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Dúvida - Multímetro Analógico c/ Defeito


Ir à solução Resolvido por Oliver Queen,

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Bom dia, pessoal. Tudo bem?

 

Sou iniciante em eletrônica. Esta semana estava testando alguns LED's com meu Multímetro Analógico MULTITESTER YX-360TRN. Os testes correram bem, retirei as pontas de prova do aparelho e o guardei. Quando o peguei outra vez, cerca de dois dias depois, percebi que não consigo zerar as escalas do ohmímetro do aparelho, pois toda vez que encosto as pontas de prova o ponteiro vai para a direita do visor e fica lá não importa o quanto eu gire o ajuste.

 

Para agravar a situação, ao tentar medir a tensão de uma bateria de 9V liguei as pontas de prova invertidas na bateria, sendo que o ponteiro foi para o extremo esquerdo do visor e depois voltou ao zero.

 

A situação agora é a seguinte: Não consigo zerar nenhuma escala do ohmímetro. Fazendo o teste com as escalas usando um resistor de 47k obtive os seguintes resultados:

 

Escala X1: O ponteiro não se move.

Escala X10: O ponteiro não se move.

Escala X1k: O ponteiro fica próximo ao 20 da escala do ohmímetro.

Escala X10k: O ponteiro vai para o extremo direito da tela.

 

Também testei o voltímetro:

 

Com uma pilha de 1,5V obtive o seguinte resultado: 165, na escala 2,5.

 

Na escala de 10 com uma bateria de 9V o ponteiro se deslocou para o extremo direito da tela.

 

Na escala de 50 com uma bateria de 9V obtive cerca de 12V.

 

Minha dúvida é a seguinte: Dá para consertar o multímetro em uma loja especializada de eletrônica? Sei que ele é um circuito crítico, o qual possui componentes raros no mercado. Mas o uso dele, por enquanto, é somente amador e para estudos, pois não necessito de um aparelho de ponta para esta finalidade. Vocês me aconselhariam a tentar consertá-lo ou a comprar outro novo?

 

PS: Caso alguém saiba qual o problema dele (resistor queimado, diodo zener, etc) gostaria que me falasse, pois eu mesmo tentaria consertá-lo.

 

Desde já agradeço.

 

Abraços!

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Bom qt ao nao conseguir zerar as escalas de leitura de resistencia, muito provavelmente é algo relacionado a carga das pilhas e baterias internas.. tente troca-las!.

ao verificar tensoes e colocar as ponteiras invertidas em relação a polaridade, o ponteiro irá mesmo se deslocar a esquerda,, mas normalmente volta ao local e nao causa prejuizo ao aparelho... 

agora a leituras eroneas de tensoes, nao posso opinar, mas verifique se isso persiste apos a troca da alimentacao do multimetro..

aguarde mais dicas dos colegas!

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Caro cesarlg, obrigado pela resposta.

Acabei de substituir ambas as pilhas e a bateria do multímetro por novas, mas o problema persiste. As leituras continuam errôneas e não consigo zerar a escala do ohmímetro, sendo que o ponteiro fica preso no lado direito da tela e não chega ao zero não importa o quanto eu gire o ajuste.

 

Abraços!

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Esse multímetro está com todos os sintomas de alguém ter usado, sem você saber e ter posto as pontas de prova em alguma tomada de rede elétrica com a função ohmmímetro. Faça uma pesquisa para saber se no seu estado (MG) ou SP exista alguma oficina de reparação de multímetros analógicos.

 

Tomara que algum colega do Forum conheça alguma oficina desse tipo e possa informar. A muitos anos atrás, quando morava em Brasilia, eu conheci uma loja que fazia esse tipo de serviço. Os casos mais complicados eram enviados para São Paulo. Atualmente, essa loja não existe mais em Brasilia mas deve existir sim, alguma oficina que faça esse tipo de manutenção. Tomara que não tenha afetado a bobina móvel do galvanômetro. Se essa bobina estiver ok, se for somente os resistores, menos mal. Os resistores desses multimetros são de precisão, da ordem de 1 %  e geralmente, essas oficinas tem esquemas de tais aparelhos para saber os valores desses resistores. Se o valor do conserto superar o valor de um novo, é melhor deixar de lado. Não valerá a pena. Só vale a pena quando a sensibilidade do multimetro é de 20.000 ohm/volt ou mais e olhe lá. Vai depender das caraterísticas do multimetro. Se for um de 100.000 ohms/ volt compensa sim porém se o galvanômetro estiver intacto. Senão, vai custar uma nota preta o conserto de desse aparelho.


