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Teste da unidade NAS ASUSTOR AS5202T


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Teste da unidade NAS ASUSTOR AS5202T
Produto Recomendado

[pagination="Introdução"]

A ASUSTOR AS5202T é uma unidade NAS (armazenamento de rede) com duas baias para discos rígidos ou SSDs SATA, suportando até 28 TB de armazenamento total, RAID, duas portas Ethernet 2.5G e suporte a até três unidades USB. Analisamos este produto a fundo e testamos o seu desempenho. Confira!

Uma unidade NAS (Network Attached Storage, armazenamento ligado à rede) é um dispositivo que contém um ou mais discos rígidos ou SSDs e que, quando conectado a uma rede local, funciona como um servidor de arquivos, podendo ser acessado de qualquer um dos dispositivos ligados à rede, seja para compartilhamento de banco de dados, backup, servidor de mídia ou várias outras aplicações. É um tipo de dispositivo cada vez mais necessário em empresas, escritórios e até mesmo residências onde vários computadores ou dispositivos precisam compartilhar arquivos ou armazenar uma grande quantidade de dados, tais como fotos, vídeos, músicas e arquivos de trabalho.

O ASUSTOR AS5202T (a ASUSTOR é uma subsidiária da ASUS para produtos de armazenamento) é um NAS baseado em um processador Celeron J4005 e duas baias para dispositivos SATA, que suporta várias aplicações como servidor de mídia (fotos, vídeos e áudio), gravador de vídeo de câmeras de segurança, servidor web, servidor de email, dentre outras. Há ainda uma versão similar, mas com quatro baias para unidades de armazenamento, o AS5304T. Falaremos das demais das características do produto ao longo da nossa análise.

A Figura 1 mostra a caixa do ASUSTOR AS5202T.

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Figura 1: embalagem

Na Figura 2, você confere os acessórios que acompanham o AS5202T: fonte de alimentação, cabo de alimentação, um pequeno manual, parafusos para instalação de unidades de 2,5 polegadas e dois cabos de rede.

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Figura 2: acessórios

Você confere o AS5202T nas Figuras 3 e 4. Ele mede 170 x 114 x 230 mm (AxLxP) e pesa 1,6 kg.

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Figura 3: o ASUSTOR AS5202T

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Figura 4: o ASUSTOR AS5202T

Vamos ver mais detalhes do produto nas próximas páginas.

[pagination="O ASUSTOR AS5202T"]

A tampa frontal é fixada por ímãs e facilmente removida. Na Figura 5, podemos ver a frente do ASUSTOR AS5202T com a tampa removida. Note, do lado esquerdo, o botão liga/desliga, os LEDs indicadores, o botão de backup e um conector USB 3.2 Gen 1, e as duas baias do lado direito.

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Figura 5: tampa frontal removida

Na Figura 6, vemos a traseira do ASUSTOR AS5202T. Aqui vemos uma saída de ar com ventoinha, duas portas USB 3.2 Gen 1, uma saída HDMI, duas portas Ethernet 2.5G, o orifício do botão de reset e o conector para a fonte de alimentação. No canto inferior esquerdo, vemos um orifício para dispositivos de segurança padrão Kensington.

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Figura 6: traseira do ASUSTOR AS5202T

Para remover as baias, basta puxar pela alavanca e deslizar as gavetas para fora.

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Figura 7: removendo as baias

Podemos ver as duas baias removidas da Figura 8. A instalação de discos rígidos de 3,5 polegadas é feita sem ferramentas ou parafusos, mas unidades de 2,5 polegadas são fixadas com parafusos convencionais.

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Figura 8: gavetas

Na próxima página, vamos ver o ASUSTOR AS5202T por dentro.

[pagination="Por dentro do ASUSTOR AS5202T"]

Para abrir o produto, basta retirar dois parafusos na traseira e deslizar a tampa do lado direito, removendo-a. Então, vemos a estrutura dos trilhos das gavetas, como você pode conferir na Figura 9.

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Figura 9: aberto

Removendo a gaiola, temos uma visão da placa principal do ASUSTOR AS5202T. Aqui vemos que ele vem com um módulo de memória SODIMM DDR4 de 2 GiB instalado em um dos dois soquetes. O produto aceita instalação de até 8 GiB de memória.

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Figura 10: gaiola removida

A Figura 11 mostra a placa do ASUSTOR AS5202T.

