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alexandre.mbm

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  1. O post de alexandre.mbm em Carregar celular com fonte ATX é confiável? foi marcado como solução   
    De fato, pode-se carregar o celular noutra conexão USB; no caso, numa porta USB do PC. Mas há um risco: a porta USB 2.0 da máquina está limitada a 500 mA, então colocar o celular para carregar nela pode danificá-la.
     
    Ligando diretamente na fonte ATX, é diferente. Vai para o limite de corrente dela, que é alto e poderá ser de 10A, como você ( @Alvaro José Alves) declarou.
     
    O que pode ser feito é adaptar uma saída frontal USB do gabinete, para ser ligação direta (apenas de energia, sem dados) com a fonte ATX.
     
    Na verdade, estamos pressupondo que a corrente de carregamento é toda limitada pelo circuito que está no smartphone. Veja que você pode adquirir carregadores de 2.1 ou 3A. Atencão: os de 5V! O seu celular simplesmente não vai aproveitá-los, caso não tenha a função correspondente, de carregamento rápido, caso o circuito não esteja preparado. Assim como não vai aproveitar os 10A de uma fonte ATX. Este seria um carregamento pra lá de rápido...
     
    Se fosse ruim plugar um carregador de 3A a 5V, com certeza seria péssimo plugar a fonte de 10A a 5V. Mas o controle disso está no celular. O verdadeiro "carregador" de bateria está no celular.
     
    Agora tem de ver um detalhe: não estamos falando das tecnologias de carregamento rápido que usam tensões maiores do que 5V. Por isso todos os casos cogitados acima  estão sendo considerados seguros, porque estamos nos limitando a 5V.
  2. O post de alexandre.mbm em O novo "fusistor" axial de 2A foi marcado como solução   
    Achei o datasheet!
    No site de um distribuidor.
     
    Trata-se dos fusíveis PICO II da Littelfuse. Eles são classificados como de ação muito rápida.
     

     
    Eu interpreto essa tabela assim: o fusistor de 2A conduzirá 4 ampères, no máximo, por 1 segundo.
     
    Lembrando que ele é rearmável...
     

     
    Pelo que entendi de texto no datasheet, em 50A de corrente alternada, ou 300A de corrente direta, ele morrerá de vez.
  3. O post de alexandre.mbm em Questão de álgebra booleana: qual o resultado da tabela verdade? foi marcado como solução   
    Reduza a expressão. Vide equivalências lógicas.
     
    Reescrevamos
    s = !(x•y) + (y+x)
     
    Comece com De Morgan
    s = (!x+!y) + (y+x)
     
    Elimine os parênteses
    s = !x + !y + y + x
     
    Reorganize
    s = !x + x + !y + y
    s = (!x + x) + (!y + y)
     
    Calcule
    s = 1 + 1
    s = 1
     
    O enunciado das respostas candidatas está confuso. Pois S é sempre verdade, independentemente das entradas.
     
    Update
     
    Noutra forma de enteder o que se quer:
     
    X Y S
    0 0 1
    0 1 1
    1 0 1
    1 1 1
     
    Logo, o resultado é a letra "b", onde S = 1 em todas as linhas da tabela.
     
    Update
     
    Essa foi uma questão extremamente básica. Eu sou contra a utilização do fórum para se demandar resolução de exercícios. Mas dessa vez estava tão simples que a única dica já foi praticamente a resolução.
     
    A tal "única dica" consiste em lançar mão das equivalências lógicas.
  4. O post de alexandre.mbm em Eletrônico apenas com o áudio de Tv digital. foi marcado como solução   
    @GENECIOFICIAL , eu já tinha entendido o que você procura. Mas talvez não exista.
     
    TV Digital acrescenta a etapa da digitalização (encoder), para então se ter a transmissão por RF; e a etapa da decodificação (decoder), após a recepção de RF.
     