Não é pelo fato de ser digital que é melhor. Depende muito de quem vai usar e o tipo de trabalho. Com um multimetro analógico se vê a condição de um capacitor eletrolítico de forma mais fácil que um multimetro digital. No digital, esse tipo de informação não é vista. já num analógico, mesmo dos mais vagabundos, se tem uma noção mais precisa da condição da peça. Da mesma forma, verificar transistores no analógico, é muito mais rápido que num digital. Diodos idem.

 

É bom ter os dois. Um complementa o outro.


.

.

Medições de tensão com o digital se tem mais precisão na leitura. Idem para a leitura de resistores. Nisso, o digital ganha disparado de um analógico.

 

Mas condições de funcionamento de peças como capacitores, transistores, diodos, o analógico ganha disparado porque para verificar esse tipo de situação, não é necessario saber valores e sim saber como a peça se comporta e isso é visto com a deflexão do ponteiro. É com o comportamento do ponteiro do galvanômetro que se sabe as condições da peça ou das peças.

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Nunca precisei fazer medições de capacitores.então nao tenho certeza... Pois defeitos em circuitos só encontro medindo as tensões nos nós do circuito ligado e acho a peça defeituosa.. E tensão o digital ganha..

Mas uma coisa que me deparei:

Tenho um medidor RLC que mede indutancia, capacitancia e ressitencia, e um multimetro digital dos maos simples de 20 reais.. (o RLC foi bem caro.. E ja é de um certo nivel profissional..)

Uma vez, com minha fonte flyback de 100W simetrica, um dos diodos da linha positiva soltou da placa, nem deu pra ver pois so soltou uma perna.. Liguei a fonte, e a realimentaçao pega do positivo ao negativo sem a massa, então fica duas tensão somadas, dois capacitor de 35V (a tensão da fonte e +25 e -25V) com um diodo solto, só sobrou os 25V negativo e a realimentaçao pede 50V que é a soma das duas, ai a fonte tem q por 50V so em um lado, a tensão do capacitor era de 35V, quando liguei, esse capacitor esquentou, deu ate uma leve inchada, nem se percebe... Praticamente o eletrolitico de dentro cozinhou! A sorte que é uma fonte flyback, que é controlada por corrente, que no caso deve ter ido uns 6A no capacitor... Se fosse uma half ou full bridge tinha estouradp na hora..

Depois de resoldar o diodo, retirei o capacitor pra ver se ainda estava bom, era de 470uF, medi com o RLC e deu uns 445uF... Medi com o digital uma possivel fuga na escala de resistência, mesmo na ultima escala de 2M, apresentou infinito.. Com o RLC que vai ate 10M também deu infinito...

Oqie significa que o capacitor esta bom, sem fuga e com a capscitancia certa... Quando eu meço os poliester, a capacitancia da bem exata ao valor que é escrito.. So os eletrolitico que tem muita tolerancia.. Mas 445uF é aceitavel pra 470uF..

Fuga significa uma resistencia interna baixa no capacitor, se nem na maior escala de 1M deu uma resistencia acima de 10M é porque n ha fugas... O multimetro digital injeta uma tensão no capacitor, se tiver corrente a tenaao cai eai ele consegue medir atraves dessa tensão a corrente e assim descobrir a resistencia da peça...

Não é assim?

Outra coisa também, eu sempre testei diodo e transistor com o digital e sempre foi mediçoes bem feitas... Transistor consigo ate saber o ganho exato na tal condição que o transistor se encontra... Nunca falhou!

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Caros Jambao, mroberto98 e Rafae.R; muito obrigado pela resposta, foram de imensa ajuda.

 

Procurarei por oficinas que ofereçam este tipo de manutenção aqui em Minas, mas é pouco provável que o preço seja razoável, uma vez que comprei para estudo este multímetro, portanto não foi um equipamento caro. De fato, nas minhas pesquisas para compra do multímetro os aparelhos digitais possuíam preços muito mais acessíveis, mas como citado pelo amigo Jambao preferi o analógico, pois nele sei realizar os testes de componentes semicondutores e capacitores.

 

O esquema elétrico também foi muito bom, mas só poderei tentar consertar meu multímetro com outro em mãos. 

 

Não é problema mecânico, pois verifiquei se o ponteiro estava se movendo livremente. Enfim, não sei o que houve com este multímetro.