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Figura 11: placa do ASUSTOR AS5202T

Na Figura 12, com o dissipador removido, vemos o processador Celeron J4005 (dois núcleos, cache 4 MiB, clock base 2,0 GHz, clock turbo 2,7 GHz, TDP de 10 W). Acima, temos os dois chips Realtek RTL8125 que controlam as portas Ethernet 2.5G e, à esquerda, um chip de memória flash que armazena o firmware do NAS.

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Figura 12: dissipador removido

[pagination="Instalação e configuração - parte 1"]

Para testar o ASUSTOR AS5202T, inicialmente instalamos dois discos rígidos Seagate IronWolf de 10 TB, modelo ST10000VN0008, de 7.200 rpm e 256 MiB de cache. Estes discos são voltados ao uso em unidades NAS, com diversas otimizações para este tipo de aplicação, trabalhando 24 horas por dia, 7 dias por semana, com monitoramento de integridade, prevenção de falhas e sensores de vibração.

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Figura 13: discos rígidos instalados

Também testamos o ASUSTOR AS5202T com dois SSDs, modelo Seagate IronWolf 110 SSD de 480 GiB (ZA480NM10001). Trata-se de um modelo de SSD desenvolvido para utilização em unidades NAS. Além disso, também testamos com um disco rígido de 10 TB e um SSD de 480 GiB, neste caso com o SSD funcionando como cache do disco rígido.

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Figura 14: dois SSDs instalados

Após instalar os discos dentro do NAS, conectá-lo à rede e ligá-lo, é necessário configurar o ASUSTOR AS5202T. Para isso, o primeiro passo é baixar e instalar o ASUSTOR Control Center.

Ao executá-lo, ele já reconhece o NAS e mostra a tela da Figura 15.

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Figura 15: tela do ASUSTOR Control Center

Clicando no NAS desejado, uma janela do navegador é aberta. Inicialmente, surge uma tela de atualização do software instalado. Depois da atualização, inicia-se o processo de configuração do ASUSTOR AS5202T. Você deve optar entre uma configuração rápida ou personalizada.

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Figura 16: tela inicial de configuração

Selecionando a definição personalizada, primeiramente temos de definir o nome com o qual o dispositivo vai aparecer na rede e a senha do administrador.

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Figura 17: definições básicas

Depois, a definição de data e hora. Aqui cabe um parêntese, já que nas primeiras tentativas de configuração, aparecia um "erro desconhecido". Após consultarmos o suporte da ASUSTOR, nos foi orientado que não utilizássemos o fuso horário do Brasil. Tentamos com outro fuso horário e aí a inicialização funcionou, de depois pudemos colocar o fuso horário correto normalmente.

Atualização em 27/08/2019: a ASUS nos informou que o bug foi resolvido em versões mais recentes do firmware.

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Figura 18: definições de data e hora

[pagination="Instalação e configuração - parte 2"]

O próximo passo é configurar a rede. Você pode configurar para que as duas portas trabalhem em conjunto, atingindo taxas de transferência de até 5 Gbit/s, se o seu switch ou roteador suportar este recurso.

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Figura 19: configuração de rede

Em seguida, você deve fazer a configuração de RAID, caso este utilizando mais de um disco rígido.

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Figura 20: configuração de RAID

O ASUSTOR AS5202T suporta utilização de unidade simples (sem RAID), JBOD, RAID 0 e RAID1. Os modos RAID 5, 6 e 10 aparentemente só são suportadas pelo modelo com quatro baias. Clique aqui para entender melhor o que é RAID.

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Figura 21: configuração de RAID

Finalmente, selecione quais unidades farão parte de seu arranjo RAID.

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Figura 22: selecionando as unidades

No modo "configuração com 1 clique", as principais opções aparecem em uma única tela. A opção de tipo de RAID aparece como "capacidade máxima" (RAID 0) ou "balanceado" (RAID 1).

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Figura 23: configuração rápida

Após selecionar as opções, o NAS faz o processo de inicialização, que demora alguns minutos.

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Figura 24: inicialização

Ao final, selecione um (ou ambos) pacote de aplicações para instalar.

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Figura 25: pacotes de aplicações

[pagination="Instalação e configuração - parte 3"]

Agora, podemos acessar o menu principal do ASUSTOR AS5202T, aberto no navegador. Nesta tela, podemos instalar mais aplicações por meio do ícone "App Central".

