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Pincipi

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Sobre Pincipi

  • Data de Nascimento 13/12/1964 (57 anos)

Informações gerais

  • Cidade e Estado
    São Paulo/SP
  • Sexo
    Masculino
  1. Veja bem, esta X79 não segue os padrões normais de mercado das outras placas. Ela segue um novo conceito de "ou funciona ou é lixo eletrônico". Em resumo ela foi fabricada com alguns componentes reciclados e outros de baixo valor/qualidade com a proposta de preço e desempenho menor, sem possibilidade de alguma manutenção, estilo descartável. Tanto é que não existe um fabricante/modelo definido onde se pode visitar o site e baixar arquivos como um manual, drivers e atualizações de BIOS. O fabricante apenas garante o funcionamento na bancada de testes da loja antes de empacotar e apenas com os componentes que ele montou, ou seja, não foi feita para ser fuçada ou mexida, como por exemplo trocar processador ou memórias. Nem ao menos se pode mudar a ordem das memórias, sob pena de deixar de funcionar. Quem se aventurou a tentar atualizar a BIOS, ficou com a placa inutilizada. Tendo em vista esta característica técnica própria, não tem um roteiro ou uma recomendação para se seguir como usar os bancos 1 e 3 primeiramente, para depois preencher o 2 e o 4 porque simplesmente o padrão de qualidade adotado é funciona ou não funciona. Se a placa veio com apenas um pente de memória no slot 1, aquele pente só vai funcionar no slot 1.Se tentar em outro slot ou um pente diferente, a probabilidade de não funcionar é grande. O projeto desta placa não prevê qualquer tipo de manutenção ou upgrade. A única recomendação que posso dar é; mexer o mínimo possível na placa, quanto mais mexe maior a probabilidade de dar defeito. Se você conseguir ter ela funcionando com um ou dois pentes apenas, se dê por satisfeito e vá usando até chegar a hora de descartar.
  2. Descartando defeito nos SSD/HDD e nos cabos, só resta colocar a culpa ou em algo na placa-mãe ou na fonte. É bem possível e mais provável que havia algum mau contato nas memórias o qual gerava os erros e quando removeu e recolocou a memória, resolveu. Geralmente problema na memória se manifesta no vídeo, eu nunca tinha visto antes o problema se manifestar nos SSD/HDD. Esta parte de incompatibilidade precisa ser estudada no manual da placa-mãe e nas características da memória. Via de regra a memória funciona bem ou simplesmente não funciona. É claro, existe possibilidade de incompatibilidade mas, acho ser pouco provável neste caso.
  3. Pois é, inicialmente também me pareceu ser uma ótima opção pelo custo estar em torno de R$ 1,00 por GB mas, como a tecnologia blu ray aqui no Brasil nasceu meia morta, decidi não investir (R$ 1.000,00) no gravador.
  4. Além da luz acender, eu presumo que o ventilador do processador e o ventilador da fonte estão girando normalmente. Se é este o caso, já pode desligar, acrescentar o monitor e quando ligar, se dá vídeo, significa que até aqui está tudo certo e já pode desligar para acrescentar o teclado e ver se entra no setup para configurar a data/hora. É a partir daqui que eu instalo a placa-mãe no gabinete e vou acrescentando os cabos faltantes e o SSD.
  5. Tem o utilitário do fabricante: https://support-en.wd.com/app/products/product-detailweb/p/281 Que faz um diagnóstico mais detalhado mas, sinceramente não tem com o que se preocupar.
  6. Como se trata de um link temporário, tenho que retificar minha linha de raciocínio, o objetivo seria ter em mãos os arquivos que fossem disponibilizados, como manual, drivers, utilitários e BIOS. Em cima do conteúdo é que poderia ver o que pode ser feito. Na questão dos drivers, caso existam, poderiam ser instalados de diversas formas diferentes, via pendrive, download, CD etc. O mais natural é que não existam drivers disponíveis especificamente para esta X99 e que o próprio win dê conta de atualizar automaticamente. Revendo as etapas da montagem, presumo que já tenha encaixado fisicamente o processador bem como o dissipador, o cooler, a memória e a fonte e se for o caso, já é o momento de ligar pela primeira vez para checar o que ocorre, se realmente as ventoinhas do processador e da fonte são acionadas e se acende alguma luz ou emite algum bipe, se não me engano, no caso desta X99 não tem nem lâmpada de referência nem bip, simplesmente liga ou não liga.
