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Versão Alfa Sai Em 2004

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E aí galera beleza? bom uma novidade:

Bill Gates, presidente da Microsoft e homem mais rico do mundo, afirmou que uma versão "alfa" do Longhorn, a próxima versão do sistema operacional Windows, deve ser lançada ainda em 2004. O anúncio foi feito durante um evento do Gartner, instituto de pesquisas sobre tecnologia da informação, em San Diego (EUA).

A versão alfa é uma das primeiras a ser testada por usuários e costuma ter muitos erros --também é comum que alguns dos recursos presentes nesta edição não sejam incorporados à versão final. Após vários testes, o Longhorn deverá ganhar uma versão beta, lançada, geralmente, antes de o produto final chegar às lojas.

O presidente da Microsoft, porém, não deu uma data para o lançamento do Longhorn beta, nem confirmou quando a versão final chegará ao mercado. Ele disse apenas que as especulações de que o novo Windows será lançado em 2006 são "válidas".

"As pessoas estão especulando que o Longhorn estará no mercado em 2006 e essa, provavelmente, é uma especulação válida", disse.

Novidades

Versões não oficiais do Longhorn já circulam pela web. A Microsoft não confirma as novidades, como um menu Iniciar completamente estendido pelo lado esquerdo da tela. Ele terá, empilhados, os programas mais usados, um link para leitura de e-mails e para os itens Meu calendário (que não existe em outras versões), Meu computador, Meus locais de rede e Meu porta-arquivos.

O gerenciador de arquivos do Longhorn terá desenho completamente novo. As linhas estão mais harmônicas, sem o estilo quadradão das janelas que o próprio XP herdou de seus antecessores. Mais imagens do próximo Windows podem ser vistas aqui

Leia o artigo da Folha online, link => :bandeira:

falou

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Tomara que eles não estraguem tudo na última hora...

Pelo que eu tenho escutado o LongHorn realmente vai ser um avanço... algo semelhante a passagem do Win9X pro Win2K. Tudo isso por causa da plataforma .NET! Finalmente eles vão enterrar a API Win32!

A principal feature dos programas .NET é que eles são compilados para bytecode, como o Java, então são independentes do tipo de arquitetura do processador!!! Cara, a Microsoft está se preparando para dar tchau para Intel e CIA.

E sim, isso significa que um possível Windows para Mac rodaria programas .NET direto, sem necessidade de recompilar ou de modificar o código.

Muito boa, dessa vez a Microsoft acertou em cheio.

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Postado Originalmente por Shadowwarrior@31 jul 2004, 22:15

Tomara que eles não estraguem tudo na última hora...

Pelo que eu tenho escutado o LongHorn realmente vai ser um avanço... algo semelhante a passagem do Win9X pro Win2K. Tudo isso por causa da plataforma .NET! Finalmente eles vão enterrar a API Win32!

A principal feature dos programas .NET é que eles são compilados para bytecode, como o Java, então são independentes do tipo de arquitetura do processador!!! Cara, a Microsoft está se preparando para dar tchau para Intel e CIA.

E sim, isso significa que um possível Windows para Mac rodaria programas .NET direto, sem necessidade de recompilar ou de modificar o código.

Muito boa, dessa vez a Microsoft acertou em cheio.

Não creio que a plantaforma .NET tenha sido desenvolvida para a MS criar versões do seu SO para outras arquitecturas de processador. Na realidade temos vindo a assitir a uma consolidação das arquitecturas existentes, é provável que acabemos só com x86 (IA32) destinado a uma morte lenta até ao fim da década, AMD64 (que de qualquer forma é compatível com X86 e portanto não exige uma estratétia do tipo .NET), e o PowerPC em nichos de mercado, como sempre esteve.

Ou será que o objectivo é o mercado dos sistemas embebidos e afins? Ou estão a antecipar que podem surgir novos processadores no mercado? E isto levanta outra questão: até que ponto é a lógica de compilação JIT da "plantaforma" .NET apropriada, em termos de desempenho, para outras arquitecturas de processador não x86, por exemplo, e como o artigo chama a atenção, processadores VLIW?

A .NET não é, nem será, a forma preferida de criar algumas aplicações que exigem alto desempenho. Mas acredito que será um sucesso para a criação de programas simples, interfaces para o utilizador, e outro "middleware". Também duvido muito que seja utilizada para software que for, de raiz, concebido para correr em várias arquitecturas de processador, pela simples razão de que isso implicava que o código .NET tivesse que funcionar bem também nos principais sistemas operativos utilizados nessas plantaformas alternativas ao x86/AMD64.

E o .NET framework é da Microsoft, e apenas para os sistemas da Microsoft!

Eles dirão que a .NET (ou melhor, o compilador CLR) é uma especificação aberta, que os standarts form publicados e que funciona noutras plantaformas. (O medo do Java foi tanto que os levou a fazerem isto!). Até ofereceram o Rotor para MacOS X e FreeBSD. E ainda há o Mono para Linux.

Mas quem é que os impede de criarem futuras versões com modificações que não revelem, logo que conseguirem ter uma quantidade suficiente de gente dependente das ferramentas da MS? Quem é que garante que a MS não tem ou pedirá patentes que impeçam a criação de frameworks actualizados para outras plantaformas? Sempre achei a decisão do Miguel de Icaza de usar o mono para o Gnome um dos maiores riscos que um grande projecto open-source quis correr.

P.S: Shadow, belo avatar. :wub:

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Assim...

Eu acredito que a estratégia de Máquinas virtuais é sim um bom caminho...

1 - cria-se um programa que funciona em vários sistemas, Inclusive ao se entrar no paradigma VLIW (que pede um bom compilador) é bem mais fácil traduzir algo já "digerido" para um bom código de máquina do que um programa "do zero".

2 - Alterações em arquiteturas tornam-se fáceis... AMD lançou proc 64 bits? Intel colocou SSE3 nos procs? Sem problema... atualize o .NET framework e todos os programas usarão (poderão usar) os novos recursos sem muitos problemas. (Embora, por exemplo, a passagem de x87 para SSE/SSE2 não seja tão fácil de fazer (eficientemente) através de um compilador apenas.

3 - "Managed code" oferece muito mais segurança e facilidade. Não tem mais ponteiros para se confundir (eu adoro ponteiros, mas tem horas que :cry: ) nem buffers para estourar.

Fora que programar em Win32 diretamente é tão divertido quanto arrancar unha encravada.

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