e não da linguagem usada. Quanto à identificação da tecla. Eu fiz uma rotina que lê a tecla, mas não a considera imediatamente. Eu considero três estágios. O inicial, que pode conter bouncing, o segundo que é o estável e o terceiro, que também pode conter bouncing. Somente após estes três estágios é que a tecla é identificada. Mas a dificuldade não parou aí. Há um loop de 2,5ms criados pelo TIMER0. Para poder monitorar o teclado, controlar o mostrador (multiplexar os dígitos no tempo) e saber se já ocorreu um segundo, tive que "quebrar" a identificação/rotina da tecla em várias partes, uma a cada interrupção. A identificação da tecla não era composta por uma rotina, era um micro programa externo à interrupção, mas que era chamado a cada interrupção, por meio de um bit alterado dentro da interrupção. Cada saída deste micro programa alterava diversos bits, o que determinava o endereço de continuação dentro deste micro programa. Acho que uma linguagem de mais alto nível também teria que ser tratada com uma de baixo nível. Segue o fluxograma do micro programa que identifica a tecla. Pr2 é o goto Pr2, que faz o retorno para o programa principal. Mas antes desta instrução, o bit ContTecla,x identifica o endereço de continuação deste micro programa. Temporizador_IdentificaTecla.pdf Para encurtar a história, o fluxograma contém cerca de 12 páginas. É um excelente lubrificador de neurônios, hehehe. Em tempo: Qual seria o colega? Ele participava de algum fórum? MOR_AL
  9. Segue o vídeo do meu Temporizador/Cronômetro ... Finalmente funcionando. A frequência do mostrador no vídeo sofreu "batimento", ou modulação com a taxa de quadros da filmadora. Ao vivo o mostrador não apresenta este batimento. Está perfeitamente normal. Não sei porque o vídeo alterou a taxa do quadro da filmadora de 9:5 para 4:3. Pode-se programar um tempo de até 99h 59min 59seg como temporizador. Como Cronômetro pode-se medir tempo de até 99h 59min 59seg. Posso disponibilizar o diagrama esquemático e o firmware. Meu layout é de face simples (claro que com alguns jumpers) e teve duas placas, para caber na caixa. Meus mostradores são do tipo anodo comum e como tive que aplicar uma boa corrente, devido à multiplexação no tempo dos dígitos, fui obrigado a incluir 6 BCs (PNP) para selecionar o dígito e mais 7 BCs (NPN) para selecionar o segmento. Não quis forçar nem o PIC e nem o 4511. Como são todos XingLing, o custo dos 13 BCs devem estar na faixa de R$ 1,65 ( para um lote com 100). Meus dois layouts sofreram redução com cerca de 10% em seu tamanho, então alguns componentes entraram forçados. Depois fiz algumas pequenas alterações, como incluir os pontos acesos entre as horas, minutos e segundos. Também retirei o buzzer da placa e coloquei na face frontal da caixa, com isso o bip ficou bem mais alto. Antes quase não dava para ouvir. Então é isso aí! Recebi sugestões de colegas de um outro fórum. Foram válidas e sempre bem-vindas. MOR_AL
  10. Dimensionamento do cirucito LCLR

    @filipeg Bom. 1 - Faltou definir onde é aplicada a tensão Vi e onde é medida a tensão vou. 2 - Normalmente a ordem de uma equação H(s) é idêntica ao número de componentes ativos. Salvo se você puder juntar algo como indutores ou capacitores em série ou em paralelo. 3 - Apresente seus cálculos. Forneça maiores detalhes do seu circuito. MOR_AL
  11. Valor da corrente na carga e no transformador

    @Edgraund Bons projetos. MOR_AL
  12. Valor da corrente na carga e no transformador

    É como o Albert disse.. O trafo pode transmitir a potência máxima de 12V x 1A = 12W. Neste caso, tanto a tensão como a corrente têm a forma senoidal. Os valores tanto da tensão como da corrente são valores RMS (eficazes). Na retificação, filtragem e acrescentando-se uma carga R, a tensão passa a ser de apenas uma polaridade e a forma de onda que carrega o capacitor de filtragem é pulsante (não é mais senoidal). A corrente é pulsante e conduz apenas por um pequeno período do semi-ciclo de 50 ou 60 Hz. O valor RMS máximo dessa corrente pulsante deve situar-se em um valor tal, que pela lei de conservação de energia, a potência na carga R TEM que ser igual à potência fornecida pelo trafo. Como a tensão retificada e filtrada (média) é superior ao valor RMS da tensão no secundário do trafo, então a corrente média na carga TEM que ser menor que o valor RMS da corrente no secundário. Resumindo: Psecundário do trafo = 12V X 1A = 12W. Pcarga R = VsecundárioMédio x IcargaMédia = 12W Como 12V é menor que VsecundárioMédio, então IcargaMédia é menor que 1A. Mas, .... Duvido muito que a maioria dos transformadores forneçam o real valor de potência, que eles podem transferir para o secundário. Eles sempre superestimam o valor da corrente no secundário. É por essas e outras, que SEMPRE deve-se introduzir um fator de "Descomercialização" hehehe, ou é sempre bom não acreditar nos valores fornecidos tanto pelo fabricante, como pelo vendedor de balcão. Se for querer usar o valor fornecido por eles, é imperativo, que o trafo seja testado antes de inserí-lo no seu projeto. O cálculo para conhecer-se o valor da corrente é o valor médio da integral, no tempo, do quadrado do valor da corrente. Sendo que a corrente assume a forma pulsante. A equação desta corrente é que é usada na integral acima. Se procurar direito no Google, vai ter já o valor calculado... MOR_AL
  13. Saber valor de um dos resistores em paralelo

    @marcelo.br Ótimo. MOR_AL
  14. Saber valor de um dos resistores em paralelo

    Parta da equação mostrada anteriormente e explicite a variável desejada (coloque a variável desejada sozinha em apenas um lado da equação). Depois é só calcular apenas uma vez em vez de ficar tentando. O nível de conhecimento necessário é fundamental completo. MOR_AL
  15. Inversor de frequência no elevador

    @Cheio Tome muito cuidado!!! Elevador é coisa muito séria. Tem uma série de leis que tem a finalidade de proteger os usuários. Mas todo elevador deve ter um freio mecânico, que é acionado com a velocidade de descida. Quando esta for ultrapassada, o freio entra em funcionamento, impedindo um desastre. É mecânico por não depender de energia elétrica. Também um contra-peso é primordial. Se cuide e boa sorte. MOR_AL

Sobre o Clube do Hardware

No ar desde 1996, o Clube do Hardware é uma das maiores, mais antigas e mais respeitadas publicações sobre tecnologia do Brasil. Leia mais

Direitos autorais

Não permitimos a cópia ou reprodução do conteúdo do nosso site, fórum, newsletters e redes sociais, mesmo citando-se a fonte. Leia mais

×