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Supreme Commander (RTS) - Tópico informativo - Patch 1.5.3599 expansão disponível

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Supreme Commander é o atual projeto de Chris Taylor (Total Annihilation, Dungeon Siege).

Ataque com unidades de terra, mar e ar e trave batalhas cruzando tundras congeladas, desertos escaldantes e vastos oceanos. Unidades experimentais de devastação terminarão o trabalho. Controle suas unidades de um posto avançado. Dê ordens a partir da visão aérea do Comandante de Guerra ou aproxime até o coração da batalha e ajuste suas estratégias em tempo real. O jogo já está disponível no Brasil.

Foi anunciada uma expansão standalone chamada Supreme Commander: Forged Alliance, que já está disponível lá fora.

Site oficial

Trailer oficial

Movie

Vídeo tutoriais 1

Vídeo tutoriais 2

Vídeo tutoriais 3

Vídeo tutoriais 4

Vídeo tutoriais 5

Cinematic Intro Movie

Demo (1 GB)

Patch 1.0.3189-1.1.3255 (25.8 MB)

Patch 1.1.3255-1.1.3260 (3.37 MB)

Patch 1.1.3260-1.1.3269 (5.26 MB)

Patch expansão 1.5.3596-1.5.3598 (5.36 MB)

Patch expansão 1.5.3598-1.5.3599 (5.34 MB)

Requisitos mínimos

Processador 1.8 GHz

512 MB RAM

Placa de vídeo com 128 MB e suporte a Shader 2.0 (Geforce série 6 ou melhor)

Windows XP SP2 ou Vista

Internet banda larga

Requisitos recomendados:

Processador 3 GHz

1 GB RAM

Placa de vídeo com 256 MB e suporte a Shader 2.0 (Geforce 6800 ou melhor)

Nota GameRankings: 87.9%

Preview Outerspace

Chris Taylor, o homem por trás de Total Annihilation, está de volta ao gênero de estratégia em tempo real e com total disposição para inovar. Seu próximo projeto, que terá um conceito um tanto diferente dos jogos que estamos acostumados a jogar, será Supreme Commander.

O grande diferencial de Supreme Commander será a sua escala grandiosa: como o próprio título indica, o jogo nos colocará no papel de um verdadeiro comandante supremo, que deve conduzir não só unidades isoladas, pelotões de soldados e pequenos esquadrões de tanques, mas um exército completo, recheado de veículos diferentes, de terra, ar e mar. Alguns destes veículos terão dimensões assustadoras, podendo até não caber na tela dependendo da quantidade de zoom utilizada.

Pelas imagens dá para se ter uma ideia da dimensão do jogo: as unidades pequenas, que parecem aranhas mecanizadas, na verdade são bem grandes quando aproximadas, ficando quase do tamanho de um tanque de guerra normal. Já as aranhas gigantes são incalculavelmente maiores, do tamanho um quarteirão inteiro de uma cidade, pela proporção. E isso não se dará apenas com unidades terrestres, mas também com aéreas, com naves-mãe carregando centenas de unidades menores, e marítimas, com submarinos que lançam esquadrilhas de caças e bombardeiros repentinamente nos combates.

A sensação de escala pode ser percebida também quando distanciarmos ao máximo dos campos de batalha e utilizarmos bombas atômicas, que causarão estragos brutais. Com o impacto, tudo ao redor será vaporizado, pode-se notar o deslocamento de ar e terra da explosão, unidades voarão pelos lados, ondas de radioatividade se espalharão como flashes e verdadeiros tsunamis se formarão nos mares. A sensação de grandiosidade promete assustar.

Saindo um pouco das batalhas, Supreme Commander também terá o seu lado de coleta de matéria prima, massa e energia, construção de bases e produção de unidades. As fábricas, se colocadas perto umas das outras, aumentarão a produtividade, mas em compensação serão alvos mais fáceis para um eventual ataque inimigo.

Com a grande quantidade de unidades, um dos desafios de Supreme Commander é conseguir dar ao jogador a capacidade de gerenciar toda a guerra sem perder o controle da situação. Para isso, Taylor está facilitando bastante o gerenciamento para não tornar o jogo frustrante, através de atalhos e comandos simples, ao mesmo tempo em que adiciona toques estratégicos, como elaboração de ataques simultâneos e outras novidades. Cada unidade poderá acumular diversos comandos, para que possamos cuidar de outras coisas enquanto elas realizam suas atividades.

Outro facilitador será o inédito modo Base Commander, que auxiliará bastante nos momentos mais tensos da jogatina, funcionando como se estivéssemos delegando certas funções para um subcomandante. Ativando o modo na base, a inteligência artificial ficará a cargo de continuar a coleta de matéria prima, fabricação de unidades, e conserto de estruturas e veículos danificados, nos dando tempo para focar inteiramente no combate.

