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antonypeople

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Tudo que antonypeople postou

  1. Verifique se a fonte está chaveada corretamente, ou seja, se ela está conectada ao estabilizador e a saída deste é de 110V a fonte tem que estar chaveada em 110V. Se por acaso o estabilizador está ok, a fonte está funcionando (verifique se a ventoninha dela está funcionando atrás do gabinete) e está chaveada corretamente, mas quando você liga o computador ele não emite nenhum beep isso é algum problema no seu processador.
  2. O ntfs-3g já está em sua versão estável. Pode baixar o mesmo e compilar para sua distribuição.
  3. Não gostei do RHEL (Red Hat Enterprise Linux) 5, achei muito lento, mas alguém vai dizer: "Você quer colocar ele em um 386?" e eu respondo: Não! Simplesmente achei ele muito lento em relação a outras distros. Acabei de implantar um Slackware Linux 12.0 para ser um PDC com SAMBA em uma empresa e o mesmo, funcionando a pleno vapor, consome apenas 80MB de memória. Com o RHEL 5 o servidor estaria com pelo menos metade da sua memória (que é de 1GB) consumida. O RHEL é uma distro maravilhosa e a recomendo para qualquer um e qualquer empresa séria que queira começar ou se aprofundar no mundo Linux, mas claro que para tudo existe prós e contras. O SLES (SUSE Enterprise Linux Server) também é uma opção quando se fala em Linux para servidores e ele se compara ao RHLE em muitas funções. É uma decisão difícil e cada administrador acaba escolhendo a distro com a qual tem mais afinidade e experiência. Como a empresa que prestei o serviço era pequena escolhi o Slackware justamente por este motivo (afinidade e experiência), mas em empresas maiores (e com mais capital) devemos cogitar a possibilidade de uma distro do porte da RHEL ou SLES por conta do suporte a empresas e outros serviços.
  4. Aqui dentro da rede não temos nenhum problema para resolução de nomes. Isso pode ser configuração.
  5. Xandros é voltada para o mercado corporativo, como a Red Hat. Se você é iniciante em Linux recomendo usar o Ubuntu (a nova versão 7.10 está quase saindo), o Fedora ou o openSUSE.
  6. Se remover com o C:\>fdisk /mbr ele vai apagar a MBR completa e deixar a mesma zerada, sem nenhum boot loader e o Windows XP não vai iniciar do mesmo jeito. É preciso instalar o boot loader do Windows XP para que este consiga iniciar corretamente ou algum boot loader de terceiros (como o Lilo, GRUB ou o do Partition Magic).
  7. Você pode ir no fórum para Windows XP e perguntar a alguém que use o dito cujo.
  8. Usamos ipchains aqui na empresa e tambem temos o Conectividade Social e se não me engano (no tempo em que isso foi feito eu não trabalhava aqui ainda) o acesso a ele é feito por linha discada. Mas eu realmente não sei como funciona o acesso ao Conectividade Social da Caixa e nem por que o pessoal aqui não conseguiu liberar isso. Vou dar uma olhada para tentar liberar aqui na empresa e se tiver sucesso posto aqui. Se você encontrou como liberar ele com o iptables, poste o link que a gente dá uma olhada e quem sabe portamos para o ipchains.
  9. Os drivers para a maioria dos dispositivos já vem no Kernel como módulos. Mas existem alguns hardwares que para funcionarem completamente precisam de seus drivers proprietários que as fabricantes disponibilizam, mas que não podem ser incluidos no Kernel por causa de suas licenças. Por exemplo: o driver para minha placa de rede Broadcom Corporation NetXtreme BCM5755 Gigabit Ethernet PCI Express é o módulo tg3 do Kernel, mas a minha placa de vídeo ATI Radeon X1600 Pro é o fornecido pela ATI que é proprietário, pois o driver que existe no Kernel não dá suporte completo a aceleração 3D.
  10. Recomendo você usar o Ubuntu em vez do Debian, pois ele é mais amigável com o usuário desktop. O Debian as vezes pede que se tenha um bom conhecimento prévio em Linux para se resolver alguns problemas e o Ubuntu é focado em facilidade.
  11. Existe como instalar aplicativos para Windows no Linux através de programas como o Wine, Winex e o Cedega. O segundo é o melhor e é compativél com muitos jogos disponíveis para Windows como Word of War Craft, Nedd for Speed, entre outros. Não sou nenhum especialista em jogos (não é muito minha área), mas você pode encontrar muito material em português sobre este assunto. E se você usa Ubuntu fica mais fácil achar o Cedega para instalar.