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Figura 26: tela principal da interface

No ícone "Access Control", você pode gerenciar e incluir novos usuários, bem como modificar as pastas compartilhadas pelo NAS.

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Figura 27: controle de usuários

O ícone "Storage Manager" permite que você crie, remova ou modifique os arranjos RAID disponíveis.

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Figura 28: gerenciamento de arranjos

Uma das opções disponíveis, desde que você tenha um disco rígido e um SSD instalados, é configurar para que o SSD funcione como cache do disco rígido.

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Figura 29: configuração de cache em SSD

Você também pode modificar o arranjo RAID, adicionando mais discos, habilitando espelhamento ou substituindo as duas unidades de um arranjo RAID 1 por outros de maior capacidade, sem perder os dados gravados.

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Figura 30: opções de alteração do RAID

[pagination="Como testamos"]

Fizemos vários testes com o ASUSTOR AS5202T: testamos com os dois discos rígidos em RAID 0, depois com os dois SSDs (também em RAID 0), com um disco rígido sozinho (sem RAID) e, finalmente, com um disco rígido e um SSD habilitado como cache. Nesta última situação, rodamos os testes cinco vezes para que o cache pudesse "aprender" quais os dados a serem acelerados, utilizando os dados da última execução.

Na maioria dos testes, ligamos uma porta Ethernet 2.5G do ASUSTOR AS5202T diretamente a uma porta Ethernet 10G do computador utilizado, desta forma podendo extrair, pelo menos em teoria, o máximo desempenho da interface de rede do produto, já que infelizmente não temos um switch compatível com o padrão Ethernet 2.5G. Nos testes com RAID 0, também medimos o desempenho com o ASUSTOR AS5202T ligado a um switch padrão Gigabit Ethernet, com o computador ligado a uma porta deste switch, para verificarmos se há perda de desempenho ao utilizarmos um switch/roteador Gigabit Ethernet em vez de um modelo 2.5G Ethernet, que são mais raros.

Durante nossos testes, usamos a configuração listada abaixo. O único componente variável entre cada sessão de testes foi a configuração do NAS, conforme descrito.

Note que nós utilizamos o programa CrystalDiskMark versão 6.0.2. A versão 6 utiliza um sistema de medida diferente das versões anteriores. Assim, não é possível comparar diretamente os resultados obtidos em versões diferentes.

Configuração de hardware

Configuração de software

  • Sistema operacional: Windows 10 Home 64-bit

Programas utilizados

Margem de erro

Adotamos uma margem de erro de 5% em nossos testes, o que significa que diferenças de desempenho de menos de 3% não são consideradas significativas. Assim, quando a diferença de desempenho entre dois produtos for de menos de 3%, consideramos que eles têm desempenhos equivalentes.

[pagination="Desempenho com dados não compactáveis"]

Em seguida, rodamos o teste com o CrystalDiskMark, deixando o programa em modo padrão, que usa dados aleatórios (não compactáveis), também com cinco repetições e um arquivo de teste de 1 GiB.

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No teste de leitura sequencial com profundidade de fila igual a 32, há uma clara vantagem quando utilizamos dois discos rígidos em RAID 0 e interface Ethernet 2.5G. A surpresa foi o baixo desempenho com dois SSDs em RAID 0.

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Já no teste de escrita sequencial com profundidade de fila igual a 32, o desempenho não variou muito entre os testes.

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No teste de leitura com blocos de 4 kiB, oito threads e profundidade de fila igual a oito, por algum motivo os testes com dois discos rígidos em RAID 0 obtiveram menor desempenho, principalmente com a interface Gigabit Ethernet.

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No teste de escrita com blocos de 4 kiB, oito threads e profundidade de fila igual a oito, novamente todos os testes mostraram desempenho similar.

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No teste de leitura com blocos de 4 kiB e profundidade de fila 32, também obtivemos um desempenho baixo com RAID 0 de dois discos rígidos utilizando o switch Gigabit.

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No teste de escrita com blocos de 4 kiB e profundidade de fila igual a 32, surpreendentemente o menor desempenho foi obtido com um disco rígido e o SSD como cache.

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Já no teste de leitura aleatória com blocos de 4 kiB, todos os desempenhos foram similares, exceto pela configuração com dois SSDs em RAID 0 e Gigabit Ethernet.

