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Neo - Matrix

Processadores de 20 ghz da intel...

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Olá Pessoal,

Olha só que interessante é isso aqui...

Retirado do site da Intel.

Processadores de 20 Ghz da Intel...

Intel e a nanotecnologia (Lei de Moore)

Os pesquisadores da Intel desenvolveram os transistores mais rápidos do mundo - quase 1.000% mais rápidos que os transistores do processador mais rápido atualmente, o processador Pentium® 4 - provando que não existem barreiras fundamentais para que a Lei de Moore  perdure por mais uma década.

Com tamanho de apenas 20 nanômetros, esses transistores poderão processar bilhões de operações, operando a velocidades próximas de 20 gigahertz e funcionando com menos de 1 volt - antes do fim da década! E apesar da crença comum de que a nanotecnologia substituiria o silício, tais transistores são fabricados com silício. Empregando materiais e estruturas transistorizadas disponíveis atualmente para chegar a esse nível, a Intel comprovou que a inovação pode manter-se no ritmo em que se encontra.

À velocidade de 20 GHz, serão efetuados bilhões de cálculos num piscar de olhos! Com todo esse poder de processamento, conseguiremos criar computadores mais inteligentes, que compreenderão a linguagem e a escrita "naturais" e aprenderão com os padrões do usuário, para aprimorar e simplificar a interação. Por exemplo, você poderá inserir sua lista de Natal em um PC e ele fará as compras on-line para você.

Todos esses aprimoramentos fazem parte da meta da Intel de continuar a prorrogar a Lei de Moore e de reduzir em 30% o tamanho dos transistores a cada dois anos. Devido à intensidade de nossas pesquisas e desenvolvimentos internos, a tecnologia de silício da Intel continua a liderar nesse setor. A verdade é que nosso laboratório no Oregon (EUA) compõe a primeira instalação de pesquisa de silício a concentrar esforços no desenvolvimento de bolachas de 300 mm.

Olhe mais detalhes da notícia... em:

http://www.intel.com/portugues/home/scenes/stories/20ghz.htm

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Me diz aí Neo, eu li em algum lugar que os cientístas estavam querendo substituir o sílício pelo germânio. Aliás o germânio já era utilizado antigamente, mas como os desenvolvedores não possuíam tecnologia para o manuseio dele que segundo o que li possuí um potencial maior que o silício .....

você ouviu ou viu algo sobre isto ??? Eu só achei estranho porque se a Intel está desenvolvéndo / pesquisando tanto com o silício achei que o que ouvi esta errado !

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Olá Amigo,

Eu também ouvi sobre o Germânio, mas não tenho informações sobre suas propriedades e capacidades, fica difícil discutir então...

Talvez alguém por aqui tenha, quem sabe o SledgeHammer que é fera nessa de arquiteturas de pcs...

PS: Aproveitando o Post... SledgeHammer, estou tetando lhe enviar uma mensagem em PVT sobre um assunto mas retorna erro... Se possível entre em contato...

Voltando ao assunto... vamos ver o que vem pela frente, vou procurar aqui nos meus e-mails se não me engano tenho uma reportagem sobre nanotecnologia onde os cientistas conseguiram um chip de carbono, de 0,003u (microns). E que talvez seja o possível quebrar muitas barreiras, além de ser mais barato que o siício, e mais fácil de ser trabalhado.

Se não me engano a IBM anunciou que consegui fazer uma unidade (não me lembro se é de processamento ou armazenagem), usando um novo processo onde tem o tamnha de um selo de carta destes de R$ 0,40. Que ultrapassa as barreiras dos Gigas (Não me lembro bem ao certo se é Gigabytes ou Gigahertz...).

Mas assim que eu revirar os e-mails e achar, coloco mais detalhes...

Vou aproveitar e fazer o download dos dois livros do Moore em PDF e dar uma lida...

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IBM desenvolve o mais rápido transistor de silício

A tecnologia de fabricação de chips de silício e germânio é capaz de produzir transistores que operam em 210 GHz usando uma corrente de apenas 1 miliampère.

Por Ian Fried, especial para ZDNet News

26 de junho de 2001

Em medida capaz de abrir caminho para chips mais rápidos e que demandam menos energia para redes de comunicações, a IBM anunciou o desenvolvimento do transistor mais rápido de silício do mundo.

A IBM aprimorou sua tecnologia de fabricação de chips de silício e germânio para produzir transistores muito mais finos que os demais. Como resultado, as informações podem viajar mais rapidamente ou na mesma velocidade usando uma energia muito menor.