A grande quantidade de unidades traz outro problema: uma maior tendência de um pior balanceamento. Taylor está cuidando disso, para fazer com que o jogo seja altamente competitivo e que cada unidade tenha seu papel definido nos combates. Um dos detalhes que garantirão um melhor balanceamento -- e realismo -- está no fato das unidades não terem 100% de precisão nos disparos. Armas mais lentas terão dificuldade de acertar alvos em movimento, principalmente se estes forem rápidos, pois o tempo entre o disparo e a chegada do tiro ao alvo deverá ser levado em consideração. Ou seja, poderemos nos esquivar de certos ataques e algumas unidades serão naturalmente piores para enfrentar outras. O preço das unidades também ajudará no balanceamento e na estratégia, pois o jogador terá opções de construir muitos tanques pequenos ou um grande, sendo que cada uma de sua escolha terá seus prós e contras, dependendo da situação.

Na parte gráfica, Supreme Commander promete ser um show a parte. Todas as unidades serão altamente detalhadas quando olhadas de perto, com partes móveis, rodas que giram de verdade e armas que acompanham a movimentação inimiga enquanto disparam. Os veículos gigantes devastarão tudo por onde passam, atropelando casas, árvores e até outras unidades menores, e deixando aquele rastro de destruição para trás. Suas armas também, como têm um poder de fogo descomunal, criarão verdadeiras crateras no chão.

Sobre o modo multiplayer, Taylor não revela muitas informações. Sabemos que os mapas serão bem grandes, existirá uma opção de jogatina cooperativa e novas unidades estarão disponíveis periodicamente para download, mais ou menos como funciona em Total Annihilation.

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hell yeah³!!! Está na minha lista :palmas:

chegou alguém para bater Generals ^_^

btw... configurações mínimas disponíveis?

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Postado Originalmente por Eniac@03 de abril de 2006, 20:54

btw... configurações mínimas disponíveis?

Não, e acho que vai demorar pra aparecer já que o game foi adiado pro ano que vem...

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Total Anihilation (ou seja lá como escreva) foi um dos rts que eu mais gostei até agora... e olha que quando eu joguei ele já estava mais do que passado... se esse seguir o estilo... como eu sempre digo: "ta na lista" :D

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Nesse jogo você só monta os exércitos para lutarem do jeito que foi mostrado nas screens?Que graça isso tem?

Não sei,mas esse estilo de jogo me parece "chato"... :bored:

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Nesse jogo você só monta os exércitos para lutarem do jeito que foi mostrado nas screens?Que graça isso tem?

Não sei,mas esse estilo de jogo me parece "chato"... :bored:

Você nunca jogou um RTS na vida, né? Experimente um game desses (dos bons, é claro) e veja o que você acha.

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Sei lá, mas parece que as cores são "coradas" de mais... por exemplo: em outros games quando se escolhia "azul" para jogar, apenas parte das unidades e construções eram azuis, e não INTERIAS... tomara que isso seja apenas uma customização, e possa se jogar assim como está o time vermelho....

ps: atenção às sombras :priv:

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pelas unidades e construções da pra ver que quem jogou TotalAnihilation (ou seja lá como se escreva) vai se sentir em casa :bandeira:

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ainda to pra ver um RTS que realmente seja jogado assim, com centenas de unidades organizadas em formações "atirando certo" etc...

as formações existem, mas é só mandar "atacar" e vira bagunça

o game que mais chega perto da "organização" que eu vi é GroundControl (que aliás é bem legal ^^)

Mas mesmo assim, esse "TOTALANIHILATION2" promete :D

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Supreme Commander pode ganhar versão para consoles

Chris Taylor, criador de Total Annihilation e Dungeon Siege, disse ao site CVG que está interessado em levar Supreme Commander aos consoles. Por enquanto, o jogo de estratégia em tempo real da Gas Powered Games está confirmado apenas no PC.

O produtor acredita que o gênero possa funcionar bem em um videogame, desde que devidamente explorado e adaptado. Taylor não deu mais nenhuma pista sobre as possíveis plataformas para o título, mas certamente a versão para Xbox 360 de Battle for Middle-Earth II teve influência na decisão da Gas Powered Games em portar o game para consoles.

Um dos jogos de estratégia mais aguardados da atualidade, Supreme Commander tem três raças: Terrans, Aeons e Cybrans. Em uma escala estratégica, várias batalhas acontecem simultaneamente em mapas gigantescos e as unidades apresentam enormes diferenças entre si, o que dá à jogabilidade uma escala épica. E, quando as batalhas começarem, você pode aproximar o zoom e acompanhá-las de perto, em todos os detalhes.

Os combates navais têm um destaque todo especial na atmosfera futurista, com tamanho e poder de fogo que impõem respeito - elementos que nem sempre são tratados como deveriam em outros jogos de estratégias com batalhas em alto mar.

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