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Gustavo Luiz G. Ferreira

Papel eletrônico

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<font color='#000000'>Não encontrei mensagem igual, mas se eu não vi, me desculpem. É um pouco antiga mas tá valendo.

http://br.news.yahoo.com/030507/16/bwcj.html

Papel eletrônico está mais próximo da realidade    

Por Patricia Reaney

LONDRES (Reuters) - O papel eletrônico, que promete mudar a cara da indústria editorial e salvar florestas, ficou mais próximo de se tornar realidade na quarta-feira, com a demonstração por cientistas de uma nova tela eletrônica superfina e flexível.

Com 0,3 milímetro, a tela desenvolvida por pesquisadores da E Ink Corporation, em Cambridge, Estados Unidos, pode ser manipulada sem distorção da imagem e é um passo importante na direção de jornais eletrônicos, computadores para vestir e cartões de identidade inteligentes.

"É a coisa mais próxima do papel eletrônico", disse à Reuters Yu Chen, engenheiro elétrico da E Ink e cientista visitante da Universidade de Princeton.

Quando estiver completamente desenvolvido, o e-jornal poderá exibir texto e imagens em preto e branco e em cores com tecnologia sem fio.

Comprar o jornal diário não será mais necessário, pois o jornal eletrônico será atualizado pela Internet ou por recursos sem fio.

"No atual formato, podemos receber imagens e ler livros nessas telas", disse Chen, acrescentando que a tela ainda é lenta demais para vídeo, por causa da velocidade nas mudanças da "tinta" eletrônica.

A tela é formada por dois componentes: a parte da frente muda de acordo com sinais eletrônicos e a parte de trás é um circuito feito de transistores que controlam cada pixel que compõe a tela. A fim de gerar o papel eletrônico, os transistores têm que ser feitos de material muito fino e flexível.

"No caso, usamos folhas de aço inoxidável muito finas. Precisamos colocar uma camada de circuitos eletrônicos na folha", disse Chen.

Chen, que publicou a pesquisa na revista científica Nature, disse que o tamanho pode variar de um cartão de visitas até uma tela de computador. A tela é ainda espessa demais para ser dobrada em duas partes, mas Chen e sua equipe estão trabalhando em uma versão mais fina.

"Nosso trabalho demonstrou que podemos fazer circuitos eletrônicos de alta qualidade em substratos muito finos", concluiu.</font>

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