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  • Comunicados

    • Gabriel Torres

      Seja um moderador do Clube do Hardware!   12-02-2016

      Prezados membros do Clube do Hardware, Está aberto o processo de seleção de novos moderadores para diversos setores ou áreas do Clube do Hardware. Os requisitos são:   Pelo menos 500 posts e um ano de cadastro; Boa frequência de participação; Ser respeitoso, cordial e educado com os demais membros; Ter bom nível de português; Ter razoável conhecimento da área em que pretende atuar; Saber trabalhar em equipe (com os moderadores, coordenadores e administradores).   Os interessados deverão enviar uma mensagem privada para o usuário @Equipe Clube do Hardware com o título "Candidato a moderador". A mensagem deverá conter respostas às perguntas abaixo:   Qual o seu nome completo? Qual sua data de nascimento? Qual sua formação/profissão? Já atuou como moderador em algo outro fórum, se sim, qual? De forma sucinta, explique o porquê de querer ser moderador do fórum e conte-nos um pouco sobre você.   OBS: Não se trata de função remunerada. Todos que fazem parte do staff são voluntários.
Ideiasdesenhos

RESOLVIDO Led Branco Alto bilho ficando fraco

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boa noite, preciso de uma ajuda, usei leds branco alto brilho 20.000 milicandelas, usando um resistor de 83 ohms para cada 3 leds  em paralelo

sabendo que o led consome 3,0 a 3,3v, a fonte tem 7,0v 5a, mesmo assim o led perde força isso ligando a mais ou menos 3 meses. Obrigado

Editado por Ideiasdesenhos

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8 horas atrás, Ideiasdesenhos disse:

3,0 a 3,3v, a fonte tem 7,0v 5a,

Neste caso seria mais eficiente ligar 2 em série com R bem baixo. Converta 20.000 milicandelas em W e faça as contas pra corrente dos leds ficar uns 70% da que achou.

 

8 horas atrás, Ideiasdesenhos disse:

o led perde força

... naturalmente com o tempo e temperatura exagerada e também com procedência/qualidade/preço minimizados

O que você pode atuar é na temperatura a qual é reduzida por dissipador e obviamente a potência dissipada em função da corrente.

 

Resumo desta baboseira: aumente o dissipador, diminua a corrente

 

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9 horas atrás, Ideiasdesenhos disse:

boa noite, preciso de uma ajuda, usei leds branco alto brilho 20.000 milicandelas, usando um resistor de 83 ohms para cada 3 leds  em paralelo

sabendo que o led consome 3,0 a 3,3v, a fonte tem 7,0v 5a, mesmo assim o led perde força isso ligando a mais ou menos 3 meses. Obrigado

 

Leds são igual qualquer outro produto. Existem os baratos, e existem os caros.

Quase sempre, os caros são os mesmos que se vende nos USA e na Europa. Os baratos ficam para o resto do mundo...

 

Os baratos tem exatamente este problema. Não possuem alta qualidade, então produzem mais calor do que deveriam

Aí, teria de dissipar melhor esse calor excedente, mas isso aumenta muito o custo e o tamanho.

 

Então, como sempre, aparecem os comerciantes brasileiros espertos que não entendem de nada e querem pagar barato, e juntando que os chineses sabem que aqui as normas técnicas são quase inexistentes, pronto, é o casamento perfeito para todos, exceto para nós, os consumidores......

 

Resumindo, não tem o que fazer. O calor é o maior inimigo de um Led. Sugiro trocar por outros e tentar melhorar bastante a dissipação de calor.

 

Se conseguir, tente comprar Leds Cree , mas cuidado porque aqui vendem trocentos Leds pareçidos, e dizendo que todos são Cree. Se for barato, fuja.

 

Paulo

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11 horas atrás, Ideiasdesenhos disse:

usei leds branco alto brilho 20.000

Se refere aos de plástico transparente redondos de 5mm? Para esses não tem como dissipar calor, mas não caia no erro de deixá-los em ambiente abafado. Havendo um mínimo de aeração no ambiente sua construção dá conta do calor produzido. De alguma forma esse calor tem que ser expulso. Caso esteja falando de leds retangulares ou quadrados, montagem SMD, só com MCPB para se trabalhar com isso. Muitos são vendidos já montados numa plaquinha redonda com furos para fixação num dissipador maior, também se encontram essas plaquinhas prontas sem o led. Comprar desses leds sem ter como fixá-los numa MCPB é fria, ou melhor, é calor excessivo e degradação garantida, independente do fabricante.

