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RBO27

Windows 7 ou Ubuntu

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Pessoal, penso em mudar do Win 7 pro para o Linux Unbuntu ano que vem depois que o suporte para o win 7 acabar, pois é quase certo, infelizmente que não terei dinheiro para comprar um note novo que rode bem o win 10, já tentei e ficou horroso de lento. Será que vale a pena,mesmo mudar para o Unbuntu ou só o antivírus que a firma paga pra mim (Norton) poderia segurar a barra?

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@RBO27 Tudo Bem? Bem-vindo ao  Fórum do Clube do Hardware!

 

Na troca do Windows para o Linux você deve considerar se os programas e tarefas que você utiliza comummente tem suporte/substitutos entre esses sistemas. Se o seu uso é simples, como navegar na internet com o  Chrome/firefox, edição de texto, planilhas, etc. Sem que seja necessário um programa específico para esse fim a transição será mais simples. 

 

Espero que ajude!

 

Até!

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Se seu uso no PC é simples,vai de Ubuntu,pois o 7 está morto.

Quanto ao W10 "lento e horroroso" já tentou verificar se não é seu AV(Norton) que está causando isto?

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Muito obrigado pelo feedback pessoal, de fato meu trabalho é mais office e ferramentas para cálculos e construção de gráficos. O libre office eu já pude testar e achei muito bom, o restante se não funcionar com Wine, eu creio que não é nada que uma máquina virtual não resolva. O que me preocupa é a questão da segurança. Eu no meu win7 tenho o norton versão paga como já mencionei, não é ele que deixa lenta a cpu pelo que eu pude checar. O duro é, se não tem alternativa a um bom antivírus para os sistemas Linux, então o que é que se faz para se manter protegido dos vírus e dos ladrões? Dizer que não tem ataque visando usuários de Linux, que é tudo paz e alegria, eu acho difícil ser verdade.

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@RBO27 No linux a segurança fica por conta das atualizações que são praticamente diárias, por isso, "não tem" antivírus reativo no linux, fora que a incidência de vírus para esse sistema ainda é muito baixa.

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@RBO27 ESET acredito ser uma boa opção de antivírus para o Linux.

@GusGraf Todo SO precisa de antivírus pois são vulneráveis mesmo atualizados.Seja Linux,Windows,MacOS,Android ou qualquer outro.

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@RBO27  de tudo que eu já li, tem menos vírus pra linux simplesmente porque a estrutura dele torna mais complicado criar um vírus, ou seja, é só pros hackers não preguiçosos rsss

Embora use Ubuntu faz muito tempo, estou por fora de antivírus, pois uso aquele basicão do próprio ubuntu e nunca peguei vírus (o que pode ser sorte, ou que o basicão dê conta do recado, ou que meu padrão de uso seja muito limitado, não vou entrar nessa discussão). Mas tenho a impressão de que hoje em dia várias dessas marcas famosas de antivírus têm versão pra Linux, é questão de pesquisar.

Quanto à questão mais geral, sugiro fazer um testdrive com Ubuntu antes de migrar de vez, tem muita gente que não acostuma e aí fica trolando aqui no fórum de como o sistema é horrível, etc (rsss).

Se experiência ajuda, eu não me considero expert em sistemas operacionais e, embora tivesse curiosidade, só comecei a usar Linux por acaso, uma situação específica em que precisava fazer um trabalho urgente e estava sem SO. Instalei na base de que é rápido de instalar e não custa dinheiro, só pra resolver aquele trabalho urgente e depois voltar por Windows. E aí não voltei mais kkkk! Faz sete anos! Me dei muito bem, tanto em velocidade de internet, que considero superior, mas principalmente porque eu odiava as atualizações do windows que enlerdeiam ou até travam o sistema e praticamente te obrigam a parar o que está fazendo e esperar a atualização terminar (ou seja, mania minha).

Quanto a programas, o único que ainda não encontrei similar é o criador de livros digitais do kindle, mas parece que o sigil tem plugin pra isso, só não fui procurar. Tudo depende de com o que você trabalha, há áreas em que você tem mesmo que usar windows porque os programas eficientes só existem em windows. E há áreas no outro extremo, em que os programas pra Linux são melhores.

Desculpe o post enorme!

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Companheiros muito obrigado! Em breve eu espero estar contribuindo repassando as minhas experiências para outros com pouca experiência assim como eu.

