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PCs menores preocupam indústria..


bruno2546

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O setor de computadores pessoais está posicionado para vender dezenas de milhões de pequenos aparelhos de baixo uso de energia cuja função central será o acesso à Internet. Curiosamente, algumas das maiores empresas do setor consideram que isso seja má notícia.

Em uma história de sucesso que causa ressentimento, os fabricantes de computadores estão cautelosos quanto a novos tipos de computadores, porque os baixos preços poderiam ameaçar as margens de lucro já ínfimas que os fabricantes de computadores pessoais vêm mantendo.

Os novos computadores, muitas vezes designados como netbooks, ou subnotebooks, dispõem de baixa memória interna. Os chips que eles usam consomem pouca energia. O objetivo dos aparelhos é essencialmente navegar pela web e verificar e-mails. O preço é igualmente modesto, com alguns deles vendidos por apenas US$ 300 (cerca de R$ 475).

As empresas pioneiras na categoria também eram pequenas, como a Asus e a Everex, ambas de Taiwan. A despeito de sua cautela diante das pequenas máquinas, Dell e Acer, duas das maiores fabricantes de computadores pessoais, não estão a ponto de permitir que as empresas iniciantes tenham o mercado para si.

A Hewlett-Packard, maior fabricante mundial de computadores pessoais, recentemente chegou discretamente a esse segmento com um híbrido de netbook e laptop que ela designa Mini-Note. Diversos fabricantes estão falando em levar esses pequenos computadores um passo além. Nos próximos meses, a expectativa é de que introduzam "net tops", versões de baixo custo dos computadores de mesa também destinadas ao uso para acesso à Internet.

Uma empresa iniciante do Vale do Silício chamada CherryPal diz que desafiará a ideia de que grande poder interno é necessário para funções básicas de computação na era da Internet. Nesta semana, ela planeja introduzir um computador de mesa de US$ 300, do tamanho de um livro de bolso e consumo de energia de apenas dois watts, ante os 11 watts de algumas máquinas de mesa.

O objetivo é tirar vantagem da tendência de cloud computing ("computação em nuvem"), com a qual os dados são geridos e armazenados em servidores distantes e não na máquina.

Analistas do setor dizem que o surgimento dessa nova classe de máquinas de baixo custo que usam o modelo nuvem pode ameaçar gigantes como Microsoft e Intel, e até mesmo HP e Dell, porque as gigantes construíram suas empresas sobre a ideia de que os consumidores desejam mais potência e mais funções em seus computadores.

Algumas das grandes fabricantes de computadores tentam dar uma interpretação positiva à chegada das pequenas máquinas ao mercado, dizendo que novas categorias são vantajosas. Mas elas prefeririam que esse novo nicho não decolasse, dadas as margens de lucro relativamente baixas que oferece.

"Quando falo com fornecedores de computadores, a pergunta número um que me fazem é como competir com os netbooks se, na verdade, o que eles desejam é vender computadores que custam bem mais caro", disse J. P. Gownder, analista da Forrester Research.

Até mesmo alguns fabricantes de computadores tradicionais estão entrando na parada, mas outros deles dizem que preferem resistir à tendência. A Fujitsu, uma das 10 maiores fabricantes mundiais de computadores, disse acreditar que a tendência aos netbooks de baixo custo é perigosa para os resultados. "Estamos sentados e assistindo não porque somos preguiçosos. Estamos só assistindo porque, mesmo que essa categoria decole e conquistemos nossa porção do mercado, ela não faz sentido", disse Paul Moore, diretor de administração de produtos móveis da Fujitsu. "É um produto que essencialmente não tem margem a oferecer".

Stan Glasgow, presidente-executivo da Sony Electronics, disse que "não queremos competir com a Asus". Mas ele disse que a empresa está pesquisando sobre o que os consumidores desejariam em um segundo computador.

Trata-se de um mercado que apanhou as grandes empresas de computadores - no hardware e no software - de surpresa, desde que a Asus lançou o seu Eee PC, vendido a US$ 300. A empresa acreditava que o aparelho seria atraente em especial no mercado de educação, ou como laptop de entrada para adolescentes, mas o interesse provou ser mais amplo.

Com ênfase em aplicativos que não ficam instalados em máquina (como processadores de texto), mas sim na Internet, via serviços como o Google Docs, o Eee PC, que roda o sistema operacional Linux, esgotou seu estoque de 350 mil unidades e está escasso desde então, segundo Jackie Hsu, presidente da divisão norte-americana da Asus. A Everex vendeu cerca de 20 mil unidades de seu CloudBook, que custa cerca de US$ 350 (R$ 550).

As vendas são baixas se comparadas aos 271 milhões computadores portáteis e de mesa vendidos no ano passado em todo o mundo. Mas há crescente debate sobre as possibilidades de crescimento da categoria, e sobre a que segmento de mercado esses computadores poderiam interessar.