 

Creio que vou investir o que me resta da "verba" em um multímetro analógico novo, de um bom fabricante que ofereça garantia e talvez até assistência técnica. Alguma sugestão quanto a bons fabricantes de multímetros analógicos?

 

Abraços e novamente obrigado a todos!

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Uma pergunta, você faz medições de tensões em um circuito ligado, um exemplo, você que é estudante faz mediçoes de tensão entre dois resistores? Exemplo, você calcula dois resistores em serie para dar 5V no meio... você qier medir la pra ver se tem mesmo 5V.. Enfim, você utiliza esses recursos?

Se utilizar tome cuidado porque a impedância dos analogicos sao baixas.. Ele vai medir a tensão totalmente errada pois seria uma ressitencia em paralelo interferindo na tensão... Uma vez peguei um circuito e os resistores eram bem altos.. Ate mesmo com um digital e um osciloscopio de altissima impedancia deu erro na mediçao... Veja as suas necessidades antes de comprar um ou outro..

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mroberto98, eu ainda não fiz este tipo de medição, mas pretendo fazê-las em breve, rs. Estou iniciando nos estudos ainda, e como disse, só usei o multímetro em resistores, pilhas e baterias. O último uso que fiz dele foi um teste de LED, o qual na escala X1 do ohmímetro observei se ele acendia quando corretamente polarizado.

 

No caso de medições com circuito ligado seria melhor um multímetro digital?

 

Talvez eu compre de uma vez um analógico e um digital, pois os digitais apresentam preços mais acessíveis e como disse o amigo Jambao, "um complementa o outro."

 

Abraços e muito obrigado!

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Pois é... Os digitais tem melhor precisão e alta impedancia.. É bom pra medir tensão em pontos...

você disse que testou o led? Eu também testo led com o digital e o led acende levemente quando diretamente polarizado heheheh...

Te aconselho comprar os dois pra ver você mesmo as diferenças dos dois!

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mr...

Não dá para comparar sua experiência com a de um iniciante. Você já tem experiência em certas leituras e passar isso para alguém que mal tá começando, é difícil. Requer muita prática.

 

E te digo mais... Em certas ocasiões, uma visualização diz tudo.

 

Façamos uma comparação. A leitura de um relógio digital é mais lenta que um relógio analógico sem numeros. O tempode processar a informação do relógio digital demora mais a ser processada no cérebro do que a informação direta dos ponteiros e que não precisam de numeros.

 

Quem me informou isso foi um amigo meu, designer e no início eu não acreditei e fiz uma prova comigo mesmo. Girei em torno de mim mesmo em frente de um relógio sem ponteiros e rapidamente consegui saber a hora. Já num relógio digital, fiquei na dúvida.

 

O lance de ver o ponteiro e sua movimentação é que é a grande sacada. Já usando o digital, você tem que processar os digitos, basear no comportamento de como eles mudam para saber o que está acontecendo. as informações visuais são processadas em tempos diferentes.

 

No final das contas, ter os dois é uma grande vantagem. pode-se usufruir de dois tipos de processamento visual.

 

Não condeno de jeito nenhum o digital. De forma nenhuma. tenho um e muito bom por sinal. E meu analógico então, nem se fala. Gosto dos dois e dependendo do caso, uso o que for mais conveniente.

 

Transistor num multimetro digital, ou analisa-se ele no circuito de ganho e só. Num analógico você com uma rápida olhada você vê se tem fuga de coletor pra emissor ou emisso pra coletor por menor que seja, principalmente nos de potência.

 

Resumindo o assunto. O colega do multimetro pifado é iniciante e tem um multimetro básico. Apesar de básico é um bom multimetro para iniciante e pode-se aprender muito com ele. Pelo conhecimento que ele tem, não sei se ele dará conta de arrumar um aparelho desses. Apesar desse pormenor, enviei o esquema do aparelho para.. Quem sabe, ele adquirir experiencia com ele. Na minha opinião, seria mais conveniente ele adquirir um novo analógico e se possivel, um digital. Aí ele poderia aprender muito mais. Dos dois mundos: analógico e digital. Se não puder comprar os dois, sugiro que começe com o analógico e logo após, adquirir um digital, mesmo de baixo preço. Mais tarde, com conhecimentos adquiridos atraves de leitura e experiências, é que ele poderá adquirir um mais sofisticado por ter mais base.

 

É minha opinião. Não caracterizando que eu sou o dono da verdade. De jeito nenhum.

