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Flavia Dutra

Boletim 1.509 – 19/04/2016

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Boletim 1.509 – 19/04/2016

Editado por Flavia Dutra

boletim@clubedohardware.com.br

Proibido Copiar ou Republicar - www.clubedohardware.com.br/pagina/legal

 

Índice

1. Os mitos do dinheiro

2. Curta o Clube do Hardware no Facebook!

3. Operadoras de telefonia adotarão sistema de limite de dados para banda larga fixa 

4. Google e Microsoft aprimoram técnicas de inteligência artificial em suas máquinas 

5. Estudo mostra Brasil na 30ª posição mundial em investimentos na internet 

6. Foxconn pretende comprar parte da empresa de vigilância de rede TeleEye

7. Huawei registra a marca 7P, sugerindo o nome do próximo Nexus

 

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1. Os mitos do dinheiro

 

Conheça o mais novo livro de Gabriel Torres, "Os mitos do dinheiro", repleto de histórias pessoais, onde ele conta a sua maneira de pensar e agir que o permitiram atingir sua independência financeira.

 

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2. Curta o Clube do Hardware no Facebook!

Página do Clube do Hardware: http://www.facebook.com/clubedohardware

Página pessoal de Gabriel Torres: http://www.facebook.com/gabrieltorresoficial

 

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3. Operadoras de telefonia adotarão sistema de limite de dados para banda larga fixa

 

A operadora de telefonia Vivo anunciou em fevereiro deste ano que a partir de 2017 adotará um sistema de franquia de dados na banda larga fixa. No sistema, quando o limite de dados é atingido, a navegação tem a velocidade reduzida ou mesmo cortada, sendo necessário pagar uma taxa extra para continuar acessando a internet. Depois do anúncio, outras operadoras (NET/Claro e Oi) decidiram aderir ao novo formato de cobrança da banda larga fixa.    

 

A Vivo informou que começará a usar o formato de franquia a partir de 31 dezembro, porém as novas regras valem para clientes que contrataram um plano depois de 5 de fevereiro deste ano. A GVT, que se fundiu ao Grupo Telefônica/Vivo, e a Vivo Fibra adotarão o novo sistema para clientes com contratos a partir de 2 março de 2016.

 

O Oi declarou que embora seus planos tenham uma franquia informada ao cliente no momento da assinatura do contrato, ela não pratica a redução de velocidade e tampouco o corte da conexão caso o consumidor ultrapasse tais limites. A empresa não confirmou se pretende adotar a redução em algum momento.

 

Já a NET/Claro afirmou que seus planos de internet fixa têm franquias de uso desde a inauguração, em 2004. A empresa afirmou ainda que os usuários não reclamam de velocidade reduzida porque suas franquias são satisfatórias e dificilmente o limite é atingido.

 

Apenas as operadoras Live TIM e a Copel, do Paraná, informaram que não pretendem seguir o novo modelo de cobrança.

 

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) informou que a prestação de serviço de banda larga fixa é de regime privado, estabelecido pela Lei Geral de Telecomunicações (9.472/97), e que, portanto, as empresas podem optar pelo modelo de cobrança mais adequado às práticas comerciais, desde que informem com antecedência as regras ao cliente.

 

Com isso, a Associação de Consumidores PROTESTE declarou que considera ilegal a imposição de franquias em planos de banda larga e já questiona a medida através de ação civil pública, que tramita na justiça desde maio de 2015. Na ação, o órgão pediu liminar contra as operadoras Vivo, Oi, Claro, TIM, e NET, com o objetivo de impedir a comercialização de novos planos com bloqueio à conexão após fim da franquia, tanto na banda larga móvel quanto na fixa.

 

A Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor (Prodecon) também abriu inquérito civil para investigar a repentina decisão das várias empresas em adotar ao mesmo tempo o sistema de franquias. A ação tem como objetivo convencer a Anatel a alterar sua regulamentação, visto que o modelo de franquias não é benéfico ao consumidor. Segundo o promotor Paulo Binicheski, há possibilidade de formação de cartel, que deve ser prevenido pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

 

Já o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) disse que não há argumentos técnicos e econômicos para justificar a necessidade da redução da franquia. Além disso, a atitude das operadoras viola o Marco Civil da Internet, em especial o artigo 7, que prevê que o usuário só pode ser desconectado por falta de pagamento da conta.    

 

O Ministério das Comunicações encaminhou na quinta-feira passada, dia 14 de abril, um pedido para que a Anatel adote medidas para que as operadoras de telefonia respeitem os direitos dos consumidores de banda larga fixa e cumpram os contratos vigentes.

 

Além disso, a possível mudança no sistema de banda larga fixa fez surgir a iniciativa popular Movimento Internet Sem Limites (MISL), que possui página no Facebook e perfil no Twitter. Os responsáveis pelo MISL disseram que são apenas um grupo de usuários dos mais diversos segmentos da rede, com as mais diversas profissões e de diversos lugares do país que não aceitarão ter seus direitos esmagados silenciosamente e que pretendem transformar a indignação popular em uma força democrática. No momento, o MISL tem mais de 200 mil internautas.   