    As informações digitais são mais fáceis dos projetistas unirem e organizar, de modo que "o pacote da venda" ficou mais rico e complexo. O sinal de RF do sistema de TV Digital carrega um rico conjunto de informações digitalizadas, unidas como se fossem — por "analogia", viu pessoal?! — um conjunto de arquivos organizados em pastas. De modo que a decodificação "é como" a abertura (leitura) de um diretório raiz e seus subdiretórios.
     
    Dá pra imaginar que os fabricantes podem ainda não ter tido a vontade de abrir essa caixa parar aproveitar-se apenas o que é áudio — provavelmente não é economicamente viável hoje. O mundo já tem bilhões de telas pequenas e por isso a demanda é por imagens.
  5. O post de alexandre.mbm em Eletrônico apenas com o áudio de Tv digital. foi marcado como solução   
    @GENECIOFICIAL , eu já tinha entendido o que você procura. Mas talvez não exista.
     
    TV Digital acrescenta a etapa da digitalização (encoder), para então se ter a transmissão por RF; e a etapa da decodificação (decoder), após a recepção de RF.
     
    As informações digitais são mais fáceis dos projetistas unirem e organizar, de modo que "o pacote da venda" ficou mais rico e complexo. O sinal de RF do sistema de TV Digital carrega um rico conjunto de informações digitalizadas, unidas como se fossem — por "analogia", viu pessoal?! — um conjunto de arquivos organizados em pastas. De modo que a decodificação "é como" a abertura (leitura) de um diretório raiz e seus subdiretórios.
     
    Dá pra imaginar que os fabricantes podem ainda não ter tido a vontade de abrir essa caixa parar aproveitar-se apenas o que é áudio — provavelmente não é economicamente viável hoje. O mundo já tem bilhões de telas pequenas e por isso a demanda é por imagens.
  6. O post de alexandre.mbm em Eletrônico apenas com o áudio de Tv digital. foi marcado como solução   
    @GENECIOFICIAL , eu já tinha entendido o que você procura. Mas talvez não exista.
     
    TV Digital acrescenta a etapa da digitalização (encoder), para então se ter a transmissão por RF; e a etapa da decodificação (decoder), após a recepção de RF.
     
    As informações digitais são mais fáceis dos projetistas unirem e organizar, de modo que "o pacote da venda" ficou mais rico e complexo. O sinal de RF do sistema de TV Digital carrega um rico conjunto de informações digitalizadas, unidas como se fossem — por "analogia", viu pessoal?! — um conjunto de arquivos organizados em pastas. De modo que a decodificação "é como" a abertura (leitura) de um diretório raiz e seus subdiretórios.
     
    Dá pra imaginar que os fabricantes podem ainda não ter tido a vontade de abrir essa caixa parar aproveitar-se apenas o que é áudio — provavelmente não é economicamente viável hoje. O mundo já tem bilhões de telas pequenas e por isso a demanda é por imagens.
  7. O post de alexandre.mbm em Eletrônico apenas com o áudio de Tv digital. foi marcado como solução   
    @GENECIOFICIAL , eu já tinha entendido o que você procura. Mas talvez não exista.
     
    TV Digital acrescenta a etapa da digitalização (encoder), para então se ter a transmissão por RF; e a etapa da decodificação (decoder), após a recepção de RF.
     
    As informações digitais são mais fáceis dos projetistas unirem e organizar, de modo que "o pacote da venda" ficou mais rico e complexo. O sinal de RF do sistema de TV Digital carrega um rico conjunto de informações digitalizadas, unidas como se fossem — por "analogia", viu pessoal?! — um conjunto de arquivos organizados em pastas. De modo que a decodificação "é como" a abertura (leitura) de um diretório raiz e seus subdiretórios.
     
    Dá pra imaginar que os fabricantes podem ainda não ter tido a vontade de abrir essa caixa parar aproveitar-se apenas o que é áudio — provavelmente não é economicamente viável hoje. O mundo já tem bilhões de telas pequenas e por isso a demanda é por imagens.
  8. O post de alexandre.mbm em Tipo de chave necessária para abrir este componente. foi marcado como solução   
    @GabrielLP14 use a "senha" dada por @Gabriel Torres . Para buscar, tanto no Google como nas lojas.
     