 

Analógico não é melhor que o digital e vice-versa. Depende de quem vai usar e de como vai trabalhar com eles.



... Alguma sugestão quanto a bons fabricantes de multímetros analógicos?

 

 

Minipa

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Jambao e mroberto98, obrigado. 

 

De fato, tenho mais facilidade e entendimento com o analógico, mas não quer dizer que eu vá abrir mão de um digital. É verdade, Jambao, fiquei um pouco "perdido" com o esquema do aparelho. Com uma rápida pesquisa encontrei para vender um Minipa em preço acessível, pois não necessito de um equipamento profissional. Vou adquirí-lo, mas quero um aparelho com garantia dos fabricantes, já que eles podem "pifar", como meu outro multímetro. Darei prioridade para um multímetro analógico, mas assim que possível irei adquirir um digital também, pois após a conversa fiquei curioso para fazer medidas no digital, rs.

 

Muito obrigado pela ajuda, amigos. Acho que faz parte do aprendizado passar por estes problemas às vezes. E para piorar a falta de sorte os componentes e a protoboard que comprei chegaram hoje, e eu louco para montar alguns circuitinhos me deparei com um multímetro pifado justo agora, rsrs.

 

Boa noite a todos!

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Jambao e mroberto98, obrigado. 

 

De fato, tenho mais facilidade e entendimento com o analógico, mas não quer dizer que eu vá abrir mão de um digital. É verdade, Jambao, fiquei um pouco "perdido" com o esquema do aparelho. Com uma rápida pesquisa encontrei para vender um Minipa em preço acessível, pois não necessito de um equipamento profissional. Vou adquirí-lo, mas quero um aparelho com garantia dos fabricantes, já que eles podem "pifar", como meu outro multímetro. Darei prioridade para um multímetro analógico, mas assim que possível irei adquirir um digital também, pois após a conversa fiquei curioso para fazer medidas no digital, rs.

 

Muito obrigado pela ajuda, amigos. Acho que faz parte do aprendizado passar por estes problemas às vezes. E para piorar a falta de sorte os componentes e a protoboard que comprei chegaram hoje, e eu louco para montar alguns circuitinhos me deparei com um multímetro pifado justo agora, rsrs.

 

Boa noite a todos!

 

Oliver Queen

 

Uma coisa eu te digo...

 

Um multimetro analógico não pifa, não quebra sozinho. Há duas formas de estragar ou danificar o aparelho. Ou por imperícia ou falta de cuidado.

 

Informo isso referindo-se ao uso do aparelho. Não por tempo de serviço e condições atmosféricas do lugar.

 

Imperícia é quando o usuário não sabe corretamente ou totalmente sobre as funções do aparelho.

 

Falta de cuidado ou zelo é a maneira como o usuário leva, segura ou dispõe o aparelho para fazer a medição. Dexiar o aparelho cair é fatal para o galvanômetro do multímetro. Dar pancadas no aparelho também é falta de zelo, falta de cuidado e tudo por conta de falta de informação.

 

 

E mais... Você pode até tomar todos esse cuidados. Sabe usar o instrum,ento e sabe cuidar dele mas... Se aparece um curioso, pega o seu instrumento, não sabe como ele trabalha e põe as ponteiras de prova numa tomada de energia elétrica da rede domiciliar sem escolher a função correta porque ele não sabe, geralmente, o curioso fica na dele e tu fica a ver navios.

 

Um multimetro, seja analógico ou digital, sofre quando o individuo possuidor mora no litoral por causa da maresia. mas isso não é só para multímtros. É para qualquer objeto que está exposto a esse tipo de ambiente.

 

Então, fora o problema de intempéries, um multimetro analógico ou digital dura muuuuuuuuuuuuuito tempo. Até mesmo os mais vagabundos. Desde que o seu possuidor saiba como usar o aparelho.

 

Então, mesmo para você que é iniciante e segundo suas informações, nada fizestes de errado com o seu aparelho. Claro que tô me baseando no que você escreveu. Por isso que eu lançei a hipótese de alguém ter apanhado o seu aparelho, ter feito uma c%$@&%da com ele e ficou na encolha. E você? Ficou perguntando a si mesmo o que fêz de errado.

 

Eu mesmo já fiz esse tipo de ca&%$@da algumas vezes. Por distração e falta de conhecimento. Por isso, sei o que falo e conheço os sintomas.