2 informações que sempre terá que ter para montar um projeto com leds: tensão de operação e corrente nominal.

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Os LEDs NUNCA deveriam ser ligados em paralelo, principalmente os provenientes da China.

Qualquer diferença na curva V x I entre eles, desequilibra a corrente distribuída entre eles. O que ficar com maior corrente vai dissipar mais potência, esquentando mais que o outro. Depois de um tempo, o que dissipou mais potência (acima da considerada no projeto), vai queimar e abrir. O outro, coitadinho, vai receber a corrente dos dois juntos. Conclusão. Vai seguir o primeiro para o descanso final. 

A opção da Isadora é a mais adequada.   "...Neste caso seria mais eficiente ligar 2 em série com R bem baixo..." 

MOR_AL

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4 horas atrás, MOR disse:

Os LEDs NUNCA deveriam ser ligados em paralelo, principalmente os provenientes da China.

 

Só para informar que as maiores fábricas chinesas abriram fábricas em outros países asiáticos, com outros nomes, mas a porcaria é a mesma.... Leds estão em alta !

 

A melhor opção sempre é colocar em série, com um limitador inteligente de corrente. Fica independente da tensão de alimentação , o que já não acontece se usar um resistor de baixo valor, onde uma variação de meio volt para cima pode significar um grande aumento de corrente.

 

Paulo

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Há controvérsias... em série: se queima um, apaga tudo. Além de ficar algo como cada led "desprotegido".  Em paralelo: há o efeito supramencionado pelos colegas mas se queima um, só ele apaga. Também podem se sentir mais "protegidos". Então, caminho do meio: ambos. quer ligar 100 leds? 10 em paralelo em série de 10. Se queima um, nem dá diferença.

Pra não suscitar impulsos e verdadeira agressividade, vejamos uma opção caminho 3/4: 10 leds em série em paralelo de 10 com um R pra cada série: se queima 1, vai ficar "banguela" mas... quebra o galho. (eu teria dificuldade em ficar olhando pr'aquilo!)

Obs:  imaginei uma lâmpada t8

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Com leds do mesmo modelo/fabricante/lote até dá para encarar um superparalelismo. Quanto a sobrecarga em caso de queima de um, basta aumentar em 1 linha serial para se ter excelente proteção estatistica. O custo mal muda. Uma lâmpada de led costuma ser vista como algo caro e instantâneamente transferimos essa impressão ao custo do componente led. O custo do led é menor que o custo do MCPB e radiador associado. 50W de leds de 0,5W saem por 1,40 USD no topo de qualidade (lm/W e IRC). O que sai caro: driver, suportes mecânicos e projeto térmico. Se as lâmpada for de 10W e tiver 12W de led instalados, o consumo (driver) e projeto térmico continuam de 10W. No paralelismo total com 20% de folga, mínimo de 6 linhas paralelas, a transferência de corrente numa queima individual não coloca ninguém em sobrecarga. O custo final (lâmpada não é só o LED) não aumentará 20%, se aumentar 2% é muito.

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@Sérgio Lembo "...Com leds do mesmo modelo/fabricante/lote até dá para encarar um superparalelismo..."

 

Também pensava assim, até o dia que decidi tirar a "prova dos nove". 

Medi valores de parâmetros bem diferentes de componentes em uma mesma fita, até entre dois componentes adjacentes. Eram componentes do tipo SMD. Não me lembro mais qual foi o componente, mas medi. Provavelmente foi ou resistor ou capacitor. 

Agora pense naquelas lanternas que vem com diversos leds. Algo como 10, um pouco mais ou menos. Elas não duram quase nada. Pelo menos as que eu possuo ou possuía. Quando um queima, outros o seguem logo logo. Imagino que os leds foram montados de um conjunto fabricado de mesma leva. Observando muitas queimas de leds em diversas lanternas, não haveria porque pensar que quase todos eles fossem provenientes de diversas levas.

Sei lá, mas a teoria é que a curva V x I dos leds possuem uma tangente muito alta (delta I / delta V), ou seja, uma pequena diferença de tensão produz uma grande diferença de corrente. Daí a queima.