    Update
     
    @GabrielLP14, eu fiz a seguinte "tradução livre" para termos mais palavras-chave à disposição:
     
    Parafusos torx de segurança frequentemente são chamados de torx de pino, devido ao pino no centro de sua cabeça do tipo soquete em formato de estrela com seis pontas. Este pino central no parafuso impede o uso da chave torx convencional.
     
    A intenção do projetista é tornar este tipo de fixação à prova de violação, ou melhor: dificultar a abertura do equipamento por "técnicos não-autorizados".
     
    1. torx de segurança: Security Torx
    2. torx de pino: Pin Torx
     
    Outros nomes para os parafusos torx de segurança:
     
    3. parafusos de 6 lóbulos: 6 lobe screws
    4. torx à prova de violação: tamper proof torx
    5. torx de pino com 6 lóbulos: 6 lobe pin torx
    6. torx TR
    7. torx de pino: torx pin (além de Pin Torx)
    8. parafusos "estrela com pino", de HD: star pin drive screws
     
    Parafusos torx de segurança à prova de violação fornecem um nível de segurança mais elevado do que aquele do torx convencional, devido à "chave de segurança" especializada que se faz necessária como ferramenta para abri-los.
     
    Fonte: Insight Security
     
  9. O post de alexandre.mbm em Revisão Geral do Toca-fitas KP-500 da Pioneer anos 80 (Será que consigo ?) foi marcado como solução   
    Resumindo:
     

     
    Sugiro criar novo tópico para a nova fase pela qual optar:
     
    – KP-500 sem amplificador + Tojo GR-200
     
      ou
     
    – Novo amplificador em toca-fitas KP-500
  10. O post de alexandre.mbm em Mandar dados de um potenciômetro com RF 433MHz foi marcado como solução   
    Você pode usar um microcontrolador e fazer ADC (conversão de analógico para digital).
     
    Na verdade, você já falou no HT12E...
     

     
    Fiquei sem entender o porquê de você não ter chegado neste raciocínio: você lê o potenciômetro numa porta analógica, e cria (programa) valores digitais para cada "faixa" de valores analógicos.
  11. O post de alexandre.mbm em Garra minúscula, forte e de ponta chata foi marcado como solução   
    Pensando na garra de jacaré, uma opção (gambiarra, de fato) seria enxertá-la com estanho, usando malha de cabinho como material estruturante. O estanho funcionaria como um cimento condutor. Os dois bolos de estanho, superior e inferior, por serem de material mole, poderiam ser limados para se obter o ângulo de ataque chato desejado.
     
    Mas eu realmente busco uma parada "micro". Um sargento com 2 mm de curso serviria, por exemplo. Então voltei a lembrar de conexões prediais... e olha só:

    Eu já vi desses carinhas que são abertos na lateral, para se fazer derivação sem seccionamento do condutor. Resolve! Coloca-se uma chapinha em cima, e outra em baixo, como calço planeador.
     
    Vazar a lateral do receptáculo (de cobre, bronze ou latão) e planear as superfícies de contato superior e inferior, obtendo-se o equivalente a um sargento, usando-se uma micro retífica, seria uma trabalheira! Mas o resultado poderia ficar muito elegante.
  12. O post de alexandre.mbm em Não sei que ordem soldar os fios foi marcado como solução   
    V G D C
    É buscar na frente da placa...
    E fazer corresponder à pinagem USB:
     

