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Guest Fracarolli820

[Resolvido] O napster voltou: abram suas carteiras

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Guest Fracarolli820

<font color='#0000FF'>Informática

Quinta, 9 de outubro de 2003, 19h37

O Napster voltou: abram suas carteiras

O nome é o mesmo. Mas o jogo é um pouco diferente. O Napster, serviço gratuito que conquistou milhões de fãs de música, mas causou terror nas gravadoras, está retornando à vida como produto pago, dois anos depois de sua empresa ter sido fechada sob o peso de inúmeros processos judiciais.

Agora, sob o controle da produtora de software de gravação de CDs Roxio, o Napster foi relançado hoje como uma versão de teste que venderá canções individuais por US$ 0,99, discos completos por US$ 9,95 e assinaturas mensais com download ilimitado pelo mesmo preço. Uma versão definitiva será lançada em 29 de outubro.

Ironicamente, o Napster fez o disparo inicial na revolução da música online em 1999, ao lançar um serviço gratuito que permitia que os usuários baixassem música digital dos computadores de outros usuários, e que colocassem seus arquivos de música à disposição de outros internautas.

A indústria fonográfica vem atribuindo a serviços gratuitos como o antigo Napster a culpa pelo acentuado declínio nas vendas de discos nos últimos anos.

O relançamento do serviço é o mais recente exemplo em um disputado mercado de serviços online que pretende converter uma comunidade acostumada a obter música de graça em clientes pagantes.

Um dos mais bem-sucedidos desses serviços é o iTunes, da Apple Computer, que funciona somente para usuários de computadores Macintosh, e a expectativa é que seja lançada uma versão para usuários do Windows na semana que vem. Outros concorrentes incluem o serviço Rhapsody, da RealNetworks, e empresas como a MusicMatch e a BuyMusic.com.

"Se eu fosse a Apple, odiaria ter de competir com o Napster. Temos um catálogo maior de músicas. Nosso serviço tem mais amplitude. E não há marca mais poderosa que a nossa em música online", afirmou o presidente-executivo da Roxio, Chris Gorog. O Napster ressurge com cerca de 500 mil músicas em seu catálogo.

A Dell, a America Online e a Amazon estudam lançar serviços pagos de download de música. Todos eles continuarão concorrendo com alternativas gratuitas como o Kazaa, mesmo que a indústria fonográfica esteja tentando impedir na Justiça que elas continuem funcionando.

"É evidente que a marca Napster tem fundamentos sólidos", disse James Preissler, diretor associado de pesquisa da Majestic Research. "Mas existem outras marcas poderosas no mercado, como America Online, Amazon, Dell e outras. Resta determinar que produtos eles vão lançar e como vão se sair diante da concorrência."

Na sua versão anterior, gratuita, o Napster conseguiu 60 milhões de usuários em seu auge, até que as cinco maiores gravadoras do mundo conseguiram processar a companhia por violação de direitos autorais. A empresa fechou em 2001, e depois de várias tentativas fracassadas de se relançar como serviço pago, entrou em concordata em setembro de 2002, sendo depois comprada pela Roxio.

 

Reuters

Terra</font>

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