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glamicro

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Sobre glamicro

  • Data de Nascimento 21/06/1959 (60 anos)

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    Recuperação de HD, dados, datarecovery. HD's: MAXTOR, QUANTUM, SEAGATE, SAMSUNG, FUGISTU, WD, Notebook. REMETEMOS PARA TODO O BRASIL. www.gla2000.com.br/glamicro glamicro@brturbo.com<br>(54)312-1188
  1. Oi, Tenho uma placa Ecs Elitegroup L4S5MG3, que usa um processador pentium 1.8/400/256, mas ele queimou. Comprei um processador celeron d 315 2.26/533/256, mas não funcionou, sendo que a placa não liga o monitor (tela escura), mas liga a cpu, hd, drive... Gostaria de saber qual parâmetro tenho que alterar no setup. Desde já agradeço, Gilson Longo
  2. - onde todos os aplicativos que executam som, travam. SO = Win98 SE. - Possuo o CD-rom da placa, onde já desinstalei e reinstalei o drive, mas no Gerenciador de Dispositivo, o controlador de som: C-Media AC97 Audio Device - apresenta erro. Agradeço a ajuda, Gilson.
  3. Ocorre que a mesma depois de instalada ela não funcionou, acredito que a montagem seja a mesma das plataformas anteriores, contudo o monitor nem deu sinal de vida quando liguei o micro. A placa não liga, não realiza o procedimento POST, não dá BEEP. Grato, Gilson.
  4. Oi. Estou com problema no Modem PCTEL HSP56 MR, que estava funcionando ok, e parou de reconhecer. No painel de controle, o modem não é identificado. - SO - WI98. - RAM 256 - HD 20 gb. - Desknote A-900. Já reinstalei o drive, o SO e o problema continua o modem não é identificado. Fico no aguardo, Gilson.
  5. Bom dia, Estou com problema com uma placa TXPRO II, quem sabe o amigo possa ajudar. Tenho um pc para testes que possui a placa TXPRO II, que parou de funcionar. - Eu já desmontei inteiro, limpei, troquei a fonte, a máquina liga percebe-se que está funcionando, porém o PC não está mandando dados para o monitor, pois a luz amarela fica piscando não muda para verde. - Liga cooler, hd e drive disquete; - Não realiza o procedimento POST, o setup não é inicializado. - A placa não dá BEEP. Bem, era isto. Se puderes retornar, lhe agradeço. Gilson
  6. Oi, Estou em dúvida sobre ligação de fonte AT. Alguém pode me enviar esquema de ligação p/ ROCKER SWITCH. Obrigado.
  7. Oi, Estou com 2 pc cujas placas não ligam. Testei a fonte, retirei a placa do gabinete e testei fora e o problema é o mesmo. - Retirei processador, teste de memória... - Zerei a bios, troquei a pilha e nada. Como posso testar se a energia está entrando e sendo distribuída no interior da placa? Há algum teste prático que possa tentar? PC - Placa of board e on board - Placas: SOIO (M598)e TXproII (M571) - processador = 166 e 233. Obrigado, Gilson - listas@gla2000.com.br
  8. Oi, Sobre o DM que é genérico, pode me mandar a url ou em anexo, qual é o fabricante? Grato, Gilson -
  9. Bom dia, Seu HD faz barulho, provavelmente o disco está arranhado, riscado. Aconselho a não usá-lo mais. Pode enviar para nosso laboratório e lhe daremos um diagnóstico e orçamento. Gilson, glamicro@brturbo.com
  10. Ele lembra que isso era válido nos anos 70, quando a eletrônica moderna ainda estava nos primeiros anos de vida. Os principais meios de transmissão atuais são seriais, como as redes Ethernet, as interfaces USB e a Firewire. Porque o Serial ATA? O problema é que a ATA já está na praça há mais de dez anos e nessa indústria isso é uma eternidade. Resultado: por mais hercúleos que tenham sido os esforços para acompanhar a evolução dos demais componentes (inclusive e principalmente a CPU), o descompasso é evidente. E olhe que a evolução foi grande: começou com a ATA 33, que elevou a taxa de transferência de dados para 33 MB/s, passou a aceitar novos dispositivos, como drives de CD e fitas, evoluiu para ATA 66, ATA 100 e recentemente a ATA 133, com taxa de transferência máxima de 133 MB/s. Mas o mercado quer mais e a ATA não pode ir muito além. Ao que parece ela chegou ao fim da linha. Nas transmissões seriais não há esse problema, já que não existem bits 'vizinhos'. No caso do Serial ATA, os cabos mais estreitos permitem um gabinete mais arejado, contribuindo assim para a queda da temperatura interna do sistema. O Que é Serial ATA? Mas afinal, o que é o padrão SATA e porque adotou a transmissão serial? Bem, a transmissão paralela efetivamente é mais rápida, mas tem lá seus inconvenientes: necessidade de sincronia na transmissão dos oito bits de um byte, cabos mais pesados e sujeitos a interferências, hardware mais caro. E a evolução da capacidade do processamento não somente aumentou a freqüência