     
    Identifique o CI e mande-nos foto das trilhas.
  13. O post de alexandre.mbm em Seria possível trocar o Oscilador de Cristal do teclado? foi marcado como solução   
    A lista a seguir está numerada apenas para que a conversação do tópico possa ser facilitada. Não pensei qualquer ordem.
    MINIONS TURN YOUR KEYBOARD INTO A BLUETOOTH KEYBOARD CONVERT ANY USB KEYBOARD TO BLUETOOTH DIY Bluetooth Keyboard Breakout for $10
  14. O post de alexandre.mbm em Qual cabo ethernet usar p/ ethernet W5500 Arduino: Cabo comum ou cabo crossover? foi marcado como solução   
    Nessas breves "instruções" ele é tratado como a interface de um host (Arduino), então eu penso que para a ligação que você quer o cabo deve ser crossover sim.
    adicionado 22 minutos depois CONFIRMADO
     
     
    Fonte: W5500 Nano Ethernet Network Module
     
    Saiba mais sobre a conectividade do W5500 por meio de projetos de software como este. E que existem variações de módulos usando o W5500.
  15. O post de alexandre.mbm em Quanto de torque usar em um motor? foi marcado como solução   
    @Isadora Ferraz , o problema de usar "zoiômetro" é forçar os equipamentos, especialmente o motor. Nem sempre fica visível que estamos forçando um motor. Acho melhor buscarmos alguns cálculos, ao menos os essenciais.
     
    Quando o cara sentir "cheirinho sutil" no motor, já era!
     
    @Tito Fisher e demais interessados em investigar como fazer cálculos úteis, pelo que me lembro, o torque de 1 Kgf•cm significa a capacidade de levantar 1 Kg se a massa está sendo içada por cabo a 1 cm do centro do eixo. Caso se esteja errolando o cabo com sobreposição, esse raio será variável. Para uma modelagem do sistema de forças é aconselhável lembrar dos atritos...
     
    Eu sei, eles complicam...
     
    O aspecto da alimentação:
     
    Os tais motores de vidro elétrico automotivo já vem com a redução. O torque em suas especificações é para o conjunto, não para o rotor interno. São legais, mas pedem uma CC relativamente alta — só vale usar com propósito definido, como você fez.
     
    @Tito Fisher, alimentou como?
     
    «Um conjunto com redução de mesmo torque porém mais lento pedirá menos corrente e terá mais rotação interna, sendo um "motor" menor.»
     
    Acho que é isso!
  16. O post de alexandre.mbm em Exercicios! foi marcado como solução   
    Matemática, Física ou Eletrônica, precisam ser aprendidas em sequência. História e Geografia, parece que sim, mas nem tanto. Uma gramática, pode ser aberta quase que em qualquer página. Mas claro que no português também há sequências para o aprendizado; isso só não é marcante.
     
    O Brasil é deficiente para manter os alunos disciplinados. E muitas vezes quando o aluno comporta-se bem, o professor não tem didática suficiente, ou até os planos dos anos letivos são deficientes. Tudo isso contribui para que as dificuldade do aluno cresçam em cadeia, como uma bola neve, do maternal até o doutorado.
     
     
    Uma pessoa que estude "sozinha" (quero dizer: sem a assistência dos pedagogos) tem de sair montando sua teia de aranha de conhecimentos, muitas vezes para trás. E isso é bem caro!
     
    Tem o retorno da pessoa fazer somente o que lhe desagrada menos, e tornar-se mais rapidamente especialista naquilo que lhe interessa. Por outro lado, é muito mais benéfico, como política pública, dar a todos a chance de conhecer introduções a praticamente tudo que existe, nas diversas áreas do conhecimento. Isso consumirá muitos anos da pessoa em estudo compulsório mas, em compensação, chegará uma fase da vida dela, quando ela estiver no mestrado ou nos primeiros empregos, em que ela poderá realmente escolher sem antolhos, porque ela terá uma noção muito melhor do que existe pra ela.
     
    É assim que eu compreendo e posso aceitar o fato de ter sido obrigado feito um estúpido a ler o que eu não queria ler, a dar satisfação com p**** de nota. Eu acredito em Deus: Ele não nos teria deixado passar por toda aquela nojeira compulsória se não houvesse um bem maior a tirar dali. E é aquela história de sempre das pessoas pobres: "Se eu tivesse tido oportunidade..." Oportunidade de que? Eu intepreto: oportunidade de escolher. Esse é o tesouro de todo homem.
     
