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Andreas Karl

Imãs para identificar transistores falsificados

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Na minha luta para saber tudo sobre transistores falsificados eis que surge uma novidade (pelo menos para mim). Parece que alguns transistores falsificados de são atraídos por ímãs. Fiz um teste aqui nas minhas relíquias e sucatas e realmente tirando os transistores de encapsulamento metálico nenhum é atraído por ímãs. Já na minha caixa de componentes novos alguns dos BD139 e BD140 grudaram !!! Será que até estes baratinhos estão sendo falsificados?  Quem tiver falsificados faça o teste e conte sua experiência com essa praga. A comunidade dos técnicos de eletrônica agradece 😀

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Cara, tu tá de brincadeira? Fumou erva estragada?

Vejamos:

- Transistor é feito de silício, material não magnético.

- O material dos terminais metálicos possuem baixa concentração de ferro.

- O encapsulamento é feito de plástico, resina epoxi ou cerâmica, nenhum deles é magnético.

- Somente na lata dos encapsulados metálicos se encontra ferro em alta concentração.

Conclusão: para se ter materiais originais tem que procurar por lojas que são cuidadosas na origem dos seus produtos.

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@Sérgio Lembo Os que podem grudar no imã são esses que tem a chapinha atrás pra prender no dissipador por exemplo os BD135 e TIP41. 

Nesses trecos chineses eu já vi transistor desse tipo com a chapinha enferrujada. 

 

E sim, falsificam de tudo. Eu ainda não vi, mas eu possível encontrar até mesmo BC547 falso! :lol:

 

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@Renato.88 Não precisa ir muito longe, fora os BDs alguns Bc639/BC640 grudam no ímã pelos terminaistransist2.gif.68cc1b277484dd95ac2850f921808984.gif. Vamos ver se o Gif animado roda aqui

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Eu não chamaria necessariamente de falsificado. O ferro sendo mais barato que o cobre, certamente é o preferido dos fabricantes. Como há tendência de redução de custos e aumento do lucro, alguns preferem o ferro e quem o leva é você.

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Como vocês podem ver de 12 transistores só 5 não grudaram no ímã, 2 BDs, 1 BC novo e mais dois BCs usados. Acho que isso explica o que aconteceu na potência sobre a qual fiz o outro tópico que ninguém respondeu.cygnus.thumb.jpg.5cff15ef4ee418d32c17f244958898c9.jpg

O BD 139 falsificado (Q16) entrou em curto e aumentou a corrente no resistor de 180 ohms (que incendiou mas não abriu) e também na base do 2SA (Q12) que amplificou essa corrente. O resistorR36 de 56 ohms recebeu a alta corrente de base-emissor + a corrente de coletor-emissor amplificada e nem incendiou, abriu  na hora.  Resta ver por onde mais passou esta corrente, se foi pelo zener D6 (que está desenhado invertido) através da base do BD em curto ou pelo TL071 que, se recebeu o + VCC de 68 V já era também.

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Na época que trabalhava, todos os componentes eram verdadeiros, pois ainda não havia os produtos chineses.

Hoje aposentado, compro tudo da china.

Apenas um detalhe; nos meus projetos atuais (hobbys) SEMPRE uso os componentes AQUÉM de suas especificações.

Até o momento tive sorte. Claro que ao comprar (via Ebay) sempre descarto as especificações extraordinárias dos vendedores.

MOR_AL

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8 minutos atrás, Isadora Ferraz disse:

Eu não chamaria necessariamente de falsificado. O ferro sendo mais barato que o cobre, certamente é o preferido dos fabricantes. Como há tendência de redução de custos e aumento do lucro, alguns preferem o ferro e quem o leva é você.

KKKKK, pois é Isadora e como diziam os Mamonas "Aí como dói". Na realidade faz muito sentido o que você escreveu. De qualquer maneira como não são todos provavelmente indica fabricantes de produtos de 2a linha. Eu vi um tópico aqui no Clube do Hardware ontem (https://www.clubedohardware.com.br/forums/topic/465523-bom-site-sobre-transistores-falsificados) onde postaram a existência de um aparelho que aplica uma baixa corrente e uma tensão crescente pra ver até onde o transistor aguenta. Existindo ou não acho que vou fazer um omelete e quebrar alguns ovos ou seja, pegar um desses transistores e aplicar uma tensão crescente pra ver qual a tensão de ruptura.