dos barramentos (rapidez com que os pulsos que transportam os dados fluem através dos condutores) como também tornou a serialização e desserialização muito mais rápidas. Por isso a tendência agora são as ligações seriais. O padrão Serial ATA é resultante de uma iniciativa da Intel com mais 67 empresas, entre elas fabricantes de discos, computadores e componentes, e nasceu da visão de que as próximas arquiteturas de computadores não serão compatíveis com os atuais padrões de comunicação e consumo de energia . Para efeito de comparação, imagine que os sinais utilizados na atual interface IDE/ATA funcionam com 3.3 volts (5V até o ATA33) enquanto as novas especificações (SATA) trabalham em tensões na faixa de 250 mV . Com o uso de um novo algoritmo de comunicação serial e de um simples cabo de quatro vias , cujo diâmetro não é maior que um cadarço de tênis, será possível elevar o teto máximo de transmissão de dados inicialmente para 150 MB/s e, mais à frente, para 300 MB/s e até 600 MB/s com SATA. Diagrama: Serial ATA vs. Parallel ATA. Diferente dos atuais padrões IDE/ATA e SCSI, as conexões são ponto a ponto, capazes de suportar elevadas taxas de transmissão e recepção de dados. O objetivo é que os futuros computadores sejam equipados com o menor número de pinos possíveis (reduzindo custos) e com a maior largura de banda em cada uma das interfaces. O padrão IDE/ATA possui algumas limitações que o mantiveram fora de certos segmentos de mercado como o de servidores , que ainda preferem o bom e velho padrão SCSI, não apenas por causa da maior largura de banda, confiabilidade e menor tempo de acesso, mas pelo fato de o padrão IDE/ATA ser uma interface pouco flexível não permitindo, por exemplo, a troca de um periférico com o computador ligado, o que é chamado de hot-swap . Esse problema será resolvido no SATA com o auxílio do sistema operacional. O procedimento de troca será semelhante ao que acontece hoje quando retiramos um cartão PCMCIA de um notebook: utiliza-se um applet que desativa o dispositivo por software, permitindo sua remoção segura. Por essas características, os dispositivos compatíveis com o novo barramento também serão totalmente "plug and play", podendo ser configurados por software. O SATA incorporará esses recursos a um preço mais acessível, além de oferecer um sistema de verificação de dados mais eficiente de modo a torná-lo mais confiável. Taxa de transf. PATA= 133 MB/S Taxa de transf. SATA= 600 MB/S Para transportar dados, em vez do tradicional cabo chato de 80 vias e cinco centímetros de largura da ATA, o cabo SATA tem apenas quatro condutores: um par para transmissão, outro para recepção. Isso reduz sua largura para pouco mais de cinco milímetros. O comprimento máximo permitido também aumenta para cerca de um metro (o ATA está limitado a menos da metade disso). Sendo mais fino, flexível e longo, o cabo SATA pode se acomodar junto às paredes do gabinete sem obstruir o fluxo de ar das ventoinhas, evitando o superaquecimento do microprocessador, um fator importante nos dias atuais. E olhe que tudo isso são características da versão 1.0 do padrão, liberada semana passada. Mas o grupo de trabalho não está dormindo: já está em desenvolvimento a versão 2.0, muito mais rápida (a taxa máxima ainda não foi definida, mas seguramente será bem maior que o limite de 600 Mbytes/s da versão 1.0), que virá à luz antes do final do ano. Em suma: o padrão SATA é mais rápido, suporta maiores capacidades, é mais simples e (dentro de algum tempo será) tão ou mais barato que o atual ATA. E logo invadirá o mercado. Portanto, é só uma questão de tempo. As vantagens do Serial ATA A primeira versão do SATA atinge o mercado de desktops, incluindo as seguintes melhorias: SATA I escreveu: » aumento da velocidade; inicialmente 150MB/seg; » cabos mais finos e de fácil manuseio; » redução no consumo de energia; » um único e auto-configurável drive por cabo; não há mais necessidade de se configurar o drive como master/slave (jumperfree); Cyclic Redundancy Checking (CRC): Detecção de erro O CRC foi introduzido originalmente com a tecnologia Ultra160 (SCSI) a fim de garantir a integridade dos dados. Este provavelmente é o maior benefício do SATA. Estatisticamente, a eficácia do CRC na descoberta de um erro é tal que numa transferência de 100 MB/sec constantes, um erro triplo passaria despercebido pelo esquema de descoberta a cada 4.7 * 10^18 anos, o equivalente a 1 milhão de vezes o tempo de existência do nosso sistema solar. Tagged Command Queing (TCQ) TCQ é a capacidade do próprio drive tomar decisões inteligentes quanto à forma (ordem) mais econômica de