  12. Qualquer distro é boa para isso se tiver os devidos codecs instalados, o Ubuntu não vem por padrão com estes codecs, mas eles podem ser facilmente instalados. A instalação de codecs é até mais fácil que no Windows, no arquivo de mídia que não há codec, quando você tenta executar ele pergunta se você quer que o sistema procure e instale para você, é só dizer "Sim". O Ubuntu é uma ótima escolha, mas você pode usar também o Ubuntu Studio que foi feito pensando em pessoa que trabalham na área.
  13. Compartilhar pastas, impressoras, gerenciar perfis de usuários, grupos, permissões de acesso estilo UNIX/Windows e muito mais. Basicamente tudo que você faz em um Windows Server como PDC você pode fazer no SAMBA (até perfis móveis) e ainda aliar isso as vantagens do que o Linux tem. E a integração com outros serviços, como o LDAP, é possível e deixa ele mais robusto ainda. Temos uma rede com Linux/SAMBA para 150 usuários e não temos do que reclamar. Dúvidas é só perguntar.
  14. Ter um backup da MBR é sempre bom, no caso do Windows XP, se você tiver problemas com ele e for reinstalar ele vai sobrescrever a MBR e você pode recupera-la sem problemas deste jeito, uma opção alternativa é iniciar o sistema a partir de um CD ou disquete e reinstalar o GRUB. Para fazer um backup da MBR: Backup da MBR Fonte: http://tetrixbr.blogspot.com/ A MBR consiste nos 446 primeiros setores de um disco, usada especialmente para o carregador de boot. A tabela de partições é seguida pelos próximos 66 setores. Assim temos o início de um disco consistido em MBR + Tabela de partições: 446 + 66 = 512 setores. Com o comando dd é possível fazer backup destes setores, e até mesmo salva-los em um disquete. Criando um backup: $ dd if=/dev/hda of=mbr.backup bs=512 count=1 A opção bs diz quantos bytes serão usados e a opção count diz quantos blocos. Restaurando MBR + Tabela de partições: $ dd if=mbr-backup of=/dev/hda bs=512 count=1 Restaurando MBR sem alterar a tabela de partições: $ dd if=mbr-backup of=/dev/hda bs=446 count=1 Limpando a MBR: Se você deseja limpar a MBR completamente poderá usar o comando: $ dd if=/dev/zero of=/dev/hda bs=446 count=1 Abraços.
  15. Vocês podem usar o ManDVD que tem muitas funções bem legais e é fácil de usar. No link vocês encontram vários pacotes destinados as suas respectivas distros e o código fonte caso queiram compilar.
  16. Para migrar de um Windows 2000 Server para Linux você vai ter que usar SAMBA e talvez OpenLDAP. Para o acesso remoto você pode usar o SSH, mas vai ter que tomar muito cuidado com a segurança. Sobre o SAMBA você pode encontrar algumas informações neste blog, links para documentação oficial (obrigatório) e outros textos como o do Guia Foca Linux. Sobre o OpenLDAP eu não posso dar muitas informações, pois não tenho muita experiência com ele. Na Linux Magazine de Julho ou de Agosto tem uma matéria muito boa sobre a integração do SAMBA com o OpenLDAP. Para SSH você pode encontrar muita coisa no Guia Foca Linux e na internet. Mas tudo isso vai depender muito do que você e do que você necessita. Aqui na empresa onde trabalho nós temos um servidor Linux Red Hat 7.3 com SAMBA (sem LDAP) que serve 150 usuários como servidor de arquivos, domínio e DHCP sem problemas há 5 anos. A configuração dele é muito parecido com a que você encontra no blog que indiquei. Qualquer dúvida pode postar.
  17. Depende do que ele vai querer usar nele, se for internet e edição de texto, 128MB está tranqüilo, mas se quiser edição avançada de imagens, jogos mais complexos, vai ficar sofrido mesmo.
  18. O Linux sobrescreveu a MBR com suas informações, para retirar ele de lá você precisar reinstalar o boot loader do Windows XP. Inicie o computador pelo CD do Windows XP e quando ele terminar de iniciar entre no "Console de Recuperação" (digitando "R"), ele vai perguntar qual Windows você quer reparar, como na maioria das vezes só existe um, então e o número "1" mesmo, digite "1" e <ENTER>. Ele vai pedir a senha de administrador e então iniciar o console, os seguintes comandos vão resolver a situação: C:\> fixboot C:\> fixmbr E pronto!