 

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Talvez um traçador de curvas não te fale se o componente é falsificado ou não mas pode te dar alguma diretriz sobre seu funcionamento e qualidade. Além de ser um bom complemento pra sua "avaliação magnética" e pra sua bancada do ramo dos amplificadores.

 

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@Isadora Ferraz Muito interessante o artigo do grande Newton C. Braga cujo trabalho acompanho desde menino (Revista Eletrônica Saber).O circuito com 555 é legal mas eu me interessei mais por esse:354823824_traadordecurvas.thumb.jpg.7f21a531700240e312bd80b853b42987.jpgUm circuito simples de fazer e bastante útil na bancada. Genial ele usar a oscilação de 60 hz na saida de um transformador para aplicar uma tensão variável no componente a ser testado. Chamou minha atenção os gráficos obtidos das junções base-emissor e base-coletor de um transistor. curvas.thumb.jpg.8f1505f9898048eb2537543c78069e4b.jpg

Sempre imaginei que seriam semelhantes a um diodo comum mas se assemelham mais a um diodo zener. Mostram o ponto de ruptura tanto negativa como positiva. Foi a resposta a uma pergunta que martelava na minha cabeça, se, ao atingir a tensão de ruptura de uma junção PN de um transistor com baixa corrente ele estragaria ou se comportaria como um zener (se a memória não me falha acho que é o tal efeito avalanche). Possivelmente mesmo quem não tem um osciloscópio pode avaliar as tensões de ruptura com uma fonte variável, um voltímetro e um miliamperimetro (ou dois multímetros) e um resistor de 10 kohms ou maior. No circuito proposto pelo Newton a tensão de pico do transformador de 24 VCA vai ser em torno de 34 volts, portanto com o resistor de 10k proposto a corrente de pico vai ser de 3.4 mA. Assim que eu tiver um tempo vou fazer esse teste começando com um resistor maior, 50k ou 100k. Se der certo vou fazer um com opção para tensões maiores para testar transistores de tensão mais alta. Valeu mesmo Isadora.  

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tenho alguns componentes antigos de sucata que vi que estavam ficando com a "lata" esverdeada... passei lima... e era cobre mesmo... o mesmo aconteceu com alguns CIs antigos e resistores... pernas de cobre banhado...

 

os atuais (não sei se falsificados ou não) tem vindo tudo de ferro... e enferruja com o tempo... (como citado em outro tópico que abri aqui...)

 

tem umas chavinhas que tem terminais de algo que parece latão...

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8 horas atrás, BloodCeltics Lopes disse:

tem umas chavinhas que tem terminais de algo que parece latão...

Interruptores são de latão mesmo, e já não é de hoje. Tenho alguns aqui dos anos 70. 

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Em 11/05/2019 às 01:07, Renato.88 disse:

Interruptores são de latão mesmo, e já não é de hoje. Tenho alguns aqui dos anos 70. 

a casca das chaves HH são de lata mesmo como você disse... mas eu pensava nos pezinhos deles... tenho uns pushbuttons aqui, que tentei dobrar as perninhas e quebrou... no lugar da quebra ficou amarelinha a perninha...😀

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Difícil saber viu? As falsificações são boas demais hoje. Ano passado adquiri 1000 diodos smd M7 (equivale 1n4007 pth) , do mesmo fornecedor que importa tudo pela mouser e o diodo abria com menos de 500V! ele é para 1000V! corrente de 1 A continuo e 30A pico, minha corrente continua era 0.1A e de pico não dava 300ma, mas dava picos de 420/500v medidos a osciloscopio em 200hertz ( mega lerdo para esse diodo) . 

 

Comprei então mais 1000 resistores em outra loja na sta ifigenia e a mesma coisa.... então peguei M7 de sucatas que eu tinha de lote antigo do mesmo vendedor e nunca mais deu defeito! Cheguei a pensar que o erro era meu projeto estável já rodando a 2 anos na época.

 

Depois descobri um "traficante" de componentes chineses que fornecia para sta ifigênia inteira... e conclui que ele fornecia para as duas lojas pois vi ele dentro de uma no dia que fui comprar. Solução? infelizmente tive que optar por um diodo mega parrudo UF5408 pth e troquei os M7 por UF4007 , minha conclusão leiga é: se forem pra falsificar componentes de fontes chaveadas pelo menos fazem algo "menos pior" que componentes para uso comum :)

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