ASUSTOR-AS5202T-g08.gif

 

No teste de escrita aleatória com blocos de 4 kiB, o desempenho foi mais alto nos dois testes com interface Gigabit Ethernet.

[pagination="Principais especificações"]

As principais especificações da unidade NAS ASUSTOR AS5202T incluem:

  • Dimensões: 170 x 114 x 230 mm (A x L x P)
  • Peso: 1,6 kg
  • Baias: 2 baias de 3,5 ou 2,5 polegadas, compatíveis com interface SATA-600
  • Processador: Celeron J4005
  • Memória: 2 GiB DDR4-2400
  • Interface: 2x Ethernet 2.5G
  • Portas USB: 3 portas USB 3.2 Gen1
  • Mais informações: https://www.asustor.com/
  • Preço médio nos EUA*: US$ 330,00
  • Preço médio no Brasil: R$ 2.400,00

* Pesquisado na Newegg.com no dia da publicação deste teste.

[pagination="Conclusões"]

O ASUSTOR AS5202T é, basicamente, um computador com processador de baixo consumo, otimizado para trabalhar como servidor de armazenamento. Estas otimizações incluem o gabinete, compacto e com duas baias removíveis para unidades de armazenamento, a presença de duas portas Ethernet 2.5G de alta velocidade, o gerenciamento de energia, dentre outros.

Por ser, basicamente, um computador, o que diferencia o que o ASUSTOR AS5202T pode ou não pode fazer é o seu software. Neste ponto, ele é bem mais do que uma simples unidade de armazenamento de rede, podendo trabalhar como gravador de vídeo de câmeras de segurança, servidor web, servidor de email, servidor de mídia, unidade de backup inteligente, etc. São tantas aplicações que preferimos focar nossa análise no aparelho em si e a suas funções mais básicas, já que testar todas as aplicações possíveis do produto levaria um tempo demasiadamente longo.

Trazer duas portas Ethernet 2.5G, capazes de trabalhar em conjunto para fornecer uma interface de 5 Gbit/s, parece um grande ponto positivo. Porém, embora portas de rede padrão Ethernet 2.5 e Ethernet 10G já sejam comuns em placas-mãe topo de linha, switches compatíveis com o padrão 2.5G são ainda inexistentes no mercado e os padrão 10G (que suportam 2.5G) são raros e muito caros. Assim, na prática, provavelmente você terá de utilizar o ASUSTOR AS5202T ligado a um switch padrão Gigabit Ethernet, pelo menos por enquanto. A boa notícia é que o desempenho do ASUSTOR AS5202T não depende tanto assim de uma rede de 2,5 Gbit/s.

É bom lembrar que, ao utilizar um NAS, você deve evitar o padrão "Fast Ethernet" (100 Mbit/s), que limita muito o desempenho do produto: se os seus switches e roteadores são deste padrão, será necessário trocá-los por modelos Gigabit Ethernet (também chamados de 10/100/1000).

Em relação ao desempenho, nos surpreendeu o fato de o uso de RAID 0 com dois discos rígidos, um disco rígido com um SSD de cache ou mesmo RAID 0 com dois SSDs não trazer um aumento significativo e consistente nas taxas de transferência, o que deixa claro que o gargalo está na interface e gerenciamento de rede, e não na velocidade das unidades de armazenamento utilizadas.

Com isso, o uso de duas unidades em RAID 0 (sejam discos rígidos ou SSDs) apresenta apenas a vantagem de propiciar mais espaço de armazenamento, não fornecendo "o dobro de desempenho" como em um arranjo RAID 0 interno. Por outro lado, o uso de RAID 1 (espelhamento) é bastante interessante, já que você não perde seus dados caso uma das unidades venha a falhar. Nesse caso, basta remover a unidade defeituosa e substituí-la por uma nova, que o NAS automaticamente reconfigura tudo.

Uma vantagem do ASUSTOR AS5202T são as portas USB 3.2 Gen 1. Nelas, você pode instalar até três discos rígidos externos ou mesmo "pen drives"; basta conectá-los que eles ficam automaticamente disponíveis para todos os dispositivos com acesso ao NAS. Você ainda pode configurar o NAS para utilizar um dispositivo USB para realização de backup automático ou manual. Além disso, você pode conectar uma impressora a uma dessas portas, de forma que o AS5202T passe a funcionar como servidor de impressão.