  19. O problema é que provavelmente (digo provavelmente porque não sei qual sua configuração) o Fedora instalou o GRUB e o GRUB precisa acessar a partição do Linux para iniciar. Ele funciona diferente do Lilo que fica instalado na MBR e não precisa ter acesso ao Linux para fazer nada. O GRUB precisa ler a partição e por isso ele reclama a falta dela. Uma opção é você instalar o Lilo temporariamente e sobrescrever a MBR com as configurações certas para iniciar o Windows e também o Fedora, e só depois trocar os discos. Depois de desfazer a troca inicie o Fedora pelo Lilo e restaure o GRUB.
  20. Para remover o Linux nestes casos citados é só instalar o Windows XP por cima normalmente, não tem segredo, é como uma instalação em um computador novo (zerado). Basta excluir as partições e criar tudo de novo para o Windows. Mas se querem detalhes de como instalar o Windows eu não posso dar pois há tempos que não mexo com ele, neste caso acho melhor procurar a parte do fórum que trata sobre o Windows XP.
  21. Você até poderia usar o KDE e o Gnome, mas teria que fazer uma personalização profunda dos ambientes para obter uma performance razoável. Este é até um argumento de um desenvolvedor do KDE, qualquer um pode roda-lo em 128MB de ram, basta saber configurar. Do mesmo jeito o Windows XP pode rodar tranquílamente em 128MB de ram, mas as configurações para isso são bem complexas também e além do mais você precisaria estar constatemente fazendo manutenção nele, pois com o tempo ele vai ficando bem lento. Mas existem opções de interface gráfica leve, mas não muito "estranha" para quem está acostumado ao ambiente Windows (o Fluxbox é uma destas estranhezas, mas quando se aprende a usar virá um vício). O XFCE está em sua nova versão todo remodelado e ficou muito bonito e ainda continua bem leve. Você pode optar por alguma distribuição de Linux que já venha com ele por padrão. As que eu recomendo são: Xubuntu: se você é iniciante está é uma ótima opção, pois une a leveza do XFCE com a facilidade do Ubuntu. Slackware: para quem tem uma certa experiência com Linux ou quer aprender sobre.
  22. Quando você instalou o Ubuntu ele regravou a MBR com o GRUB (o boot loader padrão do Ubuntu), mas o GRUB precisa do Linux instalado para funcionar (por padão) e quando este é removido você precisa gravar outro boot loader para continuar iniciando seus sistemas, como o Lilo ou o do próprio Windows. No caso do Windows Vista eu ainda não tenho informações de como recuperar seu boot loader, mas com o Windows XP teria que iniciar do CD e entrar no console de recuperação para executar os comandos: C:\>fixboot C:\>fixmbr E depois reiniciar para iniciar o Windows normalmente. Lembre-se que neste caso o Windows sobrescreve as informações do Lilo ou do GRUB e você não vai mais poder iniciar seu Linux, a não ser que regrave um dos dois novamente na MBR.
  23. De acordo com sua página de manual: $ man dmesg (...) dmesg - print or control the kernel ring buffer (...) O dmesg mostra informações a respeito do Kernel, como inicialização de módulos, montagens, suporte de dispositivos e sistemas de arquivos. Você pode usar estas informações de mil maneiras e uma delas, e a principal, é para identificar problemas e por quê eles estão acontecendo. Para utiliza-lo de uma maneira melhor pode usar junto com o grep para filtrar um conteúdo especifico: root@host:~# dmesg | grep -i agp Linux agpgart interface v0.99 © Jeff Hartmann agpgart: Maximum main memory to use for agp memory: 203M agpgart: Detected Via Apollo Pro KT133 chipset agpgart: AGP aperture is 64M @ 0xd8000000 A opção -i do grep faz com que ele não seja case sensitive, ou seja, ignore maiúsculas e minúsculas na procura.