O novo transistor é capaz de operar em 210 GHz usando uma corrente de apenas 1 miliampère, ou cerca de 80% mais rápido do que a tecnologia atual e com metade do consumo de energia.

A IBM revelou que a técnica deve abrir o caminho para chips para rede de comunicações que podem operar em 80 GHz, ou seja, o dobro da velocidade atual dos chips mais rápidos com base em silício. Se bem-sucedida, a IBM poderia ajudar os projetistas de chips a evitar a necessidade de mais processadores passarem a usar materiais mais exóticos como arsenieto de gálio ou fosfeto de índio.

"O silício não conseguiria atingir estas velocidades", disse Bernard Meyerson, consultor da IBM e também vice-presidente do centro de pesquisas e desenvolvimento da empresa em East Fishkill, no Estado de Nova York. "Em resumo, elevamos significativamente este patamar".

A IBM tem sido uma das líderes na mistura de átomos de germânio e silício para produzir um material que conduz eletricidade com maior eficiência que o silício puro. Embora a IBM trabalhe com silício-germânio há cerca de uma década, a descoberta mais recente permite à empresa fazer transistores - os elementos básicos para construção dos chips -com uma espessura de apenas 100 a 200 átomos na base.

"É isto que faz tudo funcionar", disse Meyerson.

Os primeiros chips a usarem a nova tecnologia serão provavelmente os chips para redes de comunicações que ajudam a orientar as entradas e saídas de dados da linhas de fibra ótica de alta velocidade. Quando operados em níveis de energia menores, os chips também podem vir a ser utilizados em telefones celulares, em especial nos componentes de rádio, segundo os analistas.

Fred Zieber, analista da Pathfinder Research, disse que o desenvolvimento deve ajudar a manter a tecnologia competitiva com outros materiais.

"Dá ao mercado de clientes potenciais uma sensação de conforto, portanto menos ansioso para tentar outras coisas", disse Zieber.

Stan Bruederle, analista da Dataquest, disse que uma dos possíveis beneficiárias da nova tecnologia será a Applied Micro Circuits, que usa o processo de silício-germânio da IBM, enquanto sua rival Vitesse Semiconductor dedicou-se aos chips feitos de arsenieto de gálio.

"Agora, com esta tecnologia, (a Applied Micro Circuits) poderá continuar a usar silício para as aplicações da maior desempenho em comunicações com fibras óticas", declarou Bruederle.

Embora outras empresas trabalhem com silício-germânio, os analistas dizem que a IBM está claramente na liderança.

"Neste momento, A IBM conta com uma grande dianteira sobre os outros", disse Zieber.

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Muito interessante. O Problema é que enquanto os processadores avançam desenfreadamente, os outros componentes vão ficando para trás, canais de comunicação remota com a Internet, por exemlo, linha discada está estacionado em 56Kbps, o que é uma piada, banda larga para usuários comuns tem chegado a desanimadores 256kbps ( usuários comuns não tem como pagar linhas de 2Gbits, que ainda assim continuam patéticas). Em vista disso, o processador fica isolado querendo trabalhar sem conseguir nunca utilizar sua potência total. Discos continuam sendo muito lentos também, e memórias estão quase suprindo o processador convenientemente. O grande problema é mesmo a comunicação em rede remota.

Quanto ao germânio, ele não é usado sozinho, mas em liga com o silício, isso permite que o chip deixe de esquentar tanto, permitindo que a frequência seja aumentada sem risco de fusão da pastilha.

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Em relação a transmissão de rede.... já é realidade (ao contrário do que muitos pensam) as redes ATM.... elas estão iniciando com 155megabits/segundo.... e já estão ampliando, só não me recordo bem do valor... (320 eu acho)..... e estão chegando também (essa não posso confirmar se já virou realidade) a giganet.... que trabalha a mais de 1gbits...

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<font color='#000000'>Lí na revista INFO EXAME uma vez que uns malucos nos USA estavam desenvolvendo uma forma de instalar Backbones nos transformadores de energia, assim seria possível acessar a internet pela tomada e em altíssima velocidade, sem mentira, quem quiser eu depois posta a data aqui!!!!

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Guest Ze Carioca

<font color='#000000'>Isso é realmente muito interessante, mas concordo com o companheiro que escreveu acima. Os processadores estão poderosissimos mas não adianta nada se a comunicação com os proprios componentes do computador é lenta. A comunicação com o hd é lenta, a comunicação com os drivers é uma eternidade perto desses processadores. E os periféricos então nem se fala, mesmo se considerarmos as portas USB.

[],s

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