Lembro-me do primeiro multimetro que adquiri. Nem se compara com o que você tem. A sensibilidade dele era bem menor que esse seu mas rendeu-me muito aprendizado. Chegou um ponto que eu queria um bem mais sensivel e com mais escalas de medição. Quando adquiri grana suficiente, comprei um bem mais em conta. Sai de um com sensibilidade de 5000 ohms por volt e pulei para um de 20.000 ohms por volt como esse seu porém com escala para medição de alta tensão. Mais tarde, fiz uma troca desse multimetro por um outro equipamento e adquiri um outro analgócico que tenho até hoje. O atual é de 50.000 ohms por volt e o galvanômetro dele é bem sensivel. A escala máxima desse galvanômetro é de

25 uA (microamperes). Eu queria um de 100.000 ohms por volt. Até hoje , se pintar oportunidade, eu pego um bicho desses. Muito tempo mais tarde, eu adquiri um bom multimetro digital. Antigamente, tinha os FLukes da vida. Até hoje, a marca é consagrada. MInipa é muito bom e está bem consolidada no mercado nacional e barateou um bocado o preço dos digitais. Chegou-se a um ponto que o digital é vendido por camelôs. Sai barato e dependendo do conhecimento da pessoa, pode-se aferi-lo e até melhorá-lo. Mesmo um de camelô, sabendo usar, não vai deixar na mão.

 

Bom... Passei as dicas necessárias. Quanto ao esquema, os retãngulos compridos são as pistas onde são feitos os contactos. Aproveite e pesquise sobre o funcionamento de um ohmmimetro, voltimetro e amperímetro. Entenda como essas funções funcionam separadamente. Depois, veja como essas funções são implementadas no aparelho. Não é difícil e basta ter um pouco de atenção. Quanto ao digital, independente do parte digital, o restante é semelahnte ao analógico. Ou seja. se você sabe como funciona os resistores de divisão de tensão, eles funcionam com o mesmo principio. Apenas o instrumento de leitura que é diferente. Em um, o que se usa para ler é uma bobina que faz parte de um galvanõmtro e em outro, é um circuito contador. Fora isso, o resto é semelhante. Enfim, se usa a função de medir corrente, os dois usarão o que se chama de "shunt" . Se usa a função de medição de tensão, os dois usam resistor multiplicador. Se usa a função resistência, eles vão usar um circuito específico para a medição das mesmas. No digital, essa função não precisa de zerar o galvanometro porque para cada faixa de resistência, o circuito de cada faixa foi criado específicamente para trabalhar assim e é justamente nessa não calibragem que se tem a leitura do resistor. Meio complicada a descrição né? No analógico precisas zerar o ponteiro e só vais entender o que siginifica o motivo disso quando pesquisares porque isso tem que ser feito. Quando entenderes como funciona o galvanometro na função ohmmimetro.

 

Bom.. falei demais

Abração e vamos em frente.

PS - Investigue para saber quem usou o seu multimetro sem você saber. Multimetro não se danifica sozinho. A não ser se for exposto durante muito tempo na orla marítima. ou seja, se morares em praia. E mesmo assim, o que vai acontecer é oxidação nos contatos de pilhas, oxidação no eixo do galvanômetro. nas pastilhas onde se trocam as funções e medições, etc.

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Amigo Jambao, algum gatuno realmente mexeu no meu multímetro, então. Realmente é muito estranho o fato dele pifar sozinho. Sairei hoje em busca de um Minipa por aqui.

 

Lendo a descrição realmente parece um pouco complicado o funcionamento do aparelho, mas como recomendado procurarei estudar e entender o que de fato acontece num multímetro. Agora com a explicação passei a entender melhor o esquema, mas acho que só vou conseguir trabalhar nele de fato após entender o funcionamento de cada circuito.

 

Eu moro longe do litoral (Minas Gerais), portanto é impossível ele ter estragado sozinho.

 

Certos aprendizados só vêm com a experiência e nem todas são boas, rs.

 

Comprarei um novo multímetro analógico e continuarei meus estudos.

 

Abração e muito obrigado!

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Deixe-me só dizer uma coisa. Esse tipo de acidente - danificar o multímetro - é muito comum quando se está apreendendo. Já trabalhei em uma escola que deu um treinamento para funcionários de uma empresa de telefonia e quase um terço dos multímetros usados foram danificados em um único dia. Por sorte, bastou trocar um fusível para a maioria voltar a operar. Então no momento evite comprar multímetros mais caros que esse que você usava.

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  • 6 anos depois...

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