A IDC, uma empresa de pesquisa de mercado, está prevendo que a categoria pode crescer de menos de 500 mil unidades vendidas em 2007 a nove milhões em 2012, com a expansão do mercado de segundos computadores nos países desenvolvidos.

Com seu chip Atom, a Intel está concorrendo contra empresas iniciantes, entre as quais a Via, uma indústria de Taiwan cujo chip é conhecido como C7. O C7 vem sendo usado em netbooks e é o modelo escolhido para as máquinas Everex e para o Mini-Note da HP, que será vendido por US$ 500 (pouco menos de R$ 800).

William Calder, porta-voz da Intel, diz que um chip Atom custa US$ 44 para os fabricantes de computadores, ante US$ 100 para os chips mais avançados. Ele afirma que a empresa acredita que o mercado dessas máquinas vá ser grande demais para que ela não o dispute, ainda que represente ameaça para linhas mais poderosas e lucrativas.

Tradução: Paulo Migliacci ME

The New York Times

» Veja alguns netbooks ico_foto_preto.gif

Fonte: http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3022775-EI4801,00-PCs+menores+preocupam+industria.html

Achei bem interessante essa matéria, e parece que essa vai ser a tendência 2008/2009, os netbooks.

mais interessante ainda, que foram as novas, ou pequenas, empresas que apostaram primeiro nessa novidade, e não as mais tradicionais.

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Segundo alguns sites de notícias, as previsões desse nicho de mercado de vendas em 2010 será de 3 bilhões de dólares... Sony e Fujitsu e mais algumas estão como as grandes indústrias fonoigráficas:desorientados com as mudanças no mercado... Como disseram em alguns comentários no engadget.com, a Sony e outros devem é estar com medo desse subnotebooks servirem estão bem, mas tão bem para as tarefas que as pessoas executavam em laptops de 2000 dólares, que o mercado delas será canibalizado.

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tem a possibilidade de esses netbooks acabarem com os celulares

e os desktops fiquem mais modernos, totalmente multi touch e virem o centro de entretenimento e informação dentro de casa.

alias, o mouse está com os dias contatos, dizem que ele morre em menos de 5 anos.

minha teoria², da extinção dos celulares atuais, é de que, os centros de entretenimento, sejam totalmente multi touch, em uma tela 20'', com tudo wireless, teclado, drive optico, etc..

só chegar lá, fazer a conexão wireless com o netbook e gravar um blu-ray

nesse estilo, também poderia ser:

http://www.microsoft.com/surface/index.html

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tem a possibilidade de esses netbooks acabarem com os celulares

e os desktops fiquem mais modernos, totalmente multi touch e virem o centro de entretenimento e informação dentro de casa.

alias, o mouse está com os dias contatos, dizem que ele morre em menos de 5 anos.

minha teoria², da extinção dos celulares atuais, é de que, os centros de entretenimento, sejam totalmente multi touch, em uma tela 20'', com tudo wireless, teclado, drive optico, etc..

só chegar lá, fazer a conexão wireless com o netbook e gravar um blu-ray

nesse estilo, também poderia ser:

http://www.microsoft.com/surface/index.html

Também acho, principalmente com o avanço dos processadores minúsculos como o ATOM, o que daria poder mais do que suficiente aos subnotebooks para tarefas que exijam mobilidade, como edição de textos e afins. Em contrapartida, os notebooks grandões ocupariam o espaço que os desktops ocupam atualmente, mas sem fio e mais portáteis, mas não tanto quanto os subnotebooks(que deixariam de ser subnotebooks :wacko: devido a tamanho poder). Mas isso é pra daqui uns bons anos, diria no mínimo 10 anos, embora informática seja bem imprevisível.

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Também acho, principalmente com o avanço dos processadores minúsculos como o ATOM, o que daria poder mais do que suficiente aos subnotebooks para tarefas que exijam mobilidade, como edição de textos e afins. Em contrapartida, os celulares grandões ocupariam o espaço que os desktops ocupam atualmente, mas sem fio e mais portáteis, mas não tanto quanto os subnotebooks(que deixariam de ser subnotebooks :wacko: devido a tamanho poder). Mas isso é pra daqui uns bons anos, diria no mínimo 10 anos, embora informática seja bem imprevisível.

talvez, se seguir minha teoria¹

os desktops sejam extintos, e os notebooks se tornem a central de entretenimento..

com telas de 20'' touchscreen, ou multi touch

e com alto nivel de processamento gráfico, podendo expandir o video também.

e claro, os netbooks ficariam quase como controle remotos, e que funcionaria como um palm.

mas como você disse, creio que demore uns 10 anos isso

mas no maximo também, não acho que vai ser mais que isso.

grande evolução vai ser a morte do mouse, ai sim, sendo totalmente touchscreen a coisa anda..

teclados também, podem sumir, sendo holográficos, ou ainda, multi touch

podendo ser teclado, ou um painel, tipo quadro de desenho, para quem trabalha com imagens..

aaaah o futuro, quero ver isso chegar ainda..

vai ser como olharmos para trás, e rir de quanto usavamos teclado, mouse, tinha FIOS

como rimos hoje quando alguem fala de um drive de disquete, mouse de bolinha, drive optico combo ou leitor apenas de cd, etc..