MOR_AL

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45 minutos atrás, MOR disse:

Sei lá, mas a teoria é que a curva V x I dos leds possuem uma tangente muito alta (delta I / delta V), ou seja, uma pequena diferença de tensão produz uma grande diferença de corrente. Daí a queima.

De forma genérica, para leds de 3,0~3,2V pense num zener ideal de 2,8V com resistor série, I_nom em 3,1V. A curva tem 2 segmentos de reta, o último, no caso de I_nom 150mA  varia de 100mA em 3,0V a 200mA em 3,2V. Em relação ao modelo, são oferecidos em várias opções de BIN onde os mais caros tem a tensão zener mais baixa (varia pouco)

.

Sem título1.png

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adicionado 2 minutos depois

Os gráficos e tabelas são de um 2835 de 0,5W 150mA

adicionado 32 minutos depois

Note como cai o rendimento luminoso (4º gráfico) com o aumento de temperatura de junção. Tombo de 10% para cada 30ºC acima de 25ºC. Com uma rasteira desse tamanho somente em endereços gélidos para ter o rendimento nominal.

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@Sérgio Lembo

 

Se nao me engano o primeiro Led que comprei era um Til qqr coisa. Creio que em 1975.

Depois de um tempo conseguí o datasheet dele, era um livro da Texas que estava a venda na Litec ( lembra ? ).

 

Tinha um gráfico que faz bastante tempo que nao vejo hoje em dia : relacionava

a queda de rendimento da emissão de luz com a quantidade de horas que o Led trabalhava em função da temperatura da junção.

O exemplo que sempre me lembro era que se o Led trabalhava a 80 graus a sua emissão luminosa diminuia para

apenas 20% se ficasse 1000 horas ligado.

 

Essa curva mostrava a importância da dissipação de calor, algo que hoje em dia não querem que a gente saiba ...

 

Paulo

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@aphawk

Litec, creio que ainda existe, Rua dos Timbiras em São Paulo. Tenho vários.  Me fez lembrar quando a internet não era essa imensa biblioteca. Só o livro da Texas era do tamanho de uma bíblia, usava papel bíblia, aquele superfino. Saia caro ter os datasheets e difícil acompanhar a evolução de novos componentes. Essa curva de degradação ao uso creio ter visto no site da Osram. De qualquer forma a norma dos leds (LM80) já te dá uma previsão mínima disso.

 

Sem título.png

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@Sérgio Lembo ,

 

Isso mesmo, cheguei a comprar mais de duas dezenas desses livros de datasheets, tanto os lineares como os digitais. Com esse papel super fino. Os da RCA usavam um papel melhor. Guardei eles até uns 10 anos atrás quando resolví que eram todos superados e joguei fora. 

 

Hoje em dia tá muiiiito mais fácil, e tem tanta informação na Internet que acredito que é possível estudar e ser um excelente profissional apenas seguindo as informações teóricas e claro, fazendo a prática também para constatar o aprendizado.

 

Qual o sentido de se aprender numa faculdade 80% de matérias que nada dizem sobre o curso ?

E qual o sentido de ver que nos 20% restantes , mais de 15% é totalmente obsoleto, como Fontes Lineares, filtros analógicos, Televisão analógica, microcontroladores Pic16 ou Pic18 ( com tanta variedade que tem hoje de ARM, Atmegas, 32 bits, etc ... ), quase nada de programação....  e perder 5 anos ou mais para ter um diploma e não ser um profissional qualificado ?????

 

Paulo

 

 

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A informação pode até ser obsoleta, mas são as tecnologias antigas que dão base para as novas. Ainda acho um curso formal útil, mas o ideal seria ser feito numa universidade decente com alguma modernidade no currículo (nos vivemos no Brasil, isto é meio difícil por aqui).

 

O meu primeiro contato com eletrônica foi com um antigo livro de eletrônica a válvula que meu pai na época me deu, muito mais fácil de entender do que o transistor!

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@Intrudera6 ,

 

Concordo em certa parte .... hoje com os microprocessadores e algoritmos, você faz filtros, fontes, trocentos circuitos cuja lógica seria chatinha nem precisamos queimar a cabeça, um programa resolve isso ... e prá que insistir em PICs apenas se o mundo todo usa sistemas Arduíno e agora Arm  ?

 

O que não pode é perder um tempão ensinando essas tecnologias obsoletas, como se elas fossem imprescindíveis nos dias de hoje... e quando o coitado é solto no mercado, descobre que tem de aprender muita coisa de novo ....