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Falando bem a verdade a respeito de vírus e Linux... Para usuário padrão, só vai querer realmente utilizar um antivírus Linux em situações especificas, como limpar pendrives infectados de máquinas Windows. Pois basicamente não compensa um hacker criar um vírus no Linux de desktops, sendo que em poucos dias vem uma atualização e imuniza o sistema...

 

Além disso, inclusive em servidores, onde um vírus seria mais "interessante", é muito mais difícil de conseguir invadir o sistema para colocar um vírus ali. Sendo que no Windows, mesmo os servidores, basta criar um vírus que se alastra por pendrives e esperar alguém espetá-lo no servidor, ou na própria rede. Digo isso pois trabalhei em uma multinacional que tinha o Windows Server... Consegue adivinhar onde colocaram o pendrive infectado e ficaram quase uma semana tentando contornar o problema?

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@marotomt E no caso de malwares 0-day?Como combateria sem AV?

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Não acho que pelos sites e conteúdos por onde eu navego tenha problemas nesse sentido. @Frib 004 mas, como você mesmo mensionou, 0-day são falhas que não estão listadas nem nas vacinas de antivírus, então, de que adianta ter um antivírus se nem ele não entende tal ameaça.

 

Também, seguindo o raciocínio do meu comentário anterior, uma falha 0-day é sanada e corrigida na próxima atualização de segurança do Linux.

Na verdade, até o Windows 10 tem essas correções, mas como grande parte dos usuários ainda utilizam sistemas piratas e para não serem surpreendidos pela dona do sistema, muitos desativam as atualizações de sistema e deixam seu sistema mais vulnerável ainda, daí a necessidade de ter um antivírus altamente poderoso que fica o tempo todo verificando a integridade do sistema.

 

Enquanto isso, no Linux, um sistema de permissões já consegue barrar um invasor, pois, mesmo que o arquivo infectado esteja no sistema, sem o acesso Root, ele não tem privilégio suficiente para afetar o sistema.

 

Essa é uma das grandes diferenças da forma que o Linux trata os arquivos (através da classe e prioridade de acesso). Isso faz com que cada pacote seja independente e não afeta o sistema como um todo.

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2 horas atrás, marotomt disse:

Não acho que pelos sites e conteúdos por onde eu navego tenha problemas nesse sentido. @Frib 004 mas, como você mesmo mensionou, 0-day são falhas que não estão listadas nem nas vacinas de antivírus, então, de que adianta ter um antivírus se nem ele não entende tal ameaça.

 

Bloqueador comportamental e análise na nuvem,antivírus não trabalham com apenas banco de dados,até porque são 300 mil novos malwares por dia,imagina catalogar isto tudo manualmente?

2 horas atrás, marotomt disse:

Também, seguindo o raciocínio do meu comentário anterior, uma falha 0-day é sanada e corrigida na próxima atualização de segurança do Linux.

 

Me refiro às falhas 0-day,que ainda não são conhecidas e assim não é possível fazer uma atualização sendo que a mesma é desconhecida.

Mas o assunto principal do tópico é sobre SO e não antivírus,não vamos desviar o foco principal,por favor.

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14 horas atrás, marotomt disse:

Enquanto isso, no Linux, um sistema de permissões já consegue barrar um invasor, pois, mesmo que o arquivo infectado esteja no sistema, sem o acesso Root, ele não tem privilégio suficiente para afetar o sistema.

 

Essa é uma das grandes diferenças da forma que o Linux trata os arquivos (através da classe e prioridade de acesso). Isso faz com que cada pacote seja independente e não afeta o sistema como um todo.

 

Existem falhas graves que permitem elevação de privilégio tanto no Windows quando no Linux. Tem várias CVEs do kernel, sudo, Samba, etc, que permitem que um usuário normal obtenha acesso root. Obviamente, quem mantém o sistema atualizado está em geral seguro -- com exceção obviamente das falhas 0-day, que pegam todos desprevenidos.

 

Sobre o sistema de permissões, o Windows NT tem um também, inclusive mais complexo do que o tradicional modelo Unix. O grande problema é a Microsoft dar permissão de execução por padrão para arquivos regulares. Se mudassem isso, teríamos algo muito similar aos Unix, porém quebraria semântica de 30 anos dos sistemas da empresa.

 

Escrevi sobre isso aqui e aqui.

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