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Flavia Dutra

Boletim 1.707 – 12/06/2018

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Boletim 1.707 – 12/06/2018
Boletim 1.707 – 12/06/2018
Editado por Flavia Dutra
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Índice

 

1. Associação de criptomoedas acusa bancos de prática anticompetitiva

2. Microsoft pretende lançar um serviço de streaming de jogos que funcionará em qualquer dispositivo

3. Apple corta em 20% a encomenda de componentes para iPhones

4. Estudo sugere que aumento da depressão entre jovens está relacionado ao uso excessivo de dispositivos eletrônicos

5. Rumores sugerem que Facebook vendeu dados privados de usuários para desenvolvedoras de aplicativos

 

1. Associação de criptomoedas acusa bancos de prática anticompetitiva


A Associação Brasileira de Criptomoedas e Blockchain (ABCB), sob alegação de cerceamento da concorrência, solicitou que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) proíba bancos ou instituições financeiras de fecharem ou negarem a abertura de contas correntes de instituições ligadas a moedas virtuais.

 

O documento enviado pela ABCB ao Cade está baseado no caso em que o Banco do Brasil (BB) encerrou de forma unilateral a conta corrente da Atlas, empresa que faz arbitragem com bitcoins, explorando o preço entre várias corretoras que operam a moeda virtual.  

 

Além disso, o documento menciona a decisão do Tribunal de Defesa da Livre Concorrência (TDLC) do Chile, que em abril deste ano obrigou o Itaú Unibanco e o Banco Estado a reabrirem contas correntes da operadora de criptomoedas Buda.com.

 

De acordo com Fernando Furlan, presidente da ABCB, a decisão do BB é considerada abusiva, pois as plataformas de inovações financeiras e as corretoras precisam de acesso ao sistema financeiro tradicional para sobreviverem.

 

Há cerca de dois meses, o Cade havia instaurado inquérito para analisar práticas do Itaú Unibanco, do Bradesco, do Santander Brasil, do BB e da Caixa Econômica Federal por requisição da plataforma financeira de fintech Nubank, que acusou as instituições de limitar a concorrência no setor financeiro.

 

O BB afirmou ainda não ter sido notificado sobre a solicitação do Cade. Já a Febraban, entidade que representa os bancos brasileiros, não quis se manifestar acerca do assunto.  

 

Atualmente, os órgãos reguladores, como o Banco Central (BC) e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), estão acompanhando a movimentação do mercado em outros países para regulamentar o tema no Brasil.

 

2. Microsoft pretende lançar um serviço de streaming de jogos que funcionará em qualquer dispositivo


O chefe de jogos da Microsoft, Phil Spencer, anunciou que a empresa está trabalhando no desenvolvimento de um serviço de streaming de jogos para desbloquear dos consoles para quaisquer dispositivos.

 

Ainda de acordo com Spencer, a Microsoft também já está arquitetando novos modelos de Xbox e inteligência artificial (IA) para jogos.

 

A Microsoft não revelou quando o serviço estará disponível.

 

A NVIDIA vem tentando transmitir jogos para computadores e a Sony adquiriu recentemente o Gaikai, que agora faz parte do serviço PlayStation Now.  

 

3. Apple corta em 20% a encomenda de componentes para iPhones

 

A imprensa japonesa divulgou que a Apple espera vender cerca de 80 milhões de iPhones neste ano. Por isso, a empresa requisitou que os fornecedores produzam 20% menos componentes dos três novos iPhones, que serão lançados no segundo semestre deste ano.

 

O analista Ming-Chi Kuo comentou que a Apple deve cortar os preços dos novos iPhones no final de 2018 em até US$ 300. Kuo revelou ainda que a empresa lançará um iPhone X Plus, com tela OLED de 6,5 polegadas, a segunda geração do iPhone X e um outro modelo com tela de 6,1 polegadas.

 

James Cordwell, analista da Atlantic Equities, disse que a Apple foi excessivamente otimista em relação às vendas em 2017, acarretando em sobra de estoque no primeiro semestre deste ano.    

 

Outros analistas comentaram que o alto preço do iPhone X, que custa US$ 1 mil, também está diminuindo a demanda pelo aparelho.  

 

A Apple não comentou sobre o assunto.

 

4. Estudo sugere que aumento da depressão entre jovens está relacionado ao uso excessivo de dispositivos eletrônicos

 

Estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Stony Brook, nos Estados Unidos, sobre a influência dos hábitos digitais na saúde mostrou que o aumento do número de crianças e adolescentes com sintomas de depressão está relacionado ao uso excessivo de jogos e smartphones, por provocarem privação de sono.

 

Segundo a pesquisa, quanto mais tempo os jovens usam dispositivos eletrônicos, menor é o tempo de sono. Isso afeta o bem-estar e o rendimento geral e escolar.

 

Além disso, o estudo apontou que crianças e adolescentes que passam mais tempo trocando mensagens com amigos estão menos sujeitos a desenvolver sintomas depressivos do que aqueles que jogam.

 

Em 2015, a Universidade de Stanford também havia desenvolvido uma pesquisa sobre a privação do sono entre os jovens. Na ocasião, o índice de crianças e adolescentes que dormiam menos do que deveriam era de 90%. A consequência desse hábito foi a disparada nos índices de ansiedade e depressão, bem como queda no rendimento escolar.

 

O atual estudo foi realizado entre os anos de 2014 e 2017 com três mil crianças e adolescentes norte-americanos. Para a pesquisa, foram relacionados o tempo gasto diante da TV, de jogos eletrônicos, a frequência de acesso às redes sociais, o uso de aplicativos de mensagens e da internet com a quantidade de horas de sono e o humor das pessoas.

 

5. Rumores sugerem que Facebook vendeu dados privados de usuários para desenvolvedoras de aplicativos

 

Rumores indicam que o Facebook vendeu dados privados de usuários para empresas desenvolvedoras de aplicativos ou projetos dentro da plataforma, mesmo depois de 2015, quando a política da empresa restringiu o acesso de criadores às informações de clientes.

 

Conforme os rumores, empresas como Nissan Motors e RBC Capital teriam recebido informações confidenciais de usuários, a lista de amigos deles na rede social e a métrica que calcula o nível de proximidade entre as pessoas.

 

Além disso, há suspeita de que o Facebook tenha infringido regras da comissão norte-americana de comércio, que solicitava da rede social autorização para compartilhar dados não públicos dos clientes com terceiros.

 

O Facebook comentou que só permitiu acesso aos dados por empresas parceiras, com o intuito de usar as informações para melhorar a experiência do usuário, e admitiu que compartilhou dados de amigos dos usuários após a mudança das regras em 2015.

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