executar as tarefas. O principio por traz do TCQ é que o próprio dispositivo, isto é, o drive, seja capaz de tomar decisões inteligentes sobre qual ordem ler os dados nos pratos. Sem o TCQ, as cabeças precisam ?saltar? todos os pratos para acessar os dados. Com TCQ, o drive pode determinar, basendo-se na posição da cabeça, qual é o caminho mais curto, para acessar a informação, procurando movimentar o mínimo possível a cabeça de leitura. Dispositivos SATA podem incorporar o TCQ, apesar de que só será obrigatória a implementação no SATA II. Os Cabos... Em termos práticos, outra grande vantagem do Serial ATA é o fim da confusão de fios e cabos dentro do computador. Nos dias de hoje, os flat cables mais comuns (na forma de fita) são pouco flexíveis e quando mal posicionados no interior do gabinete (quando não socados para dentro como numa mala cheia de roupas), além de bloquear o acesso aos componentes da placa-mãe, ainda podem dificultar a circulação de ar no interior do gabinete, aumentando a temperatura interna do sistema. Além disso, com a eliminação dos flat cables, os projetistas de hardware terão liberdade para desenvolver novos tipos de gabinetes cujo desenho seria impossível com os uso dos cabos convencionais. Uma das preocupações do grupo de desenvolvimento do Serial ATA é que o processo de transição da velha tecnologia para a nova seja a menos traumática possível. A princípio, a implementação da interface será feita por meio de placas de expansão e os discos rígidos convencionais poderão ser usados com adaptadores. Empresas como a HighPoint Technologies já dispõem de uma linha completa de chipsets para interfaces padrão SATA que estão sendo montadas em placas PCI ou diretamente nas placas-mãe mais recentes do mercado. Existirão adaptadores que serão instalados na porta de comunicação de um disco padrão IDE/ATA de modo que ele possa trabalhar com SATA. Com esse novo padrão, deixarão de existir os conceitos de unidades primária e secundária ligadas no mesmo barramento. Apesar disso, acredita-se que, mais por hábito do que por necessidade, o SATA terá quatro conexões para acomodar o mesmo número de periféricos que a atual interface. Vale a pena observar também que, ao contrário de outros padrões emergentes como o USB 2.0 ou IEEE 1394, as aplicações do SATA estarão restritas aos dispositivos de armazenamento, não havendo intenções de expandir seu uso para outros equipamentos externos, como scanners e câmeras de vídeo. O Futuro da Tecnologia O SATA mal chegou ao mercado e o consórcio de empresas que apóiam essa iniciativa já anunciou novas especificações chamadas Serial ATA II (2004) e III (2007) que deverão oferecer larguras de banda de até 300 MB/s e 600 MB/s, números impressionantes se levarmos em consideração que o atual padrão IDE/ATA está em torno de 100 e 133 MB/s. Obviamente, a tecnologia de disco rígido também deverá evoluir consideravelmente para acompanhar tamanha velocidade. Do lado o computador, o SATA II e III irão trabalhar com o suporte de um novo tipo de barramento de dados que deverá suceder o PCI ? o PCI Express (conhecido antes como 3GIO), que será capaz de trabalhar com tamanho tráfego de informações. Seguindo o exemplo do SATA, o padrão SCSI também tenderá a se tornar um padrão serial: conhecido como Serial Attached SCSI (SAS) ele começará funcionando a uma velocidade de 300 MB/s, podendo chegar posteriormente a 600 MB/s. No futuro, a tecnologia SATA também deverá chegar aos notebooks, já que o uso de cabos mais finos facilitará os projetos de portáteis. A empresa Molex já anunciou a expansão de sua linha de conectores SATA para uso em notebooks e servidores, nenhuma empresa faz isso por acaso. Fonte: Guia do Hardware Pessoal espero que tenham gostado e estou as ordens. Falou, Abraços!! Olá, Achei muito importante estes posicionamentos. Estou em dúvida de como proceder para instalar um HD Maxtor ATA/133, inicialmente a bios não o reconhecia, mas depois pesquisando decobrí como identificá-lo. Gostaria instalar ele com 2 partições c-sistema, d-dados. Tentei com fdisk, mas ele se perde ao criar a segunda partição. Um abraço... Gilson
  11. Oi, Tenho um hd samsung com mecanismo travado, esquenta, se deixar ligado ele pega fogo. Algum colega sabe como resolver este problema? Até +
  12. Olá, Estou em dúvida quanto ao processo de pinagem em par trançado. Baixei uma apostila onde mostra: T568A 2-verde 4- azul 6- laranja 8- marrom T568B 2-laranja 4- azul 6- verde 8- marrom O caso é que não está funcionando... Será que algum colega pode orientar, Obrigado glamicro - Gilson

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