     
    Você nos deu a solução. Com razão, o pessoal não estava participando como você queria. Você nem trazia suas próprias tentativas, para partirem delas. Havia muita chance de você só querer a resposta.
     
    A minha "contribuição" eu vou dar (a você, e principalmente ao fórum); virá nos próximos minutos. Vou escrever suas fórmulas com a tipografia de LaTeX.
     
    Update
     
    Veja se eu traduzi corretamente. Fiz um exercício de LaTeX, não de cálculos.
     

  17. O post de alexandre.mbm em Nome correto para "armário de rede residencial" foi marcado como solução   
    Talvez estejamos realmente falando de "caixas de passagem" diferentes. Não conheço alguma caixa de passagem que me permita fazer o que consigo imaginar a partir do que você descreve e do que eu já queria.
     
    Você pode me mostrar foto de uma dessas caixas de passagem que comportaria em cima um modem-roteador na horizontal (antenas internas)?
     
    Update
     
    De fato, colocar uma caixa passagem com uma prateleira L em cima, organizando com presilha fios e cabos encurtados,  é uma opção fácil e que me atende. Aliás, já tem uma "caixa de passagem" — desta vez, bem entre aspas mesmo! — sendo usada, muito da improvisada. Pode ficar ela mesmo. A solução de contorno precisa, que eu procurava, chama-se "prateleira L com modem-roteador em cima e caixa de passagem embaixo, na parede".
     
    É o caso de se manter a improvisação que existe, apenas encurtando fios e cabos que saem da caixa. Essa "montagem" será imensamente menos ruim do que a que está agora.
     
    @Ricardov, muito obrigado! Eu jamais teria chegado a essa solução sozinho.
  18. O post de alexandre.mbm em RJ45 fêmea que dispense Punch Down foi marcado como solução   
    Keystones que, até onde me consta, dispensam ferramentas:
    Schneider Eletric Lunare Schneider Eletric Miluz Siemens Pial Plus Bitcino Furukawa Blindado GigaLan Augmented CAT.6A (?)
  19. O post de alexandre.mbm em NET VIRTUA: DHCP em wifi com repetidor foi marcado como solução   
    Cheguei à conclusão de que, com o mesmo SSID da origem, não devo usar o repetidor em bridge se, conectados a ele, haverão múltiplos clientes DHCP. Pois logo acontecerá conflito de IP, denunciado por "conexão limitada", já que na origem, ora um IP estará no MAC do cliente ora um IP estará no MAC da ponte. Essa concorrência piora mais ainda entre Chromecast e smartphone.
     
    Se o SSID for o mesmo do sinal de origem, a ponte repetidora só deverá ser ponte para apenas um cliente, não permitindo que qualquer outro conecte-se a ela. Se o SSID for distinto, o problema é denunciado mais rapidamente, dado que o IP não será atribuído por causa da mudança do MAC já durante primeira passagem (obrigatória) pela ponte.
     
    Outra possibilidade é usar o repetidor como cliente WISP com IP estático na WAN. Isso tem funcionado. Só que obrigatoriamente, nesse meu ambiente, a banda máxima fica limitada a uns 5 Mbps (pelo menos estáveis).
  20. O post de alexandre.mbm em Wine deveria executar Adobe Digital Editions 4.0 foi marcado como solução   
    Não sei se o pacote libwbclient era necessário, mas o pacote samba era. Deu tudo certo! Tanto que atualizei aquela página WineHQ com minha instruções e eu já havia esquecido deste tópico aqui no fórum...
     
    Não sei se o comando a seguir fez diferença:
    winetricks -q corefonts dotnet35sp1 msxml3 Acho que não. Parece-me que só faltava o samba.
  21. O post de alexandre.mbm em Linha de comando: redimensionando partição NTFS travada para o GParted foi marcado como solução   
    No final das contas, com toda uma "depuração" que fora realizada mediante várias execuções e paramentrizações dos comandos ntfsresize e chkdsk (CD do Windows), o problema foi resolvido ainda com o amigável GParted.
     