Assim, com tantos recursos, o ASUSTOR AS5202T é um excelente auxiliar para quem tem uma "casa digital" ou mesmo um pequeno negócio, e precisa de um sistema de armazenamento de rede poderoso e flexível. Seu principal ponto fraco é o preço alto, principalmente no Brasil, o que infelizmente acontece com praticamente todos os produtos similares.


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Comentários de usuários

Respostas recomendadas

Muito legal! É raro de ver um site brasileiro fazer análise deste tipo de produto, gostei muito!

Acredito que o "pulo do gato" de sistemas NAS são a facilidade com que lidam com RAID, sem que o usuário precise configurar tudo "na mão", sem contar os serviços que já vêm inclusos (servidores FTP/SFTP, permissões de acesso, etc.).

Se não fossem estas facilidades, ao meu ver, não teria como bater de frente com a possibilidade de pegar um computador velho, conectar 10 discos, comprar várias placas de rede gigabit com mesmo chip e unir suas interfaces e usar de servidor de arquivos :)

 

Aproveitando, nos gráficos está escrito "10 GB". Não seria "10 TB"?

Também, na página 6, está escrito "Menager" ao invés de "Manager".

  • Obrigado 1
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  • Membro VIP
1 hora atrás, edurc disse:

Muito legal! É raro de ver um site brasileiro fazer análise deste tipo de produto, gostei muito!

Acredito que o "pulo do gato" de sistemas NAS são a facilidade com que lidam com RAID, sem que o usuário precise configurar tudo "na mão", sem contar os serviços que já vêm inclusos (servidores FTP/SFTP, permissões de acesso, etc.).

Se não fossem estas facilidades, ao meu ver, não teria como bater de frente com a possibilidade de pegar um computador velho, conectar 10 discos, comprar várias placas de rede gigabit com mesmo chip e unir suas interfaces e usar de servidor de arquivos :)

 

Aproveitando, nos gráficos está escrito "10 GB". Não seria "10 TB"?

Também, na página 6, está escrito "Menager" ao invés de "Manager".

Obrigado, erros corrigidos!

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será que tem como fazer um NAs com rasppberry?, olhando para  isso ai ..só precisaria de uma carcaça em 3d e as baias para o HD.. agora um sistema pra rodar poderia ser um linux da vida?

Editado por adriel alves
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Em 30/08/2019 às 11:44, Scotta disse:

O problema desse tipo de equipamento é a baixa saída, o que os tornam caros. Se fosse um produto com maior venda, teria o custo de projeto diluído em um número maior de unidades, e seria mais barato.

Pois então. Tinha vontade de montar um na minha casa e centralizar o acesso aos arquivos, mas por enquanto é inviável para mim esse investimento. Fora o(s) HD(s) qua ainda teriam de ser comprados. Por enquanto vai ter de ser um hd externo na porta usb 3.0 do roteador mesmo.

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Em 04/09/2019 às 21:55, Excelsior disse:

Pois então. Tinha vontade de montar um na minha casa e centralizar o acesso aos arquivos, mas por enquanto é inviável para mim esse investimento. Fora o(s) HD(s) qua ainda teriam de ser comprados. Por enquanto vai ter de ser um hd externo na porta usb 3.0 do roteador mesmo.

Dá para comprar as peças e montar um, sai muito mais barato. O porém está no trabalho de se pesquisar na internet todo o aporte com SO, forma de configurar, etc. Economiza-se bem, mas dá uma mão de obra danada.

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Achei o desempenho muito modesto, bem longe do limite teórico de uma rede 2,5GB, mas para uma rede Gigabit (levemente melhor que uma). Um desempenho fraco para um custo de 330US$ (ou R$2.400,00 no Brasil), muito dinheiro para um desempenho tão limitado. E um teste fazendo uma transferência de um grande arquivo (vários GBytes) teria sido interessante, que é o que eu faço quando quero avaliar o desempenho da rede.

Editado por Intrudera6
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1 hora atrás, Intrudera6 disse:

Achei o desempenho muito modesto, bem longe do limite teórico de uma rede 2,5GB, mas para uma rede Gigabit (levemente melhor que uma). Um desempenho fraco para um custo de 330US$ (ou R$2.400,00 no Brasil), muito dinheiro para um desempenho tão limitado. E um teste fazendo uma transferência de um grande arquivo (vários GBytes) teria sido interessante, que é o que eu faço quando quero avaliar o desempenho da rede.

Boa sugestão, anotada para o próximo teste.

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