  24. Publiquei em meu blog um texto sobre a execução destas duas tarefas, pois sei que tem muita gente que ainda não tem ideia de como fazer (ou se é possível), meus companheiros de trabalho são um exemplo. Todos os aplicativos aqui descritos tem suas versões para Windows, mas que não são cobertas, quanto ao shell script vocês podem colocar a versão em bat para Windows. Quem quiser visitar o blog para ver outras dicas: http://tetrixbr.blogspot.com/ Existem vários artigos/textos/posts pela internet falando como posso fazer estas duas tarefas, mas vou relatar aqui minha experiência para conseguir baixar meus vídeos favoritos e converter os mesmo para formatos mais populares. Primeiramente, você precisa baixar os vídeos do YouTube (ou qualquer outro site que mantenha uma base de vídeos em FLV - flash video), para isso eu uso o Mozilla Firefox junto com a extensão VideoDownloader que você pode baixar da página de complementos do Mozilla Firefox. Esta extensão exibe um ícone no canto direito inferior da janela de seu browser (no caso, o Firefox) e quando você estiver em uma página com o vídeo que deseja baixar, basta executar a extensão com dois cliques sobre este ícone, seguir o link exibido na janela que vai se abrir e escolher onde salvar. Você só vai precisar lembrar-se de adicionar a extensão .flv ao arquivo e colocar um nome no arquivo para reconhecer o mesmo depois. Se você quiser assistir aos vídeos sem precisar converter, existem vários players que suportam este formato, um dos meus preferidos é o VLC. Com versões para várias plataformas (Linux e Windows, claro, estão entre estas) e até mesmo uma versão portátil para ser instalado no pendrive sem depender do Windows. Para quem usa sistemas baseados no Debian (ou o próprio) pode instalar: $ sudo apt-get install vlc Mas se você quer mesmo é converter os arquivos para formatos mais populares, por exemplo o mpeg e o asf, vamos precisar do aplicativo ffmpeg. Ele possui uma versão para Windows, só que não vou cobri-la neste texto, mas o funcionamento é basicamente o mesmo que no Linux e você não deve ter muito trabalho. $ sudo apt-get install ffmpeg O ffmpeg funciona por linha de comando (quem tiver alguma dica de alguma interface gráfica para ele...), mas nem por isso ele chega a ser difícil de se usar. Para converter um vídeo de .flv para .mpeg poderíamos usar a seguinte linha de comando: $ ffmpeg -i video.flv -title "titulo" -f avi -vcodec mpeg4 -bf 2 -ab 128 -ar 44100 -b 1000 -s 720x480 video.mpeg Esta é a linha de comando que eu uso para a conversão de meus vídeos, algumas dessas opções estão com valores padrões, mas deixo assim caso queira mudar rapidamente alguma delas. Vamos a descrição: -i arquivo = Indica o anquivo de entrada, ou seja, quem vai ser convertido. -title titulo = Define um título para o vídeo. -f formato = Força um formato específico. Use ffmpeg -formats para ver todos os formatos, codecs e protocolos suportados. -vcodec codec = Força o codec a ser usado. -bf frames = Usa "frames" B-frames (suportado para MPEG-1, MPEG-2 e MPEG-4) -ab bitrate = O bitrate do áudio em kbit/s (padrão = 64). -ar frequencia = Aqui vem a frequência do áudio (padrão = 44100 Hz). -b bitrate = O bitrate do video em kbit/s (padrão = 200 kb/s). -s tamanho = Definição do tamanho do frame. O formato deve ser escrito como wxh (padrão = 160x128). As seguintes abreviações são reconhecidas: sqcif 128x96 qcif 176x144 cif 352x288 4cif 704x576 Você também pode usar a opção -acodec para definir um codec a ser usado no áudio, como por exemplo mp3: -acodec mp3. Para facilitar minha vida, criei um script shell para não precisar digitar esta linha de comando enorme toda vez que quiser converter meus arquivos, ele ficou assim: #!/bin/bash FILE=$1 NAME=$(basename "$FILE" flv) TITLE=$(echo $1 | cut -d "." -f 1) ffmpeg -i "$FILE" -title "$TITLE" -f avi -vcodec mpeg4 -bf 2 -ab 128 -ar 44100 -b 1000 -s 720x480 "$NAME"mpeg Copie e cole em algum editor de texto e salve como flv2mpeg. Você só precisa passar o nome do arquivo como argumento na linha de comando que ele converte e salva o arquivo com o mesmo nome do original, mas com a extensão mpeg. Personalize o script para atender as suas necessidades. Lembrando que dependendo das opções usadas a qualidade do vídeo pode aumentar ou diminuir, como resolução, bitrate, codec, entre outros. Estou pensando e deixá-lo melhor, com mais opções e bem mais geral (não apenas usar com flv, mas com qualquer arquivo de vídeo). Quando tiver um tempo faço isso. Por enquanto ele atende o proposto. O texto e o script estão disponíveis sob a licença GNU General Public License e podem ser copiados, desde de que a fonte seja citada.
  25. Bom, estou usando a fonte normalmente e ela está perfeita. Então era enrolada do fornecedor mesmo. Valeu galera, Antony

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