     

     

     
    O disco rígido agora tem 130 GB para GNU/Linux!
     
    Ainda bem que não faltou energia em algum momento...
     
    E tudo isso foi feito a partir de um Ubuntu 14.04.2 LTS em pendrive com escrita, customizado.
  22. O post de alexandre.mbm em Placa de rede PCI Gigabit Ethernet? foi marcado como solução   
    Realmente não é 132 Mbps. Eu lera errado. Seria 132 MB/s ou 133 Mb/s; qualquer um dá na mesma, mas fiquei curioso e fui tentar descobrir de onde viria essa diferença.
     
    Seria MiB vs. MB? Não. Veja:
     
     
    Ou seja, não sei de onde vem a discordância nos dados "133 MB/s" e "135 MB/s". Sei que não é da confusão entre KiB e KB, entre outras coisas.
     
    Enfim, não importa. Assumamos: 133 MB/s para o barramento PCI. Isso realmente atende Gigabit Ethernet, pois temos 1024 Mbps = 1024 ÷ 8 MB/s = 128 MB/s. A banda de 128 cabe dentro da banda de 133. É mais do que suficiente, em "teoria rasa".
  23. O post de alexandre.mbm em O que é uma setorial? foi marcado como solução   
    Então uma setorial é uma antena direcional, mas não é nem grade nem disco, e deve ser chamada simplesmente "setorial". Ela caracteriza-se por criar uma célula. Está correto?
     
    Se a setorial não é celular, o que a distingue de grade ou disco?
     
    Update 1
     
    Naquele mesmo site eu encontrei um diagrama de antena setorial:
     

     
    Ainda não me responde em que difere de uma antena grade ou disco, talvez por que eu não conheço os respectivos outros diagramas.
     
    Artigos que expõem sobre antenas:
    Redes wireless, parte 4: Antenas e conectores Antenas omnidirecionais Antenas direcionais Redes Wireless – Conceitos Básicos | Automações Conceitos Básicos IV Antenas omnidirecionais Antenas Yagi Conceitos Básicos V  Antenas tipo Painel Setorial Antenas parabólicas Comunicação wireless - tipos de antenas - Cursos CPT Update 2
     
    Parece que "disco" e "grade" são nomes populares para os dois tipos de antenas parabólicas:
    Disco: antena parabólica sólida Grade: antena parabólica vazada O diagrama genérico da irradiação de um antena parabólica:
     

     
    Resumo
     
    Antenas direcionais podem ser setoriais ou parabólicas. Estas últimas concentram o sinal com menor ângulo de abertura, priorizando alcance.
     
    A parabólica precisam apontar quase que diretamente para o destino.
    A setorial dá cobertura a uma abertura horizontal.
  24. O post de alexandre.mbm em Ajuda aos sabios - rede domestica compartilhada foi marcado como solução   
    Inclusive a senha?
     
     

     
    Imagem feita com o Greenshot.
  25. O post de alexandre.mbm em Roteador e servidor de log foi marcado como solução   
    Eu estava equivocado. Descobri o Syslog Watcher. Funciona bem! Como um serviço do Windows. A interface gráfica (cliente) exibe tabela que pode ter as cores customizadas. O serviço recebe a drenagem de log pela porta UDP 514. A instalação foi simples, praticamente só Next > Next.
     
    Update
     
    Em Arch Linux instalei o syslog-ng e, no final do /etc/syslog-ng/syslog-ng.conf, acrescentei o seguinte:
    source net { udp(); };destination remote { file("/var/log/remote/${FULLHOST}-log"); };log { source(net); destination(remote); }; Os registros recebidos do roteador são armazenados em /var/log/remote/[iP_DO_ROTEADOR]-log.

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