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  • Membro VIP

Acho impossivel a extinsão dos notebooks, pelos netbooks. São uma opção fora de note e palm, para quem precisa mesmo algo de "somente o nescessario", que atenda suas necessidades em todos os sentidos e que facilite sua vida ou trabalho.

Notebooks, ainda tem muito o que melhorar, netbooks então nem se fala, como agora que os desk ficaram praticamente "perfeitos", onde você compra por um preço de baixo custo, e pode fazer up de todos os componemtes por "baixo custo".

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  • Membro VIP

Sim bruno, mas por exemplo, caminhamos para a mobilidade, mais ainda acho que 5 anos é o tempo que demora ate enterrar os desks, dae os notes assumem o lugar dos desks.

Net são portateis simples, mau formado ainda, uma coisa meio as preças, entende, mas você ja se imaginou instalando em 2009 o windows seven num net intel atom 1.0, por pen-driver?

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sim, é o que estou falando..

uns 5 anos, e tchau desk e mouse

mais uns 5 anos para os notes ficarem BONS e muito modificáveis..

nisso tudo, telas sensiveis ao toque serão a sensação.

pode ser também que, a holografia se torne companheira da mobilidade, algo tipo, tu carrega um cpu de pulso, e a tela seria holografica..

mas isso ainda é muito fantasioso, e nem seria o assunto do topico.

ehehehe

mas é MUITO bom falar do futuro, bom, divertido..

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sim, eu costumo brincar que, 'quer saber qual o futuro da tecnologia?'

'fique de olho nas novidades de apple'

ela sempre inova, e vira tendência, até ser usada em todas marcas..

começou essa expansão do touchscreen

e a apple já esta mais na frente, o multi screen ou multi touch, algo assim

que nada mais é que, suporte a multiplos toque e tal..

que vai ter para o proximo ano, nos imacs...

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Na minha opinião, os net não substituirão os note, nem esses os desk. São usos distintos. Os desks, para ambiente corporativo; os note um misto de corporativo e pessoal e os nets somente para uso pessoal. Mas os nets tem uma grande vantagem: pelo baixo custo (não aqui no Brasil, ainda...), podem ser utilizados em ambientes corporativos que trabalham com baixo processamento e custo.

No momento estou trabalhando em uma solução para escola, onde pretendo instituir nets (Positivo Mobo) para os professores fazerem as tarefas acadêmicas, sincronizados com o servidor das escola. Está localizada em uma cidade pequena, a renda dos professores é baixa, a escola não tem muitos recursos, mas não pode ficar trabalhando com lápis e papel nos dias de hoje.

E para o futuro, na linha de frente, em vez do touchscreen, aposto mais em comando de voz para substituir o mouse.

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Na minha opinião, os net não substituirão os note, nem esses os desk. São usos distintos. Os desks, para ambiente corporativo; os note um misto de corporativo e pessoal e os nets somente para uso pessoal. Mas os nets tem uma grande vantagem: pelo baixo custo (não aqui no Brasil, ainda...), podem ser utilizados em ambientes corporativos que trabalham com baixo processamento e custo.

No momento estou trabalhando em uma solução para escola, onde pretendo instituir nets (Positivo Mobo) para os professores fazerem as tarefas acadêmicas, sincronizados com o servidor das escola. Está localizada em uma cidade pequena, a renda dos professores é baixa, a escola não tem muitos recursos, mas não pode ficar trabalhando com lápis e papel nos dias de hoje.

E para o futuro, na linha de frente, em vez do touchscreen, aposto mais em comando de voz para substituir o mouse.

então cara, isso é o que vai acontecer ano que vem e tal, a popularização dos netbooks

falo para o futuro, daqui a no minimo, 10 anos.

sobre colocar netbooks para os professores, não seria melhor um asus eeepc?

até mesmo pela otima fama que adquiriu com a excelente qualidade e tudo mais, do que um mobo, que tem inumeras reclamações?

acho que a unica vantagem do Mobo, é a garantia.

quanto o comando de voz, acho difícil..

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Observando algumas notícias, de que a ASUS está prometendo expandir a bateria dos EEEpc para durarem até um dia(one wholy day computing, algo assim), chego a conclusão de que os subnotebooks atuam e atuarão cada vez mais em duas áreas importantes: a mobilidade e a duração da bateria, embora essa última faça, de um modo geral, parte da mobilidade. A minha dúvida ainda permanece de certa forma, mas tenho tendência aos subnotebooks. Se fosse para pegar um notebook, bom para jogos ou aplicativos mais pesados que os subnotebooks não dão conta, cuja bateria não dure nem 1 hora e pese 5kg, bem, fico com o meu desktop mesmo.

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