 

Paulo

 

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10 minutos atrás, aphawk disse:

O que não pode é perder um tempão ensinando essas tecnologias obsoletas, como se elas fossem imprescindíveis nos dias de hoje... e quando o coitado é solto no mercado, descobre que tem de aprender muita coisa de novo ....

Do constante aprendizado não há como escapar. O que o programador tem que focar é na estrutura de programação, os conceitos de objetos, metadados, metaisso e metaaquilo. As linguagens passam e os princípios permanecem.

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@Sérgio Lembo ,

 

Pois é . Na minha opinião tem de ter muito mais tempo focado em programação, em fazer as coisas que eram analógicas de maneira digital, estudar bem os algoritmos, e forçar mesmo que sejam feitas muitas montagens com microprocessadores onde se pode ver uma fonte funcionar, regulação de tensão com potenciometros digitais, medida de corrente com sensores tipo ACS, ver um filtro funcionar, uma DFT que permite ver análise de Fourier na prática, essas coisas.

 

Essa é para mim a nova maneira de se ensinar, na prática, nos laboratórios, porque ver esses conceitos funcionarem faz um aprendizado inesquecível.

 

Chega de LM741 .... LM723 .... teoria de modulação e demodulação AM... circuitos com mapa de Karnaught.... 7805 .... LM3914 .... isso é tão passado quanto usar 74LSxxx .

 

Estamos ficando décadas atrás dos paises do primeiro mundo, e isso em tecnologia é irrecuperável.

 

Paulo

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@aphawk , sua ideia é excelente mas tem um obstáculo: encontrar professores atualizados o suficiente para passar isso. O investimento é o de menos, MCUs com capacidade para fazer DSP (Digital Signal Processor) são baratas, menos de US$15,00 as mais completas. Sobre o laboratório, vi esses dias um desses módulos que fazem osciloscópio para visualizar em PC/notebook. Por US$ 70,00 dá para ter um desses com 2 canais analógicos 20MHz + 16 canais de Analizador Lógico. Até um estudante consegue comprar.

https://pt.aliexpress.com/item/Free-shiping-Hantek-6022BL-PC-USB-Oscilloscope-2-Digital-Channels-20MHz-Bandwidth-48MSa-s-Sample-Rate/32534677218.html?spm=a2g03.search0104.3.35.40994d28JDHghg&ws_ab_test=searchweb0_0,searchweb201602_4_10152_10151_10065_10344_10068_10342_10547_10343_10340_10548_10341_10084_10083_10618_10630_10307_5722316_5711213_10313_10059_10534_100031_10103_10627_10626_10624_10623_10622_10621_10620_5711313_10142,searchweb201603_25,ppcSwitch_5&algo_expid=0e3cdc30-98ed-4cf1-bf17-8a64f3d19b65-5&algo_pvid=0e3cdc30-98ed-4cf1-bf17-8a64f3d19b65&priceBeautifyAB=0

 

 

adicionado 10 minutos depois

Que o controle digital veio para ficar não dá para escapar. O analógico básico é interessante por se visualizar toda a teoria de controle existente. Muitos dos controles analógicos, até mesmo driver de lâmpada led já incorporam algoritmos na sua construção para serem produzidas em massa a US$ 0,06 cada (BP2329AJ - preço em rolo de 3000 peças) com PFC incorporado.

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@Sérgio Lembo ,

 

Já imaginou que hoje podemos equipar bem os laboratórios com um custo bem baixo, e oferecer várias  montagens como um kit onde quase tudo é reaproveitável ?

 

Quanto a professores, sempre achei que é fácil atualizar professores de prática de laboratório, mas os professores de aula teórica é mais complicado ....

 

Se por um milagre algum curso desse tipo for criado, eu poderia ser um dos professores do laboratório e me divertiria muito ensinando os alunos hehehe !

 

Paulo

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@aphawk

Com certeza. Num curso de eletrônica de potência / controle com DSP eu seria o primeiro aluno a fazer matrícula. Acho meio doida a ideia de processar digital um sinal analógico que tá crescendo numa bobina buck ou boost e mandar desligar o mosfet no momento correto. Se o vinho não estiver atrapalhando a memória acho até que vi um MCU DSP com entrada específica de ZVS.

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