 

Diante da polêmica gerada pela decisão das operadoras, a Anatel publicou em 18 de abril medida cautelar determinando que as operadoras de banda larga fixa se abstenham de "práticas de redução de velocidade, suspensão de serviço ou de cobrança de tráfego excedente após o esgotamento da franquia", mesmo quando previstas em contrato. A agência determinou também que as operadoras ofereçam aos usuários ferramentas para acompanhar o consumo, notifiquem o consumidor em caso da proximidade de esgotamento das franquias, permitam a comparação de preços e que as franquias sejam informadas com o mesmo destaque dos demais itens de oferta, tais como preço e velocidade. 

 

Por enquanto, a determinação tem validade de 90 dias, sob pena de multa diária de R$ 150 mil a R$ 10 milhões.

 

Mais informações:

http://bit.ly/1Mudrnr

 

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4. Google e Microsoft aprimoram técnicas de inteligência artificial em suas máquinas  

 

O Google e a Microsoft estão aperfeiçoando as redes neurais, uma técnica de inteligência artificial que simula a estrutura do cérebro humano e permite que máquinas aprendam as tarefas de modo independente.

 

A Microsoft informou que já aplica essa tecnologia em sistemas de tradução, possibilitando que computadores traduzam conversas em tempo real através do Skype.

 

E o Google tem utilizado redes neurais para ensinar computadores a jogarem tanto em títulos para Atari quanto no antigo jogo chinês Go, no qual o cérebro virtual derrotou o campeão mundial Lee Sedol por 4 a 1. Além disso, a empresa tem aplicado a tecnologia no desenvolvimento de carros inteligentes e computadores capazes de produzir pinturas eletrônicas surrealistas.  

 

Conforme o CEO da Alphabet (empresa que engloba o Google), Eric Schmidt, todas as tecnologias relevantes dos próximos cinco anos devem trazer em alguma parte a mesma técnica por trás dos cérebros artificiais.

 

O primeiro neurônio artificial foi criado em 1943, porém apenas nos últimos anos surgiram as redes neurais. Elas, assim como os cérebros humanos, aprendem por associação e, quanto mais praticam, melhor entendem o que estão fazendo, podendo reproduzir uma ação com maior qualidade.

 

Mais informações:

http://bit.ly/1VX4Efp

 

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5. Estudo mostra Brasil na 30ª posição mundial em investimentos na internet 

 

De acordo com o estudo Índice Global de Conectividade 2016 (GCI, em inglês) realizado pela Huawei, o Brasil ocupa a 30ª posição, entre 50 países, em investimentos e implantação de Tecnologia da Informação e Comunicações (TICs).

 

O Brasil está na lista de “Adopters”, que são países com potenciais que estão no início da jornada pela conectividade. O nível médio de conectividade nacional aumentou 5% em relação ao ano de 2015. E o destaque na avaliação do Brasil está ligado aos projetos Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) e o Banda Larga para Todos. Segundo a Huawei, as próximas oportunidades do país estarão em Big Data e computação em nuvem.

 

Segundo a pesquisa, os 10 países que mais investem em internet no mundo são: Estados Unidos, Singapura, Suécia, Suíça, Reino Unido, Dinamarca, Coreia do Sul, Holanda, Japão e Noruega.

 

O estudo indica ainda que o investimento em infraestrutura digital está relacionado ao crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), que aumenta o dinamismo econômico, a eficiência e a produtividade.

 

O estudo avaliou 40 itens, como cobertura e velocidade da banda larga, tecnologias de computação em nuvem, Big Data e Internet das Coisas (IoT).

 

Mais informações:

http://bit.ly/23It7YH

 

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6. Foxconn pretende comprar parte da empresa de vigilância de rede TeleEye

 

O fabricante Foxconn Electronics planeja investir quase US$ 31 milhões para adquirir 50,07% da empresa de Hong Kong TeleEye Holdings.

 

A compra possibilitará que a Foxconn tenha acesso ao mercado de vigilância de rede.

 

No entanto, a aquisição só estará concluída após a aprovação da instituição Hong Kong Securities and Futures Commission.

 

A TeleEye é uma empresa de vigilância de rede que desenvolveu diversas tecnologias, incluindo conteúdo de alta definição (HD) e produtos como as câmeras de vídeo IP HD e de vigilância.

 

Mais informações:

http://bit.ly/1qKyCYv

 

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7. Huawei registra a marca 7P, sugerindo o nome do próximo Nexus  

 

A Huawei registrou neste mês de abril os direitos sobre o uso da marca 7P, reforçando os rumores de que continuará trabalhando em conjunto com o Google na linha de smartphones Nexus.

 

Além disso, rumores indicam que o registro da marca sugere que o 7P deve ser o sucessor do modelo 6P, lançado em 2015, ou do tablet Nexus 7, vendido há três anos.

 

Estimativas apontam que o novo Nexus 7P deve ser lançado ainda em 2016, junto com o sistema operacional Android N.

 

Até o momento, a Huawei não comentou sobre os rumores.

 

Mais informações:

http://bit.ly/1T83prk

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