  7. Pela descrição do que está ocorrendo, tudo leva a crer que existe a priori defeito físico no(s) SSD/HDD. A única forma de diagnóstico que conheço é o cristaldiskinfo ou então o programa utilitário do fabricante. Se todos os SSD/HDD passarem no teste sem apresentar alerta de defeito, pode ser algo nos cabos ou no computador.
  8. Vamos partir por presunções, imagino que está conseguindo dar o boot normalmente tanto pelo pendrive quanto pelo CD e que em algum momento, lá na finalização da instalação do xp, em uns 85%, dá tela azul e que no caso do linux, trava sem responder mais ainda na configuração do teclado/idioma. É isso?
  9. Também acho que seja uma questão de mercado, na época dos monitores de fósforo verde eu achava que não teria necessidade de tecnologia melhor até bater os olhos num VGA preto e branco com uma resolução incrível de tons de cinza, depois vieram os coloridos e muitos poucos com a tela grande, na sequência veio a virada dos LCD varrendo os de tubo, atualmente pipoca um monte de tecnologias com telas cada vez maiores, o que parece ser a bola da vez do maior fatia de mercado do publico consumidor.
  10. Eu não conheço o Hikvision então, iria no Kingston do qual ainda não tive problemas, observando os detalhes de ser listado no SSD Manager da Kingston porque hoje em dia está difícil de se evitar pegar um falso.
  11. Eu já brinquei com núcleos e dissipadores de 486 AMD que apresentavam danos visíveis na superfície. Tentei dar uma de retificador de cabeçote de motor de carro, tentando espelhar as superfícies que entram em contato usando um vidro com uma lixa de metal muito fina, testei molhada com água, óleo e polidor de metais, tentando seguir uma escala de graduações parecidas com o polimento usado em espadas japonesas. Até que consegui dar um brilho que disfarçou os buracos, fazendo parecer uma peça nova. Acontece que na superfície do núcleo parecia que tinha alguma camada de algum material protetor, tipo um banho de metal, enquanto que no dissipador não tinha esta proteção. Nos testes em que realizei, não consegui detectar mudança de temperatura/desempenho significativa entre usar a peça sem pasta térmica, com pasta térmica barata e com pasta térmica cara. Quando levei numa retifica de cabeçotes, o cara olhou o polimento e disse que eu havia "ovalado" as peças, que elas deixaram de ficar retas e planas quando fiz manualmente o polimento e que se fosse o caso de um cabeçote de motor, teria que fazer a retifica mas, como ele não entende de computação, preferiu não dar opinião. Eu imagino dois níveis de danos, o primeiro seria apenas superficial ou na superfície que entra em contato e pela minha experiência imagino que danos superficiais não influem em nada no desempenho porque não ocorre mudança significativa na troca de calor mas, é pura imaginação sem base de conhecimentos técnicos no assunto. Um segundo nível de danos estaria no interior do núcleo, ainda na base da imaginação, imagino que o calor pode ter fritado algumas partes parcialmente e assim nunca mais vai funcionar direito ou igual a um núcleo que não foi fritado. Se eu fosse me divertir com esta sua GPU, tentaria polir levemente a superfície do núcleo, tentando apenas reduzir alguma imperfeição/sujeira sem remover nada da camada de proteção, seria algo bem de leve tipo um pano com polidor de metais e depois um pano limpo. Já no dissipador eu tacava a lixa sem dó até deixar o mais liso e brilhante possível, reduzindo as imperfeições da corrosão. E se mesmo assim a GPU continuar a dar defeito, daria como perdido, porque não vejo mais nada a ser feito nesta parte de troca de calor. Tem ainda a parte de eletrônica e pode ser que trocando um ou outro componente se possa recuperar a GPU, só que para chegar nisto, tem que ter um cara muito bom de eletrônica para fazer o laboratório.
  12. Como seria o possível recondicionamento? Envolve apenas as partes corroídas? Ou também envolve outros itens?
  13. Dentro deste assunto de pasta térmica apenas no tocante ao prazo de validade e possível identificação do tipo ou qualidade e sem entrar na parte da aplicação. O objetivo é ter uma linha de pensamento razoável que faça sentido lógico argumentativo. E são quatro situações distintas consideradas: 1- Estoque de pastas térmicas não aplicadas e colecionadas ao longo do tempo, sobras guardadas lacradas, em sachês, seringa ou pote. Com ou sem identificação/prazo de validade. 2- Idem estoque de pastas térmicas parcialmente usadas. 3- Equipamento dentro ou fora de uma manutenção programada de tempos em tempos 4- Avaliação prévia de um equipamento desconhecido ou avaliação de rotina entre as programações. Vamos lá, vou tentar expor na situação prática; muita gente vai guardando os sachês, seringas e potes que sobram com alguma pasta térmica dentro, independentemente de terem uma identificação ou um prazo de validade, ai se passam 10, 20 ou mais anos e lá estão todos eles guardadinhos na gaveta porém, de cabeça se torna impossível lembrar de detalhes como se é condutiva ou não, se é de boa qualidade ou se é genérica ou para uma determinada aplicação. Fazendo uma rápida inspeção visual e tátil, dá para perceber que ainda tem alguma elasticidade, ou seja, não estão parcialmente endurecidas ou ressecadas, não parecem ter mudança de coloração. A parte da viscosidade fica em aberto. Diante desta situação seria correto pensar que ainda podem ser usadas em equipamentos de menor importância/valor/desempenho mas, não em equipamentos de maior importância/valor/desempenho? Ou seria melhor nem pensar, considerar fora de cogitação usar pasta velha, que o certo é descartar tudo que é velho ou incerto, tirar o escorpião do bolso, comprar e só usar pasta térmica nova? Ai vem a situação do equipamento que não se sabe quando foi feita a última troca mas, ainda está na garantia ou tem menos de um ano de uso e só para checar vamos dar uma avaliada na situação da pasta térmica já aplicada, ou seja, aquela que saiu do pote/bisnaga/sachê e está instalada entre o processador e o dissipador, ai se segue os mesmos critérios de avaliação quanto a elasticidade/coloração. Diante desta segunda situação seria correto usar a mesma linha de pensamento anterior em condições de continuar a usar a pasta velha em equipamento de menor importância/valor/desempenho? Não esquecendo o princípio da Jaque! Já que abriu e avaliou, aproveita e troca, mesmo que não precise mas, ai tem o risco de aplicar a pasta inadequada e criar um problema ao invés de prevenir. Tentando fechar ou esgotar o assunto com uma linha de raciocínio lógico; seria correto afirmar que uma economia de valores no sentido de aproveitar pasta térmica por mais tempo é uma economia de porco? Justamente porque a quantidade de pasta a ser substituída, bem como a mão de obra, teria um custo entre centavos e dezenas de reais conforme a qualidade da pasta a ser empregada e que o prejuízo de colocar em risco, qualquer que seja o valor do equipamento/informação é muito superior? Na casa entre centenas e milhares de reais? Ou minha linha de pensamento não tem nada a ver? Porque pasta térmica não tem validade antes de ser aplicada e não sofre deterioração do tempo/estoque. Podendo ser aplicada sem uma avaliação do seu estado, sem quaisquer neuras.
  14. Existe manual para placa Atermiter X99? É o kit do Aliexpress, plug and play, instala e reconhece os drivers automaticamente, sem possibilidade de mexer na BIOS, mexeu morreu. Eu ainda não consegui assimilar este novo conceito das placas chinesas.

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